ENFIM, CHEGA O PUNTO NO BRASIL!
O novo lançamento da Fiat no Brasil chega carregando uma pesada responsabilidade. O Punto é líder de vendas na Itália e, em nosso país, mesmo sendo um modelo de custo médio, tem a missão de ajudar a marca a se manter na liderança do mercado nacional.
Menor que o Stilo, maior que o Palio, o Punto reúne algumas qualidades acima das de seus irmãos de marca. Sobre o Palio, traz a vantagem óbvia do tamanho, garantindo maior conforto e mais imponência física. Comparado ao Stilo, ganha de longe na aparência: indiscutivelmente, é um carro muito mais bonito.
Para saber mais clique AQUI.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h51
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LARRY FLINT BRASILEIRO:
Subprefeitura cassa alvará de funcionamento do Bahamas
A Prefeitura de São Paulo cassou o alvará da casa noturna Bahamas, em Moema. A licença de funcionamento foi recusada ontem pelo subprefeito da Vila Mariana, Fábio Lepique, com base em entrevista concedida pelo proprietário da boate, Oscar Maroni Filho, ao "Jornal da Noite", da TV Bandeirantes.
Na terça, o telejornal exibiu reportagem na qual o empresário falava sobre as atividades desenvolvidas no Bahamas. "Sim, é prostituição de luxo sim, não vamos ser hipócritas", disse ele, segundo registrado no processo. A Folha apurou que a subprefeitura pretende fechar o Bahamas ainda hoje.
"Você acha digno cassar um alvará de um estabelecimento de 20 anos, que gera 60 empregos, baseado em uma matéria sensacionalista?", questionou Maroni ao ser informado da decisão pela Folha.
Segundo a subprefeitura, o Bahamas possuía autorização para atividades de "hotelaria, sauna, banho, bar e restaurante". "Ele não tem licença para o funcionamento da boate e, na entrevista à televisão, admite que aquilo é uma casa de prostituição de luxo", diz Lepique.
Em seu despacho, ele acusa Maroni de infringir os artigos 229 e 230 do Código Penal, que proíbem a manutenção de "casa de prostituição ou lugar destinado a encontros para fim libidinoso" e a exploração de "prostituição alheia".
"Na minha casa, homem paga R$ 120 para entrar e as mulheres, R$ 37. O que ocorre depois não é da minha conta. Qual o problema de duas pessoas maiores de idade fazerem sexo?", pergunta Maroni.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h48
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ATÉ QUE OS JUROS OS SEPAREM
Bancos estendem financiamento da casa própria para 25 anos
da Folha de S.Paulo
Imagine a seguinte situação: marido e mulher compram um apartamento logo ao se casarem e terão até as bodas de prata para terminar de pagar por ele. Pois essa possibilidade é viável, com o novo prazo de financiamento imobiliário oferecido por bancos privados. Mas, como no casamento, a extensão do tempo máximo de contrato -- de 20 para 25 anos, já viabilizada por Bradesco e Itaú e em estudo no Real -- tem também aspectos negativos.
De um lado, o tamanho das parcelas mensais viverá em lua-de-mel com o do bolso até que o fim do plano os separe: elas diminuem, dependendo do valor do bem e do período considerado, até 12 pontos percentuais em relação a um financiamento em 20 anos. Mas, em contrapartida, uma das partes do acordo poderá se sentir traída após um quarto de século caso não analise, desde o princípio da união, que desembolsará, ao final do período, de 16,4% a 18,5% a mais no total pago se financiar em 25 anos e não em 20.
Os cálculos são do economista Miguel de Oliveira, 46, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade; confira números na tabela acima). Segundo ele, a única vantagem, para o comprador, de alongar o período é a de encaixar uma parcela menor em seu orçamento mensal.
Essa possibilidade permite, inclusive, o aumento da faixa de público com acesso ao crédito --os bancos limitam em 30% o comprometimento de renda com o financiamento. "Mas o ideal é privilegiar prazos mais curtos, que geram uma economia no total pago", orienta. "Em um período menor, o imóvel sai mais barato."
Do lado dos bancos, observa o economista, os cinco anos a mais oferecem vantagens, como crescimento nas vendas. "Estender o prazo faz aumentar o número de clientes", argumenta Oliveira. "E, como a tendência na economia é a de queda de juros, por quanto mais tempo as instituições financeiras conseguirem segurar as taxas atuais, melhor para elas."
Na opinião de Carlos Kapudjian, diretor da imobiliária Lopes, "é uma tendência dos bancos estender os financiamentos, pois estão buscando formas mais criativas para atrair o consumidor", avalia. "Concorrem entre si para oferecer as melhores condições de crédito", complementa.
O limite de idade para terminar de quitar um financiamento imobiliário não foi alterado - no Bradesco, ele é de 75 anos, e, no Itaú, de 75 anos e seis meses. Assim, os planos com o novo prazo máximo só podem ser contratados por quem tem até 50 anos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h48
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NOVO CRACK NA BOLSA ?
Entenda como a crise nos imóveis dos EUA afeta o mundo:
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h47
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JUIZADOS AÉREOS?
Ministra Ellen Gracie anuncia criação de juizados especiais nos principais aeroportos brasileiros
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Ellen Gracie, reuniu-se na manhã desta quarta-feira (8) com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Infraero, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e das Companhias Aéreas TAM e Gol para tratar da implantação de Juizados Especiais nos aeroportos, com o objetivo de ajudar os passageiros a resolver pequenas causas que surjam nesses locais. Participaram da reunião, ainda, o deputado Carlos Willian, da CPI do "apagão" e João Magalhães, da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.
A ministra informou que, na reunião, ficou decidida a formação de uma comissão para cuidar do assunto e, dentro de uma semana, dar os detalhes de funcionamento desses pequenos núcleos conciliadores. A previsão é que até o final do mês eles estejam em funcionamento, ao menos nos aeroportos do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Brasília.
De acordo com a ministra Ellen Gracie, todos aceitaram a idéia de formação dos juizados para promover a conciliação em pequenos casos. Para a ministra, o objetivo é “amainar a situação de grande intranqüilidade que se vê nos aeroportos brasileiros, muitas vezes por questões que já estão pacificadas. São pequenas indenizações já tarifadas, como, por exemplo, aquelas previstas por atrasos nos vôos, e isso pode ser solucionado de forma pacífica, em vez de termos os aeroportos conflagrados como temos visto ultimamente”.
Um exemplo de problemas que poderão ser resolvidos, segundo a presidente do STF, é o atraso de mais de quatro horas, que gera uma indenização tarifada. "O passageiro tem direito a um voucher de alimentação. Então não há porque os passageiros agredirem verbalmente e até fisicamente os funcionários das companhias quando a questão já está decidida. É uma questão de direito do consumidor e pode ser solucionada rapidamente.”
A ministra explicou ainda que as soluções de infra-estrutura são mais amplas e serão tratadas em outras instâncias, como nos fóruns competentes. Mas a presença dos juizados é importante porque ninguém pretende que as pessoas permaneçam nos aeroportos mais tempo do que o absolutamente necessário para embarcarem no vôo, garantiu Ellen Gracie.
Segundo ela, a Infraero já apresentou propostas de espaços nos aeroportos onde poderão funcionar esses juizados conciliadores. As companhias aéreas presentes à reunião (TAM e Gol) aceitaram e estão interessadas em realmente solucionar esse tipo de demanda. Representando a OAB, Wadih Damous afirmou que a instituição “considera consistente a criação dos juizados pelo menos para amenizar os efeitos da crise”.
Questionado se a decisão de implantar juizados especiais não poderia ter sido tomada há mais tempo, Damous afirmou que “a partir do momento que se constatou que a crise teria uma longa duração, a OAB recorreu à ministra Ellen Gracie que, prontamente, entendeu a proposta e já criou o grupo de trabalho, coordenado pela ministro Gilson Dipp. Tenho a certeza que em poucos dias esses juizados estarão instalados nos aeroportos”.
O ministro Gilson Dipp declarou que a comissão vai se reunir a partir de hoje para viabilizar que a presença do Judiciário nos aeroportos crie um ambiente de pacificação e conciliação entre o usuário do transporte aéreo, as empresas aéreas, a Infraero e a própria Anac.
“O Judiciário está se somando aos esforços do Executivo e do Legislativo para que tenhamos uma prestação jurisdicional, mas muito mais no sentido da conciliação, na solução de problemas, para que a paz volte a imperar nos nossos aeroportos, mesmo que a crise não se resolva de um momento para outro”, afirmou Dipp.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h47
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Fonte: Agência Brasil
O ministro da Justiça, Tarso Genro, assinou hoje (8) portaria que cria a Escola Nacional de Defesa do Consumidor, com o objetivo de capacitar agentes dos órgãos e entidades civis que compõem o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. A primeira turma está reunida em Brasília e tem 110 alunos. As aulas vão até sexta-feira (10) e estão sendo realizadas na Academia Nacional de Polícia.
A secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Mariana Tavares, explicou que a idéia da escola é integrar os parceiros do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e harmonizar as informações repassadas a eles. Para isso, foi desenvolvida uma matriz curricular específica e a previsão é que novas turmas participem do curso. Segundo ela, a intenção é construir uma política mais sólida para o consumidor e com a matriz curricular pronta será possível ministrar o curso em qualquer local do país. "É uma linha mestra para capacitação", informou.
O ministro disse que a escola fecha um ciclo que vem com a instituição da legislação de proteção ao consumidor. "E agora com esse programa que se transforma em uma Escola Nacional se prepara para mudar não somente a cultura do consumo do Brasil, mas como também criar educadores e educar para o consumo", afirmou. "É um programa extremamente importante e como eu disse completa agora uma grande política de defesa da cidadania no que se refere aos direitos do consumidor", observou.
Tarso Genro assinou também hoje (8) acordo com a Subsecretaria de Defesa do Consumidor da Argentina com o objetivo de estreitar as relações de cooperação com o Brasil para atividas de capacitação conjunta sobre problemas comuns que atingem os dois países.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h46
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ENTREVISTA DO DIA:
Brasileiro é intimado a explicar charge sobre o Pan
A charge acima levou o desenhista carioca Carlos Latuff a ser foi intimado a "prestar esclarecimentos" à Delegacia de Repressão aos Crimes de Propriedade Imaterial. O motivo da intimação era uso indevido de marca.
O desenho fazia uma crítica à suposta violência do Estado na preparação dos Jogos Pan-Americanos, realizados no mês passado no Rio de Janeiro. O mascote dos Jogos, Cauê, é mostrado com um fuzil em punho, pouco à frente de um camburão da polícia, apelidado de "caveirão".
Blog - (...) Como você analisou esse episódio? Latuff - O mascote do Pan foi alvo de sátiras por parte do cartunista Aroeira, do jornal "O Dia", e mesmo do programa Pânico da Rede TV, sem que nenhum deles tivesse sido intimado a comparecer a delegacia. Entendo se tratar de uma represália por parte do Estado, nem tanto em relação a charge em si, mas sim a quem a reproduziu, a Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, que tem denunciado abusos por parte da polícia carioca em recentes operações no Complexo do Alemão e demais comunidades.
Blog - E na Espanha [imagem acima]? O que ocorreu exatamente? Latuff - O designer gráfico Robert Vandenbego foi barrado numa galeria de arte em Madri, onde iria distribuir gratuitamente exemplares de seu bem produzido zine "Begó!Madrid". Tudo porque a galeria alegou que a ilustração de capa, uma fotomontagem que fiz em 2004 intitulada "United Colors of Bush", era de "mal gosto e anti-americana".
Blog - Isso, de alguma forma o desanima? Latuff - Nem um pouco. Ao contrário. Se minhas imagens tem produzido ações e reações, é porque é arte viva, que espeta, que alfineta, que não é apenas estéril decoração multi-colorida.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h11
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Em um ano agitado de lançamentos na indústria automotiva, a Fiat apresenta nesta quinta-feira (9), um dos modelos mais aguardados no mercado nacional, o hatchback médio Punto. Ele será revelado oficialmente à imprensa especializada brasileira em Buenos Aires, na Argentina. O modelo chegará às concessionárias brasileiras na segunda quinzena deste mês e ficará posicionado entre o Palio e o Stilo.
Comercializado na Europa sob o nome de Grande Punto, o modelo que desembarca por aqui será montado em Betim (MG) e oferecido com motores 1.4 litro e 1.8 l, ambos "Flex" e já utilizados em outros veículos da Fiat. Além do design inovador, o modelo terá como principais armas os recursos tecnológicos e os itens de série.
Na semana passada a montadora italiana divulgou as primeiras fotos oficiais do Punto e revelou uma de suas atrações, o dispositivo Blue&MeTM - um sistema de comunicação inédito no País. Estima-se que o modelo de entrada custe em torno de R$ 40 mil, valor que já incluirá trio elétrico e direção hidráulica.
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Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h03
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FRASE DO DIA:
"Claro, todos queremos ver Renan, aquele que tem as vacas mais rentáveis do planeta como mostrou antológica reportagem de Fernando Rodrigues na Folha, afastado da presidência do Senado. Agora, nessa disputa entre ele e a Veja, fico fora. Não compro um carro usado de nenhum dos dois".
Marcelo Tas, diretamente de seu sempre interassantíssimo blog
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h00
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RESPOSTA DA ANS
Prezado Sr. Eduardo,
O seu protocolo de atendimento é 615296.
Em resposta à correspondência eletrônica encaminhada à Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, tendo em vista a sua competência de fiscalizar e regulamentar o mercado de planos privados de assistência à saúde de acordo com a Lei 9656/98 e regras complementares, comunicamos que:
No e-mail encaminhado, o senhor nos solicita informações sobre os índices autorizados para reajuste de mensalidade da OPERADORA SUL AMÉRICA COMPANHIA DE SEGURO SAÚDE - REGISTRO ANS 006246.
Nos planos contratados por pessoas físicas a partir de 2/1/1999 ou adaptados, assim considerados os planos individuais ou familiares, a aplicação de cláusula de reajuste por variação de custos das mensalidades dependerá de prévia autorização da ANS. Sendo que, o reajuste deve ser aplicado uma vez ao ano, na data de aniversário do contrato.
Desse modo, anualmente, a Agência publica normas que devem ser obedecidas pelas operadoras na aplicação desses aumentos.
Em 2000 - 5,42%, com período de aplicação de Julho/00 a Junho/01 - RDC -29; Em 2001 - 8,71%, com período de aplicação de Julho/01 a Junho/02 - RDC -66; Em 2002 - 7,69%, com período de aplicação de Julho/02 a Junho/03 - RN -08; Em 2003 - 9,27%, com período de aplicação de Julho/03 a Junho/04 - RN - 36; Em 2004 - 11,75%, com período de aplicação de Julho/04 a Junho/05 - RN - 74; Em 2005 - 11,69%, com período de aplicação de Julho/05 a Junho/06 - RN - 99; Em 2006 - 8,89%, com período de aplicação de Julho/06 a Junho/07 - RN - 128;
A última regra instituída foi a Resolução Normativa - RN nº. 156, de 08 de junho de 2007, que estabelece o percentual máximo de reajuste de 5,76%, para o período de maio de 2007 a abril de 2008.
Esclarecemos, porém, que essas regras são válidas para contratos firmados na vigência da Lei 9656/98 (a partir de 2/1/1999) ou adaptados, tendo em vista que em 03/09/2003, foi publicada Liminar do Supremo Tribunal Federal suspendendo o art. 35-E da Lei, que estendia alguns de seus benefícios aos consumidores de contratos antigos (firmados antes de 2/1/1999), incluindo a necessidade de autorização prévia dos reajustes aplicados.
Os ministros entenderam que a aplicação desse dispositivo feria a Constituição Federal, já que alterava os contratos antigos.
Dessa forma, para os contratos antigos, ou seja, aqueles firmados até 01/01/1999, a aplicação do reajuste deverá respeitar o índice estipulado em contrato.
No caso específico dos contratos antigos firmados com a Operadora Sul América, o reajuste aplicado no período compreendido entre os meses de maio/04 e abril/05 foi de 47,5%, diferentemente do disposto na RN nº. 74 que determinava a aplicação 11,75% para os contratos que não indicavam expressamente o índice a ser utilizado, ou eram omissos quanto ao critério de apuração do reajuste. Por este motivo, após apuração, a Sul América foi multada pela ANS.
Diante da penalidade aplicada, a ANS celebrou um acordo (Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta) com a Sul América, no qual se comprometeu a aplicar a todos os contratos o percentual de 11,75%.
Assim, para evitar a aplicação de altos percentuais de reajustes como ocorreu anteriormente, a ANS comprometeu-se a analisar as peculiaridades dos contratos antigos para determinar anualmente qual deverá ser o índice de reajuste. Dessa forma, reiteramos que o reajuste para os contratos antigos não será o mesmo determinado para os contratos novos ou regulamentados.
Portanto, de acordo com o Termo de Compromisso celebrado em 2004, os percentuais autorizados para seguradoras especializadas em saúde foram:
Em 2004 - 11,75%; Em 2005 - 15/67%; Em 2006 - 11/57%; Em 2007 - 9,94%.
Cabe esclarecer que a ANS atua em âmbito coletivo, ou seja, regulando e fiscalizando as operadoras, punindo-as quando infringem a legislação vigente a favor de toda a sociedade.
Diante disso, esperamos tê-lo esclarecido e permanecemos à disposição para qualquer outra informação através do nosso site www.ans.gov.br ou pelo DISK ANS 0800 701 9656.
Atenciosamente,
AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR
Escrito por Eduardo Lorenzo às 12h58
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SE ALGUÉM É CAPAZ DE FILMAR WATCHMEN...
ESSE ALGUÉM É ZACK ZNYDER:
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h05
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REMINESCÊNCIAS...
"Quando tinha 14 anos, esperava ter uma namorada algum dia.
Quando tinha 16 anos tive uma namorada, mas não tinha paixão.
Então percebi que precisava de uma mulher apaixonada, com vontade de viver.
Na faculdade saí com uma mulher apaixonada, mas era emocional demais. Tudo era terrível, era a rainha dos problemas, chorava o tempo todo e ameaçava se suicidar. Então percebi que precisava de uma mulher estável.
Quando tinha 25 encontrei uma mulher bem estável, mas chata. Era totalmente previsível e nunca nada a excitava. A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de uma mulher mais excitante.
Aos 28 encontrei uma mulher excitante, mas não consegui acompanhá-la. Ia de um lado para o outro sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas impetuosas, paquerava com qualquer um, o que me fez sentir tão miserável quanto feliz.
No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. Então decidi buscar uma mulher com alguma ambição.
Quando cheguei nos 31, encontrei uma mulher inteligente, ambiciosa e com os pés no chão. Decidi me casar com ela. Era tão ambiciosa que pediu o divórcio e ficou com tudo o que eu tinha.
Hoje, com 40 anos, gosto de mulheres com bunda grande...
E só!
Nada como a simplicidade... "
LFV
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h04
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SENSACIONAL:
Jerry Lewis typewriter:
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h33
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SEM POUPANÇA VOCÊ DANÇA
Acho que, com perdão do trocadilho, a maior, senão única, vantagem da poupança sobre os outros investimentos é que, "no fundo, no fundo", ela é compreensível...
Os fundos de investimento estão ficando menos atraentes do que a poupança. Com a queda da taxa básica, a Selic, a rentabilidade líquida dos fundos está próxima -em alguns casos chega a ser inferior- à oferecida pela caderneta de poupança.
Para evitar perdas, as instituições financeiras terão de cortar as taxas de administração cobradas de quem investe nesse tipo de fundo. É o que afirmam analistas financeiros.
Um estudo feito pelo matemático José Dutra Vieira Sobrinho mostra que, se um fundo pagar uma taxa bruta de 11,5% ao ano - perto do que acontece atualmente -, a taxa de administração não deveria ser maior que 1,5%. O cálculo considera a cobrança hipotética de 20% de IR (Imposto de Renda).
Para juros de 10% e 9,5%, a taxa de administração não deveria ultrapassar 1% e 0,5%, respectivamente. Só assim os fundos seriam mais interessantes do que a poupança.
Mas a realidade é outra. Especialmente nos fundos de varejo, a taxa de administração chega a 4%. "Cada vez mais o investidor deve estar atento a essas taxas", diz o matemático José Dutra Vieira Sobrinho. "Há fundos que, pela taxa cobrada, dão rendimento líquido menor que o da poupança."
Como a rentabilidade oferecida pelos fundos está mais próxima à da poupança, itens como a cobrança de IR e de taxas de administração pesam mais na hora de decidir onde alocar as economias. A poupança é isenta de Imposto de Renda e de taxa de administração.
Desde o último trimestre do ano passado, dezenas de fundos de investimento começaram a sofrer com essa nova realidade. O resultado dessa mudança é, de um lado, a acelerada saída de dinheiro dos fundos DI e, de outro, a captação recorde de recursos da poupança.
Em 2007, os fundos DI - que pagam taxas de juros aos investidores - registram resgates líquidos de R$ 12,59 bilhões, como mostra levantamento realizado pela Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento). Essa é a categoria de fundos que mais teve resgates neste ano.
A poupança registra captação líquida positiva - diferença entre saques e aplicações - de R$ 11,4 bilhões no ano, segundo o BC (Banco Central).
O investidor também não deve se esquecer da tabela regressiva de cobrança de IR que incide sobre os fundos de investimento. O imposto cobrado é maior aos que optam por sacar suas aplicações antes de completarem dois anos.
Quem resgata suas aplicações em até seis meses paga uma alíquota de 22,5%; para os investimentos movimentados entre seis meses e um ano, a alíquota é de 20%; entre um e dois anos, ela é de 17,5%.
Somente quem mantém seus recursos no fundo por dois anos ou mais paga a alíquota mínima de 15%.
Novo cálculo
Há pouco mais de duas semanas, o Banco Central anunciou novas regras para o cálculo da rentabilidade da poupança quando os juros básicos recuarem para níveis mais baixos.
Quando a TBF (uma média de juros que influi na TR, que, por sua vez, corrige a poupança) atingir os 10,5% -hoje está em torno de 11,2%- , a nova regra fará com que a rentabilidade da caderneta não caia tanto quanto cairia se o BC não tivesse anunciado a medida.
Dessa forma, enquanto a rentabilidade dos fundos estará encolhendo de acordo com o recuo da Selic, o retorno da poupança diminuirá de forma mais branda, acirrando a concorrência.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h31
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MORTOS DO VÔO DA GOL FORAM PILHADOS
Pertences das vítimas da tragédia do vôo 1907 da Gol em 29 de setembro do ano passado foram furtados. Documentos importantes de alguns dos 154 mortos estão sendo usados hoje por falsários - um deles utilizou esses documentos no contrato de um empréstimo, no mês passado, em uma financeira de Brasília, para comprar um carro por R$ 20,4 mil.
Tão grave e impressionante quanto o uso criminoso dos documentos pessoais é o caso do celular de uma das vítimas que apareceu em um subúrbio do Rio dez dias após o acidente, quando só as Forças Armadas trabalhavam no local da queda do Boeing.
Sem que o corpo da mulher tivesse sido localizado e resgatado, o viúvo recebeu uma ligação feita a partir do celular da esposa. Do outro lado, uma voz masculina chamou-o pelo apelido de 'Pretinho', uma maneira carinhosa pela qual era tratado pela mulher morta. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
A cúpula da Força Aérea Brasileira e a empresa Gol não admitem a pilhagem às vítimas da tragédia. Informado de que o celular de uma passageira fora localizado no Rio, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou que os militares ficaram acampados na área do acidente, mas a FAB não pode garantir que ninguém mais tenha estado lá.
Leia mais
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h31
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SEGREDOS DE GUERRA
Reino Unido e Argentina discutiram Malvinas em segredo seis anos antes da guerra
O Reino Unido e a Argentina mantiveram conversas secretas sobre as ilhas Malvinas seis anos antes da guerra travada em 1982 pelos dois países pela soberania do arquipélago, segundo documentos que perderam o caráter de secreto hoje.
Considerou-se em 1976 a possibilidade de permitir à Argentina construir uma base nas Malvinas, segundo um memorando do então ministro de Assuntos Exteriores, Anthony Crossland, disponível agora nos Arquivos Nacionais do Reino Unido, com sede em Kew, a sudoeste de Londres.
Os documentos demonstram que o Governo de Londres era consciente de que poderia receber críticas se as conversas fossem divulgadas, informou hoje a BBC. "Seríamos criticados por negociar sem o conhecimento dos ilhéus", afirma o memorando de Crossland.
O conflito entre os dois países começou em 2 de abril de 1982, quando o regime militar argentino ordenou o desembarque militar nas ilhas Malvinas disposto a uma ação "sangrenta", uma operação de surpresa e de poucos dias de duração que obrigaria Londres a negociar sua soberania, sob domínio britânico desde 1833.
Mas a então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, ordenou o envio de uma força aeronaval ao Atlântico Sul com o objetivo de recuperar as ilhas. Após a diplomacia fracassar ao tentar buscar uma solução para o conflito, explodiu uma guerra que se prolongou com batalhas no mar, ar e terra até 14 de junho de 1982. Nos mais de dois meses de combates 655 argentinos, 255 britânicos e três ilhéus morreram.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h31
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2 GRANDES ENTREVISTAS:
Frank Miller, quadrinista e diretor de cinema sobre o vindouro filme do Spirit
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h30
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Iraquianos recebem com festa campeões da Copa da Ásia de futebol
As rígidas medidas de segurança, a interdição de ruas e os quase quarenta graus de temperatura não impediram que dezenas de iraquianos se reunissem nas portas do aeroporto internacional de Bagdá para receberem a seleção de futebol de seu país.
A equipe iraquiana entrou para a história no dia 29 de julho ao conquistar o título da Copa da Ásia de futebol após derrotar a Arábia Saudita por 1 a 0 na final.
Buquês de flores, bandeiras do Iraque, gritos e cartazes de alegria acompanharam a chegada dos novos heróis de um Iraque dividido pela violência.
"Vivemos um momento especial, enfrentaremos a violência e continuaremos vivendo", diz, emocionado, um dos vários iraquianos que recepcionaram a equipe.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h29
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