TINTIN RACISTA ?
História de Hergé se passa no Congo é vista como preconceituosa

No mesmo ano em que o centenário do artista belga Hergé (1907-1983) é celebrado, “Tintin”, o personagem que o fez famoso no mundo inteiro, é acusado de racista e se torna foco de debate nos Estados Unidos, Europa, Austrália e África do Sul.
No final de julho, o segundo exemplar da série de 23 aventuras do jovem jornalista ao redor do mundo, “Tintin no Congo”, saiu das prateleiras da seção de infantis e migrou para a área destinada a adultos nas livrarias depois que a obra foi acusada pela Comissão pela Igualdade Racial (CRE) do Reino Unido. O volume, de 1931, conta a história na então colônia belga em fim dos anos 20. E ali, claro, o personagem central, loiro de olhos azuis, vindo da metrópole, é tratado como rei pelos congoleses - estes retratados, segundo o comunicado oficial da CRE, como “quase macacos, meio selvagens, falando como imbecis”.
A origem da reação da organização governamental foi uma carta escrita pelo advogado inglês David Enright. Em meados do mesmo mês, ao entrar numa das livrarias da rede, em Londres, Enright sentiu seus filhos de 2 e 7 anos ameaçados pela imagem dos nativos mostrados ali. A esposa de Enright é negra, nascida no continente africano, e seus filhos são, portanto, também negros.
O Congo Belga tornou-se independente em 1960, mas logo após a Segunda Guerra, em 1946, o próprio Hergé fez uma revisão do volume, considerando que continha uma visão por demais “colonialista e paternalista”. O artista retirou, por exemplo, uma aula que Tintin dava aos congoleses – na primeira edição, de geografia, sobre a “sua pátria, a Bélgica”, substituindo-a então por uma de matemática.
Após o pronunciamento da CRE, a editora sul-africana Human & Rousseau, a maior do país , que distribui livros por todo o continente, declarou publicamente que não vai traduzir o volume, por considerá-lo ofensivo. A rede de livrarias Borders mudou os livros de lugar, que já vêm com um prefácio explicativo, definitivamente para a seção de adultos também em suas lojas nos Estados Unodos e na Austrália (além do Reino Unido). A cadeia de livrarias WH Smith fez o mesmo.
No início de agosto, o debate cruzou as fronteiras da língua inglesa e veio se instalar no universo francófono. O congolês Bienvenu Mbutu Mondondo, 38, estudante de ciência política na Bélgica, deu entrada em um processo contra a empresa Moulinsart (que detém os direitos mundiais de comercialização) para impedir a circulação de “Tintin no Congo”.
A diferença aqui é que o debate tem outro tom. Na Bélgica, e principalmente na França, onde o personagem é quase tão adorado quanto Asterix e Obelix, as opiniões discutem o fato como censura anacrônica, ditadura do politicamente correto, criminalização de idéias sem referência ao contexto, ofensa à liberdade artística.
O jornalista e crítico literário Pierre Assouline, por exemplo, cujo blog sobre literatura no “Le Monde” é um dos mais populares na área, e também biógrafo do artista belga, acredita que o autor é fruto (e quase vítima) de sua época. Seu principal argumento é que ninguém escapou das “caricaturas” de Hergé, de comunistas a judeus. Por que os negros escapariam?
O CRAN, organização não-governamental equivalente ao CRE, mas francês, sabe que o debate tem de ser levado ainda com mais cuidado por aqui. Patrick Lozès, presidente do conselho, disse à EntreLivros que preparam um pronunciamento para o início de setembro, pois acredita que esta questão tem de ser compreendida por um público maior que aqueles que se sentem pessoalmente ofendidos pelo quadrinho.
O escritor alemão, e premiado pelo Nobel, Gunter Grass não escapou do debate sobre seu passado nazista, com ou sem contexto. Por que Hergé escaparia?
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h39
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FRASE DO MÊS PASSADO:
A TAP te leva pro Velho Mundo. A TWA te leva pro Novo Mundo. A TAM te leva pro Outro Mundo!
(Macaco Simão)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h37
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REMÉDIOS PARA NÃO ESQUECER:
Aradois (losartana potássica) - 50 Mg - R$ 24,71
Livial (tibolona) - 2,5 Mg - R$ 51,40
Neosemid (furosemida) - 40 Mg - R$ 3,20
NeoDigoxin (digoxina) - 0,25 Mg - R$ 1,50
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h28
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Ministério Público denuncia "mendigos profissionais" de Uberlândia
Em três meses, cerca de 250 mendigos que estavam nas ruas de Uberlândia (MG) foram capturados pela polícia. O recolhimento integra uma campanha de combate à prática que o promotor de Justiça Marco Aurélio Nogueira chama de "mendicância profissional".
Segundo ele, entre os mendigos detidos recentemente estão um aposentado proprietário de uma casa; um falso portador de mal de Parkinson que é campeão municipal de cacheta [um tipo de jogo de baralho]; e um pai de seis crianças que as obrigava a pedir esmolas --as crianças estão sob os cuidados do Juizado da Infância e Juventude da cidade.
Quando identificados, os "mendigos profissionais" são denunciados (acusados formalmente) por mendicância, contravenção penal prevista na legislação brasileira --a pena varia de 15 dias a três meses de prisão e aumenta quando o caso envolve ameaça, fraude, simulação de doença ou deficiência e crianças ou adolescentes.
"O Ministério Público sabe que não vai acabar com o problema da mendicância, mas está fazendo a sua parte. Eu sei que a questão é muito mais social que criminal, mas o resultado está sendo positivo", diz promotor.
Em alguns casos, esclarece o promotor, o desfecho da campanha não é a Justiça, mas sim apoio. "Houve um rapaz formado que não achava emprego e foi para a rua pedir esmola, e nós estamos tentando encaminhá-lo para alguma empresa." Usuários de drogas também são encaminhados para tratamento.
Os mendigos recolhidos são cadastrados pela Polícia Civil. Nos últimos três meses, entre os cadastrados, 50 eram de Uberlândia e 200 eram de outras cidades.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h27
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TJ-RS condena Souza Cruz a indenizar família de fumante |
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A 5ª Câmara Cível do TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) condenou a Souza Cruz S/A a indenizar a família de um fumante por dano moral. A viúva, cinco filhos e dois netos receberão, cada um, R$ 70 mil pela morte do marido e pai. Os dois netos, R$ 35 mil cada.
A Corte entendeu que o fato de que produzir e vender cigarros é atividade lícita não exonera a empresa de reparar prejuízos gerados aos consumidores.
A decisão só vale para este caso, mas pode abrir precedentes. Até maio desse ano, de acordo com a assessoria de imprensa da empresa, foram ajuizadas no país 487 ações indenizatórias de ex-fumantes contra a Companhia.
“Nas ações, foram proferidas 278 decisões favoráveis e apenas 10 desfavoráveis, que estão pendentes de recurso. Em decisões definitivas, 180 afastaram as pretensões indenizatórias dos fumantes, ex-fumantes ou seus familiares”, afirmou.
Glamour Segundo dados da ação, Vitorino Mattiazzi nasceu em junho de 1940 e começou a fumar na adolescência, motivado, na época, pelo glamour. O falecido fumava cigarros, principalmente, da marca “Hollywood”, todos produzidos pela Souza Cruz. Morreu por causa de um adenocarcinoma pulmonar, um tipo de câncer cujo único fator de risco era o tabagismo.
A sentença de primeira instância, do Juízo de Cerro Largo (RS), julgou improcedentes os pedidos dos familiares que recorreram ao TJ-RS.
O desembargador Paulo Sérgio Scarparo, ralator da ação, disse que a doença que acometeu Vitorino foi devidamente comprovada, “uma vez que o diagnóstico restou amplamente demonstrado (...) inclusive sendo determinada como causa mortis”. O uso de cigarros da marca Hollywood desde os 18 anos e o falecimento em decorrência de câncer foram confirmados ao longo do processo.
Também destacou o desembargador Scarparo que é “inafastável o fato — atualmente público e notório — que o uso de tabaco pode causar câncer, como também um sem número de outras doenças”. “O produto oferecido (...) contém mais de 4.700 substâncias, sendo que, dentre elas, muitas são consideradas, cientificamente, cancerígenas”, disse. “Ou seja, evidente o liame causal entre o hábito de fumar e a propensão a doenças cancerígenas”, concluiu.
Os valores serão corrigidos pelo IGP-M desde 27 de junho, data da sessão de julgamento do colegiado, acrescido de juros legais a contar do falecimento, em dezembro de 2001, na ordem de 6% ao ano, até a entrada em vigor do vigente Código Civil, em janeiro de 2003, passando a incidir o percentual de 1% ao mês.
Espontânea vontade A respeito do argumento da empresa de que o falecido passou a fumar por sua livre e deliberada vontade, não podendo ser responsabilizada por isso, o julgador entendeu que “ao comercializar seu produto, omitindo dos consumidores os malefícios gerados pelo seu consumo, assim como a existência de substâncias causadoras de dependência psíquica e química (nicotina, por exemplo), fez com que os usuários do produto fossem induzidos em erro na externação de sua vontade”.
“Nos dias de hoje, efetivamente, fuma quem quer, à medida que público e notório todos os problemas decorrentes do uso do tabaco — todavia (...) tal consciência não existia 20 anos atrás, quando o falecido já era dependente da droga há muitos anos”, disse o desembargador Scarparo.
O falecido começou a fumar com 18 anos de idade, ou seja, em 1958, quando não eram veiculadas, por qualquer meio, informações a respeito dos malefícios do tabaco, sendo que, à época, a demandada já tinha ampla noção de tais informações. Assim, inviável falar-se em lisura no proceder da ré e em voluntariamente no consumo de cigarro pelo consumidor.
Para o magistrado, “cigarro causa dependência psíquica, o que leva a concluir que improcede a afirmação da empresa. Isso porque pára de fumar não quem quer, mas sim quem consegue”.
“As tímidas e insuficientes informações que hoje são conhecidas pelo público em geral são oriundas de leis impostas pelo ordenamento jurídico pátrio e não de espontaneidade proveniente da requerida e das empresas afins, no intuito de exercitarem a necessária boa-fé objetiva”, considerou.
O desembargador Umberto Guaspari Sudbrack acompanhou o voto do Relator.
Divergência Já o desembargador Pedro Luiz Rodrigues Bossle divergiu do relator. “Há muito tempo a sociedade conhece os malefícios do cigarro e obviamente que a propaganda associa o hábito de fumar com atividades prazerosas, o que não poderia ser diferente”, afirmou o magistrado.
“Contudo”, observou, “o prazer do fumo vem mal acompanhado pelo risco do vício e por danos à saúde”, continuou. “Diante desse quadro em que é consabido que basta força de vontade para parar de fumar, não vislumbro espaço para a responsabilização da ré pela indenização pretendida, impondo-se a manutenção da sentença”.
Leia mais: Justiça nega indenização de R$ 1 milhão a ex-fumante do RN TJ-SP nega pedido de indenização a fumante contra Souza CruzFumante recebe R$ 350 mil por doença causada por cigarros Carlton |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h26
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SITE DO DIA:
(download de videos no formato compatível para iPod)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h19
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STF ANALISA DENÚNCIA DOS 'MENSALEIROS' Veja o vídeo clicando AQUI.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h38
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| Itaú tem nova promoção para Itaucard |
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A partir dessa quarta-feira, o Itaú irá surpreender seus clientes com o lançamento da promoção “Itaucard paga as suas compras”. Trata-se de uma ação que dará chance aos clientes de ter as suas compras pagas pelo seu cartão a qualquer momento por meio de milhares de prêmios instantâneos. Os portadores do Itaucard ainda concorrem no final do período da promoção a um prêmio de 400 mil reais.
Para concorrer aos milhares de prêmios instantâneos no valor de 400 reais o cliente não precisará se cadastrar, basta utilizar o cartão em todas as suas compras e pagamentos. A idéia é justamente surpreendê-lo. “Após usar um dos cartões de crédito do Itaú em compras de qualquer valor o cliente poderá ser surpreendido com uma ligação no celular dizendo que o Itaú pagará a sua compra”, explica Chacon.
A promoção, que é válida até 31 de dezembro, irá ainda levar aos clientes a possibilidade de ganhar um montante de 400 mil reais. Para participar do sorteio, o cliente deve cadastrar seu Itaucard gratuitamente nos diversos canais de atendimento disponíveis: site, caixa eletrônico, central de atendimento ao cliente. Após o cadastro, a cada R$ 50,00 em compras, o cliente tem direito a um cupom que será gerado automaticamente e, a partir disso, já estará concorrendo ao prêmio máximo.
Assim, quanto mais ele gastar, mais cupons e mais chances de ganhar. O sorteio acontecerá no dia 15 de fevereiro na presença de auditores. O regulamento completo da promoção já está disponível no www.itaucard.com.br, e o nome do ganhador também ficará disponível nesse canal. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h37
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VIDA DE GADO
Quando a fila não anda Tese da UnB verifica comportamento dos brasileiros na espera. Eles não gostam de brigar e preferem ignorar os furões Da Agência UnB
Cordial e pacífico. O brasileiro não gosta de brigar por seus direitos, principalmente quando o assunto é fila, seja no banco, no supermercado, na rodoviária ou no aeroporto. E, até mesmo quando ele percebe que alguém “furou” a ordem, prefere fingir que não viu. No máximo, cutuca o ombro do intruso e diz de um jeito tranqüilo: “Ô, amigo, a fila termina lá trás!”. As principais reações dos indivíduos nas filas foram observadas e analisadas pelo pesquisador Fabio Iglesias, do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). Ele é o único do Brasil a estudar o assunto.
O psicólogo defendeu a tese de doutorado Comportamento em filas de espera: uma abordagem multimétodos em março de 2007. Antes de chegar a essas conclusões, Iglesias realizou seis estudos, por isso o nome multimétodos. Ele elaborou instrumentos, bancou o “fura-fila” e descobriu comportamentos inusitados. Entre eles, a diferença entre o que o brasileiro fala e o que ele realmente faz. “Muitos dizem que vão reclamar se alguém entrar na frente, mas o que a análise mostrou é que quase ninguém faz”, revela.
Em um dos experimentos, Iglesias furava a fila na Rodoviária do Plano Piloto, sempre na 10ª posição. Em 206 intrusões, ele observou que 80% dos indivíduos não reagiam e o restante apenas falava cordialmente. Em nenhuma das vezes houve violência física. As intromissões foram feitas de três modos: uma mulher furava a fila, um homem ou um casal. Em todos os casos, eles ficavam apenas 40 segundos e depois saíam da fila. O maior grau de incômodo foi causado pelo casal e não houve diferenças se o intruso era homem ou a mulher ou ainda se quem estava na fila na posição posterior a ele também era homem ou mulher.
DESAGRADÁVEL – Embora quase todo mundo pense que a fila é um local desagradável, uma escala com 20 itens desenvolvida por Iglesias e aplicada em 302 usuários no Distrito Federal mostrou que o maior fator de incômodo é não saber quanto tempo o indivíduo terá de esperar. Para resolver o problema, o psicólogo sugere a colocação de um visor, placas ou a simples justificativa da demora.
Nessa fase do estudo, Iglesias também descobriu que, entre aqueles que têm nível de escolaridade maior, há mais reclamações quanto à demora, do que entre os de nível mais baixo. “Nas classes mais baixas, as opções são mais restritas e os indivíduos já estão mais acostumados a tolerar a espera. É o caso, por exemplo, dos serviços bancários”, explica o psicólogo.
PASSIVIDADE – No quarto levantamento realizado por Iglesias, com 301 indivíduos, o psicólogo identificou um fenômeno chamado “ignorância pluralística”. É o que ele atribui a alguém que não reage quando algo incomoda, porque o “outro” também não reage. Na pesquisa, ele fazia duas perguntas: o quanto alguém se incomoda quando uma pessoa fura a fila e o quanto o indivíduo acha que os outros se incomodam. Para a primeira pergunta, os valores eram sempre maiores do que para a segunda.
Em uma outra etapa da pesquisa, foram feitas duas simulações: uma fila de banco e outra de cinema. O pesquisador descreveu o cenário de intrusão na fila para 218 indivíduos. O caso do banco gerou mais reações que o do cinema. “As pessoas não têm tanto controle sobre situações de banco, que são obrigatórias, quanto têm no cinema, que é uma atividade de lazer e opcional. Por isso, se aborrecem mais com a primeira simulação”, explica Iglesias.
As reações descritas pelos indivíduos na situação sugerida foram mais intensas quando comparadas ao experimento realizado na Rodoviária, onde ele apenas invadia a fila e outros pesquisadores observavam o comportamento. “Isso mostra que os indivíduos dizem uma coisa, mas se comportam de outra forma na prática”, explica Iglesias, que dá aulas em uma faculdade particular de Brasília. Em uma escala de 0 a 100, 66% disseram que reagiriam de alguma forma.
O psicólogo também filmou, durante dois meses, filas no horário de pico do almoço de um restaurante coletivo e observou 57 intrusões. Não houve diferença significativa entre os sexos e geralmente os furões entravam “como quem não quer nada”, ou falando ao celular, olhando para o lado ou cumprimentando alguém da fila. A maior parte dos que já estavam na fila fingiu não ver.
Outro estudo também realizado no mesmo restaurante tratou da relação da posição do indivíduo com a estimativa do tamanho da fila e tempo de espera. Na primeira etapa, 192 usuários de 22 filas foram entrevistados. A cada 15 posições, eles deveriam estimar quantas pessoas tinham na sua frente. Iglesias identificou que sempre havia uma superestimativa para quem estava no início da fila e a subestimativa para quem estava no final. Na segunda fase, foram 135 indivíduos entrevistados em 32 filas. A cada 25 posições, o entrevistado deveria estimar o tempo de espera. Em quase todas as posições, houve uma superestimativa.
Todos os experimentos não demonstraram diferenças significativas entre homens e mulheres.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h36
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BLACK DOG
Nasceu como uma barraquinha de hot-dog que ficava do outro lado da rua tentando concorrer com os bares que formam a “prainha” paulista. Com o sucesso do cachorro-quente que deu fama ao lugar, o Black Dog, prensado na chapa com duas salsichas e pão com gergelim, além de todo tipo de recheio, a barraquinha conseguiu um lugar no meio dos badalados bares e ainda manteve sua clientela fiel. www.blackdog.com.br. Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 565 – Jardim Paulista. 24 horas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h36
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Saiba tudo clicando AQUI.
Por conta de sua localização privilegiada o Brasil está seguro, dizem especialistas:
Escrito por Eduardo Lorenzo às 05h44
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Planos de saúde: reajustes incorretos nas mensalidades geram multas

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou uma lista no Diário Oficial da União contendo diversas empresas de planos de saúde que foram advertidas ou multadas por aplicar reajustes incorretos nas mensalidades dos clientes.
No pior dos casos, a Cooperativa de Serviços de Saúde Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed) foi multada em R$ 630 mil por reajustar suas mensalidades acima do percentual autorizado pelo órgão regulador.
A Medial Saúde, por sua vez, recebeu uma advertência por atrasar, por prazo superior a trinta dias, a informação referente ao reajuste de um plano coletivo.
Reajuste anual
De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), nos contratos novos individuais/familiares, o reajuste anual, na data de aniversário do plano de saúde, deve ser previamente aprovado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), assim como deve estar claramente previsto no contrato.
Já nos planos antigos, o critério de reajuste anual deve ser o que está previsto no contrato, desde que seja claro e específico. No entanto, muitos documentos trazem expressões vagas e genéricas, como "variações monetárias" e "aumento de acordo com os custos médico-hospitalares", o que faz com que o consumidor tenha sempre uma surpresa.
Nestes casos, a entidade entende que deve ser aplicado o mesmo índice de reajuste anual autorizado pela ANS para os contratos novos. Para os planos coletivos, a Agência não controla os aumentos, por entender que o poder de negociação é mais equilibrado.
Reajustes "surpresas"
Ainda segundo o Instituto, os planos de saúde também podem tentar lançar mão de reajustes "surpresas", como o por sinistralidade (sob a alegação de que o número de procedimentos e atendimentos cobertos foi maior do que o previsto em determinado período) ou por revisão técnica.
Nos dois casos, o Idec entende que os aumentos são ilegais, por significarem uma variação de preço unilateral e que não estava prevista no contrato. No caso da revisão técnica, a situação é ainda mais grave, já que podem ocorrer reduções da rede credenciada, de coberturas e co-participação dos usuários no pagamento dos serviços utilizados.
Reajustes por faixa etária
Conforme explica a entidade, os planos de saúde excluem muitos usuários idosos, por conta da imposição de elevados reajustes por alteração de faixa etária, o que é chamado de "exclusão pecuniária".
E como muitos contratos firmados até 31/12/1998 não padronizam as faixas etárias nem trazem os percentuais de aumento, muitos abusos ainda são constantemente praticados pelas operadoras.
Nos planos assinados entre 1998 e dezembro de 2003, a regra criada pela ANS previa 7 faixas etárias e aumento total de até 500% entre elas. A única ressalva era que os reajustes aos consumidores com mais de 60 anos que participassem do plano de saúde há mais de 10 anos estavam proibidos.
Para os contratos assinados a partir de 2004, foram padronizadas 10 faixas etárias para tentar diluir a proibição de aumento de mensalidade acima dos 60 anos, sendo que o aumento de 500% entre a primeira e a última faixa foi mantido.
Prejuízo em plano antigo: alta de 9,94%
Índice máximo foi autorizado pela Agência Nacional de Saúde para Bradesco, Sul América e Itauseg. Amil e Golden Cross subirão 6.64%.
A PRO TESTE Associação Brasileira de Defesa do Consumidor avalia que há uma tentativa de expulsar os usuários dos planos antigos de saúde, com melhor cobertura, reajustando todo ano com valores elevados para inviabilizar o pagamento por parte do usuário. Desta vez não foi diferente: a Agência Nacional de Saúde (ANS) autorizou a aplicação de até 9,94% de reajuste para Bradesco, Sul América e Itauseg. Contratos da Amil e Golden Cross subirão 6.64%. O aumento ocorrerá na data de aniversário dos contratos assinados antes de 1999.
É lamentável essa prática do reajuste não acompanhar o mesmo percentual dos novos contratos, que subiram 5,76%, já em muito superior a inflação apurada nos últimos 12 meses. O consumidor que tem plano de saúde antigo vem sendo penalizado nos últimos anos, com índices de reajustes superiores aos aplicados para contratos assinados depois de 1999. As disputas judiciais envolvendo os reajustes desses planos antigos têm se tornado rotina nos últimos anos.
A Amil e a Golden Cross tiveram reajuste menor, de 6,64%. Essas operadoras assinaram Termo de Compromisso em 2004, após terem sido multadas pela ANS por aumentos abusivos de até 80%. Com o acordo, foram perdoadas as multas, mas ambas garantiram o direito à cobrança de um resíduo nas mensalidades, cobrado em 2005. Mas houve contestação pelas entidades de defesa do consumidor.
Hoje o custo do plano de saúde já representa 9,5% do orçamento familiar. A PRO TESTE reforça que usuários afetados pelo aumento não têm reajustes salariais nesses patamares e, de outro lado, os médicos, hospitais e laboratórios também não recebem por seus serviços valores nesse grau de atualização.
Os planos antigos deveriam ser reajustados pelo índice que consta no contrato. Nem todos os contratos, porém, têm índices definidos e, desde 2000, por determinação provisória do Supremo Tribunal Federal (STF), deixaram de ser amparados pela Lei 9.656, que regula os contratos novos.
A PRO TESTE acredita que é obrigação da ANS garantir o interesse social no setor de assistência suplementar à saúde. É um direito assegurado pela Constituição Federal a todos os brasileiros.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 05h43
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REFORMA ORTOGRÁFICA
O que muda com a reforma da língua portuguesa
da Folha de S.Paulo
As novas regras da língua portuguesa devem começar a ser implementadas em 2008. Mudanças incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro. Veja abaixo quais são as mudanças.
HÍFEN
Não se usará mais: 1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista" 2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL Não se usará mais para diferenciar: 1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição) 2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo) 3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo") 4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo) 5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)
ALFABETO Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO Não se usará mais: 1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem" 2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO Não se usará mais: 1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia" 2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca" 3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
GRAFIA No português lusitano: 1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo" 2. será eliminado o "h" de palavras como "herva" e "húmido", que serão grafadas como no Brasil -"erva" e "úmido"
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Escrito por Eduardo Lorenzo às 05h42
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LEÃO FAMINTO
A Receita Federal apertou a fiscalização sobre as declarações de renda das pessoas físicas, fazendo dobrar o número de contribuintes autuados na malha fina neste ano. De janeiro a julho, 208.471 pessoas que tiveram as declarações retidas foram notificadas a pagar R$ 1,339 bilhão ao fisco. O valor (imposto devido, multa e juros) é 317% superior ao registrado no mesmo período de 2006.
A devassa na vida dos contribuintes prevê o cruzamento da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda com outros dados, como registros das operadoras de cartão de crédito, rendimentos de aluguel fornecidos por imobiliárias e relatórios da CPMF repassados pelos bancos. E não fica restrita a 2007. Os fiscais estão checando as informações dos últimos três anos.
"Fizemos uma revisão na metodologia da malha fina. Antes o tratamento era mais burocrático, e agora está mais simples. Estamos usando todos os parâmetros de malha para uma mesma pessoa física. Isso é feito em mais de um exercício. Pega a vida do contribuinte nos últimos dois a três anos", afirmou o coordenador-geral de fiscalização da Receita, Marcelo Fisch.
As irregularidades mais freqüentes são omissão de renda, apresentação de despesas médicas indevidas e divergências nas informações sobre renda de aluguel.
Na fiscalização das pessoas físicas, o alvo preferencial neste ano têm sido os donos e dirigentes de empresas. Já foram autuados 1.230 pessoas em valores superiores a R$ 2 bilhões. No ano passado, as notificações não chegaram a R$ 325 milhões, atingindo 833 donos de empresas e executivos.
A previsão da Receita é fechar 2007 com a autuação de mais de 300 mil contribuintes. Em 2006, foram 209 mil notificações a partir da malha fina. Os créditos gerados no ano passado somaram R$ 720 milhões -quase metade do valor verificado só nos sete primeiros meses deste ano. "O leão está mais atento, e não mais guloso", disse o secretário-adjunto da Receita Paulo Ricardo de Souza.
No total, a fiscalização da Receita Federal autuou 233.282 empresas e pessoas físicas de janeiro a julho deste ano. Entre impostos devidos, multas e juros, terão de ser pagos R$ 39,996 bilhões ao fisco. Na comparação com janeiro-julho de 2006, houve um crescimento de 66% no montante devido pelos sonegadores. O número de autuados no ano passado foi menor: 122.543 pessoas físicas e jurídicas.
No acumulado do ano, os brasileiros já pagaram R$ 282,433 bilhões em impostos e contribuições federais. A arrecadação é recorde para o período janeiro-julho e representa um aumento, acima da inflação, de 10% em relação aos sete primeiros meses de 2006.
Recurso Embora os números sejam expressivos, a Receita tem dificuldades para cobrar os créditos gerados na autuações. Dos quase R$ 40 bilhões apurados neste ano, apenas 3% foram efetivamente pagos. Outros 18% foram parcelados e 11% estão em fase de cobrança administrativa. Já foram encaminhados 5% para inscrição em dívida ativa. O restante dos créditos foi parar na Justiça.
Entre as pessoas jurídicas, a indústria foi o setor campeão nas autuações: R$ 11,130 bilhões, referentes a 2.908 empresas. Os subsetores que mais apresentaram problemas foram metal-mecânica, autopeças, alimentos (incluindo bebidas e até cigarros) e têxteis. No ano passado, a indústria já havia se destacado por causa do elevado valor das autuações, de R$ 5,099 bilhões.
Segundo Souza, as principais irregularidades detectadas são pagamento indevido de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e compensações tributárias feitas pelas empresas de forma irregular.
No ranking da Receita dos maiores sonegadores, o setor financeiro -bancos, seguradoras, cooperativas de crédito, entidades de previdência privada, corretoras de títulos e valores- aparece em segundo lugar. Neste ano, em impostos, multa e juros, essas instituições devem R$ 9,447 bilhões ao fisco. O valor é 229% superior ao de janeiro a julho de 2006.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 05h41
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OPS, FOI MAL
Consultores recomendam retificar erros
Os contribuintes que suspeitam terem caído na malha fina da Receita Federal devem se antecipar ao fisco e apresentar uma declaração retificadora caso constatem pendências em sua declaração, dizem consultores.
"Não dá mais para brincar com a Receita. Está sendo muito simples para o leão cruzar todas as informações. Faça espontaneamente a sua declaração retificadora, sem custo algum", afirma o consultor financeiro Reinaldo Domingos, da Confirp Consultoria. "Se houver imposto a pagar na retificadora, parcele", acrescenta.
É possível verificar pendências acessando o site www.receita.fazenda.gov.br e buscando seu extrato simplificado de declaração. Para isso, precisará do número do recibo da entrega da declaração. "O contribuinte também pode checar seus documentos, fazer uma revisão técnica do que declarou, olhar recibos médicos, a declaração da fonte pagadora", afirma Domingos.
Ao se antecipar e retificar a declaração, o contribuinte está livre de pagamento de multas se realmente houver um problema de renda não declarada em sua declaração.
"Após ser intimado pela Receita, fica bloqueada a possibilidade de fazer uma retificadora e ainda tem a multa", diz o presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), Gilberto do Amaral.
Os dois especialistas são unânimes ao dizer que a eficiência da Receita Federal no cruzamento de dados não permite mais pequenos erros por parte do contribuinte. "Às vezes, é um número invertido. Ou um valor que tem uma pequena diferença. Basta isso para cair na malha fina", cita Domingos.
"A Receita tem se equipado e melhorado muito o resultado da fiscalização, sem contar que esses cruzamentos estão cada vez mais velozes", diz Amaral. E acrescenta que a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional também tem se especializado cada vez mais, evitando manobras protelatórias por parte de empresas e contribuintes que procuram o Judiciário para escapar das autuações.
Domingos ainda recomenda que as pessoas físicas se organizem ao longo do ano para evitar a correria de última hora na declaração do exercício seguinte. "As pessoas já podem ir montando uma pasta para 2008 para juntar recibos, comprovantes de recebimento de aluguel e outros documentos. Isso ajuda a evitar os erros."
Amaral avalia que os casos de autuações na malha fina envolvem não só contribuintes que erraram ao apresentar declaração mas também casos de sonegação. "Existe o descuido, o erro, mas existe a sonegação. No caso de erro, é fácil sanar o problema. Quando é sonegação, fica mais difícil resolver o problema, mas é importante de qualquer forma retificar a declaração", disse Amaral.
Questionado se o aumento da carga tributária não seria um incentivo para a sonegação, o secretário-adjunto da Receita Paulo Ricardo de Souza, limitou-se a responder: "Eu não diria que isso pode ocorrer. Diria que estamos ampliando a identificação desses casos [de irregularidades]".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 05h41
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LINKS TARIFAS BANCÁRIAS:
http://mariainesdolci.folha.blog.uol.com.br/
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/2007/08/06/ult4294u740.jhtm
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/2007/08/06/ult4294u741.jhtm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0608200702.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0608200703.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0608200704.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0608200705.htm
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/infomoney/2007/08/08/ult4040u6103.jhtm
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/infomoney/2007/08/09/ult4040u6128.jhtm
http://conjur.estadao.com.br/static/text/58700,1
http://conjur.estadao.com.br/static/text/58667,1
http://eduardo.lorenzo.blog.uol.com.br/
LINKS FILA DE BANCO
http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/40721.shtml
http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/38676.shtml
http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/35368.shtml
Escrito por Eduardo Lorenzo às 05h34
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FRASE DO DIA:
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".
(Rui Barbosa)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h46
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DOWNLOADS DO DIA:
eMule 0.48a Final
DVD Shrink 3.2.0.15
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h45
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AMOR ESTRANHO AMOR 2
"Menino" do filme proibido da Xuxa volta ao cinema com filme pornô
da Folha Online
Marcelo Ribeiro, 38, o "menino" que aos 12 anos protagonizou o polêmico filme sensual "Amor Estranho Amor" (1982) com Xuxa, assina hoje (17) contrato com a produtora de filmes eróticos Brasileirinhas.
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| Aos 38 anos, Marcelo Ribeiro trabalha com treinamento de técnicos de informática |
Segundo Ribeiro, a história do filme será a de sua própria vida: como a participação em "Amor Estranho Amor" mexeu com a cabeça de um adolescente e quais os fetiches desde então.
"Será tipo um monólogo em que conto minhas lembranças. As cenas de sexo aparecem em forma de flashback", revela ele.
As gravações devem começar no próximo mês. Marcelo, que há anos não pensava em carreira artística, conta como será a preparação de seu físico. "Reformei minha bicicleta e vou pedalar por um mês", conta Ribeiro, após passar uma semana no nordeste comendo o prato típico baião de dois.
Timidez
Aos 38 anos, Marcelo diz que se sente preparado para protagonizar um filme pornô. "Se aos 12 anos eu fiz nu com Xuxa e Vera Fischer, por que não faria agora?", pondera. "Sei que não sou nenhum Don Juan, mas tenho muitas histórias de sucesso na cama. Posso contar nos dedos às vezes em que 'fracassei'. Nos dedos de uma mão", alerta ele.
Cachê
O cachê do ator, que hoje trabalha prestando consultorias para técnicos de informática, será de participação nas vendas. O dinheiro arrecadado com o filme servirá para financiar o livro que ele está escrevendo sobre a experiência de filmar com Xuxa e sobre sua filmografia que inclui outras obras sensuais como "Eros, o Deus do Amor" (1981) e "Pecado Horizontal" (1982).
Até agora Marcelo não fechou contrato com nenhuma editora e cogita lançar o livro de maneira independente.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h43
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DANO MORAL. REDUÇÃO. INDENIZAÇÃO.
Trata-se de ação de indenização por danos materiais e morais, em que o autor objetiva ressarcimento em razão do impedimento de sua entrada no edifício sede da ré por duas vezes. O Tribunal de origem apenas confirmou a ocorrência do dano moral e o valor estipulado na sentença, equivalente a 250 salários-mínimos. O Min. Relator enfatizou que não cabe a este Superior Tribunal perquirir os motivos pelos quais as instâncias ordinárias, soberanas no exame da prova, emprestaram maior confiabilidade aos depoimentos, desprestigiando quaisquer outras provas, porquanto vedada pela Súm. n. 7-STJ. O Tribunal local identificou a ocorrência de ato danoso suficiente para ocasionar a dor moral que diz o autor ter sofrido, elemento fático que desqualifica inclusive os julgados com os quais pretendia comprovar a divergência, nenhum deles retratando situação semelhante. Entendeu o Min. Relator que somente a particularidade de existir ordem expressa de vedação ao acesso em edifício privado, no qual o autor mantinha movimentação bancária, o que, por muito pouco, ultrapassa o contratempo e diferencia a hipótese dos autos das situações em que somente com algum esforço se pode discernir a ocorrência da lesão, pouco se distinguindo do mero dissabor ou aborrecimento, nenhum motivo haveria para se admitir o dano moral, porém, abrigada pela conclusão da Súm. n. 7-STJ. Assim, as instâncias ordinárias estabeleceram o valor do ressarcimento com evidente excesso. Isso posto, o Min. Relator considerou que a reparação econômica em vista da leve afronta à honra do recorrido, que ficará plenamente compensada com indenização de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). Ante o exposto, a Turma conheceu em parte do recurso especial e lhe deu parcial provimento, para reduzir a indenização ao montante acima, corrigido a partir da presente data. REsp 628.490-PA, Rel. Min. Aldir Passarinho Junior, julgado em 7/8/2007.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h43
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E-MAILS EDIFICANTES:
Nossas escolhas
Noite de frio e tempestade. O motorista de ônibus ignora a “parada” e três pessoas ficam na chuva. Trata-se de uma mulher doente, de um médico, que no passado salvou sua vida, e do seu amor. Você passa de carro, mas em seu carro há apenas o lugar para uma pessoa. Quem você levaria?
A pergunta foi feita aos pretendentes de uma cobiçada vaga numa empresa e a resposta devia ser dada por escrito, justificando a escolha. Aliás, escolha nada fácil. Se você levar a mulher ficará em paz com sua consciência; se você levar o médico estará pagando uma dívida; mas se seguir o coração levará a pessoa amada.
Obteve a vaga um candidato que apresentou uma solução simples e que, de alguma maneira, satisfez a todos: deu a chave do carro ao médico para que levasse a doente ao hospital e ele ficou com a namorada até que surgisse outro ônibus ou outra solução.
O candidato vencedor não se colocou no centro da questão. Agiu de forma racional, mas não deixou de lado o componente afetivo.
Se deixasse a pessoa amada, essa poderia estar perdida para sempre. Mas ele ficou ao seu lado na hora da dificuldade, sem assumir uma postura egoísta. Ele pensou o problema como um todo e abriu uma possibilidade nova.
A VIDA é formada de escolhas e as escolhas bem feitas conduzem à felicidade.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h42
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MATERAZZI REVELA O QUE DISSE PARA ZIDANE
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O jogador italiano Marco Materazzi reconheceu, em entrevista em um programa italiano, que insultou a irmã do francês Zinedine Zidane na final da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. O insulto foi respondido com a cabeçada de Zidane no peito do jogador italizano, que acarretou na expulsão do francês. "preferisco la putana di tua sorella" (prefiro a puta da sua irmã), foi a frase que fez Zidane perder a cabeça.
Materrazzi já havia revelado que insultou a família do francês, mas não o conteúdo |
Até agora, Materazzi não havia revelado o conteúdo exato da sua provocação, mas mudou de idéia para eliminar os rumores que levantavam a possibilidade de que fosse alguma expressão racista.
O máximo que o italiano tinha revelado havia sido após a partida. "Agarrei sua camiseta alguns segundos. Zidane se voltou e me disse, muito arrogantemente, se queria sua camiseta depois do jogo. Eu respondi com um insulto, é verdade".
Materazzi garantiu na entrevista que depois do incidente amadureceu muito que a polêmica serviu para que ele se desse conta dos "erros" e "excessos" cometidos.
A cabeçada foi a cena que marcou a final da Copa do Mundo. Os dois protagonistas haviam marcado os únicos gols da partida. Além disso, a expulsão do ídolo francês foi essencial para que a Itália conseguisse levar o jogo para a decisão nos pênaltis. A Itália venceu por 5 a 3. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h20
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EU QUERO ESSE VÍDEO!
Fiéis fazem "dança do siri" para evitar imagens de casal da Renascer
da Folha de S.Paulo, em Miami
Cerca de 40 pessoas, entre familiares e fiéis, ouviram o veredicto do juiz ontem. Pela manhã o clima era de otimismo (alguns planejavam uma festa), mas o casal evitava o "já ganhou".
O apóstolo Estevam Hernandes e sua mulher, a bispa Sônia Hernandes, foram condenados pela Justiça americana por entrar nos Estados Unidos com dinheiro não declarado. Eles vão cumprir 140 dias de reclusão, mais cinco meses de prisão domiciliar e mais dois anos de liberdade condicional.
Na audiência, todos olhavam com desconfiança os jornalistas presentes. Quando o juiz do tribunal federal em Miami (EUA) Federico Moreno interrompeu a sessão, por volta do meio-dia, o grupo de apoio aos réus adotou uma estratégia bem-humorada para evitar que a TV Globo os filmasse a caminho do almoço: cercou o casal e começou a fazer a famigerada "dança do siri", coreografia do programa "Pânico na TV", que oferece prêmios para quem a executa diante das câmeras da Globo.
Na volta, duas repórteres acomodaram-se atrás de Estevam e Sônia. "Vocês podem por favor sentar mais atrás?", pediu Sandra, empresária seguidora do casal: "Estamos aqui intercedendo por eles".
"Eu não tenho nada contra, na verdade sou até bastante religiosa...", respondeu uma jornalista. "Eu não sou religiosa, sou uma serva do Deus vivo", retrucou Sandra, ríspida, que não parava de recitar orações ("Satanás se afasta ao som da sua voz") e repreendeu as jornalistas: "Parem de falar, estamos orando!". "Você faz o seu trabalho e nós fazemos o nosso", retrucou outra repórter.
Soluços e lágrimas tomaram conta do ambiente quando o juiz anunciou a pena. Filhos e sobrinhos se desesperaram. "Ninguém esperava isso", disse Gisele Costa, vizinha do casal.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h20
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FÉRIAS PRA QUE TE QUERO
Descanso menor OAB-RJ apóia projeto de lei que reduz férias de juízes
O presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, considerou nesta sexta-feira (17/8) “indevido e um privilégio” o magistrado brasileiro ter, ao contrário da maioria da classe trabalhadora, dois meses de férias por ano. “Férias dobradas é uma injustiça e fere a imagem do Judiciário perante à sociedade, principalmente porque o Poder Judiciário é um prestador de serviço público, e o serviço prestado à população ainda é muito precário”, disse o presidente da OAB do Rio de Janeiro.
A crítica foi feita por Damous, que manifestou apoio ao projeto de lei do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que reduz de 60 para 30 dias o período de férias dos juízes e membros dos tribunais federais. Na proposta, Suplicy afirma que os juízes e servidores da justiça, além de seus dois meses regulares de férias, usufruem 32 dias de feriados próprios, que não fazem parte dos feriados nacionalmente estabelecidos.
Entre esse período suplementar de descanso, estão 17 dias corridos entre 20 de dezembro e 6 de janeiro, que não são computados no tempo de férias normal. No total, os magistrados brasileiros ficam 109 dias longe do trabalho.
Suplicy considera que "boa parte da morosidade nos trabalhos forenses" pode ser atribuída aos poucos dias úteis de trabalho, principalmente dos magistrados e, na seqüência, dos servidores.
Ironicamente Damous lembrou que o legislador estabeleceu um padrão de 30 dias de férias para o trabalhador brasileiro. “E, com todo o respeito, com toda a sinceridade, não entendemos o motivo que a magistratura dispõe, ao contrário da maioria da classe trabalhadora, de férias de sessenta dias ao ano”.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h20
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VOCABULÁRIO DO DIREITO MODERNO
Princípio da insignificância - 'grande bosta'.
Princípio da fungibilidade - 'só tem tu, vai tu mesmo' (parte da doutrina e da jurisprudência entende como sendo 'quem não tem cão caça com gato').
Legítima defesa putativa - 'foi mal'.
Nomeação à autoria - 'vou cagoetar todo mundo'.
Chamamento ao processo - 'o maluco ali também deve'.
Assistência - 'então brother, é nóis.'
Direito de apelar em liberdade - 'fui!' (parte da doutrina entende como 'só se for agora').
Revelia, preclusão, perempção, prescrição e decadência - 'camarão que dorme a onda leva'.
Reconvenção - 'cê é louco, mano. A culpa é sua'.
Comoriência - 'um pipoco pra dois' ou 'dois coelhos com uma paulada só'.
Recurso adesivo - 'eu vou no vácuo'.
Sigilo profissional - 'na miúda, só entre a gente'.
Estelionato - 'malandro é malandro, e mané é mané'.
Falso testemunho - 'fala sério...'.
Reincidência - 'porra meu, de novo?'.
Investigação de paternidade - 'toma que o filho é teu'.
Execução de alimentos - 'quem não chora não mama'.
Res nullius - 'achado não é roubado'.
De cujus - 'presunto'.
Usucapião - 'tá dominado, tá tudo dominado'.
Embriaguez voluntária - 'não agüenta?! bebe leite'.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h19
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