
Tipo de Culinária: Itália Categoria: Pratos Principais Subcategorias: Massas Rendimento: 5 porções

- 500 gr de espaguete - 1 maço(s) de rúcula - 1/2 xícara(s) (chá) de nozes - 1/2 xícara(s) (chá) de parmesão - 1/2 xícara(s) (chá) de azeite extra-virgem - 1 dente(s) de alho

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Ferva 5 litros de água e depois acrescente o sal, o óleo e o macarrão. Cozinhe pelo tempo indicado na embalagem que deve ser de 8 a 11 minutos. Escorra e reserve. Não refresque com água fria. Bater o restante dos ingredientes no liqüidificador e misturar na massa já cozida. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h39
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AMOR AO BICHO
Jibóia se aloja em casa no Abaeté
Já fazem três dias que uma jibóia de aproximadamente dois metros está no quintal da casa de Seu Antônio, no Parque do Abaeté, em Itapuã, mas só nesta terça-feira, 20, ele resolveu ligar para os órgãos responsáveis a dar destino à cobra. Antônio Ribeiro, policial civil aposentado há sete anos, teme que a jibóia seja levada para o zoológico. “Se levarem eu quero ver direitinho para onde vai”, diz o homem que coordena há 12 anos o projeto sócio-ambiental Bendengó, que envolve em suas atividades de conscientização sobre a flora do Abaeté, mais de 20 moradores da comunidade.
A casa que serve de moradia para Seu Antônio é a mesma que abriga a sede da associação. São dois andares, equipamentos de ginástica espalhados no local e, na parte de cima, a sala, a cozinha e os quartos. No fundo, uma pequena varanda, e enroscada em uma das colunas que sustenta o telhado está a cobra, dormindo quieta depois de ter devorado pela manhã uma das galinhas do quintal de Seu Antônio. “Ela já tinha comido uma, comeu outra hoje”, salienta.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h38
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A CASA CAIU
Criador da série "House", que chega ao quarto ano, David Shore adianta os próximos passos do médico ranzinza, abandonado pelos assistentes no fim da temporada passada
Hugh Laurie já recebeu dois Globos de Ouro pelo ersonagem-título; "ele trouxe uma carga grande de sarcasmo e grosseria, sem torná-lo hostil", diz David Shore
Ás do diagnóstico, o infectologista Gregory House, protagonista da série que leva seu nome, desta vez falhou: não soube ler os sintomas de insatisfação de sua equipe. Agora, no início da quarta temporada (que estréia nesta quinta, às 23h, no Universal Channel), sente os efeitos colaterais: deixado a sós com sua ranhetice por Foreman, Cameron e cia., não tem a quem esculachar ou exibir seu intelecto.
Mas não há de ser por muito tempo, segundo contou David Shore, criador do programa, na entrevista telefônica a jornalistas latinos da qual a Folha participou, na semana passada.
"Estamos fazendo uma espécie de "Survivor" [reality show americano que inspirou a gincana eliminatória global "No Limite"] neste ano. House não é do tipo que abre um concurso, faz 40 entrevistas e contrata três pessoas. Sua linha é mais contratar 40 e demitir 37. Suas decisões a respeito de quem fica e quem sai darão dicas interessantes sobre quem ele é."
O "processo seletivo" deve se estender por oito ou nove episódios. Mas o entourage antigo do médico no hospital Princeton-Plainsboro ainda não aposentou os jalecos. "Eles voltarão. A surpresa para o público será a forma como se dará esse retorno", adianta Shore.
O "enxugamento" súbito de elenco não fez mal à audiência da série. Os sete primeiros episódios da nova safra registraram média de 19,1 milhões de espectadores, garantindo a "House" o sexto lugar no ranking da televisão americana.
No Brasil, em sua terceira temporada, foi o terceiro seriado mais visto nos canais pagos. A Record, que exibe o segundo ano da atração na TV aberta, tem obtido sete pontos (cada ponto equivale a 54,5 mil domicílios na Grande São Paulo), bom índice para uma produção estrangeira.
Perfil contra-indicado
Arrogância, egolatria e rispidez são traços contra-indicados a qualquer protagonista que aspire à admiração do público. Dr. House não dá a mínima para isso -e, ao que parece, nem os fãs da série. "Ele faz sucesso, em primeiro lugar, porque está salvando vidas. Se fosse manobrista e continuasse tão grosseiro, não sairia incólume. Além de ser brilhante no que faz, é capaz de dizer coisas que todos nós gostaríamos de dizer", diz Shore.
Por sua atuação como o médico genioso, o inglês Hugh Laurie já recebeu dois Globos de Ouro e duas indicações ao Emmy (o prêmio máximo da TV dos EUA). "Ele trouxe ao personagem uma carga grande de sarcasmo e grosseria, sem torná-lo hostil", elogia o criador da série, advogado de formação que foi buscar na medicina o pano de fundo para seu primeiro hit televisivo.
"Sei que não faz o menor sentido. É que não vejo "House" como um programa médico. O coração da série é a relação do médico com as pessoas e o posicionamento dele diante de dilemas éticos. Não se trata tanto de diagnóstico ou procedimento médico quanto das decisões morais que ele tem de tomar."
Diga à TV que fico
Com o nome em alta em Hollywood, Shore diz que não pensa em fazer a transição para o cinema. "A televisão é o meio em que você quer estar hoje, nos EUA, se você é um roteirista. Se estivesse fazendo um filme, o diretor reescreveria o meu script. Na TV, sou eu que digo ao diretor o que estamos buscando. O que importa hoje nos filmes é o espetáculo, o que você pode explodir. Por isso é que a televisão começou a atrair roteiristas. Além disso, esse veículo permite explorar um personagem por muitos anos, o que não acontece no cinema, onde você divide duas horas com efeitos especiais."
A greve dos roteiristas, que há 15 dias paralisa boa parte da produção de conteúdo televisivo nos EUA (a classe pede participação nos lucros com down-load na internet e vendas de DVDs), já tem consulta marcada com House. "Estamos rodando o 12º episódio. É o último para o qual há script. Não irei reescrevê-lo para que sirva como encerramento da temporada, caso a greve se estenda. Por isso, espero que os produtores ofereçam logo um contrato justo", afirma Shore.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h37
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HOUSE
O canalha que todos amamos
Lá pelas tantas na quarta temporada de "House", uma futura paciente explica por que decidiu procurar o médico que protagoniza a série: "Você é o melhor. Quebra regras. E não se importa com ninguém, exceto consigo mesmo". A fala da personagem sintetiza não só as razões que levam doentes ao hospital de Gregory House mas também os motivos que nos fazem acompanhar este programa médico.
Esquartejemos a fala em três. "Você é o melhor" resume a excelência que esperamos do protagonista - uma série totalmente centrada em um personagem, caso de "House", precisa gravitar em torno de alguém único, extremamente capaz em sua área de especialização.
"Quebra regras." O flerte com o crime, com a ilegalidade, sempre foi um bom elemento para atrair platéias na história do cinema e das séries de TV. House invade casas de pacientes e desrespeita o regulamento hospitalar e os códigos da medicina para provar que está certo, confirmar suas teorias e, se possível, salvar vidas.
"Não se importa com ninguém, exceto consigo mesmo." A House só interessa descobrir a causa da doença de seus pacientes. A obsessão leva o médico a tratar enfermos como cobaias e assistentes como mero estímulo para solucionar problemas. Tal egoísmo latente seria repulsivo se não fosse temperado com muito sarcasmo
House humilha colegas de trabalho, ironiza pacientes, ignora o sofrimento típico do cotidiano hospitalar - e nos faz rir com tudo isso. Um humor corrosivo, quase sádico e cheio de referências da cultura pop.
Hugh Laurie entendeu desde o início que seu médico manco era o oposto dos doutores bonitões e assépticos de novelinhas como "Grey's Anatomy". Em resposta, o ator britânico construiu um protagonista que se tornou maior que a série, o canalha que todos amamos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h34
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COPA 2014
Alemanha investirá no Brasil para Copa de 2014

A agência federal de comércio exterior alemã diz em uma publicação dirigida a empresários que a economia brasileira deverá lucrar com a Copa do Mundo de 2014, e recomenda que os alemães invistam no país. A agência, que tem como missão incentivar o comércio exterior na Alemanha, diz que a Copa vai ser "um grande passo à frente para a economia do país".
Em uma publicação própria dirigida a empresários o órgão governamental prevê que a Copa vai gerar 2,5 bilhões de dólares em investimentos de infra-estrutura no Brasil e aumentar o PIB do país em 0,5%. A agência BFAI (sigla em alemão) recomenda que as empresas alemãs fiquem alertas para possíveis negócios ligados à Copa de 2014.
A publicação diz ainda que o torneio deverá gerar milhares de empregos e também polir a imagem do país no exterior. "A Copa poderá catapultar o país uma ou duas décadas adiante", diz a agência, que também se baseia na própria experiência dos alemães com a Copa de 2006. A Alemanha não venceu a Copa, mas o país ganhou mesmo assim: o governo, o setor de turismo e o empresariado em geral fizeram um balanço positivo do torneio para a economia.
Empregos
A Copa gerou um total de vinte e cinco mil novos empregos, muitos dos quais se tornaram permanentes. Só o comércio teve um faturamento extra de cerca de 2 bilhões de euros no ano da copa, cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, muito dinheiro foi investido em infra-estrutura - não só em estádios, mas também em ruas, estradas, estações de trens e telecomunicação.
Várias cidades que sediaram o torneio tiveram que se endividar para pagar sua parte da conta, mas acabaram lucrando com uma arrecadação de impostos maior. Mas não são só aspectos materiais que contam no balanço da Copa. Para os alemães, um dos principais benefícios foi a melhora da imagem do país no exterior, algo difícil de contabilizar.
Em vez do estereótipo do alemão sisudo e sério, o mundo viu uma Alemanha em clima de festa, com gente amiga e simpática se confraternizando com estrangeiros na rua. Uma pesquisa mostra que 90% dos visitantes querem voltar ou aconselhar amigos a visitarem o país.
Desvantagens
Entre as desvantagens de sediar o torneio está a rigidez das regras da FIFA, que quase levou a uma briga com o comitê organizador alemão durante a preparação da Copa. Além de ficar com os lucros da venda de entradas e da transmissão do torneio, a FIFA manteve o controle e a palavra final sobre os mais variados aspectos do evento -desde a transmissão pública dos jogos nas cidades até o tamanho dos vestiários nos estádios.
Na Alemanha, a Copa de 2006 foi apelidada de "conto de fadas de verão", e a grande maioria da população gostaria até de repetir a dose. Tanto que a Alemanha já está se preparando para hospedar mais uma copa do mundo - a de futebol feminino em 2011, que tem o slogan "reencontrando amigos".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h33
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SALVE JORGE
"Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h24
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CARLA PEREZ: "I" de "Escola" e "E" de "Isqueiro"
Eu pensava que se tratava de uma lenda urbana, mas aconteceu de verdade, durante o programa Fantasia em 1999:
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h26
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CRÔNICA DE UMA MORTE SEM SENTIDO:
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‘Office-boy’ de concessionária morre ao reagir a assalto
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Abordado por dois ladrões dentro da Americar Veículos, Jerônimo Rocha tentou evitar assalto e acabou fuzilado |
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Ao reagir a um assalto, dentro da concessionária de veículos em que trabalhava, ontem à tarde, o office-boy Jerônimo de Araújo Rocha, 43 anos, foi morto a tiros por dois homens que ocupavam uma motocicleta. Após o crime, os bandidos fugiram com um dos malotes tomados da vítima e no qual havia vários cheques (avaliados em aproximadamente R$ 150 mil, destinados a pagamentos de fornecedores), além de documentos da empresa, a Americar Veículos, localizada na Avenida Tancredo Neves.
À frente das investigações, a titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), delegada Neide Barreto, presume que os bandidos sejam os mesmos que há cerca de três meses tentaram assaltar a empresa. Na ocasião, um outro office-boy foi abordado, mas conseguiu fugir. Ontem, durante a ação, um dos assaltantes chegou a gritar: “Desta vez, não corra”. Jerônimo tentou imitar o colega, mas não teve êxito.
De acordo com funcionários da concessionária, os dois homens chegaram ao local, pouco depois das 14h, numa motocicleta Titan preta. Enquanto um aguardava na moto, o outro circulava pelas dependências da loja, simulando estar interessado na compra de um veículo. Cerca de meia hora depois, quando Jerônimo se dirigia ao portão de saída da empresa, onde um motorista o aguardava para levá-lo ao banco. Levava dois malotes e foi abordado pelo assaltante armado com um revólver no salão de carros seminovos.
Ao anunciar o assalto, o bandido ordenou que Jerônimo não corresse. Mas numa reação possivelmente involuntária, o office-boy deu as costas ao bandido e foi baleado à queima-roupa duas vezes. A vítima caiu de bruços, agarrada ao malote em que havia dinheiro em espécie. O assaltante pegou o outro saco (onde estavam os cheques e documentos), alvejando a vítima no tórax e fugiu com o comparsa.
Jerônimo chegou a ser socorrido por um colega de trabalho num Renault Clio ao Hospital Geral do Estado, onde chegou morto. Pouco depois, parentes e amigos chegavam ao local. Emocionados, não quiseram falar com a imprensa. Um dos irmãos da vítima sofreu um mal-estar e precisou de atendimento de emergência, sendo liberado logo depois.
Consternado, o gerente de seminovos da Americar, Pedro Antônio Frederico, disse que Jerônimo era um funcionário exemplar e que sua morte abalou todos os colegas de trabalho. Funcionário há mais de 20 anos da empresa, ele era casado, deixou uma filha e residia no bairro de Caixa d’Água. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h02
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LP-TO-iPOD CONVERTER
Tirando o pó dos LPs
Você tem um monte de LPs em casa e não sabe o que fazer com as bolachas? Para se desfazer dos discos sem perder as preciosidades musicais, surgiu o LP-to-iPod Converter. O dispositivo converte as músicas gravadas em LP para formato MP3, salvando-as em um iPod conectado ao aparelho por um dock. A máquina também toca LPs normalmente, tem ajuste anti-tremulação e saídas com conexão para sistemas de áudio. O Converter não tem nada de antigo: também vem com cabo USB incluído, permitindo gravar os LP`s em MP3 direto para o PC.
Esse conversor da Hammacher Schlemmer - que pode ser muito mais interessante para os pais que para os jovens - sai pela bagatela de US$ 259,95 (aproximadamente R$ 450) nos EUA.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h01
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Produtores de plásticos lutam contra supermercados
"Sacola de papel ou de plástico?" Esta pergunta era comum em todo supermercado americano, quando os caixas ofereciam aos clientes a escolha entre as sacolas de papel marrom, ao estilo antigo, ou as leves de plástico, hoje predominantes.
Neste ano, a questão tornou-se o foco de um debate muito mais pesado para os lojistas americanos, que até agora ficaram para trás em relação aos esforços europeus para reduzir o uso de sacolas descartáveis onipresentes.
Em abril, São Francisco se tornou a primeira cidade dos EUA a introduzir uma proibição do uso de sacolas plásticas comuns -usadas em nove em cada dez transações. Lei similar está sendo considerada na Filadélfia, Boston e Baltimore, assim como Portland e Seattle.
A indústria, porém, aumentou seus esforços para defender a sacola descartável, ganhando uma vitória nesta segunda-feira, quando o conselho de Annapolis vetou uma proposta de proibir sacolas plásticas na capital de Maryland.
Na frente da batalha está o Progressive Bag Alliance (PBA), grupo estabelecido em 2005 para representar os fabricantes de sacolas. O PBA vem trabalhando ao lado de um grupo de lobby da indústria química, American Chemistry Council, para flexibilizar ou revogar uma nova enxurrada de leis anti-sacolas.
O PBA contratou uma firma de relações públicas, Edelman, para lidar com o lobby junto à mídia e ao governo e concentrou sua atenção no debate do plástico contra o papel. Seu argumento é que as sacolas plásticas exigem menos energia para sua produção e reciclagem e que as sacolas de papel também custam mais para transportar.
O grupo ressalta também os esforços de reciclagem dos revendedores como a Giant, subsidiária da Royal Ahold, que usou o plástico de sacolas recicladas para criar bancos públicos. Alguns supermercados americanos agora dão pequenos créditos aos consumidores que reutilizarem suas sacolas plásticas, apesar da reciclagem continuar sendo apenas 5% das 100 bilhões de sacolas usadas a cada ano nos EUA.
"Não há base científica para a proibição", diz David Vermillion, porta-voz da PBA. Ele também argumenta que as sacolas plásticas não são as que mais contribuem para o lixo urbano em termos de volume.
Na cidade de Nova York, o PBA defendeu uma recente lei que exige dos lojistas que ofereçam reciclar as sacolas que os clientes trazem de volta. No Estado de Nova York, a aliança venceu apoio político para lei similar contra duas propostas rivais, uma pedindo uma proibição ao estilo de São Francisco e outra, um imposto de US$ 0,15 (em torno de R$ 0,25) sobre cada sacola usada.
"Apoiamos a lei de reciclagem", diz Laura Haight, especialista em lixo do Grupo de Pesquisa de Interesse Público de Nova York. "Mas o imposto de US$ 0,15 era melhor."
Ativistas ambientais dizem que São Francisco ilustra o impacto limitado dos esforços de estimular a reciclagem voluntária, como defende o PBA. A proibição foi introduzida apenas depois que os supermercados não conseguiram cumprir um alvo acordado de reduzir o uso de sacolas plásticas.
Nenhuma cidade ainda adotou o imposto sobre sacolas, que os defensores dizem que seria a forma mais eficaz de mudar o comportamento do consumidor. Em 2002, o imposto de US$ 0,15 por sacola na Irlanda levou a uma queda dramática de 90% no uso de sacolas plásticas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h59
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DIA NACIONAL DA CONCILIAÇÃO
Expediente suspenso em JDCs dia 7
O 1º Juizado de Defesa do Consumidor (Universo), o 1º JDC/Extensão NAJ e o 2º Juizado de Defesa do Consumidor (Brotas) não terão expediente no dia 7 de dezembro, já que estarão integrados na data ao Dia Nacional da Conciliação.
Por determinação do presidente do TJ, desembargador Sinésio Cabral, as audiências de conciliação, instrução e julgamento pautadas serão remarcadas e ficarão suspensos os prazos processuais no período.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h58
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NATUR AIR

Pelo menos 500 europeus viajarão nus em vôos de nove horas de Madri a João Pessoa para participar do 31º Congresso Internacional de Naturismo. O encontro será realizado pela primeira vez na América Latina em setembro do ano que vem. O vôo seria realizado pela BRA, mas como a companhia parou de voar desde o dia 7 por causa de problemas financeiros, a OceanAir assumirá o fretamento.
O congresso de naturismo será realizado na praia de Tambaba, no município de Conde, litoral sul paraibano, distante 22 quilômetros de João Pessoa. De acordo com o secretário de Turismo do município, Saulo Barreto, será o primeiro vôo transcontinental no qual os passageiros voarão sem roupa. A tripulação trabalhará vestida. Na Europa, já foram realizados vôos com naturistas.
"O pessoal vai tirar a roupa durante o vôo, mas receberá roupão no desembarque em João Pessoa", afirma Barreto. Segundo ele, 280 passagens já foram vendidas e deverão ser realizados pelo menos três vôos fretados para transportar os passageiros que, reunidos em Madri, virão de diversos países a Europa. O encontro de naturistas será realizado entre os dias 9 e 12 de setembro de 2008 e deverá contar com a participação de cerca de 3 mil adeptos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h48
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O JUIZ SÓ PODE SER PETISTA
Espanha condena chargistas por ironizarem príncipe
Do Blog dos Quadrinhos
O vídeo acima mostra a leitura da sentença judicial que condenou o escritor Manel Fontdevilla e o desenhista José María Vásquez Honrubia ao pagamento de multa de 3 mil euros cada um (o equivalente a cerca de R$ 5.100).
A gravação foi feita no dia 13 deste mês, data da condenação, e reproduzida no dia seguinte no site espanhol "El Mundo". A cena também está disponível no UOL Vídeos.
O motivo da condenação é uma charge feita por Fontdevilla e Honrubia para "El Jueves", tradicional revista de humor gráfico da Espanha. A charge, mostrada na capa de uma das edições de julho (ao lado), trazia o príncipe espanhol Filipe de Bourbon fazendo sexo com a esposa, a jornalista Letizia Ortiz.
O herdeiro do trono espanhol dizia, numa tradução aproximada:
- Viu? Se ficar grávida, isso vai ser a coisa mais parecida com trabalho que já fiz na vida!
A brincadeira se pautava na decisão do primeiro-ministro espanhol José Luiz Zapatero de dar 2.500 euros (cerca de R$ 4.300) a cada filho que os casais tivessem a partir de então. A revista foi recolhida das bancas em julho por decisão da justiça. Uma lei espanhola proíbe injúria a membros da Coroa. "Injurioso" foi o termo exato usado pelo juiz na condenação.
Os chargistas argumentaram que não tinham "nenhum sentimento de culpa" pelo desenho publicado. A decisão da Justiça espanhola pautou a última edição da revista semanal. Mais de uma história da "El Jueves" aborda o tema, sempre em tom de provocação.
Numa das brincadeiras, o desenhista Albert Monteys tenta imaginar o será feito com os 6 mil euros da multa (3 mil euros de cada um):
 O grupo "Repórteres sem Froteiras", entidade internacional que defende a atuação livre da imprensa, condenou a decisão da justiça. A organização também tinha se posicionado contra o recolhimento da revista em julho, classificando o caso como um " ato de censura". Em nota no site da entidade, o grupo pede alteração na lei que defende a Coroa de críticas, de modo adequar a legislação penal " à sociedade da informação".
A Associação dos Cartunistas do Brasil também tinha visto no caso restrição à liberdade de imprensa (leia aqui). Visite a página virtual do "El Jueves".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h56
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LADEIRA ABAIXO
Dólar está na direção certa, diz chefe do FMI
Da Reuters
A queda do dólar é uma medida na direção certa, mas o euro e o dólar canadense foram sendo sobrecarregados pelo ajuste, afirmou o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, neste domingo. "A visão do FMI é de que o movimento de desvalorização do dólar está na direção correta", disse Strauss-Kahn a repórteres durante encontro de diretores de bancos centrais dos países-membros do G20 (grupo dos países em desenvolvimento).
Outras moedas, particularmente aquelas lastreadas por grande excedente em conta corrente, não estavam variando como deviam, criando desequilíbrios que impactaram outras moedas, incluindo o euro. "Algumas moedas não se movimentam como você espera, principalmente as de países que possuem excedentes grandes em conta corrente. Algumas se movimentam muito devagar e outras na direção errada e isso é uma séria preocupação", afirmou o diretor.
"Uma outra preocupação é de que alguns países carregam em suas costas uma parte do ajuste muito maior do que deveriam, o dólar canadense obviamente, e como no caso do euro... e o caso da moeda brasileira". Os movimentos cambiais e a instabilidade global têm sido os temas chave em dois dias de conversas do grupo G20, de países emergentes de economia avançada, particularmente o dólar mais fraco e a inflexibilidade do iuan chinês.
O dólar caiu quase 10 por cento este ano para uma baixa recorde ante moedas importantes no mundo enquanto a crise de crédito amortece o crescimento. O movimento impacta países que têm como base o dólar dos Estados Unidos. Enquanto isso, os Estados Unidos e Europa incentivam a China a permitir que o iuan se valorize mais rapidamente para tentar realinhar o enorme déficit de conta corrente dos Estados Unidos com os excedentes da Ásia.
Strauss-Kahn afirmou que a organização do sistema cambial global não é o que deveria ser e que o FMI é a instituição perfeita para lidar com as discussões sobre o desequilíbrio. Ele ainda acrescentou que os preços do petróleo --que atingiram quase 100 dólares o barril-- são uma preocupação, assim como o aumento acentuado no preço dos alimentos mundialmente.
"Estamos todos preocupados pelas variações no preço do petróleo e estamos preocupados com as atuais variações no preço dos alimentos, que estão criando um problema real para muitos países", conclui.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h55
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HUGO CHÁVEZ ROGA PRAGA NOS EUA
"EUA e dólar cairão juntos", diz Chávez
Chávez é recebido por Ahmadnejad em Teerã
Com juras de parceria eterna e previsões sobre a queda do império americano, cujo prelúdio seria o enfraquecimento do dólar, os presidentes do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e da Venezuela, Hugo Chávez, fizeram ontem em Teerã mais uma demonstração da aliança entre os seus países e assinaram mais quatro acordos de cooperação bilateral, entre eles o da criação de um banco e um fundo de investimentos comuns.
"Dentro de pouco tempo não se vai mais falar em dólar. O dólar está caindo e com ele cairá, graças a Deus, o imperialismo dos EUA", afirmou Chávez. "Ficaremos um ao lado do outro até o final, em defesa dos direitos de nossas nações e de nossos ideais", disse Ahmadinejad, segundo a agência oficial iraniana Irna.
O encontro dos aliados anti-EUA em Teerã acontece um dia depois da cúpula da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em Riad, na Árabia Saudita, na qual Irã e Venezuela defenderam menção ao enfraquecimento do dólar na declaração final e pregaram que o cartel deixe de usar a moeda como referência.
O argumento dos dois é que a queda do dólar contribui para a alta do petróleo -que ronda US$ 100 o barril-, mas os produtores não recebem o valor justo por causa da desvalorização da moeda dos EUA, que vem se acentuando desde o estouro da bolha imobiliária americana, em julho. "Eles recebem nosso petróleo e nos dão um papel que não vale nada", disse Ahmadinejad em Riad.
A menção não entrou na declaração da Opep, mas Ahmadinejad e Chávez obtiveram uma vitória: o tema tornou-se o principal da reunião quando vazaram discussões fechadas em torno da desvalorização.Diante da proposta do Irã e da Venezuela, o chanceler da Árabia Saudita, Saud al Faisal, argumentou que a simples menção à queda do dólar faria a moeda despencar - declarações captadas pela imprensa.
Ao final da cúpula, a Opep criou um grupo de estudo sobre a questão, formado pelos ministros da Economia do cartel, que deve se reunir em breve. Segundo análise do jornal "Financial Times", a proposta de deixar de cotizar o petróleo em dólar é pouco factível para a Opep. O cartel teria de voltar a fixar o preço, política que abandonou nos anos 80. Mas o debate do tema, diz o jornal econômico britânico, é sinal de dois movimentos: "Os países tentarão manter o preço do produto acima das perdas do dólar e buscarão mudar a moeda de suas reservas".
Banco e fundo
A visita de ontem foi a quarta de Hugo Chávez a Teerã desde 2005 -o iraniano já foi a Caracas três vezes. Segundo o governo venezuelano, os dois países já assinaram 186 acordos bilaterais, sem somar os de ontem.As cifras envolvidas são incertas e, usualmente, não há detalhes dos acordos. Já há vários projetos implementados na Venezuela, como fábricas de tratores e de laticínios, e outros em curso.
Ontem, a lista foi ampliada com a assinatura de um memorando de entendimento para a fundação de um banco e de um fundo de investimentos bilaterais, além de um acordo industrial que permitirá, segundo a Venezuela, a construção de uma fábrica de alumínio, ferro e plástico no país de Chávez.
O presidente venezuelano tem defendido as atividades nucleares do Irã, alvo de sanções do Conselho de Segurança da ONU, que exige que Teerã suspenda seu programa de enriquecimento de urânio (que pode ser usado como combustível tanto para usinas de energia quanto para bombas).
O Irã argumenta que o programa tem fins pacíficos e que, como signatário do Tratado de Não-Proliferação, tem o direito a produzir combustível nuclear (como o Brasil, por exemplo, faz). Mas não tem repassado todas as informações requeridas pela AIEA, a agência nuclear das Nações Unidas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h55
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PORTABILIDADE
Discordo dos juízes, políticos e economistas que dizem que o consumidor, que não troca de banco em busca de preços menores e serviços melhores em outras instituições, tem sua parcela de culpa por não haver reflexo dos lucros exorbitantes do setor em beneficio aos clientes.
Não é fácil trocar de banco, a dita portabilidade ainda não se verifica na prática. E continua a aparecer nos talões aquela frase que leva a discriminação do correntista “conta aberta em ...”. Ou seja , ainda se vê lojas restringindo a aceitação de cheques de contas abertas a menos de seis meses.
Por que os bancos não investem parte dos lucros recordes em redução de taxa de financiamento e de preços de serviços e tarifas bancárias? Mas o investimento para aumentar a receita de serviços é uma constante, com criação de novas tarifas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h54
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No nível atual, de 11,25%, os juros são uma aberração no país; não há justificativa para que a Selic pare de cair
DIAS ATRÁS, o ex-presidente do Banco Central americano Alan Greenspan, durante evento nos EUA, fez um eloqüente elogio à economia brasileira. "O Brasil vai muito, muito bem, melhor do que se esperava", disse Greenspan.
Observe-se que o velho guru da economia mundial repetiu duas vezes o advérbio de intensidade "muito". Não poderia haver depoimento mais significativo sobre a maneira pela qual a comunidade internacional avalia o atual momento da economia brasileira. Quem viaja pelo mundo observa seguidas manifestações semelhantes, tanto nos Estados Unidos como na Europa.
Por que, afinal, a imagem brasileira mudou tanto no cenário externo?
É obvio que essa mudança se deve aos avanços conseguidos no país em matéria de estabilidade de preços, no equilíbrio fiscal e na notável melhoria das contas externas, que levaram o país a ter seguidos superávits comerciais, e no balanço de pagamentos, com a acumulação de reservas cambiais de US$ 170 bilhões.
Mas não é só isso. Há um fator importantíssimo, às vezes relegado: o crescimento da produção.
Quem tiver o cuidado de consultar as tabelas publicadas semanalmente pela revista "The Economist" poderá observar o seguinte: um ano atrás, o Brasil era o lanterna de uma lista de 32 países emergentes em matéria de crescimento econômico.
Os dados relativos ao segundo trimestre do ano passado mostravam que o Brasil crescia a uma taxa anual de apenas 1,2%. Todos os demais países ostentavam expansão pelo menos próxima de 4% ao ano. Muitos, como China, Índia e Rússia, cresciam 8% ou mais.
O Brasil era, portanto, um vexame internacional em matéria de crescimento. Durante o maior período de expansão da economia mundial, o país, mesmo tendo conseguido a estabilidade macroeconômica havia mais de dez anos, passava um atestado de incompetência por não conseguir acompanhar o ritmo dos demais países, fossem eles emergentes ou desenvolvidos.
Em apenas um ano, a situação mudou bastante. A mesma tabela da "The Economist" agora põe o país em uma situação intermediária. Ao terminar o segundo trimestre, o ritmo anual de crescimento do país estava em 5,4%. Com essa taxa, que não é nenhuma sensação, o Brasil subiu na tabela e deixou para traz uma dezena de emergentes. Está ainda longe da liderança (China, com 11,5%, e Índia, com 9,3%), mas saiu da "zona de rebaixamento".
Que milagre foi esse? Por que o país subiu nesse ranking? Uma das razões foi o ambiente positivo gerado pelos ainda incipientes investimentos públicos em infra-estrutura. A razão principal, porém, foi a mudança da política monetária.
Nos últimos dois anos, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros 18 vezes - de 19,75% em setembro de 2005 para os atuais 11,25%. Mas o nível atual ainda é uma aberração em matéria de juros reais.
Ao prescrever suas "receitas" para o desenvolvimento, o professor Dani Rodrik, da Universidade Harvard, sugeriu que, em vez de aderir a modismos do exterior, os países devem experimentar soluções peculiares que lhes permitam driblar estruturas arraigadas que inibem o crescimento. E disse que o Brasil, atualmente, está limitado pela inadequada oferta de crédito.
E a oferta é inadequada não por escassez de crédito, mas porque os custos ainda são exorbitantes e amedrontam empreendedores pequenos e médios. Não há justificativa para que a Selic pare de cair. Vale, então, a pergunta irreverente do coro de multidões: Por que parou, parou por quê?
BENJAMIN STEINBRUCH, 54, empresário, é diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, presidente do conselho de administração da empresa e primeiro vice-presidente da Fiesp.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h53
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AMOR AO BICHO
Jibóia se aloja em casa no Abaeté
Já fazem três dias que uma jibóia de aproximadamente dois metros está no quintal da casa de Seu Antônio, no Parque do Abaeté, em Itapuã, mas só nesta terça-feira, 20, ele resolveu ligar para os órgãos responsáveis a dar destino à cobra. Antônio Ribeiro, policial civil aposentado há sete anos, teme que a jibóia seja levada para o zoológico. “Se levarem eu quero ver direitinho para onde vai”, diz o homem que coordena há 12 anos o projeto sócio-ambiental Bendengó, que envolve em suas atividades de conscientização sobre a flora do Abaeté, mais de 20 moradores da comunidade.
A casa que serve de moradia para Seu Antônio é a mesma que abriga a sede da associação. São dois andares, equipamentos de ginástica espalhados no local e, na parte de cima, a sala, a cozinha e os quartos. No fundo, uma pequena varanda, e enroscada em uma das colunas que sustenta o telhado está a cobra, dormindo quieta depois de ter devorado pela manhã uma das galinhas do quintal de Seu Antônio. “Ela já tinha comido uma, comeu outra hoje”, salienta.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h52
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ALAN MOORE NOS SIMPSONS
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h33
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SOBRE O TEMPO
(Pato Fu)
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei Pra você correr macio
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei Pra você correr macio Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho Tempo, tempo, tempo mano velho Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal Conto contigo pela madrugada Só me derrube no final
Ah-ah-ah ah-ah Ah-ah-ah ah-ah
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei Pra você correr macio Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho Tempo, tempo, tempo mano velho Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal Conto contigo pela madrugada Só me derrube no final... oh-oh... oh-oh ah...
Uh... uh... ah au Uh... uh... ah au Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h33
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Valor justificado
Abuso contra cliente deve ser punido com alta indenização
A moral do ser humano não pode ser abalada indevidamente e impunemente. Com esse entendimento, o juiz Paulo de Toledo Ribeiro Júnior, titular da 16ª Vara Cível de Cuiabá (MT), acolheu o pedido de um ex-cliente da Itaucard Financeira que teve o nome indevidamente incluído nos cadastros da Serasa e condenou a financeira a pagar indenização de R$ 389, 5 mil, quantia referente a 100 vezes o valor cobrado erroneamente pela empresa. Cabe recurso.
O cliente ajuizou ação de declaração de inexistência de débito cumulada com danos morais. Na inicial, alegou que foi cliente da empresa e que encerrou o vínculo, quitando todos os débitos pendentes. Posteriormente, ele foi surpreendido ao receber uma cobrança no valor de R$ 3,8 mil. Nesse mesmo documento, estava escrito que cinco dias após o pagamento da dívida o nome dele seria excluído da Serasa. Na ação, ele afirmou que não devia nada à empresa e juntou documentos que comprovaram tais fatos.
Mesmo citada, a Itaucard deixou de contestar a ação. “Não contestando a ação, presumir-se-ão verdadeiros os fatos alegados pelo autor, mormente quando acompanhado de extensa documentação como é o caso presente. (...) Desta forma, deve ser julgado procedente o pedido do autor, para ser declarado inexistente o débito mencionado”, afirmou o juiz na decisão.
Para o juiz, como o banco não demonstrou a existência do débito alegado, a inserção do nome do autor da ação na Serasa é ilegítima e, por isso, passível de indenização por danos morais. “Aliás, basta o ato ilícito ou ilegítimo para configurar o dano moral, não sendo necessário qualquer comprovação da existência do dano”, acrescentou.
O juiz justificou o alto valor da indenização como forma de coibir novos casos. “Entendo que a punição sobre os causadores de danos morais deve ser de tal forma que eles não voltem a acontecer. A moral do ser humano é como cristal, uma vez quebrada, não se junta os cacos novamente de forma a ter-se a moral restituída. É como um saco de penas jogado ao vento, jamais se recuperam todas as penas. Não me importa se o sofredor do dano vai ficar um pouco mais rico, o sofrimento por que passou justifica isso”, afirmou o juiz.
A indenização deverá ser acrescida os juros de mora e correção monetária a partir desta decisão. A Itaucard foi condenada ainda a pagar custas processuais e honorários advocatícios, arbitrados em 20% sobre o valor da condenação.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h32
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A 4ª Turma do TRT-MG (Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais) manteve condenação de um município ao pagamento de indenização por danos morais a fiscal de obras, vítima de ato ilícito da nova administração. O TRT-MG entendeu que ficou configurada a ofensa à integridade moral do reclamante e manteve a indenização por danos morais no valor de R$20 mil. Segundo a ação, o servidor foi colocado por longo tempo em ociosidade e em local inadequado ao exercício de suas funções.
O reclamante relatou que, a partir da posse da nova administração do município, em janeiro de 2005, foi colocado em disponibilidade extra-oficial, não motivada, tendo permanecido em casa, afastado de suas funções até agosto de 2005, quando foi comunicado de que deveria se apresentar à Secretaria de Obras, para reassumir suas funções. Ao apresentar-se ao empregador, não recebeu nenhuma tarefa e foi lotado no almoxarifado. Depois, foi transferido a outro local de trabalho, onde tinha apenas uma mesa e cadeira, permanecendo sem qualquer condição para o exercício de sua função.
No caso, o reclamante era servidor concursado como fiscal de obra, portanto, plenamente habilitado para o exercício da fiscalização. Mas, atualmente está prestando serviços no posto de atendimento do INSS. A alegação do município era de que a ociosidade se deu por culpa do empregado, que, consideradas as peculiaridades do cargo, deveria ter realizado vistorias em obras públicas e particulares do município, independente de provocação.
Mas o entendimento do relator do recurso, desembargador Antônio Álvares da Silva, foi de que o reclamado extrapolou os limites do seu poder diretivo ao colocar o reclamante por tanto tempo, em inatividade forçada e, posteriormente, em desvio de função. “Tais condutas implicaram violação à dignidade do empregado, o que configurou a prática de ato ilícito, e justificou a reparações pleiteadas, nos moldes do artigo 186 do Código Civil.
O mínimo que se deve assegurar ao empregado é um ambiente de trabalho adequado, em que se verifique a presença de todos os meios materiais necessários ao exercício das funções para as quais houve a admissão. Além disso, a principal obrigação do empregado, a qual constitui a razão de existência do contrato de emprego, relativa à prestação de serviços, constitui também direito seu, assegurado no texto constitucional, devendo, portanto, ser-lhe garantida e exigida”.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h32
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APRENDA FAZENDO: CAIPIRINHA
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h32
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DESDOLARIZAÇÃO
Mercosul: dólar deverá ser dispensado já em janeiro
A eliminação do dólar como moeda de transação comercial entre Brasil e Argentina pode acontecer já no início de 2008. O anúncio da "desdolarização" foi feito pelo assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia. Segundo ele, a medida "seguramente vai dar uma nova qualidade à relação comercial". Isto, porque, ao fazerem a troca de moedas diretamente entre os dois países, sem passar pela etapa de troca por dólares, há uma redução de custos para os exportadores dos dois países, além de desburocratizar a relação comercial. O Brasil exportou US$ 11,7 bilhões em produtos diversos para a Argentina, em 2006, e importou US$ 8 bilhões.
O acerto foi feito hoje durante reunião de cerca de duas horas entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Argentina, Cristina Kirchner, no Palácio do Planalto. O encontro também foi marcado por discussões na área energética, grande preocupação dos dois países. Foram discutidos desde os novos investimentos da Petrobras na Bolívia, que vão beneficiar os dois países, que compram gás boliviano, passando pela construção da hidrelétrica de Garabi, na Argentina, considerada uma prioridade, até cooperação na área nuclear.
Em relação à desdolarização, Marco Aurélio Garcia destacou a complexidade da sua implementação. "A desdolarização é uma coisa importante, mas ela implica a criação de um sistema de pagamentos entre os dois países, que é um sistema complexo", declarou o assessor palaciano, que explicou que para a entrada em vigor deste processo, teve de ser criado um software específico só para organizar este sistema de pagamentos, que passa a ser diário. "A impressão que tenho é que, já no começo do próximo ano, ele (o software) comece a ser efetivamente aplicado", declarou, explicando que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, está resolvendo as últimas questões técnicas.
Garcia destacou que "a política de valorização cambial do Brasil" trará maior equilíbrio no comércio entre os dois países. "O presidente Lula tem muito empenho de que o comércio de Brasil e Argentina se equilibre", declarou. O real valorizado torna mais competitivo o produto argentino em relação aos brasileiros.
A presidente eleita da Argentina, Cristina Kirchner, por sua vez, informou que acertou com o presidente Lula que Brasil e Argentina passarão a ter duas reuniões bilaterais por ano para discutir e trabalhar sobre temas de interesses das duas nações, para reforçar as relações entre os dois países além do Mercosul. A primeira reunião foi marcada para fevereiro, em Buenos Aires.
Cristina ressaltou, porém, que na reunião foi destacada a necessidade de fortalecer o bloco regional para se ter maior poder nas relações internacionais. Quanto aos encontros bilaterais que ocorrerão a partir do ano que vem, informou ela, deverá ser restabelecida uma metodologia com metas, prazos e objetivos para serem alcançados. "O mais importante é que se tenha a percepção de que o processo de integração avance com resultados concretos, que possam ser verificados", afirmou.
A presidente eleita explicou ainda que as reuniões entre os dois países não serão feitas entre representantes de Ministérios específicos, mas por áreas de cooperação, o que poderá envolver mais de um ministério. Segundo fonte do Palácio do Planalto, na reunião de hoje os temas foram abordados de maneira bastante genérica. Além de energia e do comércio exterior, os dois governos discutiram mecanismos de financiamento de longo prazo para a Argentina com a participação do BNDES.
Marco Aurélio informou ainda que, no encontro, o presidente Lula "insistiu muito na necessidade de cooperação entre a Enarsa (petrolífera argentina) e a Petrobras, inclusive em prospecção em águas profundas". Segundo ele, "há fundadas suspeitas da parte dos geólogos de que há um manancial petrolífero que se estenda mais ao sul, mas isso é especulação, e não podemos falar senão as ações vão subir muito".
Marco Aurélio minimizou a possibilidade de a maior integração Brasil e Argentina causar ciúmes nos demais países do Mercosul e também reduzir a influência do presidente venezuelano, Hugo Chávez. "De maneira nenhuma, Isso é uma visão tacanha e mesquinha da política sul-americana. A política sul-americana só se beneficiará de uma boa relação de Argentina e Brasil", disse ele, enfatizando que os dois países não temem que o Mercosul saia de foco com o fortalecimento da relação bilateral. "A política brasileira e a política argentina não são movidas por temores, mas por um otimismo extraordinário", completou ele, defendendo uma "política de inclusão" de todos os países.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h31
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TUDO NA VIDA PASSA...
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Não, as escuras não vêm de uvas vermelhas. Ambos os tipos se originam da uva thompson (verdes, pequenas e sem semente).
A diferença é que a escura é seca ao sol e, por isso, fica bronzeada. Já as claras são secas em lugares fechados e aquecidos, tratadas com dióxido sulfúrico para manter a cor.
Porém, elas são mais úmidas, cheinhas e caras também. Para produzir 1 quilo de passas são necessários mais de 4 quilos de uvas frescas. Uma xícara de passas tem 300 calorias. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h43
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CASPA É (LITERALMENTE) FODA!
Fungo causador da caspa pode fazer sexo no couro cabeludo
Da Reuters
Primeiro, os pesquisadores cultivaram fungos suficientes para causar caspa em 10 milhões de pessoas. Depois, seqüenciaram (ou seja, soletraram) seus genes. Finalmente, descobriram que a criatura não apenas vive no nosso couro cabeludo e causa caspa como também pode estar fazendo sexo. Na sua cabeça. Agora mesmo.
Essa é uma das descobertas de uma equipe de pesquisadores da Procter & Gamble que decifrou o genoma do Malassezia globosa, que cresce na pele de até 90% da população e causa, além da caspa, causa uma série de outras doenças de pele. Os pesquisadores dizem que o trabalho pode ajudar a enfrentar a caspa e até uma infecção que pode matar recém-nascidos.
A equipe da P&G Beauty, subsidiária da mesma empresa que fabrica papel higiênico, xampu e outros produtos, afirma que o M. globosa é capaz de secretar mais de 50 enzimas diferentes, que o ajudam a digerir substâncias presentes no cabelo e no couro cabeludo. Ao "comer" essas substâncias, ele libera outras que provocam a morte excessiva de células do couro cabeludo, surgindo então a caspa, a qual é, na verdade, um acúmulo desse tecido morto.
"O genoma também revelou a presença de genes ligados ao acasalamento, o que indica que o Malassezia pode ser capaz de fazer sexo", escrevem os cientistas em artigo na revista especializada americana "PNAS".
Outros fungos podem se reproduzir de forma sexuada, mas isso nunca havia sido verificado nesse gênero fúngico. O sexo pode ajudar na variabilidade genética do parasita e ajudá-lo a escapar de ameaças, como os xampus anticaspa. Para o projeto, os pesquisadores cultivaram 10 litros de fungo, quantidade igual à encontrada nas cabeças de 10 milhões de pessoas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h42
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"URSÃO" KNUT
Zôo de Berlim proíbe Urso Knut de brincar com seu criador
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Ursinho Knut brinca no zôo de Berlim |
O ursinho polar Knut, nascido em Berlim em 5 de dezembro de 2006, já se transformou em um senhor urso de 110 quilogramas, o que levou a direção do zôológico a proibir as freqüentes brincadeiras com as quais o animal e seu adestrador, Thomas Dörflein, divertiam os visitantes. O anúncio foi feito hoje pelo diretor do jardim zoológico, Bernhard Blaszkiewitz, que assegurou que a decisão não diz respeito à "maldade" do animal, mas sim ao desejo de proteger Dörflein, que criou Knut com mamadeira desde o momento em que, ainda bebê, foi rejeitado por sua mãe.
Considera-se que as grandes dimensões adquiridas pelo urso transformaram-no em um possível perigo para seu "pai" adotivo. Segundo Blaszkiewitz, medidas serão tomadas para reduzir o contato físico entre ambos. Mesmo assim, o dedicado cuidador poderá seguir alimentando o animal e "conversando" com ele. As brincadeiras realizadas pelo urso e o treinador eram o grande momento das controladas aparições diárias de Knut. Até o mês de outubro, o fenômeno Knut tinha aumentado o número de visitas do zôo em 20%, com dois milhões de entradas vendidas nos dez primeiros meses do ano.
O urso polar, embora já um tanto crescido, segue atraindo adultos e crianças para longas filas na entrada do zoológico. Os visitantes não se importam o empurra-empurra para conseguir ver de perto o animal, duas vezes ao dia, que após sua apresentação, em 23 de março, transformou-se em uma estrela midiática e comercial.
Knut, porta-bandeira para muitos na luta contra o aquecimento global, por pertencer a uma das espécies mais ameaçadas de extinção, é o primeiro urso polar em 33 anos a sobreviver a seu nascimento no zôo de Berlim, mesmo tendo sido rejeitado por sua mãe e criado com mamadeira. Seu cuidador, já famoso em Berlim, deixou sua casa e família durante meses para mudar-se para o refúgio do ursinho e assim poder atendê-lo a todas horas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h41
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FRASE DO DIA:
"Odeio quem me rouba solidão sem, em troca, me oferecer verdadeiramente companhia"
(Nietzsche)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h40
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IGNORÂNCIA
LIBERDADE DE EXPRESSÃO????
Justiça Brasileira????
Justiça no Brasil... Quando leio o processo contra mim, digo, um resumo dele aqui... estou enfiado numa coisa Kafkaniana. Pessoas que sequer estavam lá, depondo contra mim... e o hotel citado, obviamente dizendo que estava tudo na mais perfeita condição. Não estava: de fato, no MEU QUARTO Senhores Juízes (ja que fui julgado "in absentia" e sem advogado pra me representar, e JAMAIS FUI NOTIFICADO DE NADA (e não sou uma pessoa muito dificil de ser localizada, convenhamos!), no meu quarto, faltava água quente SIM, faltava papel higiênico SIM, e as janelas não fechavam: estava bastante frio em Curitiba. Essa é a cidade. Então, foi uma espécie de manipulação? O que o jornal do estado publicou? Eu nunca li.
Resultado do processo, já que eu "perdi" por ter "fugido da justiça" já que o "recurso da apelação foi feito fora do prazo".......
Pasmem: CINQUENTA e TRÊS MIL REAIS !!!!!!
So pode ser brincadeira.
Eu só expressei o que se estava acontecendo comigo naquele exato momento: no processo consta que eu estava "tentando causar polêmica pra encobrir o fracasso da Tragédia Rave". Fracasso????
Gerald
PS: paradoxal: só pra nao dizer que eu nao era "achável", a mesma direção do Festival de Curitiba me levou para essa cidade, em 2003, para um breve encontro com o Decio Pignatari. Depois de percorrermos algumas churrascarias (fechadas) acabamos por almocar no próprio aeroporto. Na volta pra SP, passei pela banca de jornais quase na porta do embarque e, pro meu espanto comprei o Herald Tribune e vi a contracapa que trazia uma enorme materia sobre um PROCESSO contra essa minha "pessoa", aquele, o da bunda, movido pela Rosinha e Garotinho na ocasiao de Tristan und Isolde no Municipal do Rio: que loucura!
comentario de um leitor
Eu passei por uma situação semelhante a sua recentemente. Um ex-funcionario, cozinheiro, não não era chef, era só cozinheiro mesmo. O cara entrou na justiça trabalhista, nem sei porque tem esse nome, me processou em R$140.000,00. Como já tinha vendido o restaurante que o tal sujeito trabalhava, nem fiquei sabendo da ação, pois a pessoa que comprou conseguiu falir o estabelecimento. E por algum erro de data na junta comercial a bomba estourou na minha mão. O problema é que o sigilo bancário é apenas uma lenda urbana, pois recebi um intimação dizendo que seria bloqueado o saldo disponivel em minha conta corrente, mesmo as conjuntas, de empresas etc. Os bens seriam penhorados etc etc etc. É um absurdo! Qualquer um com uma reclamaçãozinha sem provas, pode te roubar oficialmente. Tive que \"vender\" o carro e a moto, pois são os bens que eles penhoram primeiro, e sacar contas de investimento e corrente, para não ser roubado pela justiça. O meu advogado me informou, que no final da ação o juiz entra on-line no sistema do banco central, esse nome tbem deveria mudar, e bloqueiam qualquer saldo em suas contas. É um absurdo, qualquer retirante da seca que você teve a infelicidade de empregar e dar alguma assistencia, pode te ferrar sem dó. E o pior, é com todo o apoio da justiça. Um dia acordei meio virado no demônio (sabe aquele dia que tudo da errado?), pensei é hoje, pior não fica. Ameacei de morte o advogado pilantra e o retirante pessoalmente. Logico que fui armado, para dar um ar de veracidade à minha ameaça. Eles ameaçaram me processar, charmar policia, e eu só disse que achava que não ia dar tempo... (do processo e da policia chegar... hahahahaha) Milagrosamente, uma semana depois eles propuseram um acordo de 10% do valor incial. Aí eu tive que pagar, não tinha mais jeito, quer dizer, tinha... mas talvez não tivesse a coragem. Concluindo, vou processar a pessoa que comprou o estabelecimento e esperar anos por uma solução judicial, e continuo acreditando que uma sociedade armada faz valer seu direitos. Tanto acredito que até vou tirar meu porte de armas. Um outro amigo meu disse que dá pra processar o advogado pelo valor absurdo da causa, e até o juiz que julgou o caso, tudo depedendo da quantidade de dinheiro que eu estiver disposto a gastar.
Gostei da brincadeira, o próximo da lista é o site MercadoLivre.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h39
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Irã proíbe livro de García Márquez Sucesso da obra provoca sua censura
O tradutor teve a precaução de evitar a palavra "putas" e a substituiu por "belas". Talvez isso tenha despistado o censor. Mas o sucesso no Irã da versão em farsi (persa) de "Memória de Minhas Putas Tristes", do prêmio Nobel Gabriel García Márquez, se transformou em sua condenação. Depois que a primeira edição quase se esgotou em três semanas, o Ministério da Cultura proibiu sua reedição, demitiu o censor e anunciou medidas contra a editora.
O romance tinha chegado às livrarias três semanas atrás de forma silenciosa, como acontece com a maioria das traduções de livros estrangeiros que conseguem passar pela censura iraniana. Publicado pela Nilufar, uma pequena editora especializada em romances contemporâneos, tinha sido traduzido por Kave Mirabasi do inglês, algo muito freqüente no Irã com a literatura hispânica.
Mirabasi, um tradutor experiente, verteu o "minhas putas" do título por "minhas belas". A troca evitou as suspeitas do censor, que muito provavelmente não leu a história do velho jornalista que aos 90 anos deseja deitar-se com uma virgem antes de morrer e recorre à madame do bordel que costumava freqüentar na juventude. Que afinal o homem se apaixone pela garota ou que a qualidade literária do relato eclipse qualquer outra consideração não impedem que a história seja intolerável para a moral oficial do Irã.
"A publicação deste livro foi um erro", afirmou um porta-voz do Ministério da Cultura e Orientação Islâmica citado pela agência de notícias semi-oficial Fars. "Quando se publicam 50 mil livros por ano pode ocorrer esse tipo de erro", justificou a fonte. Esse ministério é o responsável pela autorização dos livros e dos periódicos publicados no Irã. "A pessoa que deu autorização para que fosse publicado já foi demitida e o editor deverá dar explicações por tê-lo posto à venda, sabendo de seu conteúdo vergonhoso", acrescentou o responsável pela Cultura, que a Fars não identificou.
Desde que detectou sua presença nas livrarias, a mídia conservadora tinha protestado pelo fato de que essa "novela imoral" tivesse sido autorizada. Não está claro quantos exemplares foram postos à venda na primeira edição. Desde a chegada ao poder do presidente Mahmud Ahmadinejad, intelectuais e jornalistas queixam-se de um aumento da censura. De fato, assim que assumiu o governo em agosto de 2005 seu ministro da Cultura, Mohamed Saffar-Harandi, decidiu que cada reedição de um livro previamente autorizado deveria obter uma nova autorização da censura. Foi aí que o livro de García Márquez foi cassado.
No entanto, em uma entrevista recente a El País, Saffar-Harandi negou que tivesse aumentado a censura nos últimos dois anos e inclusive afirmou que aumentou "em 15% o número de títulos publicados". "Todo mundo é livre para difundir suas idéias, mas há limites que a lei especifica, entre eles não ofender o próximo, os direitos dos outros cidadãos, as crenças islâmicas e a identidade nacional", afirmou o ministro, que comparou suas leis com as européias que impedem negar o Holocausto.
"A proibição vai transformar esse romance de García Márquez em um sucesso de vendas; é uma publicidade magnífica", afirmou para este jornal um hispanista. "A partir de agora aumentará o preço e teremos de comprá-lo nos fundos das livrarias, mas não vai desaparecer."
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h35
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Mais de 30 anos depois da realização de um concerto em prol das vítimas de um violento ciclone na longíngua Bangladesh, um novo desastre natural arrasa o país provocando milhares de mortos. O que mudou de lá pra cá além da ausência de George Harrison ?
Apesar do menor número de mortos, muito pouco...
O governo do Bangladesh anunciou ontem que já chegou a 1.723 o número de mortes causadas pela passagem do ciclone Sidr, que varreu o país entre a noite de quinta e a madrugada de sexta. O saldo da tragédia deve aumentar, conforme são restabelecidas as conexões por telefone com as regiões do centro e do sul do país.
"Devemos descobrir milhares de cadáveres nos próximos dias", disse Shekhar Chandra Das, da célula de crise do governo. Fontes oficiais citadas pela principal agência de notícias bengalesa estimam que os mortos cheguem a 3.000.

O acesso às áreas atingidas ainda é difícil. Shakil Anwar, da entidade de auxílio humanitário Care, diz que as estradas estão tão danificadas que será necessário usar bicicletas e barcos para entregar água e comida aos sobreviventes em várias localidades. Teme-se que a contaminação da água e a falta de alimentos venha a aumentar o número de vítimas no sudoestes do país.
O Sidr destruiu milhares de hectares de áreas cultivadas, danificou a rede elétrica e telefônica na região costeira e derrubou dezenas de milhares de casas, antes de perder força e seguir para a Índia, onde causou uma morte. Representantes da ONU informaram que 150 barcos pesqueiros continuam desaparecidos na baía de Bengala, onde o ciclone se formou.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 12h01
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CPMF 2008
Com isenção, assalariado ganha R$ 132 no máximo
A isenção da CPMF para os assalariados que ganham até R$ 2.894, se for aprovada, trará ganho de R$ 132,08 em 2008, no máximo. Isso porque, para esses trabalhadores, haveria redução da contribuição paga ao INSS até o limite daquele valor para compensar a CPMF.
Hoje, são isentos os salários até R$ 1.140 por mês. A isenção é feita através das alíquotas usadas para calcular a contribuição ao INSS -- a de 8% cai para 7,65; a de 9%, para 8,65%.
Com base nessa sistemática, a atual alíquota de 11% seria reduzida para 10,65% (ou um percentual próximo) no caso dos ganhos até R$ 2.894 -- valor correspondente ao teto da contribuição ao INSS, que é de R$ 2.894,28. Assim, o valor da contribuição máxima cairia de R$ 318,37 para R$ 308,21. A redução mensal seria de R$ 10,16, ou R$ 132,08 por ano, considerando o pagamento do 13º salário.
Para trabalhadores com renda até R$ 1.140, nada mudaria, pois eles já são isentos. Acima desse valor e até R$ 2.894 o ganho mensal seria crescente, até o máximo de R$ 10,16 -- quem recebe R$ 2.500 pagaria menos R$ 8,75 por mês.
Pela proposta do governo, a alíquota da CPMF seria reduzida gradualmente até 2011. Em 2008, seria cobrado 0,36%. Isso representaria um ganho para os trabalhadores ao sacar o dinheiro. Para entender esse ganho, bastam dois exemplos: para uma conta com movimento de R$ 10 mil, o ganho seria de R$ 2 (de R$ 38 para R$ 36); para uma conta que movimente R$ 100 mil, o ganho seria de R$ 20 (de R$ 380 para R$ 360).
A redução da alíquota proposta pelo governo diminuiria a arrecadação da contribuição nos próximos anos. Segundo cálculos do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), no próximo ano o governo perderia cerca de R$ 2 bilhões -- com o 0,38% de hoje, a receita prevista seria de R$ 38,5 bilhões; com 0,36%, cairia para R$ 36,5 bilhões.
Com a redução gradual, o IBPT estima as seguintes receitas: R$ 38,6 bilhões em 2009 (com 0,38%, seriam R$ 43,2 bilhões); R$ 39,9 bilhões em 2010 (R$ 47,4 bilhões) e R$ 40,9 bilhões em 2011 (R$ 51,9 bilhões).
Segundo o advogado Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT, as empresas do comércio seriam as mais beneficiadas com as reduções da alíquota, pois recebem e fazem mais pagamentos em dinheiro. Segundo o IBPT, a CPMF eleva os preços finais dos produtos em 1,7%, em média.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 12h01
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Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, internado na Fundação Casa pelo assassinato de um casal de adolescentes, completa 21 anos no dia 8 de dezembro. Esgota-se, assim, o tempo de cumprimento da medida sócio-educativa que lhe foi imposta pelo crime que cometeu como menor de idade. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, neste dia os portões da Fundação se abrem e Champinha volta para sua casa. Caberá então ao sistema garantir a segurança do jovem e da população. Mas, pelo andar do camburão, isso não deverá acontecer.
Champinha está internado na Unidade Experimental de Vila Maria da Fundação Casa na Zona Norte de São Paulo. Casa é o novo nome da velha Febem. Ele foi levado para o local após uma decisão do juiz Trazíbulo José Ferreira da Silva, da 1ª Vara da Infância e da Juventude, que determinou que o adolescente, considerado perigoso, recebesse tratamento diferenciado no local.
Champinha cumpre medida protetiva (modalidade não prevista no ECA) e não é o único. Mais dois jovens lhe fazem companhia porque já completaram três anos de internação. Outros dois jovens, que passaram pela mesma situação, já estão nas ruas. Estaticamente, 50% dos jovens que saem das unidades de internação de menores voltam a cometer crimes. A Casa não tem nenhuma informação se os dois ex-colegas de Champinha na Vila Maria voltaram a delinqüir.
Uma vez cumprida a medida sócio-educativa ou o limite de idade para que o menor fique internado, ele é solto no mundo. Nenhum acompanhamento é feito, nenhuma obrigação permanece, nenhum vínculo é mantido. Mesmo que o egresso seja alguém como Champinha, pintado como um monstro em corpo de gente.
O caso Champinha revela a fragilidade do Estado em responder o clamor público com eficiência e dentro da legalidade. O ECA determina que a internação de um menor de idade não pode exceder três anos. Quando o limite estabelecido for alcançado, o adolescente deve ser ou libertado, ou colocado em regime de semi-liberdade ou de liberdade assistida. Não pode ser imposta outra “pena”, por não haver previsão para isso. Outra previsão do ECA é a que afirma que a liberdade do jovem será compulsória aos 21 anos de idade (artigo 121, parágrafo 5º).
Champinha já passou da primeira previsão do ECA e está a caminho da segunda regra. E, pela lei, não se poderia aplicar as duas previsões do ECA para o mesmo caso. Ou uma, ou outra. Agora, o processo caminha de novo para o território da ilegalidade.
Segundo o defensor público de Champinha, Flávio Frasseto, se a lei não foi respeitada no primeiro momento, quando o jovem completou três anos de internação, não será agora que isso vai acontecer. “O que está sendo levado em consideração é o clamor público e não o que determina a lei”, afirma.
De acordo com o defensor público, quando o ECA foi criado, em 1990, o legislador não previu situações excepcionais, como a do jovem que matou duas pessoas com requintes de crueldade. Quando estabeleceu os três anos e internação, a lei previu que a Administração Pública seria capaz de, neste período, aplicar medidas que garantissem a segurança dos menores e da população.
“No caso do Champinha, o tempo para o sistema se preparar para recebê-lo foi ainda maior. O jovem já está há quatro anos na Fundação Casa. Mas a menos de um mês do prazo limite para sua libertação, não se sabe o que será feito com ele. O infrator, que já cumpriu a internação, não pode ficar a mercê da incapacidade do Estado em gerir o problema”, diz Frasseto.
Para o defensor, o possível transtorno de comportamento de Champinha é apenas uma desculpa do Estado, que transferiu o problema para o Poder Judiciário, com o propósito de mantê-lo longe dos olhos da sociedade. “Qualquer menor infrator tem desvio de comportamento. Nem por isso ficam internados mais do que a lei prevê”, alerta.
“Todo esse clima que se construiu em volta de Champinha, de que ele é um monstro, um louco que se for solto, voltará a cometer crimes bárbaros, é pura mistificação. Exploração. Informações incompletas fornecidas por quem não se conforma com a lei, de quem quer resolver o problema da criminalidade escondendo o criminoso”, diz.
Um juiz ouvido pela revista Consultor Jurídico confirmou que o caso Champinha é uma “aberração jurídica”. Segundo ele, Poder Judiciário e Administração Pública protelaram o desfecho do caso para que ele se torne um problema de saúde pública e não mais de segurança pública. O juiz explica que há uma tendência na Justiça brasileira de, considerando o menor infrator incapaz de responder positivamente ao tratamento sócio-educativo, mandar que ele seja tratado com técnicas da medicina. Então, passa a ser um problema de natureza civil, na ótica do Direito Civil.
Alternativa
Saída legal para o caso Champinha e dos outros dois jovens infratores internados na Fundação Casa além do previsto em lei existe. É só a Administração Pública criar mecanismos de monitoramento dos jovens infratores em liberdade. Até porque, essa é uma das regras do ECA. Está escrito na lei que é papel das unidades de atendimento de crianças e adolescentes oferecer ao menor apóio educativo e psicológico para que o jovem que acabou de sair de uma internação não volte a delinqüir.
Segundo Frasseto, essa rede de ajuda ao menor infrator não é criada simplesmente porque não se pensa no bem-estar dos jovens. “A grande questão ainda é o inconformismo da gravidade do crime cometido versus o tempo de internação e o prognóstico de periculosidade para justificar o não cumprimento da lei”.
“Infração à lei é sempre crime, independentemente do autor do delito”, completa o juiz ouvido pela ConJur.
Histórico
Liana Friedenbach e Felipe Caffé desapareceram no dia 31 de outubro de 2003, depois de terem mentido para os pais sobre a viagem que planejavam. Liana disse que iria para Ilhabela (litoral norte de São Paulo), com adolescentes da comunidade israelita. Felipe contou que iria acampar, mas a família acreditava que ele iria com amigos.
Os dois acampavam em uma região isolada de Embu-Guaçu quando foram seqüestrados e mantidos em um sítio. Felipe foi morto com um tiro na nuca. Liana foi violentada todos os dias em que esteve com os criminosos e morta a facadas cinco dias após o seqüestro. Os corpos do casal só foram encontrados no dia 10 de novembro de 2003.
Em julho do ano passado, a Justiça paulista condenou três dos cinco acusados de seqüestrarem e matarem o casal de adolescentes. A condenação somou mais de 169 anos de prisão. Agnaldo Pires foi condenado a 47 anos e três meses de reclusão por estupro; Antonio Caetano da Silva a 124 anos por vários estupros; e Antonio Matias a seis anos de reclusão e um ano, nove meses e 15 dias de detenção por crime de cárcere privado, favorecimento pessoal, ajuda à fuga dos outros acusados e ocultação da arma do crime. Paulo César da Silva Marques, o Pernambuco, que deu o tiro em Felipe Caffé, foi condenado nesta quinta-feira (8/11) a 110 anos de prisão.
Champinha, desde 2003, tem sido um problema para a Secretaria de Segurança Pública. Ele foi internado na antiga Febem quando tinha 16 anos. O limite de tempo para que o rapaz ficasse na Febem é de três anos, prazo que expirou em novembro passado. Ele continuou internado porque a Justiça o considerou incapaz de cuidar de si mesmo depois de atingir a maioridade civil. O destino de Champinha deveria ser um hospital psiquiátrico.
Sem dispor de uma instituição de saúde própria para adolescentes, a Secretaria da Saúde sugeriu que o infrator fosse mantido na antiga Febem, onde receberia tratamento de profissionais da saúde. Ele deveria permanecer na Febem até a decisão final da Justiça.
Em abril deste ano, ele e um menor fugiram do Complexo Vila Maria, da Fundação Casa. Cerca de onze horas depois, ele foi recapturado, junto com outro adolescente por uma equipe da Rota, grupo de elite da Polícia Militar, em uma favela de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
Depois da fuga, o juiz Trazíbolo José Ferreira da Silva acatou sugestão do Ministério Público Estadual para encaminhar Champinha para uma Unidade Experimental de Saúde da Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo. No mesmo despacho, o juiz determinou o acompanhamento de profissionais do Núcleo de Estudos e Pesquisas de Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Depois da fuga de Champinha, o Estado chegou a propor que ele fosse transferido para a Casa de Custódia em Taubaté, um presídio para presos comuns. Dos males o menor: mesmo contrariando a lei, Champinha foi encaminhado para uma instituição de reclusão para menores.
Agora as alternativas são mais drásticas: ou o Estado desafia o clamor público, cumpre a lei e devolve Champinha às ruas e assume o risco, já que não há disposição para fazer qualquer acompanhamento ou adotar medida de segurança. Ou dá ouvidos ao clamor popular e, ao arrepio da lei, retém Champinha recluso em alguma unidade prisional, condenando-o a uma pena de prisão perpétua disfarçada.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h59
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BLACK HAWK DOWN CHEAT CODES
While playing the game, press ~ to display the console window. Then, type one of the following codes and press [Enter] to activate the corresponding cheat function. Note: These codes do not work with all versions of the game.
| Result
| Cheat Code |
| Extra health |
91d428aa |
| Refill ammunition |
fc1ef2ed |
| Infinite ammunition |
3cfe170c |
| Invisibility |
43b24753 |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h59
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LULA ANTES DA POSSE
Nosso partido cumpre o que promete. Só os tolos podem crer que não lutaremos contra a corrupção. Porque, se há algo certo para nós, é que a honestidade e a transparência são fundamentais. para alcançar nossos ideais Mostraremos que é grande estupidez crer que as máfias continuarão no governo, como sempre. Asseguramos sem dúvida que a justiça social será o alvo de nossa ação. Apesar disso, há idiotas que imaginam que se possa governar com as manchas da velha política. Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que se termine com os marajás e as negociatas. Não permitiremos de nenhum modo que nossas crianças morram de fome. Cumpriremos nossos propósitos mesmo que os recursos econômicos do país se esgotem. Exerceremos o poder até que Compreendam que Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE:
Basta ler o texto acima, DE BAIXO PARA CIMA....
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h52
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FRASE DO DIA
"Achar que tem grandes poderes traz grandes irresponsabilidades".
Anônimo sobre toda a polêmica do menino-aranha.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h52
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Petróleo mostra que 'Deus pode mesmo ser brasileiro'
Do "The Economist"
Reportagem publicada na edição desta semana na revista britânica "The Economist" comenta a descoberta do campo de petróleo de Tupi, na costa do Brasil, num país já farto em recursos naturais, afirmando, com ironia, que "Deus pode mesmo ser brasileiro, afinal". "As florestas do Brasil são maiores do que as de qualquer outro. Seu solo é tão fértil que algumas árvores chegam à plena maturidade mais rápido do que as pessoas. Debaixo de seu solo há enormes depósitos minerais que são a matéria prima para o crescimento chinês de dois dígitos. O Brasil já está no caminho para se tornar uma superpotência da energia alternativa", diz a revista.
"E como se provasse o dito popular de que 'Deus é brasileiro', agora parece que há bilhões de barris de petróleo a mais do que se pensava antes sob as águas profundas da costa brasileira", diz a reportagem. A "Economist" observa que a exata dimensão do novo campo ainda é desconhecida, mas que se as estimativas da Petrobras estiverem corretas, já seria maior do que todas as reservas da Noruega e representam a segunda maior descoberta de petróleo no mundo em duas décadas.
A reportagem relata as dificuldades técnicas para a extração do petróleo de Tupi, debaixo de uma grossa camada de sal, mas afirma que "é razoável assumir que a economia brasileira e sua moeda terão um reforço quando o petróleo começar a fluir, como é esperado, em 2010". "A descoberta pode também mover a balança de poder na América do Sul mais ainda em favor do Brasil", diz o texto "Já auto-suficiente em petróleo, o Brasil deve agora se tornar um exportador significativo. Isso pode reduzir a influência na região do rico em petróleo presidente da Venezuela, Hugo Chávez", afirma.
A revista comenta, porém, que "em meio à euforia", houve suspeitas sobre o momento escolhido para o anúncio da descoberta da Petrobras. "Menos de uma semana depois, a companhia anunciou resultados financeiros ruins, com um lucro 22% mais baixo comparado com o mesmo trimestre do ano anterior", diz o artigo. A revista observa ainda que a Petrobras também enfrenta "crescentes dificuldades para suprir gás natural às usinas termelétricas, especialmente desde a quase-nacionalização dos seus campos na Bolívia, no ano passado". "Algumas pessoas vêem o anúncio sobre o campo de Tupi como uma tentativa de desviar a atenção sobre isso", diz o texto.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h51
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