Mesmo com todo esquema de segurança feito para a passagem de Condoleezza Rice pela Bahia, um menino conseguiu driblar os homens fortemente armados da Polícia Federal (PF), Polícia Militar (PM) e de Agentes do Serviço Secreto Americano.
O garoto pediu um R$ 1,00 à secretária de Estado norte-americana na porta da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho. Como não sabia de quem se tratava, falou em italiano com a autoridade norte-americana. Os agentes logo isolaram o local.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 12h01
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FRASE DO DIA:
“A desunião em um edifício é ruína. Em um navio é naufrágio. Em um Exército é derrota… E os mais fortes muros de uma nação não são os de pedras ligadas, mas os de corações unidos…”
Padre Antônio Vieira, demonstrando que pelo menos no longínquo século XVII ser religioso não era, necessariamente, sinônimo de ser imbecil.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h59
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ESSA EU GANHO FÁCIL!
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Muito se fala em bom atendimento ao consumidor, e na importância de blogs e redes sociais para alcançar esse ideal de relacionamento com o cliente. Mas o que dizer de maus clientes? O que dizer de gente que revela aos atendentes seus segredos mais obscuros, fazem perguntas embaraçosas e exigências absurdas?
Pensando nesse tipo de interações bizarras, que fazem parte do dia-a-dia dos profissionais de atendimento, a empresa americana Interactive Intelligence lançou um concurso convidando os agentes de contact center a enviarem suas histórias mais absurdas. Quanto mais bizarras, estranhas, sem sentido e/ou exageradas, melhor.
O vencedor do concurso "Outrageous Interactions" ("interações ultrajantes") vai ganhar uma viagem para o Hawaí, com direito a acompanhante. Outros participantes podem receber prêmios em dinheiro.
O concurso é aberto a agentes e gestores de contact center do mundo todo. As histórias devem ser escritas em inglês, limitadas a um máximo de 500 palavras, e podem ser baseadas em interações com o cliente por meio de telefone, e-mail, carta ou chat online.
O prazo para inscrições vai até 31 de agosto de 2008. O nome do vencedor será revelado em 30 de setembro. Para enviar uma história ou saber mais sobre o concurso, visite www.outrageousinteractions.com. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h58
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FAIXA DE ISENÇÃO
De 1996 a 2008, a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física caiu de 8,04 salários mínimos para 3,33 salários mínimos. É isso o que mostra pesquisa da auditoria Ernst & Young, que previu o retorno ao patamar, com base no ajuste de 4,5% ao ano, apenas em 2027 - daqui a pouco menos de 20 anos.
"Neste ano, a mesma parcela da população que era isenta há 12 anos paga a alíquota máxima", comentou a entidade no documento de divulgação do estudo.
Alíquotas
Para a temporada de declaração do IR 2008, que foi iniciada em 3 de março, é utilizada a tabela de 2007, cujas alíquotas são de 15%, para rendimentos entre R$ 1.313,70 e R$ 2.625,12, e de 27,5%, para acima desse patamar.
Já em 2008, as alíquotas do IR são de 27,5% àqueles com renda acima de R$ 2.743,25 e de 15% para quem recebe entre R$ 1.372,82 e R$ 2.743,25. Vale lembrar, no entanto, que, para efeito de Declaração de Ajuste Anual, essas alíquotas só serão utilizadas na declaração do IR 2009.
"Atualmente, a taxa máxima é cobrada sobre rendimentos a partir de 6,6 salários. Em 1996, o valor máximo era cobrado sobre rendimentos a partir de 16 salários mínimos", continuou a entidade.
Maior da América do Sul
O mesmo levantamento mostrou que a classe média brasileira é a que paga mais Imposto de Renda em oito países da América do Sul analisados. Os demais países com maiores alíquotas - mas, mesmo assim, que ficam abaixo do Brasil - são Argentina (27%), Colômbia (19%), Peru (15%) e Bolívia (13%).
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h58
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PADRÃO DE CONSUMO
BC: 77% dos brasileiros fazem pagamentos em dinheiro
Levantamento realizado pelo Instituto Datafolha a pedido do Banco Central revela que 77% dos brasileiros declararam usar o dinheiro em espécie para pagar dívidas e compras, sobretudo as de baixo valor, tais como os gastos em padarias e mercadinhos.
No entanto, à medida em que o gasto vai ficando mais elevado, como a compra de eletrodomésticos ou roupas e calçados, diminui o percentual da população que usa o dinheiro como forma de pagamento.
A pesquisa foi feita com 2.041 pessoas, de todas as capitais brasileiras, em outubro de 2007. Assim como o estudo realizado em 2005, o objetivo era avaliar como a sociedade utiliza o dinheiro. Desta maneira, o BC pode extrair elementos para futuras campanhas sobre o cuidado que se deve ter com o dinheiro.
63% guardam dinheiro na carteira
De acordo com os resultados apurados, 63% da população brasileira utiliza a carteira para guardar o dinheiro, percentual que era de 61% na pesquisa anterior. Além disso, 10% deixam as cédulas soltas na bolsa; 7%, em compartimentos dentro da bolsa; 5%, em carteirinhas dentro da bolsa; e 2% em porta-níqueis.
Ainda segundo o levantamento, 30% dos entrevistados disseram que guardam as moedas no bolso. Já outros 26% responderam que as armazenam na carteira e 29%, em porta-níqueis. Em 2005, 29% afirmaram que deixavam as moedas no bolso, 23% na carteira e 35% em porta-níqueis.
Em relação ao estado de conservação das cédulas, a população brasileira considera importante que as mesmas não estejam rasgadas, sendo que as notas de maior valor, como as de R$ 100 e de R$ 50, são consideradas em melhor estado de conservação.
Média de R$ 20 transportados por dia
Diariamente, a maioria dos entrevistados costuma levar valores médios de até R$ 20, elegendo as notas de R$ 10 e R$ 5 como as preferidas. A preferência contrasta com a disponibilidade, uma vez que as notas de R$ 5 são encontradas em apenas 11% dos terminais disponibilizados pelos bancos.
Entre as moedas, a faixa de maior concentração de uso está entre R$ 1 e R$ 2: cerca de 28% dos entrevistados declararam levar esse valor diariamente. No entanto, chama a atenção o crescimento do valor médio de moedas portadas diariamente, de R$ 3,18 em 2005 para R$ 3,64 em 2007.
Por outro lado, os entrevistados declararam que de cada 10 moedas que recebem, 75% são usadas no dia-a-dia, sendo que 54% afirmaram que as moedas ficam guardadas em casa por, no máximo, uma semana.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h56
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Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h00
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FRASE DO DIA:
"Se a vida lhe der um limão, não peça só açucar.
Exija também um pouco de sal e muita tequila!"
Fernando Lopes, guru em embalagem pocket
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h00
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UOL - Seu amigo Axl Rose já declarou que cantar em "Angel Down" foi a "coisa mais maneira que alguém lhe pediu em muito tempo". E, você sabe, faz bastante tempo que não ouvimos Axl cantando novas canções. O que foi para você tê-lo em três músicas em seu novo disco? Sebastian Bach - Significa para mim que eu amo dizer "vá se danar" a quem diz que Axl é um recluso, que não lança músicas novas ou que está escondido em sua casa - besteiras desse tipo. Sempre que leio essas coisas, fico nervoso porque o conheço e ele não é a droga de um misantropo. Estivemos na estrada por dois anos e simplesmente amo conceder entrevistas para dizer que, se você quer ouvir Axl cantando em 2007, então pode comprar "Angel Down" e ouvi-lo em três canções. É como se fosse um CD novinho em folha, pois foi para as lojas há poucos meses. E quando leio notícias de jornalistas como Mick Wall (autor de "W. Axl Rose: The Unauthorized Biography", de 2008) lançando livro apenas sobre suas esquisitices, eu digo: 'dane-se, Mick Wall! Aqui está um novo CD com Axl cantando material novo'. E isso é o que amo ser capaz de provar às pessoas: ele lança coisas novas. Há muitos executivos envolvidos em tudo o que cerca "Chinese Democracy". Não é apenas Axl dizendo "não vou lançar isso", é como se houvesse muita gente com seus dedos na torta ou como se a situação estivesse além de seu controle, a este ponto. Por isso, é bastante satisfatório ter "Angel Down" nas lojas, à disposição de quem queira ouvir Axl cantando em 2007.
UOL - Em minha opinião, o comportamento solitário de Axl Rose é apenas uma reação à super-exposição que ele teve nos anos 90. Você concorda com isso? Bach - Sim, acho que você está certo. É difícil ser ele porque todos o tratam como um deus e não apenas como um ser humano. Eu vi isso acontecer um milhão de vezes. Nos bastidores dos shows, as pessoas chegavam e ficavam completamente enlouquecidas só porque estavam na mesma sala que ele. Já o ouvi dizer alguma coisa e vi pessoas elaborando o que falar, apenas para que Axl gostasse delas. Mas não são honestas, você me entende? E eu sou sempre um cara do tipo de peito aberto, o trato como um cara normal, mas até mesmo eu me surpreendo, pois ele é um cara muito intenso. Tem uma personalidade muito única como Jim Morrison ou algo do tipo. Não há muita gente --ou melhor, ninguém, na verdade-- que eu possa imaginar que tenha a mesma presença que Axl. Ele é um indivíduo sem igual.
UOL - Você concorda que Axl Rose é apenas um cara normal vivendo longe dos holofotes da mídia hoje em dia? Bach - Eu não acho que ele seja um cara normal, Axl é diferente da maioria das pessoas. Não precisa fazer nada quando caminha em cima do palco. Eu corro, balanço a minha cabeça e Axl simplesmente anda, depois fica parado e o prédio todo explode. É muito esquisito! Só vendo! O mais próximo que posso pensar é em Jim Morrison, do Doors. Obviamente eu era muito jovem para ter assistido ao Doors ao vivo, mas quando vejo antigos filmes de Jim Morrison, aquilo é na real o que Axl se parece no palco. Não sei como explicar, definitivamente é algo que precisa ser visto...
UOL - É algo como a mística do rock'n roll... Bach - Sim, ele é definitivamente misterioso. Não sei como explicar. Eu faço toneladas de entrevistas, enquanto ele concede nenhuma. E quando Axl faz um show, a cidade inteira vai vê-lo (rindo)! É muito louco isso!
UOL - Você se importaria em nos falar um pouco mais sobre a participação especial de Axl Rose em "Angel Down"? Essas três canções -- "Back In the Saddle", "(Love is) a Bitchslap" e "Stuck Inside") estão entre as melhores de seu novo álbum. Bach - Sim, Axl canta "(Love is) a Bitchslap", o cover do Aerosmith "Back in the Saddle" e "Stuck Inside" e fez um bom trabalho. Acho que minha preferida é essa última. No final, harmonizamos nossas vozes e ele soa como um demônio, apenas gritando alto, de uma forma pesada e bacana. Sou muito orgulhoso disso. É como minhas músicas favoritas do Guns'n Roses, "My Michelle" e "Rocket Queen", me refiro ao lado realmente pesado da banda. Eu amo ouvi-lo cantar metal.
UOL - Você cantou uma canção chamada "Sorry" no álbum "Chinese Democracy". Como foi para você se juntar ao Guns'n Roses neste tão esperado álbum? Bach - Foi legal cantar a música "Sorry" e, lamento, eu não faço idéia de quando o álbum será lançado!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h58
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INTERROGATÓRIO
Quando você for prestar depoimento em um Tribunal, tente ter o tirocínio deste policial. Ele estava sendo interrogado, e o advogado de defesa tentava abalar sua credibilidade:
Advogado: - Você viu meu cliente fugir da cena do crime?
Policial: - Não senhor. Mas eu observei logo em seguida um elemento com a descrição do criminoso correndo a algumas quadras de distância.
Advogado:- E quem forneceu a descrição do criminoso ?
Policial: O policial que chegou primeiro no local do crime.
Advogado: - Um colega policial forneceu as características do suposto criminoso.
Você confia nos seus colegas policiais ?
Policial: - Sim senhor. Confio a minha vida.
Advogado: - A sua vida? Deixe-me fazer uma pergunta. Na sua delegacia tem um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar ?
Policial: - Sim senhor, temos um vestiário.
Advogado: - E vocês trancam a porta com chaves?
Policial: - Sim senhor, nós trancamos.
Advogado: - E o seu armário, também tranca com cadeado?
Policial: - Sim senhor, eu tranco.
Advogado: - Por que então policial você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você é o mesmo colega a quem você confia sua vida?
Policial - Veja bem doutor, nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.
A platéia irrompeu-se em gargalhadas, e a sessão foi suspensa.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h57
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Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h55
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DIÁLOGO NERD DO DIA:
Ganesha diz:
Hey! Precisamos jogar esse jogo dos zumbis no modo cooperativo!
Bip diz:
assim que o senhor fizer seu upgrade!
Ganesha diz:
em 2009...
Ganesha diz:
Qual arma vc iria querer usar no jogo dos zumbis ?
Bip diz:
lanca chamas seria uma boa...
Ganesha diz:
um M-60 tb
Ganesha diz:
com MUUUUUUUUUUUUUITA munição
Ganesha diz:
Uma 12 tb tem o seu lugar...
Ganesha diz:
Uma sniper tb poderia ser divertido...
Bip diz:
no alto de um campanario...
Bip diz:
com pombas voando em camera lenta...
Ganesha diz:
com uma porta BEEEEEEEEEEEEEEM fechada
Bip diz:
hahaha
Bip diz:
tu chegou a jogar algum diablo?
Bip diz:
o I ou o II
Ganesha diz:
nah
Ganesha diz:
Não curto muito esses RPGs
Bip diz:
mas ele nao eh um rpg tipico
Bip diz:
ele eh do genero "hack n slash"
Ganesha diz:
significando...
Bip diz:
basicamente, "matar e pilhar"
Bip diz:
o personagem enfrenta hordas de demonios, esqueletos, monstros, e todos geralmente deixam cair dinheiro, itens magicos
Ganesha diz:
Mas esqueletos não tem bolsos para carregar dinheiro...
Bip diz:
ai voce volta pra cidade e com a grana compra mais armas, armaduras, pocoes, e se diverte muito com isso
Bip diz:
diablo II eh um classico
Ganesha diz:
Aliás, para q *diabos* exatamente demonios, esqueletos, monstros carregam dinheiro ?
Ganesha diz:
Esse jogo não faz sentido algum!
Bip diz:
engracado, que no manual fala justamente disso!
Ganesha diz:
kkk... Eu sabia!
Bip diz:
ta escrito la, "alguns se perguntam qual o proposito de tais seres carregarem qualquer riqueza material, provavelmente eles se apegaram a tais itens, ja que os guardam durante seculos, apesar de nao saberem para que servem nem seu real valor..."
Ganesha diz:
Vc defitivamente "devia se divertir mais, Clarice..."
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h53
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CARTÃO DE CRÉDITO À VISTA
O lojista pode negar o desconto à vista para quem paga com cartão de crédito?
Não. As compras pagas com cartão de crédito devem ser tratadas da mesma maneira que as compras à vista. Em outras palavras, se a varejista anunciou uma promoção na qual oferece desconto para o pagamento à vista, esse preço deve ser oferecido também no caso da compra ser paga com cartão de crédito.
Caso o varejista se negue a oferecer o desconto na compra com cartão, o consumidor pode registrar reclamação junto ao Procon ou pedir a Justiça que condene a varejista a conceder o referido desconto. Também é possível encaminhar uma denúncia ao Procon pedindo que seja aplicada sanção administrativa contra a varejista.
O objetivo da sanção administrativa, que é uma penalidade aplicada pelo Poder Executivo (Municipal, Estadual ou Federal) contra a empresa que infringe um direito do consumidor (ver artigos 56 a 60 do Código de Defesa do Consumidor), é intimidar o infrator a não agir mais desta forma, e não indenizar o consumidor. Assim, a sanção pode implicar em multa para a empresa ou, nos casos mais graves, a suspensão das atividades.
Fonte: Infomoney
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h41
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ESSA CAI NA PROVA!
A questão abaixo caiu na prova do ITA do ano passado, portanto aí vai um exemplo para os que almejam estudar nas melhores universidades do país, ok?
Pura matemática.
Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho Daqui a seis anos a mãe terá uma idade 5 vezes maior que o filho.
Pergunta: Onde está o pai agora?
Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta. Por mais incrível que pareça a resposta é dada pela matemática. Solução:
Analisando hoje: Adotamos a idade da mãe como sendo = Y anos. Adotamos a idade do menino como sendo = X anos. Portanto, como a mãe é 21 anos mais velha, temos: Y = X + 21 Daqui a 6 anos, ou seja : ( Y + 6 ) e ( X + 6 ) Daqui a 6 anos a mãe terá idade 5 vezes maior que a do filho, ou seja: Y + 6 = 5 ( X + 6 ) Resolvendo a equação, temos: Y + 6 = 5 X + 30 Y = 5X + 24 Se substituirmos o valor acima de Y na primeira equação (Y = X + 21),
teremos: 5X + 24 = X + 21
5X - 1X = 21 - 24
Logo: 4X = -3 X = -3/4 O menino tem hoje -3/4 anos, ou seja, - 9 meses (menos nove meses!!).
A resposta é lógica:
Se o menino tem exatos menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses, então: Resposta do problema proposto:O pai está comendo a mãe enquanto você esquenta a cabeça.
Brilhante!!!!!!!!!!!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h40
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A VANI É FODA - PARTE 2
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h31
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ENTREVISTA DO DIA: JOÃO GORDO
"Meninos de agora são uns intolerantes"
Medíocres, ignorantões, equivocados. João Gordo não mede palavras para qualificar os punks brasileiros de hoje -os mesmos que o acusam de traição e que engrossam passeatas contra o governo de Fernando Henrique Cardoso, a globalização, os corruptos e a miséria.Na entrevista que concedeu à Folha há duas semanas, em São Paulo, o cantor atacou muitas das atitudes incorporadas pelos jovens representantes do movimento. Condutas que, ironicamente, o próprio João já adotou.
Folha - João, como você avalia hoje o movimento punk no Brasil? João Gordo - Hoje, mano, o movimento punk do Brasil é medíocre. Bem pior que o do meu tempo, tá ligado? Experimente rodar pelo centro de São Paulo. Você ainda verá aqueles seres horrendos, usando jaquetas de napa e cabelos espetados.
Folha - Seres horrendos, João? Na década de 80, você se vestia de modo parecido. Gordo - Eu sei. Só que éramos diferentes. Íamos atrás de informação. Trocávamos discos e idéias com punks de outros países, da Alemanha, da Finlândia. Os meninos de agora não passam de uns ignorantões, que se proclamam anárquicos, libertários, mas são tão intolerantes quanto qualquer fascista, tá ligado? Há exceções, claro. A maioria, porém, adora posar de polícia ideológica. Basta alguém se destacar, lançar CD, arrumar umas turnês para eles tacharem de traidor, capitalista, playboy. Os caras de hoje são intransigentes.
Folha - Vocês também eram. Gordo - É... Eu era mesmo um grande filho da puta, mano. Radicalzão. Acontece que, nos anos 70 e 80, a gente estava na época certa, entende? Por mais toscos que fôssemos, espelhávamos exatamente o que acontecia aqui e lá fora. Hoje os caras vivem um tremendo mal-entendido. Não sei qual é a dos moleques. Eles fazem protesto em Brasília, atiram pedra, mas, quando você pergunta o porquê de tanto quebra-quebra, não sabem responder. Só sabem que têm de "potrestá". "Eu quero potrestá!" [imita o sotaque nordestino" Os caras estão equivocados. Acreditam em utopia. Imaginam que irão mudar o mundo.
Folha - Insisto, João: vocês também imaginavam. Gordo - Certo. Mas o tempo passa, tá ligado? E você se adapta. Esses caras de agora pensam o quê? Falam contra o capitalismo, só que é tudo ladainha. Precisam do capitalismo. Sem o capitalismo, não sobrevivem. Vão comer bosta? Aposto que os moleques ainda moram com as mães e se tornaram um peso para as velhas. Marmanjo morando na casa da velha... Eu, mano, deixei de ser trouxa. Estou na correria e não vou patinar na merda como eles. Podia continuar radical e fodido. Não vou. Quando você fica mais adulto, acaba maleando um pouco.
Folha - Em resumo, você quer dizer que ser punk é coisa de jovem? Gordo - Praticamente, cara, praticamente.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h30
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BRASIL 2008 = CHILE 2006
Chile vive um dilema invejável: dinheiro demais
SANTIAGO (Reuters) - A nova presidente do Chile, Michelle Bachelet, enfrenta o seu primeiro grande teste político, que muitos considerariam invejável: excesso de dinheiro proveniente das exportações de cobre. Líderes da oposição, vinícolas e fruticultores querem que Bachelet contenha uma inundação de dólares do setor minerador que fortalece demais o peso chileno, o que pode ser desastroso para muitos exportadores.
"Não podemos nos sentar e esperar o desastre ocorrer, o que vai acontecer se o nosso setor agrícola continuar sendo atingido dessa forma", disse o senador Juan Antonio Coloma, da União Democrática Independente, à Reuters. O Chile, um país de 16 milhões de habitantes, uma das economias mais prósperas da América Latina, é o maior produtor mundial de cobre, metal cujo preço atingiu preços estratosféricos devido à demanda da China para o uso na construção e em usinas elétricas.
Além de valorizar o peso, o encarecimento do cobre deixou o Chile com um grande superávit orçamentário e a possibilidade de reduzir a sua dívida.
Isso é ótimo para os consumidores que aproveitam os bons preços dos produtos eletrônicos, mas o peso forte é desastroso para os exportadores de vinho, uvas de mesa, frutas e salmão, cujas vendas, em dólar, valem cada vez menos em moeda local. As vinícolas estão freando seu investimento, e o bilionário setor das uvas de mesa diz que milhares de empregos estão ameaçados e que os produtores perderão mais de mil dólares por hectare neste ano devido à cotação do peso, a maior em quase seis anos.
"Vemos uma total falta de sensibilidade por parte das autoridades econômicas. Não acredito que tenham qualquer interesse em tomar medidas mais drásticas para corrigirem o problema", disse Luis Schmidt, presidente da Federação de Produtores de Frutas, à imprensa local. O senador Coloma defende que o governo deposite os dólares do cobre no exterior, de modo a não influir na cotação do peso chileno. Outra medida defendida por ele para conter a ascensão da moeda é permitir que os fundos de pensão chilenos invistam mais no exterior.
O governo e o Banco Central são muito cautelosos em intervir no câmbio. Isso é típico do Chile, um país austero e fiscalmente conservador, cuja lei obriga o governo a gastar em épocas de vagas magras, estimulando a economia, e poupar nos períodos mais favoráveis, para controlar a inflação. Bachelet afirma que não cederá à tentação da gastança, mas não diz o que fará com o peso sobrevalorizado.
"É o primeiro grande desafio dela, porque ela normalmente trabalha por consenso e agora tem de mostrar que tem uma opinião e a defenderá, pois está ouvindo opiniões contraditórias [dos seus ministros]", disse Patricio Navia, cientista político da Universidade de Nova York. Ele prevê que Bachelet seguirá a linha não-intervencionista defendida por seu ministro das Finanças, Andrés Velasco, o que lhe valerá "críticas dos pequenos exportadores, aqueles que ela diz estar lá para ajudar, e que estão sofrendo bastante".
Juan Carlos Sepúlveda, outro líder dos fruticultores, disse que o governo deve cuidar dos 13.800 produtores do setor, que geram 420 mil empregos diretos -- muito mais que a mineração, que gera 50 mil empregos e 2 bilhões de dólares em exportações por ano. "O governo continuou dizendo que isso seria passageiro, mas o cobre continua subindo", disse Sepúlveda.
Os chilenos dizem que o governo deveria investir parte do superávit em educação e tecnologia, embora temam que gastos desenfreados provoquem inflação. "Tenho a sensação de que há muito dinheiro e não está sendo investido, não se sabe o que o governo está fazendo com ele", disse a consultora financeira Verónica Werner, 38, numa pausa para fumar em frente ao seu escritório.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h30
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TEM DE QUÊ ?
Polícia americana detém quadrilha que vendia cocaína com sabores
O Departamento Antidrogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês) anunciou nesta terça (11) a detenção de três homens em posse de aproximadamente 700 gramas de cocaíca com sabores, 3,17 quilos de cocaína comum, 1,13 quilo de crystal meth (metafetamina) e cinco armas.
Após uma investigação de dez meses, agentes do DEA detiveram Gustavo Bañuelos, 47, Eduardo Rosillo, 27, e Samuel Nungaray, 23.
A América do Sul tem como maior desafio na área de segurança o tráfico de drogas, e seu combate exige ações conjuntas e "solidárias" dos países mais fortes economicamente. É o que analisa o especial da BBC Brasil sobre a região. Para o ministro da Justiça, Tarso Genro, a recente ação colombiana contra as Farc abriu um "precedente perigoso" no continente
Parte da cocaína apreendida estava em pacotes com sabores de morango, limão, coco e canela. O valor de toda a droga encontrada foi estimado em US$ 272,4 mil (cerca de R$ 459 mil).
Um agente do DEA, Gordon Taylor, criticou a prática dos narcotraficantes de acrescentar sabores artificiais à cocaína para induzir os jovens a prová-la. "A cocaína continua sendo cocaína, mas uma sentença carcerária continuará sendo uma sentença carcerária, não importa que sabor coloquem nela", acrescentou Taylor.
Da investigação que levou à prisão do grupo, que atuava na Califórnia, participaram agentes do DEA, do FBI (polícia federal americana) e autoridades municipais e estaduais. Caso sejam declarados culpados, os três traficantes poderão pegar penas de cinco a 40 anos de prisão e serem multados em US$ 2 milhões (cerca de R$ 3,37 milhões).
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h29
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COMO INVESTIR BEM!
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1.000,00 em ações da Nortel Networks, um dos gigantes da área de telecomunicações, hoje teria R$ 59,00! Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1.000,00 em ações da Lucent Technologys, outro gigante da área de telecomunicações, hoje teria R$ 79,00! Agora, se você tivesse, em janeiro/2006, gasto R$ 1.000 ,00 em Skol (entenda em Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudo e vendido somente as latinhas vazias, hoje teria R$ 80,00!!! Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando Sentado e bebendo cerveja o dia inteiro... MAS É IMPORTANTE LEMBRAR, QUEM BEBE VIVE MENOS:
a) Menos triste; b) Menos deprimido; c) Menos tenso; d) Menos puto da vida!
Pensem nisso... e... Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h26
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A VANI É FODA - PARTE 1
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h11
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Bens dos inadimplentes já podem ser penhorados na hora
Os bens de quem possui processos julgados pelo não-pagamento de cheques, notas promissórias, cartões de crédito, empréstimo pessoal e duplicatas já podem ser penhorados no mesmo dia em que o valor da dívida for definido, por meio da chamada penhora on-line.
Desde o último dia 29, está funcionando o sistema Bacen Jud 2.0, do Banco Central, que permite, entre outras coisas, que os juízes obtenham dados bancários de pessoas físicas e jurídicas e transfiram valores bloqueados para contas de depósito judicial. Anteriormente, a penhora dos bens levava, no mínimo, 15 dias para ser concretizada.
Preocupação da OAB-SP
Em decorrência do número cada vez maior de magistrados utilizando o Bacen Jud, o presidente da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil - Secção de São Paulo), Luiz Flávio Borges D'Urso, editou a Portaria 118/2008, criando a Comissão de Estados do Sistema Bacen Jud.
A entidade também notificou ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sua preocupação quanto ao uso das novas tecnologias da informação, que não devem desconsiderar a necessidade de segurança jurídica das pessoas e empresas.
Para a OAB-SP, a consulta de saldos e extratos dos cidadãos e empresas não pode configurar quebra de sigilo bancário. "Defendemos a informatização processual, o uso de ferramentas que agilizem o trâmite de ações, mas não pode haver atropelos aos direitos basilares do cidadão", avalia D'Urso.
Problemas relatados
Além disso, segundo o presidente da OAB-SP, são constantes as denúncias que a Seccional Paulista da OAB vem recebendo de problemas causados pelo uso do sistema Bacen Jud. Entre eles, está a duplicidade de bloqueios judiciais de contas e aplicações financeiras de uma mesma pessoa.
Há também bloqueios simultâneos relacionados a uma mesma dívida sobre contas e aplicações financeiras, a perda de remuneração das aplicações financeiras bloqueadas em excesso e a falta da mesma rapidez praticada no bloqueio, quando se trata de desbloqueios dessas mesmas contas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h10
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(Dispõe sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei no 5.869, de 11 de janeiro de 1973 – Código de Processo Civil; e dá outras providências. Publicada no DOU de 20.12.2006 - Mensagem de veto)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h09
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EM BREVE
Na sessão ordinária da 2ª Câmara Cível, hoje pela manhã, na Sala de Sessões 4, do Tribunal de Justiça, foram julgados 66 processos em pauta e seis fora de pauta, envolvendo ações de alimentos, despejo, reintegração de posse, reparação de danos, busca e apreensão, revisional de contrato, mandado de segurança e indenização por dano moral e material, dentre outros.
Presidida pela desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, a sessão também contou com a participação dos desembargadores Lourival Trindade, Clésio Rômulo Carrilho Rosa, Lealdina Torreão e Maria José Sales Pereira e dos juízes substitutos Aracy Lima Borges, Edson Ruy Bahiense Guimarães, Renato Marques, Gardênia Duarte, José Marques Pedreira e Aldenílson Barbosa dos Santos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h08
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BRASILEIROS SOFREM PARA ENTRAR NA ESPANHA
da Folha Online
Faz tempo que os brasileiros sofrem para entrar na Espanha, de acordo com a jornalista Dalva Aleixo Dias, que conclui uma tese de doutorado pela Universidade de La Laguna, na Espanha, sobre a imagem dos brasileiros na imprensa espanhola. "Quantas pessoas foram maltratadas antes que essas histórias mais recentes fossem publicadas? Isso só veio à tona porque, agora, há universidades por trás."
Na semana passada, dois mestrandos foram barrados ao passar por Madri (Espanha) com destino a Lisboa (Portugal). O caso detonou um mal-estar entre Brasil e Espanha no que diz respeito à imigração.
Segundo Dias, no período em que ela morou na Espanha, entre 1996 e 1999, a imprensa espanhola publicou casos de uma brasileira estuprada pelos policiais da imigração e de um brasileiro que não agüentou a pressão da investigação para entrar no país - que já durava dois ou três dias - e se enforcou, no aeroporto.
No mesmo período, Dias afirma que teve a sua permanência no país ameaçada após um bate-boca com um funcionário do setor de imigração - ele mandou que ela voltasse "de vez" para o Brasil - e teve a filha de 5 anos empurrada escada abaixo por um grupo de colegas de escola que, havia alguns dias, a chamavam de "porca americana".
Ela conta que os espanhóis mantêm um estereótipo de que os brasileiros ou são do mundo do espetáculo (profissionais de capoeira ou samba) ou da prostituição. "Depois de um tempo, convencidos de que eu era diferente, arrumaram uma maneira de me 'espanholar'. Eu passei a ser 'Dalba' e não 'Dalva'; 'Alexio' e não 'Aleixo'; 'Diaz' e não 'Dias'. E se você é branco e tem ascendência européia, não é considerado brasileiro. É um europeu que, por acaso, nasceu no Brasil. Daí, vale a lei do sangue."
Para Dias, o preconceito contra os brasileiros é conseqüência da péssima imagem do país no exterior. "Para eles, nós sempre fomos um destino exótico no qual nós éramos os selvagens e eles, os evoluídos. De repente, na década de 80, eles se tornaram o destino, entraram numa crise financeira e se sentiram invadidos. O imigrante, fragilizado, virou bode expiatório para justificar o que eles não conseguem resolver."
De acordo com a pesquisadora, na análise da imprensa espanhola, ela concluiu que, lá, a vida dos brasileiros "não vale nada". "Se uma brasileira é morta, ela seduziu alguém e foi um crime passional. Se um brasileiro é morto, ou ele era homossexual e seduziu alguém - e foi crime passional - ou ele era traficante - e foi queima de arquivo."
Dias afirma que a má imagem é fruto, principalmente, de uma propaganda institucional ruim; das histórias de violência que a imprensa brasileira passa à européia; e da vantagem que os espanhóis levam no mercado turístico, quando depreciam o Brasil. "Nas ilhas Canárias, eles patentearam a marca Carnaval e contrataram brasileiros para ensinar a sambar, costurar fantasias e compor sambas-enredo. Eles, agora, dizem que têm o segundo maior Carnaval do mundo, com a vantagem da segurança."
Tratado
Nos últimos dez anos, a situação melhorou, na opinião da pesquisadora. Ela afirma que, cada vez mais, os imigrantes deixam de ser vistos como "ladrões de empregos" para serem vistos como fator de impulso para a economia. "Com a entrada do capital espanhol no Brasil, nós viramos parceiros. E o Brasil tem crescido em questões políticas, diplomáticas."
O primeiro passo para a solução do problema, para a pesquisadora, seria a criação de um tratado de tratamento de imigrantes. "No Brasil, nós fazemos um esforço absurdo para falar no idioma deles, para que eles nos entendam, para que se sintam em casa. Não somos cordiais, somos quase servis. Quando chegamos lá, se você não conhece bem o idioma ou os costumes do país, eles simplesmente nos viram as costas."
Para Dias, os brasileiros não podem continuar sem proteção. "O governo precisa estar mais atento para defender os cidadãos, onde quer que eles estejam."
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h06
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VISÃO DE RAIO-X
Reino Unido produz câmera que "vê" sob as roupas
Uma empresa britânica desenvolveu uma câmera que pode detectar armas, drogas ou explosivos ocultos sob as roupas das pessoas a uma distância de até 25 metros, o que pode revolucionar o setor de segurança. A câmera T5000, criada por uma empresa chamada ThruVision, usa o que os criadores chamam de "tecnologia de imagem passiva" a fim de identificar objetos pelos raios eletromagnéticos naturais, conhecidos como terahertz ou raios-T, que eles emitem.
A câmera de alta potência pode detectar objetos ocultos a uma distância de até 25 metros, e é efetiva mesmo que as pessoas estejam em movimento. Ela não revela detalhes físicos sobre o corpo observado, e a observação não causa danos de saúde, segundo a empresa. A tecnologia, que teria aplicações militares e civis e poderia ser usada em aeroportos movimentados, shopping centers ou eventos esportivos, será revelada em uma exposição científica patrocinada pela Secretaria do Interior britânica em 12 e 13 de março.
"Atos de terrorismo abalaram o mundo nos últimos anos, e as precauções de segurança foram reforçadas", disse Clive Beattie, presidente-executivo da ThruVision. "A capacidade de identificar itens metálicos e não metálicos junto ao corpo das pessoas a uma distância de 25 metros certamente será essencial para reforçar qualquer sistema abrangente de segurança", disse.
Embora a tecnologia possa permitir detecção a distâncias superiores, também deve causar preocupação quanto ao crescente nível de vigilância na sociedade britânica, porque centenas de milhares de câmeras de TV em circuito fechado já monitoram as ações de pessoas em todo o país a cada dia. A ThruVision desenvolveu a tecnologia da T5000 em cooperação com a Agência Espacial Européia, e ao estudar as pesquisas de astrônomos sobre estrelas moribundas.
A tecnologia funciona com base no conceito de que todas as pessoas e objetos emitem níveis reduzidos de radiação eletromagnética. Os raios-T se localizam entre as bandas infravermelha e de microondas do espectro, e conseguem atravessar nuvens e paredes. A assinatura de onda varia com o material, de modo que se pode distinguir explosivos de um bloco de argila, e cocaína de um saco de farinha.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h05
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One of the features of the iPhone I wasn’t previously aware of is that the unit can be put in “airplane mode,” a safe-mode that cuts all of the wireless features of the iPhone, theoretically permitting users to keep the phone on during flights that require passengers to discontinue cell phone use. The thing is, Apple might be the only one who sees the mode as being airplane safe, as one passenger just discovered.
A passenger on ATA Airlines recently got into some hot water for refusing to turn off his iPhone during a flight to Hawaii. He was using his iPhone to watch a movie during the flight and was asked several times to shut it off because cell phones were not permitted during the flight. He argued with the flight attendant that the phone was in “airplane mode” and therefore was safe, but the attendant insisted FAA regulations require cell phones to be shut off. As you might expect, the arguing led to the passenger having a nice conversation with the authorities in Hawaii upon the plane’s landing. While the passenger was eventually allowed to go, you have to know that put a damper on the beginning of his Hawaiian trip.
It turns out, “airplane mode” is something that’s dictated by Apple and not accepted by all the airlines or the FAA. CNET points out that Apple’s webpage states that turning on airplane mode deactivates wireless features of the phone, letting the phone be used after takeoff, “if allowed by the aircraft operator and applicable laws and regulations.” It seems to me that the FAA should have approved that before Apple advertised the feature, though, especially considering cell phone usage during flights isn’t consistently enforced from company to company (and flight to flight).
Obviously, with the iPhone somewhat paving the way to the future, this is something airlines are going to have to consider, especially as the iPhone becomes less of a novelty and joins its brother and sister Blackberries and Smart Phones. For now, however, be aware that just because Apple says you can use your phone in the air, you might not actually be allowed to.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h33
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DECIFRA-ME OU DEVORO-TE
Conta a Mitologia Grega que a Esfinge, guardiã das pirâmides de Gizé, questionava os viajantes com um enigma e devorava àqueles que não conseguiam decifrá-lo corretamente.
Um dia, ela foi desafiada por Édipo e a Esfinge lhe propôs o seguinte enigma - Que criatura anda de quatro pela manhã, com dois pés ao meio dia e com três à noite? - Édipo decifrou corretamente ao responder que era o homem, que na infância engatinhava, na idade adulta andava ereto e na velhice apoiado num cajado.
Mortificada diante da correta resposta de Édipo, a Esfinge se joga de um rochedo e morre.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h32
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NOSSO CÉREBRO É DOIDO
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa. Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h32
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Conta salário dos servidores baianos será operada por banco público
05/10/2007 Fonte: Site Agecom
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O Bradesco não será mais o prestador de serviços bancários do Estado. O contrato com o atual prestador deve ser rescindido nos próximos 30 dias. O novo convênio ainda não foi firmado, mas o secretário estadual da Fazenda, Carlos Martins, afirmou que as negociações estão em fase de conclusão com o novo operador das contas bancárias do Estado. Os entendimento estão sendo realizados com uma instituição bancária pública, conforme estabelece a legislação, e deve gerar benefícios para o Estado que, com o novo contrato, poderá somar recursos da ordem de R$ 485 milhões ao orçamento estadual de R$ 17,3 bilhões para investimentos em diversas áreas.
O anúncio da mudança de instituição financeira foi feito hoje (4), pela manhã, pelo secretário Carlos Martins e pelo procurador-geral do Estado, Rui Moraes, em coletiva na sede da Secretaria da Fazenda (Sefaz), no Centro Administrativo. “O objetivo do governo ao substituir a instituição bancária é agregar valor, buscando oferta de melhores serviços”, afirmou o secretário, esclarecendo ainda que a contratação de um banco público dispensa a realização de licitação.
Martins afirmou que o valor das tarifas bancárias é um dos pontos principais da negociação, pois tem sido grande o número de servidores públicos que se queixam dos valores cobrados pelo Bradesco. “Além de negociarmos taxas diferenciadas para os servidores públicos estamos discutindo aportes financeiros para investimento em pequenas empresas, semi-árido e agricultura familiar”, afirmou o secretário.
“Para o servidor, a mudança será tranqüila”, garantiu Martins. Ele destacou também que o processo de transferência de contas para a nova instituição bancária vai possibilitar um recadastramento dos servidores. “Todo devem ficar tranqüilos quanto ao pagamento dos salários que não terá nenhuma alteração”, completou.
As negociações estão sendo feitas com o Banco do Brasil que deve passar a operar a conta de cerca de 249 mil funcionários públicos, entre ativos e inativos. O banco já é responsável pelo pagamento dos 20 mil servidores da Secretaria da Saúde (Sesab) e de outros 18 mil funcionários do estado que migraram para ele por decisão judicial ou por falta de agência do Bradesco próxima.
Dezembro
A previsão é de que, até dezembro, as contas salário dos servidores públicos já estejam sendo operadas pelo novo banco. O processo de transferência deve ser iniciado em 30 dias. De acordo com Martins, desde janeiro o governo tem reavaliado os seus contratos. No caso do Bradesco, foi detectado que, com a suspensão da Medida Provisória (MP) 2.192-70, que permitia que bancos privados operassem contas públicas, o contrato se tornou irregular. A MP já havia passado por 70 reedições.
O Bradesco passou a operar a conta estadual após a privatização do Baneb em 1999. Só que, após o vencimento do contrato inicial de cinco anos, deveria ter sido realizada uma licitação, o que não ocorreu. O contrato foi aditivado por mais cinco anos. O procurador-geral do Estado, Rui Moraes, explicou que devido à ilegalidade do contrato, o governo fica dispensado de pagar a multa rescisória prevista em cláusula.
O contrato previa que, em caso rescisão, o Estado deveria pagar ao banco uma indenização a ser calculada sobre o valor das tarifas que ele deixaria de receber até 2009, quando vencia o contrato. O Bradesco, que recebeu ontem a notificação de suspensão do contrato, tem 30 dias para recorrer.
De acordo com Martins, houve uma proposta de repactuação com o banco, mas a contrapartida de "apenas" R$ 350 milhões não interessou ao Estado. O Bradesco também não cobriu outros benefícios oferecidos pelo Banco do Brasil. “Além do processo de transferências das contas, a negociação com o BB prevê a expansão das agências para atingir 100% de cobertura no estado e o aporte de recursos”, declarou Martins. Atualmente, o Banco do Brasil possui agências e postos de atendimento em 94% do território baiano. O Bradesco cobre 98% da Bahia. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h26
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PASSAGEIRO-BORRACHA
Casal se diverte apostando em quem será retido na Espanha
Lenice e João Tadeu Morettini são agentes de viagem
Lenice Morettini, 45, observa a longa fila de passageiros que se forma diante do balcão da empresa aérea Iberia, no aeroporto de Guarulhos. Ela analisa os brasileiros na fila -pessoas de todos os tipos, vindas de várias partes do país. Todas viajarão para a espanha. "Preste atenção naquele rapaz ali", diz ela ao repórter, discretamente apontando com a cabeça. "É "passageiro-borracha", aquele que bate e volta."
O marido dela, João Tadeu Morettini, 54, concorda. "Está na cara que vai ser deportado. Pode anotar, amanhã mesmo ele já estará aqui de novo." O casal fala com conhecimento de quem trabalha há 19 anos no aeroporto internacional, prestando serviços para agências de viagens. Segundo eles, são evidências de que aquele passageiro teria intenções de viver ilegalmente na Europa: carregava só uma mala, vestia uma roupa "formal, mas deselegante" e aparentava estar tenso.
"Uma pessoa que viaja de férias ou a trabalho não se veste assim", diz João Tadeu, referindo-se ao terno sem gravata sobre a blusa de gola alta do passageiro. "Eles acham que transmitem seriedade. Mas não sabem usar roupa social.". "Olhe a malinha. Quem vai passear na Europa, com aquele frio, sem levar um monte de roupa, um bom casaco? E quem viaja leva mais de uma mala, nem que seja para trazer presentes", observa Lenice.
Outra dica: o passageiro chega com vários papéis no check-in. Como não está acostumado a viajar de avião, mostra todos os papéis que tem. Pouco depois, o casal avaliou dois jovens que chegaram apressados ao check-in. Antes disso, eles haviam passado o tempo todo encostados em uma coluna ali perto. "São "passageiros-borracha". Esperam a fila diminuir para resolver tudo logo e chamar pouca atenção", diz João Tadeu.
"Se nós conseguimos ver quem está viajando com segundas intenções, você acha que as autoridades da Europa não conseguem ver?", diz Lenice.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h13
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OPORTUNIDADE DE FICAR CALADO
Chávez poderá emergir como 'perdedor' da crise
Em uma análise sobre a trégua na crise diplomática na América do Sul, o jornal britânico The Guardian afirma em uma reportagem publicada na edição deste sábado que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pode emergir como o "perdedor, apesar da demonstração de diplomacia".
O jornal afirma que a resposta de Chávez à crise entre o Equador e a Colômbia não foi bem recebida pelos venezuelanos, que estariam "apavorados" com as atitudes do líder. Além disso, a reportagem comenta ainda uma pesquisa de opinião na qual os equatorianos e colombianos afirmaram que não receberam bem a interferência do presidente venezuelano na crise.
O Guardian ressalta também que muitos colombianos se questionam: "Por que entrar em uma briga que aconteceu na outra parte nos Andes? E por que anunciar um minuto de silêncio pela morte do comandante das Farc e não pela morte de 46 venezuelanos, vítimas de um acidente de avião na semana anterior?", afirma o jornal.
Sobre a participação de Chávez, a reportagem do Guardian afirma ainda que, durante a crise diplomática, "apesar do aparente blefe militar, não há dúvida de que Chavez estaria direcionando os eventos". Segundo o jornal, quando Correa soube da incursão colombiana no território do Equador, agiu com moderação, mas mudou de postura no dia seguinte, "quando Chavez, falando no programa Alo Presidente, ordenou a mobilização das tropas e chamou Bogotá de servente de Washington". Crédito
Com Chavez classificado como o "perdedor em potencial", o Guardian afirma que o presidente do Equador, Rafael Correa, e da Colômbia, Álvaro Uribe, provavelmente serão avaliados "com crédito" no final da crise. De acordo com a reportagem, a decisão de Uribe de atacar as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) foi popular entre os colombianos e, do lado equatoriano, a população apoiou a atitude "rigorosa e firme" do presidente Rafael Correa à incursão no seu território.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h13
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Comentário nos autos
Universal não gosta de ser chamada de *império* por juiz
A Igreja Universal do Reino de Deus resolveu se levantar contra o Judiciário. Em apelação encaminhada ao Tribunal de Justiça de São Paulo, a igreja do bispo Edir Macedo reclamou de comentário feito pelo juiz Guilherme da Costa Manso Vasconcellos, da 2ª Vara Cível do Guarujá, no litoral paulista. Ele condenou a igreja a indenizar em R$ 30 mil um motorista que se disse vítima de espancamento no interior de um dos templos da Igreja, durante a chamada sessão de descarrego.
Na sentença, o juiz mencionou a Igreja como “império” econômico. “A ré, Igreja Universal do Reino de Deus, é um verdadeiro “império” de grande poderio econômico, utilizando-se da fé das pessoas, principalmente das mais humildes, para crescer assustadoramente e enriquecer seus “colaboradores e pastores”, que passam a galgar pretensões políticas e cargos eletivos no Legislativo”, afirmou o juiz.
A manifestação deixou a defesa da IURD indignada. A advogada alegou parcialidade do juiz e disse que o comentário feito na sentença foi depreciativo à Igreja. O Tribunal de Justiça de São Paulo não aceitou a queixa da Igreja de Edir Macedo. Na opinião do desembargador Dimas Carneiro, relator do processo, o comentário feito pelo juiz de Guarujá não induz a nenhuma conclusão sobre sua alegada parcialidade. Segundo o desembargador, o trecho da sentença pinçado pela defesa não teria importância jurídica para a fundamentação da decisão de primeiro grau.
Apesar de não aceitar o argumento da defesa da IURD contra a manifestação do juiz de Guarujá, a 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal reformou a sentença e livrou a Igreja de pagar R$ 30 mil ao fiel. O fundamento foi o de falta de provas. Cabe recurso.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h11
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SEM POUPANÇA...
Poupança acelera ritmo após mudança na TR
Com maior ingresso líquido de recursos na comparação com os dados do mês anterior, a caderneta de poupança registrou em fevereiro captação líquida - diferença entre os recursos aplicados e os sacados - de R$ 1,388 bilhão no período, depois do R$ 1,184 bilhão do primeiro mês de 2008, segundo dados divulgados pelo Banco Central.
Em fevereiro, os depósitos da caderneta somaram R$ 91,837 bilhões, enquanto os resgates atingiram R$ 90,449 bilhões. Com o resultado favorável, o patrimônio líquido do investimento alcançou a marca dos R$ 240,279 bilhões.
A aplicação completa uma seqüência de 17 meses de entrada líquida, ou seja, de depósitos acima do volume de retiradas. É importante lembrar que este é o primeiro resultado que engloba as mudanças no cálculo da TR (taxa referencial), implementadas ao final de janeiro.
A decisão cautelar do CMN (Conselho Monetário Nacional) alterou a fórmula de cálculo da TR - utilizada para remunerar as cadernetas de poupança, as contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e alguns contratos de financiamento imobiliário - para garantir que as cadernetas de poupança tenham remuneração mínima de 0,5% ao mês.
A medida é considerada preventiva, pois impede uma queda forte do rendimento no futuro por conta da desaceleração dos ganhos registrada nos últimos anos. A alteração determina que, caso a TR fique negativa, ela será considerada igual a zero. Dessa forma, a caderneta de poupança terá sempre a remuneração mínima de 0,5%.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h09
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Então é por *ISSO* que as compras em meu cartão de crédito Fiat Visa me rendem 5% de desconto na compra de um Fiat 0Km...
| Consumidor brasileiro não é fiel a marcas de carro |
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A Pro Teste pesquisou a confiabilidade dos automóveis com 3.027 consumidores e 62% revelaram não ser fiel à uma determinada marca ou montadora de veículos: seus automóveis atuais não são da mesma marca que os anteriores. As marcas japonesas Honda e Toyota foram as que deram menos problemas de manutenção a seus clientes, sendo consideradas as mais confiáveis.
A japonesa Honda teve 89,5% de confiabilidade e a Toyota, 89,4%, com os modelos Honda Civic apresentando 95,0% e o Toyota Corolla 94,2%, e o Honda Fit com 92,8%. Entre os modelos fabricados antes de 2002, o Ford Escort, com 48,8%, foi o último colocado no índice de confiabilidade entre os associados da Pro Teste que participaram do levantamento.
A Pro Teste questionou quais reparos precisaram ser feitos nos carros nos doze meses anteriores ao recebimento do questionário e pontuou esses reparos de acordo com gravidade de cada resposta. Os problemas que põem em risco a vida do consumidor (como nos freios) ou que impedem o carro de andar (como no motor) tiveram o maior peso na construção do índice de confiabilidade dos veículos. Quanto mais próximo de 100, mais confiável é o veículo e menor a probabilidade de o consumidor ter que levar o carro para a oficina.
A conclusão do estudo foi que ter um carro mais caro não significa, necessariamente, se aborrecer menos com as idas às oficinas. Por exemplo, o Ford Fiesta apresentou menos problemas que o Ford EcoSport e ainda é mais barato que o seu companheiro de montadora. O mesmo acontece com os modelos da Volkswagen Fox e Polo.
Quase todos participantes da pesquisa (96%) preferem não pagar por uma garantia extra quando compram seus veículos. Itens de segurança como freios ABS e air bag só foram relatados por 20% dos pesquisados.
Alguns carros fabricados antes de 2002 conseguiram índices de confiabilidade mais elevados na pesquisa do que modelos mais recentes. Por exemplo, o índice de confiabilidade para os Corolla fabricados antes de 2002 foi mais alto que o índice de confiabilidade dos Palio Weekend mais novos. O Toyota usado tem 84,3% de confiabilidade, enquanto o Palio Weekend usado tem 53,4% e o novo 77,2%.
Para evitar distorções nos resultados decorrentes da idade dos veículos, visto que, quanto mais antigos, maior a probabilidade de apresentarem problemas causados por desgaste natural das peças, a Pro Teste apresentou o ranking de confiabilidade incluindo apenas os veículos fabricados de 2002 em diante. Nem todos os modelos presentes no mercado tiveram um número de respostas suficiente para que pudessem ser comparados estatisticamente.
Entre os veículos que fizeram parte da pesquisa, 34,2% rodam em São Paulo, 86,4% rodam em áreas urbanas, 54,2% tem seus motoristas com idade entre 35 e 55 anos, 67.7% rodam apenas com gasolina, 37% rodam entre 11 e 50 quilômetros por dia, 52,6% foram comprados de segunda mão, 54,3% foram comprados em concessionárias. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h06
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