"Estou passando por coisa que muita gente passa. Graças a Deus, tenho por trás uma TV Globo e um plano médico, além do apoio da minha família. Estou tentando ser o mais forte e guerreira que posso. Às vezes tenho medo, me emociono e choro. Mas também continuo pulando e dando risada. Se eu morrer, meu amor, vou morrer em pé e vou morrer porque o prazo de validade chegou ao fim. Mas eu não acho que vá morrer. Mas, em todo caso, se eu morrer, vou fazer o quê?"

Mara Manzan, 55, atriz que deixou a novela "Duas Caras", onde interpretava a personagem Amara, para tratar um câncer no pulmão, descoberto na semana passada. Mara será operada no próximo dia 16, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, pela equipe comandada pelo médico Drauzio Varella. Responsável pelo tratamento de Mara, Drauzio Varella é considerado um dos melhores oncologistas do país. Foi ele quem tratou o ator Paulo Autran (1922-2007), que sofria da mesma doença. Mara já enfrentou um câncer no útero há dez anos, quando resolveu parar de fumar.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h12
[]
[envie esta mensagem]

"Bancos não sabem atender baixa renda"
Uma das maiores fortunas do México, o empresário-banqueiro Ricardo Salinas Pliego, de 52 anos, desembarcou na última quarta-feira do seu jatinho particular, avaliado em US$ 36 milhões, para uma festa especial em Pernambuco: inaugurar as duas primeiras lojas do grupo Salinas no Brasil. Dono de uma rede de varejo (Elektra), de um banco (Azteca), além de seguradora, empresa de telefonia e televisão, a especialidade dele é financiar o consumo da baixa renda.
Com a promessa de investir pesado no Norte e no Nordeste e colocar no Brasil US$ 3 bilhões nos próximos três anos e 2.000 lojas em todo país, ele ganhou a simpatia do presidente Lula, que foi pessoalmente à inauguração das lojas.
Discreto, com hábitos sofisticados (fuma charuto e levou do Brasil uma mala de couro com livros de história e arqueologia), Salinas se mostrou à vontade para falar de temas que normalmente incomodam os banqueiros no país. Em entrevista em Recife, foi direto nas respostas e sutil nas críticas.
Disse que "seria um erro" o Banco Central elevar juros por causa de preocupações com a inflação e o governo adotar medidas para desacelerar a economia. Os juros no Brasil, segundo ele, são elevados e o câmbio desvalorizado porque o governo gasta muito. Criticou a regulamentação "excessiva" do mercado e alfinetou a concorrência ao afirmar que a massa de consumo popular "está mal-atendida" e que os bancos brasileiros são eficientes nas classes média e alta.
Sem cobrar tarifa, prometeu operar com taxa de juros 20 pontos percentuais ao ano menor do que a concorrência. Afirmou que a burocracia torna os os produtos até 80% mais caros do que no México, que um crescimento de 5% ao ano para o Brasil está "muito bom" e questionou as estatísticas do PIB. A seguir os principais trechos.
FOLHA - O governo ameaça restringir o crédito com medidas que poderão afetar as classes C, D e E por causa de preocupações com a inflação e o crescimento do consumo. Não é um momento ruim para o grupo Salinas, que trabalha com esse público, entrar no Brasil? RICARDO SALINAS - Não creio. Nosso mercado não está saturado de crédito. Ao contrário, o que vemos é que, no setor informal e de baixa renda, há muita necessidade que não está atendida porque os bancos tradicionais não estão prontos para esse segmento. Não viemos fazer o mesmo que os demais bancos, mas algo diferente num setor diferente. O importante é que não cobramos tarifa.
FOLHA - E como se ganha dinheiro no banco Azteca? SALINAS - Primeiro captamos recursos facilitando a poupança popular. Abrimos uma conta de poupança com R$ 5, não cobramos nenhuma tarifa e pagamos boas taxas: entre 10% e 11% ao ano. Quando reinvestimos esse dinheiro em créditos, ganhamos dinheiro. Ganhamos na intermediação, não quando prestamos serviços.
FOLHA - O grupo Salinas tenta entrar no Brasil há mais de três anos. O sr. declarou que o "sistema" não o queria aqui. O que emperrou? SALINAS - Tivemos muitos problemas burocráticos para entrar no Brasil. Acho que era necessário uma decisão política de que o Brasil queria um banco popular. Quando o presidente Lula entendeu, imediatamente agilizou tudo e o Banco Central finalmente compreendeu que era uma boa decisão.
FOLHA - Quando foi essa conversa com presidente Lula? SALINAS - Fomos a Brasília em junho do ano passado. Mas, a primeira vez que nos falamos foi quando o presidente Lula foi a Davos, há cerca de três anos. Perdemos muito tempo.
FOLHA - Houve resistência da concorrência? SALINAS - Lamentavelmente, sim. Por um lado é compreensível. Mas, por outro, não estamos no mesmo mercado. É um temor infundado. Não vamos fazer o que fazem Bradesco, Itaú e outros.
FOLHA - Por que não? Eles também tentam entrar nesse mercado. SALINAS - Mas há um mercado enorme. O nosso mercado não é uma novidade. Existe há muitos anos. Se há milhões de pessoas que ainda não estão no sistema bancário é porque eles não os interessam. Talvez quando eles virem o que fazemos, tenham mais interesse ainda. Quando o governo autoriza o banco popular, abre os olhos dos concorrentes e isso é bom para a sociedade. Os bancos tradicionais operam com as classes média e alta. Conceito de banco popular é recente e a forma de operar é diferente.
FOLHA - Quais são as diferenças? SALINAS - Mais parece um supermercado do que um banco. Se você abre uma conta de poupança, não mando para sua casa um extrato. Dou um tíquete, como se fosse o do supermercado. A responsabilidade do cliente é pagar semanalmente, e não por mês. O pagamento semanal permite uma melhor administração por parte das pessoas de baixa renda, sobretudo, o setor informal que não recebe uma vez por mês, mas dia a dia.
FOLHA - Qual a taxa média de juros das operações do banco Azteca? SALINAS - Obviamente, para um crédito de R$ 100 há custo fixo para avaliação do cliente, que faz a taxa subir. Mas, no mercado onde estamos, de R$ 300 a R$ 500, somos competitivos, e estamos 20 pontos percentuais abaixo da concorrência.
FOLHA - Não é verdade dizer que operar com baixa renda custa caro? SALINAS - Custa caro, sim. O mercado tem o bom e o mau pagador e precisamos saber distingui-los. Por isso, se o cliente pagar pontualmente terá o benefício de menor taxa. Se atrasar, são outras condições. Nossa taxa é a menor e perdemos menos de 4% de todo crédito.
FOLHA - O Azteca não é o primeiro grupo estrangeiro que vem com a promessa de baixar juros e aumentar a competição e isso ainda não se concretizou. Por que acreditar que será diferente? SALINAS - Em primeiro lugar, o maior tomador de crédito no Brasil é o governo. Se ele paga taxas altíssimas, não vai baixar os juros, é um ponto de referência. Se o governo quer baixar os juros tem de deixar de pedir e chancelar essas taxas. Número dois: os bancos estrangeiros que vieram para cá não são como a gente. Somos um banco latino. Esses outros bancos, ingleses ou espanhóis, estão orientados para setores tradicionais. O que fazemos no México parece muito com o Brasil.
FOLHA - Mas seus concorrentes estrangeiros já sabem disso também. SALINAS - Mas não estão no meu mercado. E onde estavam antes? Ninguém tem o que nós temos: 8 milhões de clientes de depósitos e 8 milhões de clientes de crédito em apenas cinco anos nesse segmento.
FOLHA - Os bancos no país bateram recorde de lucro. Banqueiros no Brasil são bem tratados pelo governo, melhor do que outros setores? SALINAS - Acho que no Brasil há muita burocracia. À medida que o governo simplificar as regulações ajudará a baixar custos. É muito custoso operar no Brasil. Nas nossas lojas, os produtos são 60%, 80% mais caros que no México porque há muita regulação que não deveria. É a mesma televisão, o mesmo computador, a mesma moto.
FOLHA - E se o BC elevar juros, como tem ameaçado, para reduzir o ritmo do crescimento? SALINAS - Acho que seria um erro muito grande o BC subir os juros. Tem de baixá-los para que a economia cresça mais. O que há é um problema de oferta, e não de demanda. Quando sobe os juros, ele [BC] faz a demanda baixar. É um erro. É preciso criar mais oferta. Aqui e em todos os países.
FOLHA - É um erro para o controle da inflação ou porque atrapalharia os negócios? SALINAS - O problema inflacionário é mundial e causado pela depreciação do dólar. As commodities subiram muito e isso beneficia o Brasil, mas também o prejudica. O problema inflacionário não é do Brasil. É do México, dos EUA, da Europa, da China. É um fenômeno mundial. Seria um erro as autoridades monetárias ignorarem os fatores mundiais. Terrível, um absurdo. É preciso distanciar-se mais da economia americana, e o Brasil pode isso mais do que o México.
FOLHA - A taxa de câmbio no Brasil está hoje no patamar ideal para a economia? SALINAS - É cara. Se o governo toma [recurso] emprestado pagando juros altos, atrai grande quantidade de fluxo estrangeiro, o que valoriza o câmbio.
FOLHA - Recentemente o sr. disse que o primeiro melhor negócio no Brasil era ter um banco, e o segundo, ter um banco mal-administrado. É fácil lucrar com juros altos? SALINAS - (risos) Sim. Tem sido um bom negócio. Se temos acesso para captar do público e simplesmente emprestar ao governo com uma margem gigante, não precisa ser nenhum gênio para fazer isso. É fácil. No México também acontece isso.
FOLHA - Então foram as altas taxas que atraíram o seu grupo ao Brasil? SALINAS - Não. Foi o potencial do mercado e a grande classe popular que há aqui, que está mal-atendida e tem muitas necessidades.
FOLHA - Crescer 5% ao ano para o Brasil é bom ou pouco? SALINAS - É muito bom. Tenho grandes dúvidas sobre a validade da metodologia [de cálculo] dessa taxa de crescimento.
FOLHA - Qual é a dúvida? SALINAS - Acho que não mede tudo o que deveria. Qual o tamanho da economia informal no Brasil? Isso não está nos cálculos. Há muitas formas de crescer: com exportação, com mercado interno, com inflação, sem inflação. Qualitativamente, o número de 5% ou 6% não reflete bem.
FOLHA - Qual a melhor forma para garantir que o crescimento se prolongue? SALINAS - Com o mercado interno. O Brasil toda vida foi um mercado exportador. Agora, o mercado interno cresce de forma mais dramática e, à parte, tem as exportações.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h11
[]
[envie esta mensagem]

Terminou prazo para bancos publicarem preços
de tarifas de serviços nas agências e na internet
Terminou ontem o prazo para que os bancos publiquem novas tabelas de tarifas de serviços bancários, que devem vigorar a partir do dia 30 de abril, de acordo com a Resolução nº 3518 e com a Circular nº 3371, editadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em dezembro passado.
O correntista deve ficar atento às novas regulamentações, que estabelecem mudanças na forma de cobrança e na padronização da nomenclatura de uma lista de tarifas consideradas prioritárias pelo Banco Central.
A nova legislação classificou os serviços prestados a pessoas físicas em essenciais, prioritários, especiais e diferenciados. Deles, alguns dos essenciais estarão isentos de cobrança de tarifas, como o fornecimento de cartão de débito e dez folhas de cheque por mês.
Os bancos também não poderão cobrar do correntista que fizer até quatro saques por mês, seja diretamente no caixa, em terminal de auto-atendimento ou por cheque; e estão isentos dois extratos mensais nos terminais, além de consultas pela internet.
Não podem ser cobradas tarifas para fornecimento de segunda via de cartão de débito; duas transferências por mês de recursos entre contas da própria instituição; compensação de cheques e fornecimento de um extrato consolidado até 28 de fevereiro de cada ano, discriminando, mês-a-mês, as tarifas cobradas no ano anterior.
No caso de conta de poupança, a instituição financeira também é obrigada a fornecer gratuitamente um cartão de movimentação e a permitir até dois saques por mês e duas transferências para conta de depósitos de mesma titularidade. Deve ainda fornecer dois extratos de movimentação do mês, sem tarifa, e um extrato consolidado anual até final de fevereiro.
A legislação do CMN limitou em 20 o número de cobranças permitidas pelos bancos.
São elas: 1- cadastro (pesquisa sobre informações da pessoa no momento da abertura da conta); 2- renovação de cadastro (atualização dos dados do cliente, cobrada no máximo duas vezes por ano); 3- segunda via do cartão de débito (em caso de furto ou outro motivo que não seja de responsabilidade da instituição); 4- segunda via de cartão de poupança; exclusão do CCF (retirada, a pedido do cliente, do nome dele do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos); 5- sustação/revogação de pagamento de cheque; 6- folha de cheque (dez por mês); 7- cheque administrativo; 8- cheque visado; 9- cheque de transferência bancária; 10- saques além do número permitido gratuitamente por mês; 11- depósito identificado; extrato de movimentação mensal além do número gratuito; 12- extrato de movimentação de um período além do número permitido gratuitamente; 13- fornecimento de cópia de microfilme, 14- microficha ou assemelhado; 15- transferência de recursos por DOC ou TED feito no guichê da agência, em terminais de auto-atendimento ou via internet; 16- transferência de recursos via DOC ou TED agendado; 17- transferência entre contas na própria instituição com ajuda de funcionários, 18- pelo auto-atendimento ou pela internet, além do número gratuito permitido por mês; 19- ordem de pagamento; e 20- adiantamento depositante (concessão de crédito para cobertura de saldo devedor em conta-corrente e de excesso sobre o limite do cheque especial).
(Agência Brasil)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h11
[]
[envie esta mensagem]

Furto de bijuterias não deve ser julgado por juizado especial
Denunciada por furto de bijuterias no valor de R$ 260 deve ser julgada por juízo comum, não pelo juizado especial. Com esse entendimento, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu o pedido de habeas-corpus de Sílvia Aparecida dos Santos.
Sua defesa pedia o trancamento da ação penal por ausência de justa causa ante a necessária aplicação do princípio da insignificância. Sustentou, ainda, a incompetência do juízo porque o crime de furto é de menor potencial ofensivo e deveria ser processado e julgado no juizado especial.
Segunda a relatora, desembargadora convocada Jane Silva, trata-se de crime de furto simples tentado, para o qual a pena máxima é de quatro anos. A causa de diminuição de pena referente à tentativa, para efeito de verificação da competência do juizado especial, é considerada em sua fração mínima, qual seja, um terço.
Dessa forma, ressaltou a relatora, do referido cálculo, resultam três anos e oito meses, quantidade superior ao estipulado pelo parágrafo único do artigo 2º da Lei n. 10.259/2001, para determinar a competência do juizado especial. “Não há, portanto, que se falar em incompetência do juízo processante da causa, pretendendo atribuí-la ao juizado especial porque, como se vê, a pena resultante do cálculo feito é superior a dois anos”, disse.
Quanto à falta de justa causa, a desembargadora convocada destacou que não se pode considerar a subtração de R$ 260 em bijuterias uma ninharia, um valor ínfimo, sobretudo quando o bem furtado são objetos para ornamento pessoal e não se destinam à manutenção da sobrevivência. “O injusto é relevante e ofendeu o bem jurídico tutelado. Não há, pois, constrangimento ilegal a ser sanado”, afirmou.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h08
[]
[envie esta mensagem]

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO
Sucuri de três metros fica presa em tubulação do Imbuí
A Tarde On Line *
Uma sucuri de três metros e meio foi vista na manhã desta quinta-feira, 03, nas proximidades do shopping Caboatã, no bairro do Imbuí, por volta das 10 horas. Segundo a esteticista Lucimeire de Jesus, que trabalha no Caboatã, o animal mora em uma toca e costuma sair para tomar banho de sol e se alimentar todos os dias.
Hoje, quando estava voltando para a toca, ela ficou presa numa tubulação. Várias pessoas pararam para ver o animal. Algumas delas tentaram tirá-la do local, mas não obtiveram sucesso. Agentes do Ibama foram chamados e levaram a cobra para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, no Cabula.
A esteticista disse que a cobra era inofensiva: “Ela não faz mal a ninguém. No último sábado, mesmo, ela estava tomando o tradicional banho de sol e mergulhou no rio, quando percebeu a movimentação de pessoas que a observava. Eu adoro cobras, meu sonho é criar uma píton amarela”.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h55
[]
[envie esta mensagem]


Em tempos ainda obscuros, de ampla ignorância e arrogância, onde muitas empresas de comunicação ainda não entenderam a extensão e a importância da Internet, uma notícia que é um alento: a revista Superinteressante abriu todo o seu arquivo na grande rede!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h18
[]
[envie esta mensagem]

Keith Richards atribui vigor à bebida e a boa maconha
Keith Richards, guitarrista do grupo Rolling Stones, disse ao site de notícias do Yahoo que tão logo termine a divulgação do documentário Shine a Light, de Martin Scorsese, ele e o vocalista Mick Jagger devem se reunir para escrever músicas para o próximo álbum dos Stones.
O álbum será o 23º da discografia da banda britânica. Como render tanto? Maconha ajuda, segundo Richards. "Nós amamos o que fazemos, é simples assim. Somos os roqueiros enrugados, certo? Mas ainda tenho energia – não como muito, bebo bastante e a maconha é boa. Sinceramente, eu faria esse trabalho mesmo se estivesse numa cadeira de rodas."
O baterista, Charlie Watts, também defende que o Rolling Stones não deve parar e acredita que o estilo de vida dos integrantes da banda não seja um obstáculo, muito pelo contrário: "Acho que temos que seguir adiante. Tenho a impressão que assim que pararmos vou ficar doente. A última vez que fizemos uma pausa, tive câncer de garganta. Faço exercícios, não fumo, não bebo, e mesmo assim sou o cara da banda que teve a doença".
Shine a Light traz duas apresentações da banda realizadas no ano passado no Beacon Theatre de Nova York - uma delas, no aniversário de 60 anos do ex-presidente dos EUA Bill Clinton. Os shows faziam parte da turnê mais recente do Rolling Stones, A Bigger Bang Tour. O filme estréia mundialmente em 4 de abril.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h17
[]
[envie esta mensagem]

Revista coloca Kaká como jogador mais bem pago do mundo
Eleito pela Fifa como o melhor jogador do mundo na última temporada, o meia-atacante Kaká também é o mais bem pago de todos. Pelo menos é isso o que garante a revista norte-americana Sports Illustrated, que colocou Ronaldinho Gaúcho logo abaixo do atleta do Milan.
Apesar de não citar fontes oficiais, a publicação garante que Kaká recebe US$14,9 milhões por ano. Já o jogador do clube catalão teria um salário equivalente a US$14,1 milhões.
Grande parte dos primeiros nomes inclusos na lista atua no futebol inglês. Somente o Chelsea conta com quatro jogadores entre os dez mais bem pagos no mundo: Lampard, John Terry, Shevchenko e Ballack.
Enquanto isso, o ex-capitão da seleção inglesa David Beckham ocupa apenas a 44ª posição. Normalmente colocado entre os atletas que mais lucram, o jogador do Los Angeles Galaxy receberia a quantia de US$7,5 milhões por ano do clube.
Confira os dez primeiros da lista:
1. Kaká (Milan): US$14.9 milhões 2. Ronaldinho (Barcelona): US$14.1 milhões 3. Frank Lampard (Chelsea): US$13.5 milhões 4. John Terry (Chelsea): US$13.5 milhões 5. Fernando Torres (Liverpool): US$13.1 milhões 6. Andriy Shevchenko (Chelsea): US$12.9 milhões 7. Michael Ballack (Chelsea): US$12.9 milhões 8. Cristiano Ronaldo (Manchester United): US$12.7 milhões 9. Thierry Henry (FC Barcelona): US$12.7 milhões 10. Steven Gerrard (Liverpool): US$12.7 milhões
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h17
[]
[envie esta mensagem]

Um bilionário de Seattle para o qual já trabalhei enfrentou dificuldades financeiras há dois anos, quando seus negócios começaram a ruir. Ele teve que vender sua ilha particular e se livrar de seu iate (um dos maiores do mundo) ao mergulhar em relativa pobreza.
Meu ex-empregador, um magnata da telefonia celular, agora saiu da mais recente lista de bilionários da revista "Forbes" enquanto luta para se manter. Só lhe restam algumas poucas centenas de milhões e ele não é um homem feliz.
Apesar da riqueza extraordinária deste empreendedor e outros de sua liga, ela nunca parece lhes proporcionar serenidade. Eles sabem quão rapidamente pode ser perdida, o que os faz perguntar: "Por que o suficiente não é realmente suficiente?"
Até mesmo detentores de velhas fortunas são atormentados por esta pergunta. Um consultor amigo meu, que antes trabalhava para Nelson Rockefeller, lembra de tê-lo ouvido se queixar de seus ataques recorrentes de insegurança.
A riqueza líquida pessoal de Rockefeller era de cerca de US$ 3 bilhões. Ao ser perguntado quanto precisava para poder relaxar, Rocky fez uma breve pausa e disparou: "Quatro bilhões devem dar", ele disse.
A dinastia Rothschild tinha problemas semelhantes. Trabalhando para a "Business Week", eu certa vez me encontrei separadamente com os ramos francês, britânico e suíço da família. Me chamou a atenção a briga familiar em torno de como transformaram sua grande fortuna em pequenas fortunas.
Um membro do ramo suíço da família me confidenciou seu desprazer com seus parentes franceses, que conseguiram perder dinheiro em imóveis franceses. "É realmente preciso se esforçar para conseguir isso", ele disse.
Eu suspeito que não exista algo como ter dinheiro suficiente. Na verdade, muitos dos super-ricos concordam que quanto mais você tem, mais você se preocupa a respeito. Suas histórias estão em um grande livro, "Riquistão", de Robert Frank.
Frank cita um empreendedor americano, identificado apenas como George, como tendo dito que ele e outros bilionários (1.125 deles segundo a última contagem da "Forbes") sofrem com uma combinação de cobiça e medo. "Se as pessoas ficam preocupadas, é parte do que as motiva", George é citado como tendo dito. "Nós estamos sempre preocupados."
Certamente não basta mais ser milionário. A equipe da "Forbes" disse que já existem mais de 8 milhões de americanos nessa lista, de forma que o que importa agora é a lista dos bilionários, mesmo que apenas como esporte de espectador. Alguns dos concorrentes da Microsoft adoraram ver Bill Gates ser derrubado do topo da lista neste ano pelo investidor de Omaha, Warren Buffett (US$ 62 bilhões), e pelo magnata mexicano de telecomunicações, Carlos Slim Helu (US$ 60 bilhões). Gates caiu para terceiro, com US$ 58 bilhões.
Os bilionários não são apenas americanos. Indianos, russos e chineses estão despontando em números crescentes entre os super-ricos. Mas com grandes riquezas pode vir grande desconforto, segundo pessoas que estudaram a psicologia da riqueza. O principal problema é a "affluenza" - a culpa em relação ao abismo entre os muito ricos e as demais pessoas.
Um segundo problema é a compulsão para continuar a acumular ainda mais. O dr. Paul Wachtel, professor de psicologia do City College e City Graduate Center de Nova York, examinou este problema em seu famoso trabalho, "Full Pockets, Empty Lives" (bolsos cheios, vidas vazias), no "American Journal of Psychoanalysis".
Wachtel reconheceu que o dinheiro pode ser um símbolo de sucesso, mas ele identifica a inveja e a ganância como os motivadores escondidos por trás do anseio por mais e mais dinheiro.
"A busca pelo dinheiro e bens materiais como meta central da vida cobra um preço bem alto", ele escreveu. Os estudos mostram que o dinheiro exerce "um papel notavelmente pequeno" na verdadeira felicidade ou bem-estar de uma pessoa. Na verdade, a intimidade e a vida familiar são freqüentemente sacrificadas em nome do prover para a família.
E a inveja alimenta o impulso da ganância, argumentou Wachtel: "Nós podemos querer não apenas o que os outros têm, mas muito mais do que os outros têm, ou mais apenas pelo mais".
Eu falei recentemente com Wachtel e perguntei a ele para onde a cultura da riqueza estava levando. As pessoas na faixa de renda dos seis dígitos têm problema em controlar a busca por mais, ele disse: "Elas se tornam escravas da manutenção do nível material que conseguiram. Se torna uma esteira mecânica sem prazer".
Ele tinha alguns conselhos para os ricos infelizes. "Se os 5% mais ricos trabalhassem dois terços do que trabalham, e ganhassem dois terços do que ganham, suas vidas seriam imensuravelmente mais ricas", ele disse. "O tempo, eles descobririam, é um bem muito mais valioso do que o dinheiro."
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h39
[]
[envie esta mensagem]

CMN obriga bancos a divulgar novas tarifas
do A TARDE
Um dias após a determinação do Conselho Monetário Nacional que obriga as instituições financeiras a informar aos correntistas os valores das tarifas bancárias, os bancos de Salvador visitados na terça-feira por A TARDE estavam cumprindo a decisão. As novas medidas foram aprovadas pelo Banco Central em dezembro, mas os novos valores das tarifas só irão vigorar a partir do dia 30 de abril. Com as novas regras, o consumidor terá a oportunidade de comparar os 20 serviços essenciais fornecidos pelos bancos já que haverá também unificação dos nomes de cada um deles para todas as instituições bancárias.
Porém os clientes, apesar de já terem conhecimento das novas regras, ainda não haviam realizado comparações entre as instituições. "Não reparei na anexação da tabela, mas achei a nova regra, que obriga os bancos a usarem os mesmos nomes para as taxas, muito boa. Antes eu não podia comparar as tarifas, e agora farei isto", analisa Marcílio Castro, cliente de dois bancos.
Já Clóvis Andrade, comerciante, cliente de várias instituições, diz que ainda não avaliou as novas tarifas, mas que não vê muita diferença nas cobranças entre os bancos que freqüenta. "Mas com a unificação dos nomes, vou poder diferenciar os serviços e escolher o banco que me oferecer as menores tarifas".
Em uma das instituições bancárias visitadas, a tabela estava afixada em uma parede de frente para os clientes na fila de atendimento. O mesmo não aconteceu com os clientes do caixas eletrônico, onde não havia tabela.
Segundo Augusto Cruz, assessor técnico do gabinete do Procon-BA, neste caso, o consumidor, ao realizar um procedimento no caixa eletrônico, deve ser avisado antes da cobrança da taxa (de uma transferência, por exemplo) na própria máquina. Caso a operação não sinalize esta cobrança, seria obrigatória a anexação de outra tabela também naquele espaço.
Outro grave problema, detectado pela reportagem em todas as agências é o tamanho da fonte do texto (letras e números) nas tabelas de tarifas bancárias. A altura em que algumas tabelas estão afixadas e o tamanho da letra torna a leitura do consumidor um verdadeiro exercício de boa vontade.
"As tabelas com as novas taxas devem ficar em um local visível para que todos os consumidores possam ver a informação, que tem que ser dada de maneira clara, ostensiva e precisa. Se a fonte do texto é pequena, a informação deixa de ser dada de modo ostensivo", avalia Cruz.
A partir do dia 30 de abril, as tabelas só poderão ser reajustadas semestralmente. Antes, os bancos precisam apenas avisar com 30 dias de antecedência que aumentaria alguma das suas tarifas bancárias.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 20h07
[]
[envie esta mensagem]

BANCARIZAÇÃO DA ECONOMIA
Apesar da expansão da renda e do crédito na economia e dos sempre crescentes lucros bilionários dos bancos no Brasil, o acesso aos serviços bancários ainda está restrito. Só 43% da população de adultos usam banco no país. A informação consta de um estudo da Federação Latino-Americana de Bancos (Felaban), que pretende aprofundar a pesquisa para criar, até o fim do ano, um índice mais completo e confiável sobre a bancarização na região. Inicialmente, serão contemplados cinco países, possivelmente Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.
O objetivo é mensurar não apenas dados quantitativos, mas também qualitativos. Além de informações como o número de contas correntes, agências e caixas eletrônicos em relação ao total da população, será considerada também a sustentabilidade desse acesso, com base nos marcos regulatórios e no ambiente institucional de cada país.
"A bancarização está na agenda da América Latina, mas ainda existem poucas informações sobre o assunto", explica a pesquisadora Liliana Rojas, responsável pelo estudo. Os dados existentes, no entanto, são suficientes para concluir que a inclusão financeira ainda é baixa no continente. Com base no indicador preliminar de acesso da Felaban, nenhum dos países pesquisados pode ser considerado com alto grau de bancarização. O Chile lidera ranking com 60% de bancarização da população adulta - é o país com o melhor desempenho na região, podendo ser considerado com "nível médio de acesso".
Apesar de ser maior economia da América Latina, O Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de bancarização da região e fica na categoria de baixo a médio acesso, ao lado de Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Panamá, Uruguai e Venezuela. Segundo Rojas, o problema atinge também as micro, pequenas e médias empresas, que têm dificuldades para obter crédito. A pesquisadora explica que os principais obstáculos ao acesso são de ordem social e regulatória, além da própria falta de preparo dos bancos para atender aos potenciais clientes.
"No Brasil, os obstáculos sociais são incrivelmente importantes", diz. Entre esses empecilhos, estão a informalidade e a falta de cultura financeira. No âmbito regulatório, pesam a alta carga tributária que incide sobre o sistema bancário, a maior da região, e a ineficiência burocrática, que supera a corrupção nas queixas dos bancos. Segundo Rojas, os altos depósitos compulsórios também desestimulam os empréstimos para o setor privado e levam os bancos a priorizarem títulos públicos. "Se a situação internacional piorar, e a aversão ao risco aumentar, esses papéis podem se deteriorar, deteriorando também a qualidade dos bancos", avaliou.
O diretor-geral da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Wilson Roberto Levorato, reconheceu que a inclusão da baixa renda no sistema bancário é um desafio para a instituição. Ele destacou, no entanto, que iniciativas como a implementação de correspondentes não-bancários e a expansão do crédito consignado têm contribuído para o maior alcance dos serviços.
Segundo ele, em 2007 houve um aumento de 10,1% na rede de atendimento dos bancos sobre 2006, puxado principalmente pelo incremento de 15,5% no número de correspondentes. Já a relação crédito/PIB passou de 30,7% para 34,7% no mesmo período. "Houve crescimento principalmente para a pessoa física, com forte participação do crédito consignado", explicou.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 20h01
[]
[envie esta mensagem]

MALDITAS TARIFAS
Banco Central verificará nova regra de tarifas
O Banco Central prepara um levantamento para verificar se as instituições financeiras estão cumprindo as novas regras de cobrança de tarifas bancárias. Anteontem os bancos passaram a divulgar o valor das taxas. Segundo o jornal "O Globo", o Procon de São Paulo e o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) avaliaram que os valores de diferentes bancos estavam próximos, o que indicaria suspeita de formação de cartel.
O Ministério da Fazenda, que participou da formulação das normas, considerou precipitada essa avaliação. O secretário de Acompanhamento Econômico, Nelson Barbosa, disse que análises neste começo de vigência das normas são insuficientes para embasar suspeitas de alinhamento de preços.
A Procuradoria Geral da República, que em junho instaurou inquérito para apurar ilegalidades na cobrança das taxas, irá se reunir com representantes do Banco Central, para saber como será a fiscalização dos bancos. Wilson Roberto Levorato, diretor-geral da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), negou a existência de cartel nas tarifas bancárias. Segundo ele, houve um movimento de ajuste.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 20h01
[]
[envie esta mensagem]

|
|
|
|
|
Os servidores da Segurança Pública não ficaram de fora da política de recuperação salarial posta em curso pelo Governo do Estado - ainda que as negociações da mesa setorial da área tenham sido interrompidas por conta de divergências entre os representantes das diversas categorias que compõem o setor.
|
|
Ganhos acumulados melhoram salários dos agentes e peritos técnicos. Até abril de 2007, os agentes da Polícia Civil e Escrivães de Polícia ganhavam um salário de R$ 1.375,72. Após reajuste de 14,11%, aplicado à época, o rendimento passou para R$ 1.569,85.
Em 2008, com incorporação de R$20,00 de gratificação ao vencimento e aplicação de reajuste de 4,46%, o salário alcança a cifra de R$ 1.654,18, registrando ganho de 5,40%.
Vale registrar que a estes valores não estão acrescentados os ganhos relativos a vantagens de adicionais por tempo de serviço e demais vantagens pessoais. No acumulado dos dois anos, os ganhos das categorias oscilaram entre 17,5% a 26.
|
Agente de Polícia - Classe I - 8 anos |
|
Remuneração 2006 |
|
Vencimento |
333,00 |
|
GAP III |
1.016,08 |
|
Adic. Tempo Serviço (10%) |
26,64 |
|
Total da Remuneração |
1.375,72 |
|
|
|
|
Remuneração 2007 |
Ganho |
| Vencimento |
380,00 |
14,11% |
| GAP III |
1.159,45 |
|
| Adic. Tempo Serviço (10%) |
30,40
|
|
| Total da Remuneração |
1.569,85 |
14,11% | |
|
|
|
Remuneração 2008 |
Ganho Acumulado |
| Vencimento |
421,06 |
26,44% |
| GAP III |
1.199,44 |
|
| Adic. Tempo Serviço (10%) |
33,68
|
|
| Total da Remuneração |
1.654,18 |
20,24% | | | |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h05
[]
[envie esta mensagem]

GREVE DA POLÍCIA CIVIL É ILEGAL
Do UOL
A Justiça da Bahia decretou nesta segunda-feira (31) a ilegalidade da greve dos policiais civis e determinou o retorno imediato da categoria ao trabalho. A decisão foi tomada pelo juiz João Batista Alcântara, que fixou também uma multa diária de R$ 100 mil ao Sindipoc (Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia), caso a decisão não seja acatada.
O pedido de ilegalidade foi impetrado pelo procurador-geral do Estado, Rui Moraes Cruz. Os policiais militares também podem aderir à greve -- a categoria realiza uma assembléia no início da noite desta segunda-feira.
A paralisação dos policiais civis começou na sexta-feira (28), e contou com a adesão dos 4.500 agentes e escrivães, além de 3.600 policiais que trabalham nas ruas. Segundo o sindicato, as 520 delegacias existentes na Bahia interromperam os seus serviços - o governo alega que a paralisação é parcial.
Os policiais afirmam que o reajuste de 4.46% oferecido pelo governo ao funcionalismo público não contempla a categoria. Diretor do Sindipoc, Crispiniano Daltro disse que os policiais civis receberam 1,15% de reajuste. A categoria não estaria cumprindo a exigência legal de manter 30% do contingente em atividade.
Uma das conseqüências da greve da polícia baiana foi a fuga, na noite de domingo, de 39 detentos do Complexo Policial da Baixa do Fiscal, em Salvador. Os cadeados de 12 celas foram quebrados e o carcereiro Felipe de Assis dos Santos, feito refém. Ele foi rendido, amordaçado, amarrado e jogado no pátio com outros 60 detentos. "Os detentos me pediram para ligar a água da descarga e, no momento em que fui atender, cinco presos me pegaram", contou o carcereiro.
Doze dos foragidos já foram recapturados. A carceragem do Complexo Baixa do Fiscal, onde ocorreu a fuga, tem capacidade para 40 pessoas, mas abrigava 90.
Volta ao trabalho
Os primeiros a acatar a decisão da Justiça foram os policiais da cidade de Barreiras, no oeste baiano. Eles suspenderam o movimento assim que souberam da decretação da ilegalidade. Quatro representantes da categoria na região viajaram para Salvador com o objetivo de participar de assembléia geral da categoria marcada para esta terça-feira, para decidir o destino do movimento.
O presidente do Sindpoc, Carlos Alberto Nascimento, disse que até o início da tarde desta segunda-feira não tinha sido notificado sobre a determinação judicial, mas atencipou sua disposição de ingressar com recurso. Nascimento também informou que vai levar a decisão de cumprir ou não a determinação judicial para a reunião com a categoria, na terça-feira.
O secretário da Segurança Pública do estado, César Nunes, disse que "a greve dos policiais civis é inoportuna e injustificável devido aos reajustes recebidos pela categoria desde o ano passado". De acordo com o secretário, a paralisação não tem fundamento "no momento em que o governo está se empenhando em recuperar os salários dos servidores".
O menor soldo pago a um policial civil na Bahia, incluindo a gratificação, é R$ 1.348,18, e o maior, R$ 1.917,58, segundo a SSP. Os delegados recebem entre R$ 4.014,99 e R$ 5.646,23, também de acordo com o governo estadual.
Nesta segunda-feira, o governo publicou nos principais jornais de Salvador nota oficial na qual justifica o reajuste linear de 4,46% concedido aos agentes, escrivães e peritos criminalísticos da Polícia Civil e acusa o sindicato da categoria de ter sido o responsável pelas negociações não terem evoluído.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h02
[]
[envie esta mensagem]

FRASE DO DIA:
"A evolução da espécie humana lembra a dança do tango: dois passo pra frente e um para trás, entremeados de alguns para as laterais".
(Luiz Flávio Gomes)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h02
[]
[envie esta mensagem]

By Diogo Mainardi
"Eu sou o tupinambá colonizado que aceita parar de comer carne humana. Eu sou o caraíba rendido que oferece passivamente suas filhas púberes ao conquistador. Mas tem de haver uma contrapartida: o Império deve assumir suas responsabilidades de Império"
– Cem anos no Iraque!
Esse era o mote da campanha eleitoral de John McCain. Ele foi ainda mais longe. Declarou que estaria disposto a manter as tropas americanas no Iraque por mil anos, por dez mil anos. Quando o eleitorado chiou, ele deu para trás, garantindo que a guerra terminaria muito antes disso. E terminaria porque ele saberia como ganhá-la.
Eu elegeria um candidato que prometesse:
– Cem anos na Rocinha!
Melhor ainda:
– Mil anos na Maré! Dez mil anos no Cantagalo!
A guerra no Iraque acaba de completar cinco anos. Em seu discurso no Pentágono, George W. Bush reconheceu a impopularidade do conflito, repetiu que os Estados Unidos acertaram ao derrubar Saddam Hussein e acrescentou que se trata de uma guerra que pode e tem de ser vencida. Os americanos erraram tudo nesses cinco anos. Erraram militarmente, erraram politicamente, erraram estrategicamente. O custo da guerra foi alto demais. George W. Bush tem de ser responsabilizado por isso. Mas eu topo dizer que os Estados Unidos acertaram ao derrubar o tirano genocida Saddam Hussein. E topo dizer também que a guerra no Iraque pode e tem de ser vencida.
O fracasso no Iraque está gerando uma onda isolacionista nos Estados Unidos. Uma onda igual a outra do passado: a que tentou impedir o país de entrar na II Guerra Mundial. Em vez de Charles Lindbergh, o herói do momento é Barack Obama. Isso é o pior que poderia acontecer. Eu gosto do Império. Eu gosto da idéia do Império. Creio que ele tem um papel regulador sem o qual o mundo acabaria se esfarelando. Eu sou o tupinambá colonizado que aceita voluntariamente parar de comer carne humana. Eu sou o caraíba rendido que oferece passivamente suas filhas púberes ao conquistador. Mas tem de haver uma contrapartida: o Império deve assumir suas responsabilidades de Império. No caso do Iraque, assumir responsabilidades significa combater até o fim a Al Qaeda, reprimir os bandos religiosos armados e fazer jorrar dez vezes mais petróleo. Nem que leve cem anos. Nem que leve mil anos. Nem que leve dez mil anos.
O debate político se infantilizou tremendamente nos últimos tempos. Foi mais um dos efeitos deletérios da guerra no Iraque. A retirada das tropas americanas produziria um massacre generalizado no país. Que essa hipótese atraia tanto consenso nos Estados Unidos é sinal de um abastardamento das idéias. O mundo é brutal. O mundo é perigoso. Alguém tem de policiá-lo. Alguém tem de bombardear os terroristas. Alguém tem de impor regras que sejam acatadas por todos. Alguém tem de deter os planos nucleares iranianos. Alguém tem de armar Israel. Só os Estados Unidos podem fazer tudo isso. O trato é muito simples: nós entramos com as filhas púberes, eles entram com os tanques.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h01
[]
[envie esta mensagem]

Real Madrid amplia vantagem no Espanhol
Do UOL Esporte
Raúl fez o segundo gol do Real Madrid na
vitória por 3 a 1 sobre o Sevilla, em Madri
|
Com um futebol convincente, o elenco madrileno derrotou o Sevilla por 3 X 1, no estádio Santiago Bernabéu, e ampliou sua vantagem na liderança do Campeonato Espanhol. Destaque para Raúl González, que fez um dos gols e se tornou o segundo maior artilheiro da história do clube.
O Real Madrid chega aos 65 pontos e abre seis de vantagem para o segundo colocado, Vilarreal. O Barcelona, que iniciou a 30ª rodada com a possibilidade de ficar a um ponto do topo da tabela, perdeu de virada para o Betis por 3 X 2, ontem, e agora caiu para a terceira posição.
Quem também tem motivos de sobra para comemorar é o experiente Raúl. Com o tento deste domingo, ele atingiu a marca de 290 gols e se tornou o segundo maior artilheiro da história do clube - o recordista é Alfredo di Stéfano, com 307 gols. O atacante também é o maior goleador da história da Liga dos Campeões (61) e da seleção espanhola (44).
Aos 39min, Rául dominou no peito dentro da área, livrou-se da marcação e bateu no ângulo direito do goleiro do Sevilla marcando o segundo gol da vitória. Com o tento, Raúl se tornou o segundo maior artilheiro da história do Real Madrid. O jogador de 30 anos chegou ao 290º gol com a camisa merengue, que tem 307. Raúl estreou no Real em 29 de outubro de 1994 e já atuou 648 vezes pela equipe. |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h12
[]
[envie esta mensagem]

SEM PRESSA EM JULGAR
Mal do Poder Judiciário está no atraso em julgar
Nem tudo é virtuoso no processo virtual. Enquanto solução para otimizar a tramitação do processo, que, segundo estudos, consome cerca de 70% do seu tempo, eliminando fases arcaicas da burocracia processual como juntadas, termos, remessas, formação dos autos etc, e enquanto instrumento de padronização e celeridade da realização e comunicação dos atos processuais, grande e indiscutível é sua virtude.
Mas vale a reflexão: o mal maior do Judiciário não está na morosidade do tramitar, e sim no atraso em se julgar. 43 milhões de processos aguardam julgamento em todo país, segundo dados recentes do Conselho Nacional de Justiça (fevereiro/2008). O processo em fase de julgamento não está “tramitando”; apenas aguarda ser julgado.
É como se 1/5 da população brasileira estivesse na fila esperando uma decisão judicial. Nesses casos, a burocracia processual, norte a ser enfrentado pelo processo virtual/digital, nada tem de relevante, pois em grande parte está superada. Por isso, solucionados os entraves que dispersam o processo no tempo, com a pretendida agilidade da virtualização, nem assim estarão solucionados os obstáculos que impedem uma célere prestação jurisdicional, ultimada pela prática do ato judicial: o decidir.
O processo, mesmo eletrônico/virtual, não dispensa a manifestação real. A ação instrumental da máquina não substitui o pensar, o compreender, o criar, o solucionar. A experiência já obtida com processos eletrônicos/virtuais solucionados rapidamente, mesmo aos milhares, mas de regra relacionados a demandas de massa e seus processos repetitivos, com idênticos fatos e argumentos jurídicos, amplamente debatidos em todas as instâncias, julgados em “bloco” com um simples apertar de tecla, identificam-se apenas em parte, pequena parte, com os mais de 43 milhões de processos que aguardam julgamento.
Essa experiência não pode servir de parâmetro para se reconhecer o êxito da integral virtualização judicial, e que se quer estender a todos os processos judiciais, cíveis ou criminais. O mesmo se diga com relação ao julgamento de um ou outro caso isolado e bem sucedido de processo eletrônico/virtual solucionado celeremente nos Tribunais de segundo grau, nos Tribunais Superiores e mesmo no Supremo Tribunal Federal.
Nas experiências realizadas, a virtude da célere e definitiva prestação jurisdicional deu-se não só pela rápida tramitação eletrônica do processo mas também, e principalmente, pela própria prioridade que se definiu para os respectivos julgamentos, até porque traziam em si a desejada marca da inovação e do pioneirismo tecnológico.
O fato é que o maior gargalo da morosidade do Judiciário não está na tramitação dos processos. Está, sim, na incapacidade humana em atender à descomunal proporção do número de processos por juiz, que impede se dar vazão ao grande número de ações que, desde o primeiro grau até o Supremo Tribunal Federal, aguardam julgamento, mesmo estando os magistrados brasileiros entre os mais produtivos do mundo, segundo estudos do Bird (dezembro/2007).
Assim, sem uma adequada proporcionalidade entre o número de juízes e a efetiva demanda judicial, em todos os graus de jurisdição, como previsto na Constituição (artigo 93, XIII), será difícil conhecer um mundo real de celeridade na prestação jurisdicional.
E se a morosidade realmente incomoda, o processo eletrônico/virtual é que poderá vir a ser mais um elemento complicador aos desafios de um Judiciário rápido e eficiente. Sem a necessidade de se avançar em questões como o “apagão informático” ou a “lentidão do sistema”, não tão eventuais, que nem mesmo as instituições financeiras, com seu poderio econômico, conseguem evitar, ou em questões sobre os danos à saúde que a exposição excessiva à tela do computador e ao teclado podem acarretar, há questões outras que podem comprometer o esperado sucesso da ampla virtualização judicial, e que dizem respeito às condicionantes estruturais do cérebro humano na tarefa criadora do pensar.
Quando essa tarefa depende de prévia obtenção de informações, o meio em que elas são produzidas torna-se tanto mais relevante quanto sua capacidade em contribuir para o discernimento e seletividade do conteúdo, com seu aproveitamento ou descarte mais célere e eficiente. E esse meio está relacionado aos recursos que a mente humana se utiliza para aproveitar as informações.
O ver e o ler, por exemplo, são recursos distintos. Nem tudo que se vê é lido: o analfabeto vê, mas não lê. Nem tudo que é lido é visto: o cego lê, mas não vê. Há, assim, uma diferença enorme entre o ver e o ler. O sentido da visão é o que o homem mais se utiliza, e o faz mais vendo e menos lendo. O ver é constante, o ler é eventual. O ver, mesmo constante, não gera exaustão. Já o ler, longe da capacidade do quanto podemos ver, é naturalmente fatigante. O ver, assim, facilita a eficiência da assimilação mental da informação.
Os autos processuais nada mais são do que um meio de armazenamento de informações, predominantemente escritas e disponíveis para serem recuperadas pelos protagonistas do processo: os advogados e o Ministério Público, em suas defesas, e o juiz, em suas decisões. E aí está uma distinção relevantíssima do processo com papéis — “autos físicos” — em relação ao processo virtualizado/digitalizado — “autos eletrônicos” — enquanto instrumentos hábeis a melhor proporcionar a assimilação e seletividade da informação desejada.
Nos “autos físicos” é possível a percepção do conjunto, do todo; não é preciso ler peça por peça para se chegar aonde se quer. E aonde se quer chegar, com o manuseio de peças obtém-se informação célere, como placas a sinalizarem os caminhos. A gama de subinformações disponíveis, pelas mais distintas características das folhas de papel, em razão da cor, da gramatura, da formatação, do tamanho, do seu estado de conservação, da sua posição nos autos etc, facilita o processo de assimilação mental do todo e a seletividade do conteúdo da informação desejada.
Vai-se de peça a peça, de monte em monte, de frente para trás, de trás para frente com uma agilidade e desenvoltura quase que involuntária, automática, até mesmo intuitiva, e com uma rapidez de fazer inveja aos mais avançados recursos informáticos, frise-se, apenas vendo, como um esquema neurológico previamente formatado para uma interação cognitiva com aquele ambiente.
Já nos “autos eletrônicos” não. As peças processuais virtualizadas, desmaterializadas e padronizadas que são, em meio eletrônico, sem as distinções físicas do papel, onde as páginas, em imagens, aparecem isoladas do todo, impossibilitam selecionar a informação desejada apenas vendo-se. Tudo é, aparentemente igual. A falta de subinformações como as oferecidas pelo papel — cores, tamanhos, gramaturas, estado de conservação — afunila as opções do cérebro em distinguir o que é o quê, exigindo como atalho o recurso da leitura.
Para se identificar uma informação interessada, de regra, é necessário ler; apenas o ver já não leva a lugar algum. E a leitura constante, permanente, como única fonte de informação, do acesso e do conteúdo, fundindo sinalização e caminho em uma coisa só, é tarefa exaustiva a comprometer, no dia-a-dia de labuta, a disposição mental do corpo para produzir.
Não se pode esquecer que o jornal, a revista e mesmo o livro estão disponíveis, há anos, em meio eletrônico. Nem por isso sepultaram-se suas publicações em papel, certamente pela vantagem funcional de consulta que o meio físico oferece para a linguagem escrita. Há profissões que já se utilizam quase que exclusivamente dos recursos do computador: engenharia, arquitetura e medicina são exemplos. Nessas, porém, o que predomina é o uso da imagem e não da escrita; é a necessidade do ver e não do ler.
As resistências ao amplo alcance que se quer imprimir ao processo eletrônico não se traduzem apenas em se querer ou não aceitar suas inovações. E também não se trata somente de resistência cultural ao novo ou de oposição a “quebra de paradigmas”. O homem é dotado de esquemas de cognição previamente programados, alguns instintivos, outros desenvolvidos, e as resistências ao processo eletrônico podem estar associadas, isso sim, à interferência em todo um complexo sistema mental de cognição e que a neurociência, a neurolingüística e a psicologia cognitiva podem auxiliar a melhor compreendê-las.
O forte apelo ecológico, a redução de espaços físicos e a economia de gastos com pessoal, papel, tintas de impressão e outros materiais, são virtudes do processo eletrônico que não podem ser desprezadas. Mas não podem também ultrapassar os limites daqueles específicos objetivos e resultados. Tais conquistas, ainda que associadas ao rápido tramitar, mas sem o correspondente rápido julgar, seguramente poderão aumentar ainda mais a triste e indesejável sensação de morosidade.
A adoção de um processo misto ou híbrido, tal seja, virtual/eletrônico na burocracia processual — com os atos cartorários praticados e registrados apenas naquele ambiente — e material ou físico exclusivamente na formação de autos a reunirem as peças produzidas pelo juiz, Ministério Público, advogados e partes, associado a uma política de adequação da proporcionalidade do número de juízes à efetiva demanda judicial, como manda a Constituição, talvez pudesse contribuir no desejado caminho de enfrentamento da real morosidade jurisdicional.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h12
[]
[envie esta mensagem]

Quanto custa cada processo para a sociedade?
O que é mais caro, julgar um habeas-corpus ou um recurso especial? Quanto custa para os cofres públicos a tramitação de um processo no Superior Tribunal de Justiça? A Coordenadoria de Auditoria da Secretaria de Controle Interno do STJ fez as contas. No ano passado, do universo de processos analisados, os habeas-corpus permaneceram, em média, 159 dias no STJ ao custo de médio de R$ 871,95. Já um recurso especial teve valor médio de R$ 798,00 com permanência de 160 dias. Os agravos de instrumento representaram 51,32% dos processos avaliados. Eles ficaram, em média, 124 dias no STJ ao custo de R$ 651,05.
O coordenador de auditoria, Alfredo Wagner de Andrade, explica que o cálculo é feito para cada processo individualmente e que não é raro encontrar valores discrepantes. Já houve recurso especial que ficou no STJ apenas dois dias e custou R$10,00. Em outro caso, o mesmo tipo de processo ficou 622 dias na Casa e custou R$3.627,97.
As primeiras avaliações de custo processual foram feitas com causas que chegaram ao STJ depois de 1º/04/2006 e foram encerradas no exercício de 2007. Ao todo foram analisados 228.396 processos. Eles ficaram, em média, 147 dias em tramitação, ao custo médio de R$ 762,72 cada um.
Para fazer esses cálculos, a Coordenaria de Auditoria desenvolveu uma inovadora ferramenta de avaliação de custos. É o Sistema Prisma, o primeiro mecanismo de medição de custos do Poder Judiciário. Ele combina informações de outros sistemas internos de controle orçamentário. Entre eles, estão o Administra, que controla os bens patrimoniais, materiais de consumo, contratos e compras. Há ainda o Justiça, que cuida da tramitação dos processos judiciais, e o SARH, que aponta os gastos com pessoal. O Prisma reúne todos as despesas efetuadas, identifica o tipo de custo e para onde ele vai.
A análise começa com a definição dos custos de cada unidade do STJ envolvidas na missão de julgar e também das áreas de apoio, indispensáveis para o funcionamento do Tribunal. Depois de identificado o preço de cada unidade, o sistema calcula com quanto cada um desses setores contribui na composição do custo dos processos que tramitam no STJ. Esse cálculo leva em consideração os gastos com pessoal, material, depreciação de equipamentos e outras despesas de custeio, como água, energia e limpeza. O principal vetor de custos do processo é o tempo de permanência no Tribunal, considerando da entrada no STJ ao arquivamento ou baixa.
A medição, bastante complexa, foi diária para cada processo. O sistema avalia cada unidade percorrida pela ação e a quantidade diária de processos nessa unidade. Assim é possível calcular o custo proporcional por processo. Conhecer esses valores em detalhes, segundo Wagner de Andrade, servirá para otimizar a gestão dos recursos públicos, estabelecendo metas de redução de custos e aumento de produtividade.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h10
[]
[envie esta mensagem]

|
FOLHA 20 X 0 UNIVERSAL |
|
| Universal perde mais uma; Folha acumula 20 vitórias
Na última quinta-feira (27), o Poder Judiciário extinguiu mais um processo civil iniciado em nome de um fiel da Igreja Universal do Reino de Deus contra a empresa Folha da Manhã S/A, que edita a Folha, e contra a jornalista Elvira Lobato.
Esta já é a 20º ação favorável ao diário e sua repórter.
Andressa Torquato Silva, juíza substituta de Uiraúna (PB), entendeu que o fiel Antonio Mendes da Silva Neto não tem legitimidade para mover um processo de indenização contra o jornal pois "inexiste menção nominal em nome do autor" na reportagem que teria provocado, disse ele, "sentimento de tristeza e de amargura".
O argumento usado pela juíza é semelhante ao de outros magistrados. Este processo de decisões parecidas é igualmente proporcional ao modo como as ações foram apresentadas.
Ou seja, como todos os processos possuem acusações que não se diferenciam, a Justiça não tem muito trabalho em justificar sua decisão, uma vez que já existe uma base de conhecimento sobre o fato.
A Folha de S.Paulo lembra, ainda, que até a última quinta-feira, 76 ações foram ajuizadas em nome de seguidores Universal que se dizem ofendidos com a reportagem "Universal chega aos 30 anos com império empresarial", publicada em dezembro.
Leia mais:
- Universal afirma que Lula "apóia ações da Iurd contra a Folha de SP" - Universal estimula, em culto, boicote a veículos de comunicação |
Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h10
[]
[envie esta mensagem]

|