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Em causa própria
 


ISSO DARIA UM BOM FILME/DESENHO ANIMADO

Você sabia que existem formigas que escravizam outras?

Entenda como se estabelece essa prática
vantajosa para as espécies escravagistas


Na África, na Ásia, na Europa e na América do Norte, é possível encontrar as chamadas formigas “escravagistas” – isso mesmo! –, que praticam escravidão.
 
Para obter seus escravos, um grupo de formigas operárias de uma colônia invade colônias de outras espécies, onde captura larvas, que são levadas para o ninho das formigas invasoras.
 
Ali, as larvas são alimentadas até virarem pupas, fase em que não se alimentam e sofrem metamorfose completa para ganhar a forma adulta. Ao fim desse período, surgem os adultos – as formigas escravizadas –, que nem notam que não pertencem à colônia onde estão e nem à mesma espécie das outras formigas.
 
Tudo porque, após algum tempo, as formigas escravizadas já estão com o cheiro da colônia escravagista (cada espécie de formiga e cada colônia têm um cheiro próprio). Assim, as formigas escravizadas passam a trabalhar para a colônia escravagista como trabalhariam para a sua própria colônia.

As formigas escravizadas fazem de tudo: buscam alimento, dão de comer às rainhas e às larvas, limpam a colônia, protegem-na dos predadores...
 
O curioso é que algumas espécies de formigas escravagistas continuam fazendo essas tarefas que mencionamos, apesar de terem escravas para executá-las. Há aquelas, porém, que deixam tudo a cargo das formigas-escravas e até já perderam a habilidade de fazer algumas ações, como cuidar da prole.
 
No caso dessas espécies que “desaprenderam” algumas tarefas, as formigas escravizadas são extremamente importantes para o funcionamento da colônia. Afinal, sem elas, haveria o risco de ficar tudo fora de ordem.

O hábito de algumas formigas escravizarem outras fascinou o naturalista inglês Charles Darwin, que tentou explicar como esse comportamento teria evoluído.
 
No seu famoso livro A origem das espécies, Darwin sugeriu que as colônias das espécies escravagistas, a princípio, invadiam outras colônias para capturar ovos, larvas ou pupas como presas, ou seja, inicialmente, elas não eram transformadas em escravas, mas, sim, mortas para servir de alimento.
 
Algumas dessas larvas ou pupas, porém, acabavam ficando na colônia escravagista tempo suficiente para se transformarem em adultos que eram, então, aceitos na colônia e começavam a trabalhar para ela.
 
Resultado prático disso?
 
Com o tempo, as colônias que invadiam outras colônias para capturar ovos, larvas ou pupas começaram a ter um maior número de operárias e passaram a deixar mais descendentes do que as que não utilizavam escravos. Gradualmente, então, elas tornaram-se mais freqüentes e, assim, a característica de buscar larvas e pupas em outras colônias permaneceu.

Embora haja algumas discordâncias, a idéia de Darwin ainda é aceita hoje em dia. Além disso, atualmente, a maioria das relações entre formigas escravagistas e formigas escravizadas é considerada uma forma de parasitismo.
 
Isso porque se, inicialmente, como Darwin supôs, uma colônia invadia uma outra e fazia de larvas e pupas suas presas, essa relação evoluiu, com o tempo, da predação (em que o predador mata sua presa) para o parasitismo (em que o parasita usa um outro animal e o mantém vivo).
 
É o que ocorre com as formigas que escravizam outras: elas parasitam as escravas, já que as mantêm vivas e, disso, tiram vantagens. Embora esse hábito possa nos dar a impressão de que, às vezes, a natureza é selvagem, precisamos ter em mente que estamos falando apenas das diversas formas que as espécies encontraram para sobreviver. 


Inara R. Leal
Departamento de Botânica,
Centro de Ciências Biológicas,
Universidade Federal de Pernambuco.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h08
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Procon vê abusos em venda de ingressos
para shows de Madonna no Rio e Sampa
 

Mal se confirmaram os dois shows da Madonna no Brasil e uma polêmica já cerca a venda de ingressos. Órgãos de defesa do consumidor e o Ministério Público dizem ver "abuso" e "cobrança indevida" na taxa fixa de 20% pela internet ou por telefone - que os produtores chamam de "conveniência" - e restrição à compra on-line pelos cartões de crédito do Bradesco e da American Express.

Relatos sobre compra de ingressos para shows de Madonna

Além dessa taxa de "conveniência" (os organizadores não deixam claro em relação a quê), há uma outra taxa de entrega dos ingressos, feita por correio, motoboys ou retirada em lojas credenciadas.

O ingresso mais caro, para "platéia VIP", à beira do palco, de R$ 600 passa para R$ 720, se comprado on-line ou por telefone, sem taxa de entrega.

"Pelo Código de Defesa não se pode restringir o direito do consumidor. Ele tem de ter direito de opção. Isso é prática abusiva. Não se pode cercear o consumidor dessa forma", diz a promotora Adriana Borghi, coordenadora da área do consumidor do Ministério Público.

Para a coordenadora institucional da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) e colunista da Folha Maria Inês Dolci, a organização do evento tem de dar mais opções de compra. "Acho um absurdo esses 20% a mais. A taxa é conveniência deles, não do consumidor. É indevida e abusiva, principalmente por ser feita em cima de valores diferentes", afirma a colunista.

Diretor de fiscalização do Procon, Paulo Arthur Góes diz que a Time 4 Fun, produtora do show, vai ser processada, autuada e multada por suposta prática abusiva.

"Cobrar percentual de taxa de conveniência é abusivo. Não importa se vou de pista ou camarote, a conveniência é a mesma, que é acessar pela internet", diz Góes.

Ingressos caros

Além das reclamações sobre taxas de "conveniência" e de entrega, fãs se queixam dos preços dos ingressos, que estão entre os mais caros da turnê.

Em Cardiff, onde Madonna faz o primeiro show, a área à beira do palco custa 85 libras (cerca de R$ 256), o mesmo preço de Londres. Em Paris, ingresso similar sai por 83,70 (R$ 200). No Brasil, são R$ 600, sem contar a taxa de conveniência on-line, que faz o preço subir para R$ 720.

E é na internet que os ingressos são vendidos mais rapidamente no exterior. Em Montréal e Toronto, esgotaram-se em nove minutos.

Curiosamente, no Brasil os ingressos pela internet começam a ser vendidos 12 horas antes das bilheterias e nove horas antes das televendas, à meia-noite do dia 1º, para o show do Rio, e do dia 3, para São Paulo.

A Time 4 Fun não respondeu aos pedidos de entrevista até o fechamento desta edição. Não explicou, portanto, o motivo da taxa de conveniência para vendas on-line e por telefone nem a restrição a cartões.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h05
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Warner decide que próximo filme de
Superman recomeçará série do zero
 
Tom pesado de Batman será empregado
em todos outros filmes de heróis da  DC
 
Esta é mesmo uma semana importante para os filmes da Warner Bros com os super-heróis da DC Comics. Depois de se reunirem para definir o que fazer com as adaptações, as duas partes começam a chegar a conclusões. Domingo passado Alan Horn, o presidente do estúdio, declarou que está mudando a estratégia - e agora, em entrevista ao The Wall Street Journal, o presidente de produção Jeff Robinov detalha esses planos.

"Superman - O Retorno não funcionou como filme da forma que nós esperávamos. Não posicionou o personagem como precisávamos. Se tivesse funcionado em 2006, teríamos no Natal deste ano ou de 2009 outro filme do Superman. Agora o plano é reintroduzir o personagem sem qualquer menção a filmes anteriores", disse Robinov.

Segundo o jornal, os projetos devem focar aventuras solo, e não grupos, e ser tão sombrias quando Batman - O Cavaleiro das Trevas. É isso mesmo: o estúdio está tão empolgado com a dinheirama de TDK que quer empregar o modelo filme-de-super-herói-adulto em todos os outros. "Nós vamos tentar seguir essa linha dark no limite que cada personagem comporta", explica Robinov.

O jornal diz que, criativamente, para Robinov, isso significa explorar o lado malvado dos heróis - e isso vale para o Homem de Aço também. Anúncios pontuais serão feitos em setembro. A intenção é ter pelo menos mais quatro filmes de heróis até 2011: o terceiro Batman, a renovação de Superman e mais dois. Atualmente estão sendo estudados os filmes de Lanterna Verde, Flash, Arqueiro Verde e Mulher-Maravilha.

Nos moldes da Marvel, a Liga da Justiça vai ficar para depois, quando todos esses heróis forem devidamente apresentados ao grande público.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h04
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QUE TAL UMA SOGRA DESSAS?

Um  Guarda rodoviário manda osujeito parar o carro:

- Seus documentos, por favor. O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.

- Não seu guarda, eu estava a 100, com certeza.

Mas a sogra, no banco de trás, corrige:

- Ah, João André, que é isso! Você estava a 130 ou mais!

O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.

- E sua lanterna direita não está funcionando...

- Minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado aqui na estrada...

A sogra insiste:

- Ah, João André, que mentira! Você vem falando há semanas que precisa trocar a lâmpada da lanterna!

O sujeito está fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.

- E o senhor está sem o cinto de segurança.

- Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!

- Ah, João André, deixa disso! Você nunca usa o cinto!


O sujeito não se contém e grita para a sogra:

- PÔRRA!!!! CALA ESSA BOCA, MERDA!!!!!!

O guarda se inclina e pergunta para a senhora:

- Ele sempre grita assim com a senhora?

E a sogra:

- Não, seu guarda; só quando bebe....


Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h02
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THE OWLSHIP
 


Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h13
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Watchmen lawsuit original documents

I tried to post this as a comment on the relevant Blog@ thread, but alas, it was rejected as spam--understandable, given the digi-tons of linked junk that shows up in my own filters. Anyway, since I pulled this all together, here it is.

No substantive comment for now; I'm working on some thought-intensive projects that are going to keep my blog posts for the next week or so confined to shiny things I run across in the course of my work.

However, I will note that cases like this illustrate why I emphasize the value of savvy due diligence and explore worst-case scenarios.

For those who want to check out the original source material, here are the the Fox complaint, Warner Brothers' response, the disputed legal documents and the judge's order.

Arguably the most explosive sentence in the order: "It is particularly noteworthy that nothing on the face of the complaint or the documents supplied to the Court establishes that Gordon, the claimed source of Warner Brothers' interest in 'Watchmen,' ever acquired any rights in 'Watchmen.'"

As several reports state, Warner Brothers faced a similar situation before, when, in 2005, the same judge granted a preliminary injunction that would have kept The Dukes of Hazzard movie from being released, prompting the studio to agree to a multimillion dollar settlement. The plaintiff's lawyer in the Hazzard case: Marc Toberoff, who is now representing the Siegel heirs.

FOR THE RECORD UPDATE:

Since a number of people are interested in the documents in this case, for the sake of completeness here are the studios' responses regarding the motion to dismiss and, for real inside baseball, the motions and order regarding whether the court has jurisdiction to hear the case.

If you don't want to wade through all the legal arguments, a couple of the documents stand out:

Fox's chart of alleged misstatements by Warner Brothers and the original 1990 purchase agreement between DC Comics and Fox.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h12
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WHO WATCHES THE WATCHMEN?

WCM: What do you think about in terms of where the world climates gone since 1985 up until now? And knowing that you have that piece of fiction out there knowing its still relevant today, especially with the way we are questioning our government, questioning so many things. Vigilantes kind of thrive when there is no real order, so as you look back at how life played out, what do you think about your piece of fiction as its compared to art imitating life in a sense?

Gibbons: Do you want the short answer? (chuckles) I suppose we were reflecting what was happening at the time and in the eighties there was a lot of paranoia about the Cold War and was it going to escalate and what would happen if it did how fragile our society was, how very little would have to be done to completely wipe away everything that we had. And that was very real to me and Alan when we did it. And that’s receding a bit. And there are new fears of mass destruction, of terrorist attacks.

So I think that paranoia is always going to be there. It’s about paranoia, that whole “who watches the watchmen” is an expression of paranoia. Because you’re aware of where it comes from? When the Roman army was going to war they were worried about their women at home. And the Spanish said, “We’ll appoint watchmen to take care of your women.”

So the question then is, “Okay. Who watches the watchmen? They’re watching the women, who’s watching them?” So it’s all about paranoia. And I think that still persists, this ebb and flow.

I think probably there was a time in the 1990’s when there was Glasnost and a year or so in Russia when it all seem rosy and then fundamentalists, terrorism went off again.

So I think there area always going to be those concerns. I think it’s a very bold thing that Zack has set it in the eighties, kept it in the eighties. Because I think that gives it a kind of a timelessness that it wouldn’t have if it was very contemporary.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h11
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Watchmen director discusses the colossal
task of making a movie that both the fans
and the studio will be happy with


First and foremost, thank you.

Snyder: My pleasure.

I really wanted to see this thing get made and get made right, and it looks like you're doing it.

Snyder: I'm trying.

Well, it's interesting because the reaction to the trailer was amazing. Maybe 85 percent of fan's fears were taken right away by the trailer. But there's one thing they keep worrying about, and that's the ending.  Can you let them know that they have nothing to worry about?

Snyder: Let me just say this about the ending. Patrick hinted at it in that article [from Entertainment Weekly] that he talked about. I was thinking, 'What is Watchmen?' I believe that the crux of the movie is that it offers a moral choice. That's Watchmen. Let's just say that, without getting too spoilerish, a certain character in the movie survives that makes a moral choice, that is what we would consider; what an audience might consider, questionable, but on paper you could make an argument for. That's what it's about. I have got to say, you pose that to a studio… you tell the studio that this guy who kills millions of people, he's going to be okay at the end. That's tough. It's not like Lex Luthor ends up on an island. I'm saying this guy is right. That's a different thing. That's the movie, that's the fun.

Look, I love Iron Man, I think Iron Man is awesome, I think Robert is amazing in the movie. I walked out of the movie and said, 'That was great! Let's get a beer.' And that was it. I've always said that you walk out of Watchmen and say 'Okay, what's up? No, Adrian's wrong.' Or you get a beer and [mimes a drunken argument]. Or you're in a fight.

Do you think the success of Dark Knight and other films recently have opened the door for a little bit of a darker tone for superhero or spectacle-type movies?

Snyder: Sure. I'm a huge fan of Dark Knight, by the way. It's an amazing movie and that's part of the awesome thing with Dark Knight — it's not just a superhero movie, it's a good movie. People can just say 'That's an awesome movie that might have Batman in it.' That's just cool. It's like Heat with Batman, that's what it reminds me of. But the difference is that the first Batman movie — not the first, but the one before this one — people are like, 'Ooh, that's a dark movie,' and I go, 'Yeah, it's dark, but don't forget that Batman gets to go to the Himalayas and train with ninjas to become a super fighter.' I want to do that. That's not dark, that's super cool. That's awesome — my parents died, I get to go to the Himalayas and become a ninja! That's cool, I'm sorry!

[laughter]

In Watchmen there's nothing like that. Dan can't get an erection because he doesn't have his suit on, that's a different kind of dark. I do think that what Dark Knight does do is it makes people or critics or whoever's going to see the movie, when they sit down, what they're anticipating can be a little bit different. They're a little more open-minded to a movie that's not exactly like bubblegum, popcorn, in your face, action freakout, but that takes an hour for the Comedian to get buried. It's also not… yeah, there's a plot, Rorschach is trying to figure out what's happening, but that's really not the movie.

How on Earth are they going to make a Watchmen video game?

Snyder: The Watchmen video game… yeah, I know, I know. The first thing I said is that it can't have anything to do with the book. There can be no sequences, but we can take ideas from it. We got one version of it, and then my buddy Peter and I ended up having to go 'Let us write it. This is crazy.' What they were doing, I thought it was crazy and I couldn't stop it. So I said 'You know what? Let us do it.'

Has there been a battle with the studio to franchise it? If you were going to make it?

Snyder: No, no one's brought it up.

Cut the book in thirds or something?

Snyder: There was a discussion of cutting the movie in half because it's so long, but there's no ending in the middle, unfortunately. Mass audiences would have been like 'What the fuck?' It would have been worse than any Lord of the Rings ending.

[laughter]

How about Ozymandias’ dog, is he in there?

Snyder: His cat? Yes. Bubastis, he's in the poster over there. If you go outside, you'll see him.

Was it difficult to finding some areas to cut out of the film?

Snyder: It was, but the things that end up getting taken out are like [the detectives] doing their thing. That type of stuff, you take that out, and then you separate the Black Freighter from it, since Black Freighter now exists on its own, you really start to see that a lot of the movie is there.

One of the storytelling themes in the original graphic novel is this use of dual stories with parallel narratives, split frames, symmetry. Did you keep that theme for the movie?

Snyder: As much as we can. It's a different medium because it's linear, although we do make reference to it a lot, the idea of symmetry. I always mention that there's a sequence in the movie, about twelve minutes long, that's basically Manhattan on Mars thinking about his origin story. There's a picture of he and Janey — he drops it on the ground and we go through his story. It's kind of like slightly non-linear, and then also, for whatever reason, also slightly chronological, which is kind of my favorite part of the movie. It is what I would say the most purely Watchmen-y thing — it has nothing to do with the story, no plot aspect to it at all. Meanwhile, everyone's on Earth going along and we go to this twelve-minute aside that has nothing to do with anything except to understand Manhattan a little better.

If the movie was coming out tomorrow, what do you think the running time would be?

Snyder: If it was coming out tomorrow, it would be close to three hours. What I have right now.

When you were working on 300, you said your job was basically to fill in the spaces between Frank's panels. How is that true of Dave's panels?

Snyder: It's still kind of the same job. People go, 'Oh you have no individual vision, because you just copy these storyboards from the graphic novels,' and I'm like yeah, I wish it was that easy. That'd be awesome. When you actually take the panels and think 'How do you shoot this like a film?' you actually start to realize there's not a lot of continuity, there isn't a lot of stream of consciousness. It's a little different. It goes in different directions if you need to get it to go somewhere else. It's a ton of work. But I think it's the same exercise applied of trying to move a linear moment through a panel in the book.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h09
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Panela antiaderente esquecida no
fogão libera substâncias tóxicas

do UOL Ciência e Saúde
 
Quem nunca recebeu um spam sobre os perigos do microondas, ou já ouviu dizer que panelas antiaderentes ou de alumínio podem causar problemas de saúde?
 
Segundo especialistas, não há motivo para alarde, já que faltam pesquisas que comprovem eventuais danos desses utensílios à saúde. Mas alguns cuidados são fundamentais para não se expor a riscos.

"Panelas antiaderentes esquecidas no fogo, com a alta temperatura, liberam substâncias muito tóxicas", conta o professor João Pedro Simon Farah, do Instituto de Química da USP.
 
"Há casos de passarinhos que chegam a morrer por respirarem esses gases. Isso porque esses animais possuem um metabolismo muito acelerado e são mais sensíveis à poluição", explica.

iTodas
O revestimento das panelas antiaderentes podem desprender-se com facilidade, por isso o ideal é usar colheres de pau, evitando arranhá-las com talheres e esponjas de aço na hora da limpeza
 
De acordo com o executivo José Rubens Tavares, gerente da DuPont - que produz o teflon®, marca mais conhecida de antiaderente -, "a exposição desses gases aos seres humanos não causa nada além de uma eventual irritação". 

Essa substância presente nos antiaderentes, chamada de fluoropolímeros, degrada-se a temperaturas elevadas como qualquer plástico.
 
"Outros tipos de panelas, como as revestidas por tinta, também podem liberar substâncias tóxicas. Tanto a fumaça causada por um utensílio de teflon, quanto por um plástico ou óleo esquecido ao fogo podem ser fatais para um pássaro", diz.
 
Ele ainda ressalta que, por serem bastante altas, essas temperaturas não são alcançadas facilmente.

A segurança de um dos compostos presente nas panelas antiaderentes, o ácido perfluoroctanóico, foi questionada pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, em 2005.
 
A própria agência afirma, entretanto, que não há nenhuma indicação de que as pessoas sejam expostas a essa substância - que foi encontrada em níveis bastante baixos no sangue dos americanos e pode estar relacionada a problemas à saúde - pelo uso de utensílios de teflon ou outros antiaderentes.

O professor Farah avisa, ainda, que o dano causado toda vez que a panela é riscada resulta na formação de radicais livres.
 
"Não sabemos se isso é perigoso para a saúde das pessoas nessas condições, nem acredito que isso seja muito grave, mas por que não investir esse dinheiro numa panela de aço, por exemplo, que é melhor para cozinhar, dura mais e não apresenta esses riscos?", questiona o professor.

Para o executivo da DuPont, entretanto, falta comprovação científica para essa questão. De acordo com Tavares, por permitir que os alimentos sejam cozidos com menos gordura, as panelas antiaderentes trazem benefícios à saúde.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h42
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NEPOTISMO NUNCA MAIS
 
Por unanimidade, STF aprova resolução
que proíbe o nepotismo no Judiciário

Por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) considerou constitucional uma resolução que trata da proibição do nepotismo no Judiciário. É uma ação da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) sobre a competência do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para definir como inconstitucional a contratação de parentes no Judiciário.

Na decisão, o CNJ disciplinou o exercício de cargos, empregos e funções por parentes, maridos, mulheres e companheiros de magistrados e de servidores investidos em cargos de direção e assessoramento, no Poder Judiciário.

O ministro-relator, Carlos Ayres Britto, recomendou pela constitucionalidade da ação. Na prática a recomendação é pela manutenção da proibição da contratação de parentes no Judiciário. Por decisão da Corte, a palavra "chefia" será incluída na decisão.

Os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Celso de Mello e Cezar Peluso, além de Gilmar Mendes, presidente do STF, acompanharam o relator. Todos eles ressaltaram que a Constituição já trata do tema.

"O nepotismo é um desrespeito aos atos republicanos e à ordem constitucional", afirmou Celso de Mello. "[A decisão do CNJ] teve o objetivo de banir as práticas de nepotismo", disse ele.

O que os ministros julgam é se o CNJ tem competência de definir, por meio de resolução, sobre a proibição do nepotismo no âmbito do Judiciário.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h38
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SEM DESCULPAS:

Idade e dinheiro não devem
impedir
adesão à previdência privada

O mercado de previdência complementar tem mostrado números positivos, indicando que o brasileiro está preocupado com o futuro financeiro e de olho em uma aposentadoria melhor.

Segundo os últimos dados da Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida), o mercado de previdência complementar atingiu, nos primeiros cinco meses do ano, R$ 12,4 bilhões em captações, montante 20,19% superior ao do mesmo período de 2007.

No entanto, apesar deste crescimento, existem alguns mitos que ainda inibem a entrada de novos adeptos à previdência privada. "Pensar que a previdência privada custa caro ou é feita apenas para uma pequena parcela da população é ter uma visão errada do que os pacotes disponíveis no mercado podem oferecer", afirma o economista e gerente de negócios da Kiman Solutions, Keyton Pedreira.

De 8 a 80

A principal desculpa gira em torno da idade. Enquanto uns afirmam que não aderem a um plano de previdência por serem jovens demais e terem muito tempo para pensar nisso, outros dizem ser velhos demais.

De acordo com Pedreira, "nada mais errado". Para os jovens, apesar de a aposentadoria ainda estar longe, começar o quanto antes permite que, com uma pequena parcela mensal - que não pesará no bolso e nem o privará de pequenos luxos da idade -, seja possível acumular uma boa quantia na aposentadoria.

Para os mais velhos, o importante é seguir o ditado "Antes tarde do que nunca". Uma pessoa com 45 anos, por exemplo, ainda tem outros 10 ou 15 anos até se aposentar, isso sem mencionar a longevidade, que mostra que os brasileiros estão vivendo cada vez mais. Ou seja, mesmo que um pouco mais tarde, a pessoa ainda tem tempo suficiente para contratar um plano de previdência e garantir uma aposentadoria um pouco mais tranqüila.

No bolso

Além da idade, outro mito que ronda o mercado é a questão da disponibilidade financeira. Segundo Pedreira, no entanto, o mercado de previdência está apostando no crescimento dos planos direcionados aos consumidores populares.

"As seguradoras se esforçam para derrubar a idéia de que ter um plano de previdência privada custa caro ou é um investimento restrito a uma pequena parcela da população", afirma o especialista.

Atualmente, os pacotes disponíveis no mercado já permitem contribuições a partir de R$ 30 por mês. Outros, depois de abertos, podem receber aplicações a qualquer momento, para aproveitar uma sobra de dinheiro do aplicador.

"É melhor se planejar agora do que depender do Governo para garantir a qualidade de vida na aposentadoria", conclui o economista.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h38
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TUDO QUE VOCÊ PRECISA
SABER SOBRE: CERVEJA!
 
1 A CERVEJA MATA?
Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por 1 caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a morte instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam sido associados às propagandas de cervejas com modelos.

2 O USO CONTINUO DO ÁLCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?
Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas .

3 A CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem whisky

4 MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que, nas blitz, a polícia nunca pede o teste do bafômetro para gestantes... E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.

5 CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada 1 caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.

6 EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE BEBIDA E ENVELHECIMENTO?
Sim. A bebida envelhece muito rápido... Para se ter uma idéia, se você deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.
 
7 A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?
Não. Pelo contrário. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas com a venda de cerveja nas cantinas e bares na esquina.

8 O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?
Inúmeras pesquisas vinham sendo feitas por laboratórios de renome e todas indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.

9 A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?
Não que eu me lembre....


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h37
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ASSIM É FÁCIL!
 
Abertura já indicava Flora como assassina

da Folha Online

A revelação de que Flora (Patrícia Pillar) foi a assassina do empresário Marcelo Fontini (Flávio Tollezani) era mostrada desde o primeiro capítulo de "A Favorita". A indicação está na vinheta de abertura, que resume a trajetória de Flora e Donatela (Cláudia Raia).
 
 Flora (Patrícia Pillar) em "A Favorita"

Abertura da novela das oito já dava a dica de que
Flora (Patrícia Pillar) seria a assassina de Marcelo em "A Favorita"

A abertura começa com a tela dividida ao meio: o lado de Flora fica em preto e o de Donatela, em branco --cores que costumam simbolizar o mal e o bem, respectivamente.

Ambas começam brincando, depois formando uma dupla sertaneja, até que largam o violão e se separam. Na animação, elas abaixam o instrumento e cada uma olha para o canto oposto ao da outra.

As duas vão para a cidade grande, onde um homem aparece dividido, cada metade no lado de cada uma das personagens. Elas voltam a ficar frente a frente, pois vão brigar pelo amor de Marcelo.

Em seguida, Flora ganha a tela inteira, sentada, segurando o bebê que teve com esse homem. Novamente a imagem é dividida, com o homem no meio e as duas discutindo.

De repente, a arma é empunhada, e um tiro disparado do lado preto - o de Flora. O homem cai, Flora é separada da filha, Lara (Mariana Ximenes), e levada para a cadeia.

Enquanto Donatela brinca com a criança, a personagem de Patrícia Pillar está cabisbaixa, na prisão. A animação volta para as pastagens do início, Lara aparece dividida entre os lados e, mais uma vez, Flora e Donatela estão frente a frente.

Portanto, a resposta para o famigerado segredo revelado na semana passada já estava no ar desde o primeiro dia em que a trama foi exibida, sem que ninguém percebesse.

Veja a abertura da novela "A Favorita" e confira:
 


Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h10
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Secretário pede que pobres da Índia
comam ratos para economizar grãos
 
Uma autoridade indiana quer incentivar os pobres do Estado de Bihar a comer carne de rato como forma de combater a crise dos alimentos na região.

O secretário do Departamento Estadual do Bem-Estar Social, Vijay Prakash, disse que a proposta é fundamentada em "muita pesquisa e trabalho de campo".
 
"Há duas vantagens nesta proposta. Primeiro, podemos salvar pelo menos metade dos nossos estoques de grãos e, em segundo, podemos melhorar as condições econômicas da comunidade de Musahar", disse ele à BBC.

A comunidade de Musahar é considerada a casta mais pobre do Estado e, segundo o secretário, já tem por tradição cozinhar pratos à base de carne de rato.

De acordo com Prakash, cerca de 50% do total da produção de grãos é devastada pelos roedores.

Nutrientes

Ele argumenta que ao estimular o consumo de ratos uma quantidade maior de grãos será preservada o que possibilitará um melhor combate da fome entre os moradores da comunidade.

O secretário afirmou que a carne do roedor, além de muito delicada, é rica em proteínas e muito popular "na Tailândia e na França".

"Ratos quase não têm ossos e são ricos em nutrientes", disse ele.

O secretário disse ter receitas para pratos à base de rato e vai distribui-las entre os hotéis de Bihar.

Ele ainda disse que quer incentivar a produção de ratos para o abate da mesma forma como é feito com aves.

Esta não é a primeira vez que o secretário propõe "idéias inovadoras". Ele já propôs a contratação de eunucos para fazer a segurança de maternidades e diz que a próxima iniciativa da secretaria é estimular a caça a cobras.

"Eu quero popularizar a caça às cobras por causa do valor econômico de seus venenos", disse ele.
 
Leia mais:
 


Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h06
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REFLEXÃO DO DIA:
 
"Se quiser ter certeza de quem gosta mais de você:

Tranque sua mulher e seu cachorro no porta malas do carro e deixe por uma hora.

Ao abrí-lo, veja quem estará realmente feliz em ver você
".


Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h05
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SOBRE A VÍRGULA

Muito legal a campanha dos 100 anos da
ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

 Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
 Não, espere.
 Não espere.

 Ela pode sumir com seu dinheiro.
 23,4.
 2,34.

 Pode ser autoritária.
 Aceito, obrigado.
 Aceito obrigado.

 Pode criar heróis.
 Isso só, ele resolve.
 Isso só ele resolve.

 E vilões.
 Esse, juiz, é corrupto.
 Esse juiz é corrupto.

 Ela pode ser a solução.
 Vamos perder, nada foi resolvido.
 Vamos perder nada, foi resolvido.

 A vírgula muda uma opinião.
 Não queremos saber.
 Não, queremos saber.

 Uma vírgula muda tudo.

 ABI: 100 anos lutando para que ninguém
mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h04
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BALTAZAR GARZÓN É O CARA!

Anistia não vale para crimes contra a humanidade

Convidado a vir ao Brasil pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (Sedh), o juiz espanhol Baltasar Garzón, famoso por ter decretado em 1998 a prisão do ditador chileno Augusto Pinochet, defendeu ontem em São Paulo a punição penal para crimes contra a humanidade cometidos durante o período da ditadura brasileira.
 
AP
 
"Há uma obrigação não só moral, mas legal de investigar os crimes praticados durante a ditadura", disse em São Paulo o juiz espanhol que ficou famoso por ter decretado em 1998 a prisão do ditador chileno Augusto Pinochet.
"Quando se trata de crimes contra a humanidade, entendo que não é possível a anistia e que a prescrição também não é possível. Há a primazia do direito penal internacional sobre o direito local sempre quando o país que estamos falando faz parte do sistema internacional de Justiça, como o caso do Brasil", disse.

Garzón destacou que há uma obrigação "não só moral, mas legal" de investigar os crimes. "Creio que internacionalmente está cristalizada a doutrina jurídica de que esses crimes internacionais devem obter uma resposta da via penal, da Justiça penal", ressaltou.

Questionado se os crimes cometidos durante a ditadura poderiam ser alvo de uma ação de uma corte internacional, o juiz espanhol disse que não se manifestaria sobre o assunto em respeito às instituições que estão investigando e atuando nos casos.

Garzón defendeu ainda a abertura dos arquivos da ditadura. Para ele, o livre acesso aos documentos "é uma questão de justiça reparadora" e não pode ser tratado como uma questão política ou ideológica.

O juiz espanhol chega ao Brasil em um momento de efervescência das discussões sobre a abertura dos arquivos, a punição dos torturadores dos anos de ditadura militar e a revisão da Lei de Anistia. Há duas semanas, o ministro da Justiça, Tarso Genro, irritou os militares ao defender, em um seminário, a punição rigorosa para a tortura, que, em sua opinião, não pode ser classificada como crime político, mas como crime comum.

Hoje em São Paulo, o juiz espanhol visitou o antigo prédio do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), atual Estação Pinacoteca. O prédio, onde ocorreram crimes de tortura e assassinatos nos anos mais duros da ditadura militar.

Garzón participa ainda do seminário internacional "Direito à Memória e à Verdade", promovido pela Sedh, em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a revista Carta Capital.
 
Em Brasília, o juiz espanhol se encontrará com autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário e fará uma palestra no debate promovido pela Universidade de Brasília (UnB) e a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h24
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FRASE DO DIA:
 
"A generosidade de um homem é diretamente proporcional ao seu tesão ou culpa".


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h11
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AIRBAG

Airbag reduz lesão, mas não abre em toda colisão

Fora das telas do cinema não existem dublês. O ator Morgan Freeman sabe disso: no início deste mês, ele sofreu um grave acidente de carro nos EUA. Foi salvo pelo cinto de segurança, mas sofreu lesões nos braços.

Seu Nissan Maxima 1997 era equipado com airbags frontais, que não abriram na hora do capotamento. Se o sistema tivesse funcionado, reduziria o risco de ferimento em 59%, segundo estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde).

A Nissan americana, por e-mail, não explica por que o airbag não funcionou. Só afirma que não seria apropriado comentar o assunto, pois não está envolvida nas investigações.

Segundo André Horta, analista de segurança do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o airbag só é acionado quando o veículo está acima de 16 km/h e sensores, geralmente instalados na dianteira, detectam uma desaceleração violenta ou uma deformação do chassi por impacto.

A maioria dos airbags, porém, não é acionada em qualquer batida. De acordo com a fabricante TRW Automotive, só se o veículo capotar, por exemplo, os airbags de cortina (que protegem a cabeça) serão acionados. No acidente de Freeman, nem os dianteiros se encheram de ar.

3G

Para Leandro Oliveira, assessor técnico da Volvo, é possível que os sensores não tenham a mesma "leitura" da desaceleração, que, nos carros da marca sueca, precisa ser de 3G (três vezes a força da gravidade).

Assim, esses sensores não "avisariam" a unidade controladora do airbag para liberar o gás que infla as bolsas em 30 milissegundos. Em até 150 milissegundos, elas já estão murchas de novo - um piscar de olhos dura 100 milissegundos.
 
Oliveira ainda afirma que, nos Volvo, há um sensor de ocupante -percebe se há passageiro na frente para acionar ou não a bolsa - e outros nas colunas "B" e nas portas, para airbags laterais e de cortina.

Outra hipótese para o acidente do ator é que o airbag não estivesse funcionando. O carro que dirigia já tinha 11 anos, um a mais do que a vida útil das bolsas. Nesse caso, devem ser trocadas, e não reparadas.

No Brasil, apenas 1 em cada 5 carros novos estão equipados com airbags frontais. Entre os "populares", a média cai para 5%. "É preciso encomendar e esperar pelo carro nessa configuração", afirma Carlo Gibran, gerente de marketing da Bosch.

"A pouca oferta de modelos com airbag para pronta entrega inibe o consumo, mesmo para quem busca segurança."

Airbag salvaria 490 vidas e traria economia de R$ 315 mi

Com base em pesquisas da NHTSA (Associação de Segurança de Trânsito nas Estradas Americanas), o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) divulgou uma projeção dos danos pessoais e econômicos que poderiam ser evitados no Brasil caso o airbag fosse um equipamento obrigatório, como ocorre nos Estados Unidos desde 1999.

Aqui, das 35.000 mortes anuais no trânsito, pelo menos 490 (1,4%) poderiam ser evitadas, aponta o Cesvi. O airbag para motorista - o Cesvi não fez projeção para lesões em passageiros dianteiros - também evitaria o ferimento de outros 10 mil condutores.

Na projeção do Cesvi, no carro com airbag, cada morto viraria uma pessoa ferida, e cada ferida não sofreria nada. O governo economizaria R$ 315 milhões em um ano - ou R$ 2,2 bilhões, de 2001 a 2007.

São cifras usadas como argumento para regulamentar o projeto de lei 1.825/07, aprovado em junho pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Se aprovado, os carros novos terão airbag até 2014.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h06
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10 questões sem resposta sobre o iPhone 3G no Brasil
 
O iPhone 3G finalmente foi homologado pela Anatel, dois meses depois de seu anúncio oficial. Só que apesar de aprovado para vendas no mercado brasileiro, ainda restam muitas dúvidas sobre como o telefone será comercializado.

A Macworld Brasil levantou dez questões ainda sem resposta sobre o aparelho no Brasil.

1) Data de lançamento

O Brasil aparece no site da Apple como um dos países a receber o iPhone 3G “em breve”, mas até agora o pais não foi citado por nenhuma operadora como participante dos 20 países com iPhone lançado em 22 de agosto. A Telefônica, dona da Vivo, disse que vai vender em 8 países da América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Peru e Uruguai) a partir de agosto. A América Móvil, controladora da Claro, também inclui Honduras e Paraguai na lista. Então, quando chega?

2) Qual aparelho vem?

O modelo homologado pela Anatel é o iPhone de 8 GB. Cadê a versão de 16 GB e a versão em branco do telefone?

3) Preço

Mesmo os países latino-americanos não tiveram o preço divulgado para a venda do iPhone 3G ainda. Não falar sobre o tema parece ser a estratégia das operadoras para aumentar a ansiedade do consumidor e evitar que o concorrente copie seu tema.

4) Desbloqueio

As regras da Anatel dizem que os aparelhos celulares têm de ser vendidos desbloqueados, podendo a operadora exigir no máximo 1 ano de fidelidade. A Apple vai brigar com a Anatel e tentar barrar a venda de aparelho desbloqueados? Ou será que ela tem uma estratégia de venda de aparelhos sem bloqueio em seus planos, independente de operadora?

5) Aplicativos e serviços

A Claro já tem sua rede 3G em pleno funcionamento pelo Brasil, assim como a TIM. Só a Vivo ainda não anunciou seus planos de redes 3G – espero que isso seja feito de maneira simultânea ao iPhone 3G. Só que o iPhone tem recursos como o visual voicemail, que é customizado pela operadora. Como isso vai funcionar? As operadoras já estão prontas para o software do iPhone?

6) Assistência técnica

O calcanhar de Aquiles da Apple no Brasil é a assistência técnica de produtos  - donos de iPods quebrados que o digam a dor de cabeça para consertar ou trocar o produto. Fica a questão: apesar da venda pelas operadoras, será a Apple responsável pelo serviço de apoio ao comprador? Ou será mais um abacaxi nas mãos das operadoras, que terão de enviar o produto aos Estados Unidos para troca? Potenciais compradores de iPhone, preparem-se.

7) Ainda as operadoras

O iPhone 3G vai ser, com certeza, o produto de consumo do Natal, apesar de apostarmos no início das vendas do produto já em setembro. Claro e Vivo são listadas como operadoras oficiais no site da Apple, e a TIM só diz que “negocia” com a Apple a venda do aparelho. Mais alguma operadora vai entrar nessa disputa? E a rede da Vivo, Claro e TIM estarão prontas para agüentar um maior volume de tráfego de dados causado pelo iPhone 3G?

8) Donos de iPhone original

Quem comprou um telefone da Apple e desbloqueou o aparelho – ainda que de forma ilegal – já quebrou o contrato de serviço com a Apple. Como as operadoras pretendem lidar com esse cliente que já tem um iPhone e quer um dispositivo 3G? A Apple pretende dar algum suporte oficial aos donos de iPhone primeira geração?

9) App Store

Já presente no Brasil, a loja de aplicativos para iPhone é uma versão limitada da loja norte-americana. A Apple pretende continuar com essa política ou vai negociar com os desenvolvedores (principalmente os de games) a venda mundial dos programas?

10) Frequência do aparelho

A Apple não diz qual é a frequência do iPhone 3G. Apesar de ser uma informação técnica e que não interessa à maioria dos consumidores, ela pode afetar a região onde o aparelho será vendido, já que as operadoras muitas vezes operam com mais de uma frequência em 3G naquela área (A Claro, por exemplo, opera redes 850 MHz e 2.100 MHz em São Paulo). Segundo o documento de homologação da Anatel dá a entender, o iPhone 3G funciona em frequências de 850 e 1950 MHz.

As questões estão no ar. Faltam as respostas da Apple e das operadoras.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h03
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Para STJ pensão alimentícia não é suspensa
automaticamente com maioridade do filho

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou uma nova súmula pela qual um filho que completa 18 anos não perde automaticamente o direito de receber pensão alimentícia dos pais. A regra garante o direito de o jovem pedir a manutenção do pagamento, caso não possa sustentar a si mesmo. Até hoje, o entendimento mais comum era o de que a pensão termina automaticamente a partir dos 18 anos.

"O cancelamento de pensão alimentícia de filho que atingiu a maioridade está sujeito à decisão judicial", diz o texto. A decisão deve ser obedecida pelas instâncias inferiores da Justiça.

"Às vezes, o filho continua dependendo do pai em razão do estudo, trabalho ou doença", ressaltou o ministro Antônio de Pádua Ribeiro ao julgar recurso em que um pai de São Paulo solicitou a suspensão do pagamento de pensão à ex-mulher, tendo o filho mais de 18 anos.

Os ministros do STJ entenderam que cabe ao pai provar as condições ou capacidade para pedir o fim do pagamento sob o "entendimento de que o dever de alimentar não cessa nunca, apenas se transforma com o tempo."


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h01
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O homem que fez o World Trade Center flutuar
 

Ele passa de um edifício ao outro, aparentemente sem esforço. Leva um instrumento para equilíbrio e traz no rosto uma expressão serena, quase de meditação. Usa roupas diferentes. Parece flutuar no ar.

Quando as pessoas o avistam do solo, param o que estão fazendo e ficam olhando, entre estáticas e admiradas. Ele é a estrela de um dos grandes filmes deste verão norte-americano.

Não estou falando do mais recente "Batman", mas de "Man On Wire", um pequeno documentário em cartaz em poucas salas nos Estados Unidos e ainda sem data de estréia prevista para o Brasil.

Como diz o título ("homem no fio") é a história de um equilibrista francês que, em 1974, atravessou de um topo ao outro o vão das torres do World Trade Center, em Nova York, andando por um cabo de aço.

Mas é muito mais do que isso.

  

Montado como se fosse um filme de assalto a banco, com direito a passagens "reconstituídas" por atores, é o raio-X de um sonho levado às últimas conseqüências e com final feliz. O fio condutor é Philippe Petit, o homem do título.

Aos 20, enquanto esperava sua vez no dentista, leu em uma revista francesa que o projeto de construção do World Trade Center havia sido aprovado. São os anos 60.

Os edifícios viraram o Moby Dick desse capitão Ahab contemporâneo, com rosto de mímico, vida de circo e amigos malucos. Nos próximos anos, ele ganharia fama ao atravessar as duas torres da catedral de Notre Dame e a torre Eiffel, em Paris, e a australiana Harbor Bridge, em Sydney.

Como sempre, as performances eram feitas sem que as autoridades soubessem e com uma equipe bem treinada, que ajudava Petit a instalar os cabos de aço entre os dois pontos da travessia.

Três constantes: nunca havia rede de proteção; acabava sempre em prisão; e os lugares foram ficando cada vez mais altos.

Como ele conta depois, tudo não passava de treino para o que ele chama de "O Golpe". Que veio numa manhã de agosto de 1974, em Manhattan, quando o WTC ainda funcionava precariamente e era malvisto pela população local, que achava o projeto todo um exagero.

De uma maneira rocambolesca, Petit e um parceiro conseguiram chegar ao último andar da Torre Sul, enquanto dois outros amigos faziam o mesmo na Torre Norte. Quando amanheceu, os quatro instalaram o cabo entre os prédios.

Até que isso acontecesse, tudo o que poderia dar errado deu. Dois deles passaram a noite imobilizados sob uma lona, enquanto um guarda dormia no posto ao lado. O cabo escapou e quase caiu no chão durante a instalação.

Só na fase do planejamento, Petit teve de vir cinco vezes de Paris a Nova York, para reconhecimento. Numa delas, fingiu que era repórter e "entrevistou" a equipe que construía as torres, enquanto filmava e fotografava secretamente os detalhes de onde instalaria as traquitanas.

O filme emociona por mostrar um projeto e um sonho de tempos mais inocentes, que seriam impossíveis hoje, na "guerra ao terror". Parte do caso de amor dos nova-iorquinos com os dois gigantes é creditada à travessia do malabarista.

O depoimento que dá na época o policial que prende Petit depois da travessia é ele próprio poético. O malabarista nunca mais falou do assunto, até que seu vizinho o avisou, naquela manhã de setembro de 2001: "Philippe, derrubaram suas torres".

Quando um repórter perguntou a George Mallory (1886-1924) por que queria escalar o monte Everest, o explorador britânico teria respondido: "Porque ele está lá". Philippe Petit quis atravessar as duas torres do World Trade Center porque elas estavam lá. Não estão mais.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h06
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DICAS DE VIAGEM:
 
O melhor de Buenos Aires AQUI.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h04
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O PROBLEMA COM AS SIGLAS
 
Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um telegrama de seu gerente, no qual estava escrito: 'PORRA.'

No dia seguinte, O funcionário respondeu o e-mail:

FODA-SE.

Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse:

- Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu telegrama era simplificado e O significado de PORRA é 'Por Obséquio Remeter O Relatório Atrasado'.

O funcionário argumentou:

- Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: 'Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue'.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h03
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ACORDO NO TRÂNSITO

Duas bichas passeando de carro novo, de repente um caminhão vem e bate na traseira.

A bicha indignada, fala:

- Cleide chama lá a polícia, chama a polícia. Seu motorista safado, comprou a carteira? Cretino, pilantra, Cleide corre lá e chama a polícia, onde já se viu, olha o semáforo estava menstruado para você. Cleide chama a polícia.

Nisso o motorista fala:

- Suas bichas sem vergonha, vocês merecem é um cacete bem grande no rabo de vocês.

E então a bicha fala:

- Volta Cleide, ele quer fazer um acordo!!!


Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h01
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Venda de TVs sofisticadas dispara no Brasil

O sonho de comprar uma TV de 42 polegadas com tela de cristal líquido (LCD) nunca esteve tão acessível ao bolso do consumidor. Desde que chegou ao mercado brasileiro em fins de 2004 até hoje, o preço desse televisor de alta tecnologia desabou.
 
O produto custava cerca de R$ 20 mil naquela época e hoje sai por menos de um quarto desse valor: R$ 4.499,00 segundo pesquisa feita na semana passada com 345 empresas do varejo.

A valorização do real ante o dólar, o aumento nos volumes de produção com o avanço da tecnologia e, especialmente, a forte concorrência entre as indústrias e os varejistas explicam o recuo de preços. Com a queda de preços, as vendas subiram.
 
O mercado já projeta para este ano vendas de 2,5 milhões de TVs de plasma e LCD. O volume é mais que o dobro do ano passado, quando as vendas atingiram 1 milhão de unidades. Também está muito distante das 350 mil TVs de alta tecnologia vendidas em 2006.

A queda nos preços dos aparelhos mais sofisticados provocou uma redução nas vendas dos televisores convencionais, que ainda dominam o mercado. Da venda projetada de 9,5 milhões de TVs este ano, 7 milhões serão de aparelhos convencionais.
 
No ano passado, as vendas de TV convencional atingiram 9 milhões de unidades.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 16h59
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ENTREVISTA DO DIA: ALICE COOPER

Jornal A Tarde - 1995

Vincent Furnier é bom sendo ele mesmo, mas sempre fica melhor quando se transforma em Alice Cooper.
 
Controvertido, alegre e raivoso. Um verdadeiro clown em cena. Tudo isso se resume em uma palavra: criatividade.

Assim é Alice que já circula na mídia muito antes de Gene Simmons do Kiss lançar seu primeiro cuspe de sangue, muito antes do Mötley Crue gritar para o demônio, muito antes de King Diamond aprender a quebrar vidros.

Quando apareceu, ainda no idos dos anos 60, Alice Cooper era a própria encarnação do horror no rock 'n' roll. Suas apresentações ao vivo eram parte circo, teatro, parte rock, incorporando artifícios não-musicais como guilhotinas, serras elétricas enquanto ele aparecia com maquiagem e roupas excêntricas, seguido por todo o palco com uma jibóia enrolada no seu pescoço.

Tudo isso seria uma grande brincadeira de mau gosto... se Alice não tivesse nenhuma música que justificasse toda essa parafernália cênica... mas ele tinha.
 
Alice Cooper ainda arrebenta com as audiências em todo o mundo. Seu novo trabalho "The Last Temptation", é um trabalho conceitual criado por ele e por um dos maiores nomes dos quadrinhos do momento, Neil Gaiman (criador de Sandman) e teve a capa desenhada por outro craque da HQ, Dave McKean.
 
ATARDE: Como você vê o fato de "The Last Temptation" ser considerado seu melhor álbum?
 
ALICE COOPER: Me faz sentir muito orgulhoso. Eu tenho isto esta reação em todo o mundo. "Trash" e "Hey Stoopid" foram sucessos comerciais, mas esse é um disco bem melhor. Houve uma inspiração real para escrevê-lo. Eu não sei de onde veio, mas sei que não poderia escrever outro álbum de rock sem letras inteligentes para os adolescentes.
 
AT: Como você consegui envolver Neil Gaiman no projeto?
 
ALICE COOPER: A idéia era escrever a base inicial, a concepção do roteiro. Primeiro escrevemos a história para depois compormos as músicas. Nós sabíamos como ela iria começar e como iria acabar, apenas precisávamos preencher alguns detalhes adicionais. Tínhamos um vilão, um herói, um interesse amoroso, esse tipo de coisa. Então, decidimos que se tudo pudesse rodar em torno desse enredo, nós poderíamos também criar o disco. Por isso que Neil Gaiman envolveu-se no projeto.
 
AT: O personagem Steven tem o mesmo nome do personagem do álbum "Welcome to my Nightmare" de 1975. Ele seria o seu alter ego ficcional?
 
ALICE COOPER: Eu sempre vi o Steven como meu lado inocente, como o Alice sendo o lado diabólico. Quando você lê a história em quadrinhos, vê que o Showman é como o velho Alice, com a cartola e maquiagem. E o garoto que entra no teatro normal americano, cujo nome é Steven. É uma grande disputa, mas eu não vou contar quem vence no final.
 
AT: Como você está se preparando para a nova turnê ? O Brasil e a Ámerica do Sul estão incluídos? Já faz 20 anos que você não aparece aqui...
 
ALICE COOPER: As coisas mudaram muito de um tempo para cá. Estou examinando bem tudo que está acontecendo, antes de me decidir por uma excursão enorme, cheia de shows e sem datas para terminar, com viagens diárias. Pelo menos nas primeiras apresentações em teatros. Ficar em cada cidade pelo menos uma semana. Em nossa agenda sul-americana temos duas datas abertas para o Brasil, dependendo de negociações.
 
AT: Como você vê o trabalho dessas bandas novas, como o Pearl Jam e o Soudgarden? A teatralidade já era?
 
ALICE COOPER: Não chamaria essas bandas de novas. Pearl Jam e Soundgarden, para mim, já são veteranos. O rock deles é muito parecido com o que fazíamos nos anos 70. Além do que as bandas de Seattle chegaram meio dizendo 'ok, nós estamos. Estes somos nós'. Aquilo não é Alice. Alice não veio de Seattle. Alice não tem esse tipo de atitude. Se Alice tem um show, Alice fará esse show teatral. Acho que é por isso que as pessoas querem ver Alice. Eu nunca vou subir num palco de fazer um show burocrático. Deixem as bandas de Seattle fazer o que fazem. Mas isto não é o que Alice faria.
 
AT: Por que você se refere a Alice na terceira pessoa?
 
ALICE COOPER: Porque eu não sou ele. Eu o represento. Eu escrevo para ele. Quando eu saio desse personagem, não quero ser Alice. Penso que é importante criar um personagem e então levá-lo em frente, representando-o por duas horas e depois sair dele. Ele é a personagem que eu inventei. Ele era o meu bebê. Todos deveriam ter um.
 
AT: O que mais te amedronta? Por quê?
 
ALICE COOPER: Você sabe o que eu realmente não gosto ? Não gosto de Death Metal. Porque celebra a morte, enquanto Alice satiriza a morte. Eles fazem da morte uma alternativa, e eu estou fora disto. Eu não estou nessa coisa de satanismo ou da morte em geral. Eu nunca tiraria proveito ou me daria crédito por nenhuma banda satânica ou de ninguém que toca death metal. Eu não vejo nenhum humor ou inteligência nisso.
 
AT: Seu começo também não foi assim ? Não diziam a mesma coisa de você?
 
ALICE COOPER: Chegou a acontecer, sim. Mas acho que, a partir do momento que les pararam para escutar as músicas, entenderam que há um senso de humor por trás de tudo, eles puseram ver que eu não aprecio este tipo de oisa. Agora você tembandas que dizem: 'olha, se você está de saco cheio dos seus pais, então se mate'. Eu não penso desta forma.
 
AT: O que mais de duas décadas no show bizz lhe ensinou?
 
ALICE COOPER: Que, se você não ficar no topo do seu jogo, alguém irá enterrá-lo.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h32
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ANÁLISE COMBINATÓRIA
 
Os seis números mais sorteados em 994 concursos, segundo a Caixa, são 05, 41, 33, 42, 51 e 24.
 
Trata-se de um mero quadro estatístico, já que a probabilidade de qualquer número sair é a mesma. Além disso, a combinação acima nunca saiu.

Ainda de acordo com a Caixa, os números menos sorteados são 02, 20, 09, 26, 39, 55.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h17
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FRASE DO DIA:
 
"A Justiça baiana se move a passos de tartarugas, obesas, cegas, tetraplégicas e sem rodinhas..."
 
(Mói)


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h15
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Ex-esposa tem direito à metade da
indenização trabalhista do ex-marido

Integra a comunhão a indenização trabalhista correspondente a direitos adquiridos durante o tempo de casamento sob o regime de comunhão universal. Com esse entendimento, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o direito da ex-mulher à meação dos valores recebidos pelo ex-marido após a separação de fato do casal.

De acordo com os autos, a sentença de divórcio determinou a partilha de todos os bens adquiridos pelo casal na proporção de 50% para cada um, mas negou a meação da indenização obtida em ação trabalhista e o pedido de alimentos formulados pela esposa. Em grau de apelação, a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, por maioria, reconheceu parcialmente o direito da esposa e aceitou o pedido de meação dos valores relativos à indenização trabalhista.

O ex-marido recorreu ao STJ alegando a existência de dissídio jurisprudencial. Sua defesa também sustentou que os frutos civis do trabalho ou da indústria de cada cônjuge são excluídos da comunhão quando as verbas pleiteadas na ação dizem respeito ao tempo em que não mantinha relacionamento com a recorrida e o produto só foi recebido após a ruptura conjugal.

Segundo o relator, ministro Luís Felipe Salomão, o tema foi objeto de divergência entre as Turmas que integram a Segunda Seção do STJ, mas a Corte já pacificou o entendimento de que “integra a comunhão a indenização trabalhista correspondente a direitos adquiridos durante o tempo de casamento sob o regime de comunhão universal”.

Para o relator, na hipótese sob julgamento, não restam dúvidas de que os créditos trabalhistas foram adquiridos na constância do casamento. O acórdão recorrido afirma que, embora não se possa vislumbrar com segurança a data efetiva da separação de fato do casal – entre abril de 1997 e março de 1998 –, o fato é que, ainda que os valores relativos aos créditos trabalhistas tenham sido recebidos após a dissolução da sociedade conjugal, é certo que eles foram adquiridos na constância do casamento, realizado em janeiro de 1993 sob o regime de comunhão universal de bens.

Incontroverso, pois, o ponto relativo ao tempo da aquisição dos direitos trabalhistas, tem-se que o decisório combatido não ofendeu o preceito de lei federal invocado pelo recorrente, tampouco dissentiu do entendimento traçado por esta Corte”, concluiu o relator em seu voto. Assim, por unanimidade, a Turma decidiu pela aplicação da súmula 83/STJ, segundo a qual não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h10
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OLD SAYINGS:

LIFE IN THE 1500'S: The next time you are washing your hands and complain because the water temperature isn't just how you like it, think about how things used to be. Here are some facts about the1500s:

Most people got married in June because they took their yearly bath in May and still smelled pretty good by June. However, they were starting to smell, so brides carried a bouquet of flowers to hide the body odor. Hence, the custom today of carrying a bouquet when getting married.

Baths consisted of a big tub filled with hot water. The man of the house had the privilege of the nice clean water, then all the other sons and men, then the women and finally the children. Last of all the babies. By then the water was so dirty you could actually lose someone in it. Hence the saying, "Don't throw the baby out with the bath water."

Houses had thatched roofs-thick straw-piled high, with no wood underneath. It was the only place for animals to get warm, so all the cats and other small animals (mice, bugs) lived in the roof. When it rained it became slippery and sometimes the animals would slip and fall off the roof. Hence the saying "It's raining cats and dogs."

There was nothing to stop things from falling into the house. This posed a real problem in the bedroom where bugs and other droppings could mess up your nice clean bed. Hence, a bed with big posts and a sheet hung over the top afforded some protection. That's how canopy beds came into existence.

The floor was dirt. Only the wealthy had something other than dirt. Hence the saying "dirt poor." The wealthy had slate floors that would get slippery in the winter when wet, so they spread thresh (straw) on floor to help keep their footing. As the winter wore on, they adding more thresh until when you opened the door it would all start slipping outside. A piece of wood was placed in the entranceway. Hence the saying a "thresh hold."

(Getting quite an education, aren't you?)

In those old days, they cooked in the kitchen with a big kettle that always hung over the fire. Every day they lit the fire and added things to the pot. They ate mostly vegetables and did not get much meat. They would eat the stew for dinner, leaving leftovers in the pot to get cold overnight and then start over the next day. Sometimes stew had food in it that had been there for quite a while. Hence the rhyme, "Peas porridge hot, peas porridge cold, peas porridge in the pot nine days old."

Sometimes they could obtain pork, which made them feel quite special. When visitors came over, they would hang up their bacon to show off. It was a sign of wealth that a man could "bring home the bacon." They would cut off a little to share with guests and would all sit around and "chew the fat."

Those with money had plates made of pewter. Food with high acid content caused some of the lead to leach onto the food, causing lead poisoning death. This happened most often with tomatoes, so for the next 400 years or so, tomatoes were considered poisonous.

Bread was divided according to status. Workers got the burnt bottom of the loaf, the family got the middle, and guests got the top, or "upper crust."

Lead cups were used to drink ale or whisky. The combination would sometimes knock the imbibers out for a couple of days. Someone walking along the road would take them for dead and prepare them for burial. They were laid out on the kitchen table for a couple of days and the family would gather around and eat and drink and wait and see if they would wake up. Hence, the custom of holding a "wake."

England is old and small and the local folks started running out of places to bury people. So they would dig up coffins and would take the bones to a bone-house and reuse the grave. When reopening these coffins, 1 out of 25 coffins were found to have scratch marks on the inside, and they realized they had been burying people alive. So they would tie a string on the wrist of the corpse, lead it through the coffin and up through the ground and tie it to a bell. Someone would have to sit out in the graveyard all night (the "graveyard shift") to listen for the bell; thus, someone could be "saved by the bell" or was considered a "dead ringer."


Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h06
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