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Em causa própria
 


OLHA SÓ O QUE EU ESQUECI DE IR...
 
Seminário discute relações de consumo

O empenho nas áreas de relação de consumo e de defesa do consumidor, aumentando de duas para 17 o número de Varas de Relação de Consumo, resultante da nova Lei de Organização Judiciária (LOJ), foi destacado pela presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Sílvia Zarif, na abertura do I Seminário SPC Jurídico, hoje pela manhã, no Hotel Pestana Salvador (foto).

Na sua avaliação, apenas aumentar a quantidade de Juizados não resolveria o problema. “É importante ouvir o que ocorre com as empresas para entendermos o porquê de uma litigiosidade tão exacerbada. Atualmente, há um distanciamento entre o consumidor e o fornecedor, um clima que precisa ser melhorado, por isso, eventos dessa natureza são importantes”, comentou Sílvia Zarif.

Para um auditório formado por juristas, advogados, empresários, promotores e estudantes de Direito, entre outros, a desembargadora apontou soluções para as relações de consumo, lembrando que o Tribunal ainda atravessa dificuldades históricas, que dificultam uma maior celeridade na tramitação dos processos, mas garantiu que as melhorias estão a caminho.

Em seguida, o desembargador Newton De Lucca fez uma abordagem sobre “A Proteção ao Consumidor no Âmbito do Comércio Eletrônico” e o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor de MP do Distrito Federal e presidente do Brasilcon (Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor), Leonardo Bessa, falou sobre “Cadastro Positivo”.

O I Seminário SPC Jurídico, uma iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Salvador, vai até às 17 horas de hoje, no Hotel Pestana Salvador, com destaque para a palestra da ministra Eliana Calmon sobre “A Jurisprudência do STJ e o SPC”.

Também participaram da abertura do seminário o procurador-geral de Justiça, Lidivaldo Britto, o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor de MP do DF e presidente do Brasilcon, Leonardo Bessa, o presidente da CDL Salvador, Antoine Tawil, o professor  de Direito do Consumidor e organizador do Seminário, Sérgio Schlang e o presidente do Instituto dos Advogados da Bahia (IAB), Antonio Luís Calmon Teixeira.

A programação da tarde começa logo mais às 14:30h, com um painel presidido pela juíza Cynthia Maria Pina Resende, da Bahia, para debate dos temas: “Danos Morais nas Relações de Consumo” (desembargador Antonio Pessoa Cardoso), “Ilegitimidade Passiva dos Bancos de Dados” (juíza Marielza Brandão, da 1ª Vara das Relações de Consumo), “Legalidade dos Serviços de Proteção ao Crédito” (juiz Moacir Reis, da 2ª Turma Recursal), “Comunicação do Registro de Débito” (Alexandre Lima, assessor jurídico da CDL/RJ) e “Discussão do Débito em Juízo, Compensação do Dano Moral e Prescrição dos Registros” (Sérgio Schlang, professor  de Direito do Consumidor e assessor Jurídico da CDL Salvador).            



Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h26
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STJ consolida o direito a indenizações
Com a entrada em vigor da Constituição Federal de 1988, do Código de Defesa do Consumidor (CDC), do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ambos de 1990, e do Estatuto do Idoso (2003), foram definidos diversos direitos para o cidadão brasileiro.
 
 A regulamentação na relação com empresas e com o Estado ampliou consideravelmente a proteção das pessoas e empresas, inclusive o direito de serem indenizados por danos. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem acompanhado essa evolução do direito com seus julgados e com a edição de diversas súmulas.

O dano moral, um tema intensamente debatido no Tribunal, já teve várias súmulas publicadas para regulá-lo, como a 326, que define os honorários de sucumbência em indenizações concedidas em valores inferiores ao pleiteado. Outra súmula importante, que se alia ao Código Civil de 2002 e aos incisos V e X da Constituição, é a 227, que definiu que a pessoa jurídica também pode sofrer danos morais. Em julgado de empresa de alimentos contra a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, a ministra Eliana Calmon afirmou que muitas vezes a marca e a reputação de uma empresa, o chamado “patrimônio insubstancial”, vale tanto ou mais quanto seu patrimônio físico.

Outra súmula importante para garantir os direitos da população é a de número 37, que garante que a indenização por dano moral pode ser cumulada com a de danos materiais. Em voto recente do ministro aposentado Humberto Gomes de Barros no julgamento de um caso de indenização pela morte de um parente, foi apontado que, apesar do fato gerador da indenização ser apenas um, os danos causados são claramente diferentes. Para o ministro, isso leva à clara conclusão que a indenização deve cobrir os diferentes tipos de dano.

A responsabilidade do Estado com os cidadãos também tem sido um grande destaque em processos com pedidos de indenização. Dois casos recentes relatados pelo ministro Luiz Fux trataram de alunos que sofreram dano dentro de estabelecimentos de ensino público. Numa das ações, um dos alunos foi atingido por uma bola e sofreu perda parcial de audição.
No outro, uma aluna morreu ao ser atingida por uma árvore derrubada por fortes ventos. Indenizações foram concedidas às famílias das vítimas em ambos os casos. O ministro Fux destacou que é responsabilidade do estado zelar pelo bem estar dos alunos de ensino público enquanto estes estiveram nas instituições de ensino.

Casos em que agentes públicos causam dano ao cidadão também são constantes na Casa. O ministro Castro Meira manteve o valor da indenização que o estado do Ceará deve pagar a rapaz que foi obrigado a assistir ao estupro de sua namorada por dois policiais militares. O ministro considerou que, mesmo estando fora do horário de serviço, os PMs seriam figuras com autoridade do Estado e que a “torpeza e brutalidade do crime” justificariam o alto valor da indenização.

A responsabilidade das empresas também – seja por danos diretos, seja por negligência delas – foi reafirmada por diversas vezes pelos ministros. Uma decisão que gerou grande repercussão foi a condenação da empresa Schering ao pagamento de uma indenização coletiva de R$ 1 milhão, no caso das “pílulas de farinha”.
 
Em 1998, diversas mulheres engravidaram depois de terem consumido pílulas de farinha usadas para testar as máquinas embaladoras de um popular anticoncepcional do laboratório. A relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, apontou que houve uma quebra de expectativa das consumidoras que tomaram o remédio para se precaver de uma gravidez indesejada e, com base no CDC, manteve a condenação.

Outro caso julgado pela ministra Andrighi contra a indústria farmacêutica foi a indenização paga aos usuários do antidepressivo Surverctor. A droga teria sido inicialmente usada para o tratamento da memória, mas posteriormente sua aplicação foi alterada para o tratamento de depressão. A ministra considerou que a simples mudança da embalagem e da bula não teria informado suficientemente os usuários, especialmente porque o princípio ativo do remédio poderia causar dependência. A ministra considerou como “temerária” a atitude da empresa ao classificar o medicamento como “seguro”.

Os chamados danos ambientais também geraram diversos julgados em que comunidades e municípios foram ressarcidos. U
m exemplo famoso teve como relator o ministro Castro Meira, decidindo que a Petrobrás deveria indenizar o município de Cubatão pela contaminação do rio que passa em seu território. A empresa contratou uma construtora para fazer escavações no curso de água para a passagem de dutos de combustível.
 
Um descuido na obra provocou a contaminação por material químico tóxico, com conseqüente mortandade de grande quantidade de peixes. O ministro entendeu que a Petrobrás falhou em fiscalizar as escavações e que, no seu papel de contratante, era co-responsável na recuperação do rio e das espécies atingidas. 

Os chamados danos ambientais também geraram diversos julgados em que comunidades e municípios foram ressarcidos. Um exemplo teve como relator o ministro Castro Meira, que votou pela co-responsabilidade da Petrobras pela contaminação do Rio Cubatão, que passa pelo município de mesmo nome. A empresa contratou uma construtora para fazer escavações no leito do curso d’água para a passagem de dutos de combustível.
 
Um problema na obra provocou a contaminação por material químico tóxico, com conseqüente mortandade de grande quantidade de peixes. O ministro entendeu que a Petrobras falhou em fiscalizar as escavações e que, no seu papel de contratante, era co-responsável na recuperação do rio e na reposição das espécies atingidas, não havendo por que chamar a construtora à ação. O mérito da questão ainda está sendo discutido no STJ.

Os ministros do STJ estão constantemente atentos para ajustar o pagamento das indenizações a um valor compatível ao dano. Uma grande preocupação é evitar o que a mídia chama de “indústria das indenizações”. Vários critérios são adotados, desde o tipo e a extensão do dano até a disponibilidade financeira do condenado. O que não pode acontecer é a indenização representar enriquecimento ilícito.

Em um dos seus votos, a ministra Nancy Andrighi destacou a importância do valor adequado da reparação, afirmando que a indenização não é apenas uma punição contra o causador do dano. É também uma maneira de restaurar a integridade da vítima.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h25
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PEDIDO DE DISPENSA
 
Prezado Oficial, Militar,
 
Venho por intermédio desta pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isto bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.
 
Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas. Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta. Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada). Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra. A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada). Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo!!! Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo. Se o Senhor tiver qualquer dúvida releia o texto várias vezes (ou tente desenhar um gráfico)para constatar que o meu argumento realmente verdadeiro e correto. Ass. Avô, pai e filho.
 
 
Conclusão: O Rapaz foi dispensado.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h25
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COMERCIAL DE 30 MINUTOS DE BARACK OBAMA
 
 
Ontem, Obama gastou U$ 3 milhões de dólares para veicular esse comercial de 30 minutos em 7 emissoras de TVs norte-americanas. Hoje pela manhã, ele já foi visto por mais de meio milhão de pessoas na internet.

Fiquei com duas dúvidas.

1. Daqui uma semana, onde o filminho vai ter maior audiência, na TV ou na internet?

2. Se veiculasse o comercial em 7 emissoras do Brasil, será que Barack pagaria mais caro? Tenho a impressão que sim.

Que triste deve ser viver num país em crise como os EUA... ;-)
 


Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h12
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ATÉ O PETRÓLEO DESABOU!

Barril da Opep segue em baixa, a US$ 55,90

O barril da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve sua forte tendência de baixa na terça-feira, quando foi negociado a US$ 55,90, US$ 0,90 a menos que na sessão anterior, informou hoje o secretariado da organização petrolífera em Viena.

A commodity ainda não sentiu a decisão adotada na sexta-feira pela Opep de reduzir em 1,5 milhão de barris diários suas provisões ao mercado, a fim de deter a forte baixa do preço, que caiu 60% desde o começo de julho, quando bateu o recorde de US$ 140,73.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse ontem durante uma visita ao Equador que o preço do petróleo deveria ficar dentro de uma faixa de oscilação no qual o barril não ficasse abaixo dos US$ 70 e acima dos US$ 100.

"Nós nunca quisemos o preço do barril a US$ 150. O preço ideal estaria entre US$ 80, US$ 90 ou US$ 100", disse Chávez.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h09
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TROCA-TROCA IMOBILIÁRIO

Espanhóis apelam para troca de casas


A falta de liquidez no mercado imobiliário espanhol está fazendo com que muitos proprietários tenham que apelar para o troca-troca de imóveis como alternativa à venda direta.

Segundo dados do governo, 30,6% dos imóveis negociados na Espanha no primeiro semestre de 2008 foram permutas, mais do que o triplo do registrado em todo o ano passado.

O crescimento do troca-troca, em detrimento da venda comum, pode ser visto nos sites de imóveis. O principal site espanhol gratuito de compra e venda tinha 6.757 ofertas de imóveis para troca até a manhã desta terça-feira. Em 2007, foram 1.934.

De Barcelona para a Costa do Marfim

Os interessados nas permutas são principalmente trabalhadores pressionados pelas dívidas bancárias - pessoas que ficaram desempregadas, que não têm como pagar as hipotecas dos imóveis ou que querem ganhar liquidez ou tentar a vida em outros lugares.

No site, um imigrante africano oferece uma casa na periferia de Barcelona valorizada em 210 mil euros por três imóveis em Abidjan, na Costa do Marfim. Um espanhol que também quer emigrar, anuncia uma casa grande em Alicante com vista para o mar Mediterrâneo por um apartamento em Estocolmo.

"As pessoas ligam pensando que se trata do negócio da China. Trocar um casarão por um apartamento pequeno e mais barato. Mas é preciso saber a diferença entre as duas taxações que são pagas. Não é apenas uma troca, mas uma resposta à necessidade de dinheiro", disse a dentista Patricia Arganzuela, que há dois meses tenta trocar um apartamento de 120 metros quadrados na periferia de Madri por um menor no centro da capital.

O problema é que o dela está valorizado em 450 mil euros e quem aceitar a troca, mesmo dando outro imóvel como parte do pagamento, fica com o restante da dívida com o banco.

"A permuta é uma opção para não cair nas mãos de especuladores, agiotas e acabar afogada pelas dívidas", completou Patrícia.

A Espanha vive uma crise econômica, que está atingindo especialmente os setores de emprego e imobiliário. O país já tem a maior taxa de desemprego da União Européia (11,3% da população ativa) e as vendas de imóveis caíram em 37,6% em relação a 2007.

São os piores índices dos últimos 15 anos, segundo o Ministério da Habitação, e a perspectiva não é das melhores. O mercado tem em torno de 2 milhões de imóveis à venda, mas a falta de dinheiro deverá durar até 2010 pelo menos.

"Até 2004, tudo o que se construía na Espanha se vendia. Quer dizer: o estoque de moradias novas era zero. Vai ser preciso ao menos três anos e meio para absorver o atual estoque. Isso sem que se construa nada mais até então", disse à BBC Brasil, o diretor de análise e investigação de mercados da agência Aguirre Newman, Javier García-Mateo.

Imigrantes

O empresário madrilenho Juan Alaya foi um dos que se aproveitaram do boom imobiliário espanhol, com facilidades de financiamento de até 100%. Em 2004, ele comprou dois apartamentos na planta.

Mas o que era uma oportunidade, agora se transformou em um problema. Hoje ele tem uma dívida de mais de 500 mil euros, por conta dos financiamentos.

Sem conseguir empréstimos nem renovar o crédito, ele tenta permutas, aceitando perder até 40% do valor dos imóveis.

"Não tenho saída. Estou oferecendo trocas por casas menores como parte do pagamento porque não há como sair dessa bola de neve."

Entre as milhares de ofertas, há muitas de imigrantes que querem voltar a seus países.

No caso dos brasileiros, o que está acontecendo é o contrário. Os principais anúncios são propostas de interessados em sair do Brasil que procuram moradia na Espanha.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h08
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Correntistas e compradores de ações, ouro
ou títulos podem zerar risco da instituição
onde aplicam com medidas bem simples...
 
Da revista Exame

Investidores e correntistas brasileiros podem não perder nada em caso de insolvência de uma instituição financeira. O sistema financeiro oferece garantias aos investidores, protegendo parcial ou integralmente as aplicações. A principal garantia é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que foi criado em 1995 e conta com a adesão e contribuição de todas as instituições financeiras do país.

O FGC protege os recursos aplicados em conta corrente, caderneta de poupança, Certificados de Depósito Bancário (CDBs), letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias e de crédito imobiliário. Cada investidor tem garantido até 60.000 reais para a soma dessas aplicações em cada grupo bancário brasileiro. Assim, se um investidor tiver 5.000 reais aplicados em poupança, 10.000 reais em CDB e 500 reais em conta corrente num banco insolvente, receberá seu dinheiro integralmente.

Por outro lado, se ele tiver 10.000 reais em poupança, 50.000 reais em CDB, 15.000 reais em letras hipotecárias e 500 reais em conta corrente, receberá apenas 60.000 reais de um banco insolvente. A diferença (15.500 reais) será perdida.
 
Por isso, quando as aplicações nesses instrumentos superam os 60.000 reais, os especialistas aconselham dividir os investimentos em diversas instituições financeiras, certificando-se de que elas não pertencem ao mesmo grupo financeiro. Dessa forma, o investidor consegue ampliar suas garantias, já que a cobertura do FGC é concedida por conglomerado financeiro.

Para receber o dinheiro, o investidor deverá comparecer pessoalmente a uma agência bancária escolhida pelo FGC. O crédito em conta corrente não é permitido porque o investidor precisará assinar um termo de recebimento no ato do saque. Caso não seja possível o comparecimento à agência, o investidor poderá designar um procurador para receber por ele. Em geral, os pagamentos são realizados até uma semana após a decretação da insolvência da instituição financeira.

Fundos

O investidor também não corre o risco de ver suas aplicações em fundos sumirem com a insolvência do banco no qual aplica. Como cada fundo é um condomínio independente, seu patrimônio não se mistura com o do banco que o administra. Assim, se houver a liquidação da instituição financeira, o Banco Central nomeará um interventor e convocará uma assembléia de cotistas para que seja escolhido um novo administrador para o fundo. Até que seja feita a transferência, o fundo será gerido pelo interventor, sem custo extra para os cotistas.
 
O novo administrador deverá manter inalteradas a taxa de administração e a política de investimento. Mas o investidor não está totalmente livre de perdas. Se entre os ativos de seu fundo houver CDBs do banco liquidado, haverá baixas. Neste caso, não serão somente os investidores de fundos administrados pela instituição insolvente que serão atingidos. Todos aqueles que aplicarem em fundos que apresentem em sua carteira ativos do banco liquidado, independentemente do administrador, serão impactados.

Ações

Como a corretora é apenas um elo entre o investidor e a bolsa, sua quebra não causa prejuízos aos clientes. Para continuar operando, o investidor precisará apenas contratar outra corretora. As ações são custodiadas na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e ficam sempre em nome do investidor. Portanto, a liquidação da corretora não lhe gera qualquer perda.

Títulos públicos

O mesmo raciocínio é válido para os títulos públicos adquiridos pelo Tesouro Direto. Os papéis ficam custodiados na CBLC, sendo bancos e corretoras apenas intermediários nas transações. Por isso, a quebra da instituição não tem impacto sobre as aplicações. Para continuar operando, basta o investidor se cadastrar junto a outra instituição.

Ouro

Os investimentos em ouro também não serão afetados em caso de insolvência da instituição custodiante. Assim como as ações e os títulos públicos, as barras de ouro são registradas em nome do investidor. À CBLC e aos bancos cabe apenas a guarda do metal. Se o banco custodiante quebrar, o interventor nomeado pelo Banco Central tratará da transferência das barras de ouro para outra instituição, que passará a ser a custodiante do metal.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h07
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Jornal divulga fotos de Bono Vox com 2
adolescentes em seu iate em St. Tropez
 
Bono Vox, que geralmente é visto pelo mundo todo como um astro do rock dedicado à família e a causas humanitárias, foi flagrado de maneira “diferente”, informou o site Daily Mail: o jornal divulgou fotos do músico de 48 anos com duas adolescentes em uma festa no iate do cantor em St. Tropez.

Bono Vox: festinha com duas adolescentes em St. Tropez
 
Nas imagens, as meninas aparecem de biquíni fazendo poses no colo do vocalista do U2. De acordo com a publicação, a festa aconteceu em setembro, quando Bono estava passando uma temporada no sul da Europa com o amigo de longa data Simon Carmody.
 
Bono e Simon Carmody com as jovens
 
As jovens, ambas com 19 anos, foram identificadas como Andrea Feick e Hannah Emerson. Andrea, que postou as fotos em sua página pessoal na internet, garantiu ao jornal que conhece Bono há alguns anos, mas que a relação deles nunca ultrapassou a fronteira da amizade.
 
 
O cantor irlandês é casado com Alison 'Ali' Stewart. O casal tem quatro filhos.
 
Ali Stewart e Bono Vox


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h25
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FRASE DO DIA:
 
"Crianças jogam pedra no gato de brincadeira, mas os gatos levam as pedradas a sério".
 
Paulo Fernando Pereira de Souza,  terapeuta familiar


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h23
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CRISE FOR DUMMIES
 
10 questões para entender o tremor na economia.
 
Clique AQUI.


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h22
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FISCALIZAÇÃO FUNCIONA?

Luiz Fuinha parou o caminhão na frente da loja do turco Mamede e fala pra este:

'Seu Mamede, tem aqui um caminhão de arroz sem nota, o preço é metade, o siô aceita?'

'Claro que Mamede aceita' e vira-se para o filho:

'Kaledinho, vai na esquina e se abarecer o fiscal vem correndo pra visá Bábai'

Começam a descarga e, no meio, aparece Kaledinho:

'Bábai!... Fiscal vem vindo!'

'Bára tudo e volta carregar' grita Mamede.

Chega o fiscal:

'Venda grande não é seu Mamede?'

'Ôh ôh, melhó venda de ano que Mamede feis...'

'E isso aí tem nota?'

'Ainda num dem nota borquê Mamede está esberando carregar bra ver quanto mercadoria quê cabe na caminhón... daí, Mamede tira nota'

'Não pode! A nota fiscal tem de ser emitida antes de carregar'

'Ah!... Antão bára tudo, que Mamede non qué broblema com receita!... Volta descarregar tudo caminhón e guardar lá dentro do loja!'


Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h22
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ACARAJÔMETRO:

Se tem um tabuleiro em que todo mundo adora meter a colher é o da baiana de acarajé. 
Cira, Dinha, Regina ou Tânia? Todo baiano que se preze tem a sua favorita.
 
 
4º Lugar: CIRA

Jeitão
Bolinho massudo e camarões médios. Regularam no vatapá e no vinagrete.
Avaliação: porreta.

Ingredientes
Os camarões, apesar de médios, tinham um temperinho especial.
Avaliação: porreta.

Sustança
Bolinho massudo demais. Foi preciso uma água-de-coco pra fazer descer.
Avaliação: insosso.

Você sabia?
As filas quase sempre enormes e o ritmo alucinante na montagem acabam afetando o resultado.
Avaliação: Mais ou menos

Veredicto
Se tivessem montado com menos pressa, teria sido melhor. Ponto para o camarão.
Avaliação: mais ou menos

Onde encontrar
Em Itapuã e no Largo da Mariquita (Rio Vermelho,
Salvador)

 

3º Lugar: DINHA

Jeitão
Bolinho bem no ponto, mas economizaram no vatapá e no vinagrete.
Avaliação: mais ou menos

Ingredientes
Os camarões. Muitos, sarados e bem temperados.
Avaliação:  porreta

Sustança
Nem a fartura de camarão conseguiu equilibrar a monotonia do bolinh.o
Avaliação: mais ou menos

Você sabia?
Mesmo sem Dinha, que morreu em 2008, as filhas ainda mandam bem.
Avaliação: porreta

Veredicto
Bolinho e camarão perfeitos. Pena que do vatapá e do vinagrete tinha só o cheiro.
Avaliação: mais ou menos

Onde encontrar
Largo da Mariquita (Rio Vermelho,
Salvador)

 

2º Lugar: REGINA

Jeitão
Bolinho crocante, mas poderia ser mais sequinho. Pena que o vatapá passou longe.
Avaliação: mais ou menos

Ingredientes
O vinagrete. Já vem até com uma pimentinha. Peça para caprichar.
Avaliação: porreta

Sustança
Oleoso e pesado. E sem vatapá nenhum, então...
Avaliação: insosso

Você sabia?
Em dias de pouco movimento, funciona quase como um drive-thru: fácil de estacionar e de fazer o pedido.
Avaliação: porreta

Veredicto
Oleoso e nada de vatapá. Mas valeu pelo ótimo vinagrete e pela massa saborosa.
Avaliação: mais ou menos

Onde encontrar
Largo de Santana (Rio Vermelho,
Salvador)

 

1º Lugar: TÂNIA

Jeitão
Bolinho sequinho e crocante. Vatapá e vinagrete em boa quantidade
Avaliação: porreta

Ingredientes
O vatapá. Amarelinho e cremoso. Vontade de comer só ele
Avaliação: porreta

Sustança
Combinação equilibrada de ingredientes, não pesou no estômago
Avaliação: porreta

Você sabia?
Réchauds e demais apetrechos são novinhos e brilhantes. Dá gosto de ver
Avaliação: porreta

Veredicto
O mais saboroso dos quatro. Sem contar o capricho da barraca
Avaliação: porreta

Onde encontrar
Farol da Barra,
Salvador.



Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h32
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Escolha o equipamento mais adequado para suas necessidades com as dicas a seguir:
 


Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h29
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DIPROMA

O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.

Ele chama:

- Diproma, vai falá para sua vó trazer um cafézim aqui pra visita!

E o amigo estranha:

- Mas que nome engraçado tem esse menino!! É seu parente?

- É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei a minha fia estudar em Belzone e ela voltou com ele!


Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h24
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DETERMINE O TAMANHO IDEAL DE SUA TV
 
 
Nem sempre aquela tela de tamanho de cinema é a melhor opção para o espaço que você tem na sala; saiba o porquê.
 
É muito comum que algumas pessoas tenham como sonho de consumo aquelas televisões enormes, que você só viu em vitrines ou na casa de algum amigo. No entanto, saiba que esse tamanho todo pode até ser exagero em alguns casos.

Existem algumas fórmulas conhecidas que pretendem determinar o tamanho ideal da tela da sua TV com base na distância entre seu sofá e o televisor - em outras palavras, em função do tamanho de sua sala, quarto ou escritório.

Uma delas coloca diferentes cálculos para os diferentes padrões de imagem: NTSC/PAL e alta definição. Segundo esse raciocínio, no caso de NTSC/PAL, você deverá dividir a distância em centímetros entre o usuário e a tela por 5 ou 6. Esse resultado dará a medida ideal da altura da tela em centímetros.

No caso de televisores High-Definition, devido à melhor definição desse formato, a distância (também em centímetros) deverá ser dividida por 3 ou 4, para determinar a altura da tela (em centímetros).

Essa conta serve não só para que se evite uma TV muito pequena, de modo que se force a vista para enxergar, mas também para que não se compre um aparelho de tela excessivamente grande para um pequena distância - caindo-se em algo que saia do campo de visão e que obrigue quem assistir à programação, a ter de movimentar a cabeça para acompanhar o que acontece na telona.

A conta parece simples, não fosse o fato de as TV serem vendidas em polegadas (1" equivale à aproximadamente 2,54cm) e tal medida corresponde à medida da diagonal da tela e não à altura ou à largura.

E mais: não há uma correspondência fixa e direta entre a altura do televisor em centímetros e a diagonal em polegadas. Isso porque a proporção entre a altura e a largura da tela varia de modelo para modelo, ainda mais com a introdução dos modelos com tela wide.

Assim, você terá que checar essa medida em um aparelho que pretende adquirir para ver se está dentro do raciocínio dessa fórmula. O que não se trata de uma tarefa trabalhosa, afinal qualquer site de comércio de eletrônicos ou do fabricante do equipamento fornece essa informação junto às especificações técnicas do produto.

Na prática

Vamos dar um exemplo concreto: sua família se senta, na sala, a uma distância de 2,5 metros da tela, o que equivale a 180cm. Assim, se você vai comprar uma TV em alta definição, a medida da altura do aparelho deve ficar em algo em torno de 45 a 60 cm (180 dividido por 3 ou por 4).

Uma TV LCD de 40 polegadas, por exemplo, pode variar em torno de 60 a 68 cm na medida de sua altura. Por isso que se diz que não há uma correspondência fixa entre a altura em centímetros e a diagonal em polegadas.

Porém lembre-se: essa não é uma regra fixa e absoluta. Mas pode ajudá-lo a não se iludir com telas enormes, assim como a poupar sua vista de um esforço desnecessário.

Leia também:

> Como tirar o máximo proveito de sua HDTV
> TVs de tela plana: como escolher
> 10 coisas a fazer antes de comprar uma TV de alta definição
> TV Digital: tudo o que você quer saber sobre ela
> Como será o futuro das TVs



Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h19
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