TU IA? (AOOOOOOOOOOOOOOOOOONDE...)
Um eletrizante mergulho com a fera dos mares
Na África do Sul, mergulhadores entram em gaiolas e ficam frente a frente com o maior predador de todos os oceanos: o grande tubarão branco.
Se você é do tipo que gosta de se aventurar durante as viagens, uma das melhores opções é o mergulho com os grandes - e temidos - tubarões-brancos na África do Sul

Do barco, instrutores começam a atiçar a fera, encontrada principalmente em Gansbaai e Mosselbaai

O tubarão-branco é o maior predador dos mares e tem como base alimentar animais gordurosos, como a foca

Assim que os instrutores jogam alimentam no mar, o animal começa a circular o barco: momento ideal para fotos
O tubarão-branco chega a medir quase oito metros de comprimento

O tubarão-branco foi imortalizado como vilão no filme Tubarão, de 1975

Mergulhadores entram na gaiola para uma das experiências mais emocionantes da África do Sul. Devido a um sexto sentido, os animais conseguem identificar as batidas do coração

Por serem naturalmente curiosos, muitas vezes os tubarões-brancos chegam muito próximos da gaiola e em alguns casos até mordem as barras de ferro

O Carcharodon carcharias, nome científico do tubarão-branco, está ameaçado de extinção, principalmente pela sua baixa taxa de reprodução

Durante a baixa estação, nos meses de verão, a chance de ver o animal é de 60%

A emoção de ver o grande predador de dentro da jaula é algo simplesmente indescritível

A melhor época para ver os animais é entre abril e setembro, inverno na África do Sul
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h58
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Se a crise financeira e os prazos menores com entradas maiores para o financiamento não lhe assustam, e você pretende comprar ou trocar de carro nesse fim de ano, saiba que alguns cuidados na hora de escolher o modelo e a forma de pagamento podem evitar dores de cabeça no futuro e até mesmo significar uma vantagem para você.
Para o investidor Warren Buffet, uma pessoa deve ser "conservadora, quando os outros estão vorazes, e ser voraz, quando os outros estão conservadores". A dica pode ser adaptada ao mercado de automóveis, já que, no fim de ano, montadoras e concessionárias realizam diversas promoções para renovar o estoque e abrir espaço para a linha 2009.
Descontos e itens extras
Segundo indica o professor PhD da Fiap, Marcos Crivelaro, comprar um modelo zero quilômetro que irá sofrer modificações pode significar uma economia de até 30% e, por isso, tentar um desconto pode ser fundamental.
Além disso, se deseja um carro equipado, compre uma versão que já venha com pacotes de série, pois equipamentos extras em uma versão simples podem significar uma desvalorização maior na hora da revenda.
Mas preço não é o único fator determinante para muitos consumidores, que buscam um veículo que atenda ao maior número possível de quesitos que são importantes na sua avaliação pessoal. Seja sedã, picape ou perua, a escolha poderá ser feita com base no valor, design, tecnologia, motor, porta-malas ou espaço interno.
Diante de tantas opções, a dica de Crivelaro é fazer uma tabela comparativa de preços e dos pontos fortes e fracos dos veículos que estão disputando a sua garagem.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h56
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MEIA-ENTRADA MEIA-BOCA
Após limitação de meia-entrada,
queda de preços ainda é incerta
O projeto que limita em 40% a cota para meia-entrada em eventos culturais e esportivos motivou a inevitável pergunta: o preço dos ingressos vai cair com a iniciativa? A resposta: depende.
Em shows e peças teatrais, produtores afirmam que sim, o preço deve baixar. Já o representante do circuito exibidor cinematográfica diz que não sabe se haverá diminuição do valor cobrado.
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou o projeto da meia-entrada, que será votado novamente na próxima semana e, depois, irá para a Câmara dos Deputados.
Se aprovada, a cota de 40% será comemorada por produtores culturais. Já entidades que representam estudantes, como UNE (União Nacional dos Estudantes) e Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), são contra o limite.
Para Luiz Oscar Niemeyer, da Plan Music (produtora de shows de Rolling Stones, Elton John e Radiohead), o limite de 40% de meia-entrada levará a uma redução no preço dos ingressos. "O preço deve baixar, sim. Hoje, quando fazemos o planejamento de um show, não sabemos o quanto teremos de meia-entrada, então a tendência é subir um pouco o preço dos ingressos. Se houver uma regra estabelecida, você pode buscar um preço médio que seja bom para o consumidor e que cubra os custos operacionais."
Alguns produtores ouvidos pela Folha afirmam que, no preço de um ingresso, entram cerca de 14% de impostos, entre 20% e 30% são lucro do produtor, e o restante cobre custos da casa de shows e despesas com o artista (cachê, passagem, alimentação etc.).
William Crunfli, da Mondo (Bob Dylan, Coldplay, High School Musical), também avalia que com a cota de 40% o preço dos ingressos "vai ficar mais barato".
"Poderemos fazer uma planilha de custos melhor. É a partir disso que sai o valor das propostas que fazemos aos artistas internacionais. Do jeito que está hoje, temos que chutar um valor", diz Crunfli.
Segundo Crunfli, em um show de um artista pop em São Paulo "cerca de 80% dos ingressos vendidos são de meia-entrada. No Rio, chega a 90%".
Teatro
A opinião dos produtores teatrais vai na mesma linha da dos de shows. Segundo Paulo Pélico, diretor-secretário da Apetesp (Associação dos Produtores Teatrais do Estado de São Paulo), "não há, de fato, compromisso formal em baixar os preços, mas é o que fatalmente vai acontecer, porque a meia-entrada pesa demais no balanço final do produto".
Eduardo Barata, da APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio), diz que "a tendência, com a cota, é baixar os preços, o que hoje é inviável, tendo entre 70% e 90% de meia-entrada".
Ele usa como exemplo o espetáculo teatral "Brincando em Cima Daquilo". "Em Brasília, dos 1.100 pagantes, apenas 106 compraram ingresso inteiro", afirma. "Isso fez com que eu tivesse de cobrar R$ 100, R$ 120 por ingresso, tornando a peça inacessível para mais pessoas", argumenta Barata.
Representando uma tendência atual de atores que também são produtores (e portanto fazem lobby contra a meia-entrada ou pela redução da cota para estudantes), Odilon Wagner, presidente da APTI (Associação dos Produtores Teatrais Independentes), diz que "não tem dúvidas sobre a redução dos preços". Ele estima que a queda do valor dos ingressos poderá atingir entre 20% e 30%.
Cinema
A mesma perspectiva, no entanto, não é vista pela área de cinema. Marcelo Bertini, presidente da Abraplex (Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex), diz: "Ainda não podemos dizer se é certo que haverá redução do preço do ingresso. É preciso primeiro avaliar o impacto. Nos últimos dois anos, a maioria dos cinemas não aumentou o preço do ingresso nem repassou o valor da inflação".
Para ele, o projeto "é um grande avanço, mesmo não sendo completo".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h54
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MOMENTO FLASHBACK FULEIRAGEM 2005
Daddy Yankee Lyrics - La Gasolina
Oh!, Oh! Who's This... Da-DDy... Yan-kee...
Zumbale mambo pa Que mi gata prendan los motores Zumbale mambo pa Que mi gata prendan los motores Zumbale mambo pa Que mi gata prendan los motores Que se preparen que lo Que viene pa Que le den... (Duro!...)
Oh!, Oh!, Oh! Mamita yo se que tu no te me va a quitar... (Duro!) Lo que me gusta es que tu te dejar llevar... (Duro!) To los weekend's ella sale a vacilar... (Duro!) Mi gata no para de janguiar porque...
Ella le gusta la gasolina (Dame mas gasolina...) Como le encanta la gasolina (Dame mas gasolina...) Ella le gusta la gasolina (Dame mas gasolina...) Como le encanta la gasolina (Dame mas gasolina...)
Ella prende las turbinas... No discrimina... No se pierde ni un party de marquesina... Se asiquala hazta pa la esquina... Luce tan bien que hazta la sombra le combina Asesina, me domina... Janguea en carro motora y limosina Llena su tanke de adrenalina... Cuando escucha reggaeton en la cosina...
Ella le gusta la gasolina (Dame mas gasolina...) Como le encanta la gasolina (Dame mas gasolina...) Ella le gusta la gasolina (Dame mas gasolina...) Como le encanta la gasolina (Dame mas gasolina...)
Yo! Aqui yo soy de los mejores No te me ajores... En la pista nos llaman Los matadores... Tu haces que Qualquiera se enamore... Cuando bailas al ritmo de los tambores... Esto va pa las gatas de to's colores... Pa las mayores... pa las menores... Para que son las zorras de los cazadores... Pa las mujeres que no apagan a sus motores...
Tenemos tu y yo algo pendiente... Tu me debes algo y lo sabes.... Comigo ella se pierde.... Eh... No le rindes cuentas a nadie.... Eh... Tenemos tu y yo algo pendiente... Tu me debes algo y lo sabes... Conmigo ella se pierde... Eh... No le rindes cuentas a nadie... Eh...
Zumbale mambo pa Que mi gata prendan los motores Zumbale mambo pa Que mi gata prendan los motores Zumbale mambo pa Que mi gata prendan los motores Que se preparen que lo Que viene pa Que le den... (Duro!...)
Mamita yo se que tu no te me va a quitar... (Duro!) Lo que me gusta es que tu te dejar llevar... (Duro!) To los weekend's ella sale a vacilar... (Duro!) Mi gata no para de janguiar porque a ella...
Ella gusta la gasolina (Dame mas gasolina...) Como le encanta la gasolina (Dame mas gasolina...) Ella le gusta la gasolina (Dame mas gasolina...) Como le encanta la gasolina (Dame mas gasolina...)
Oh!, Oh!, Oh!, Oh! Oh!, Oh!, Oh!, Oh!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h31
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MEU PRIMO DEVIA SER MARKETEIRO
CHEFE DOS SHOWS DO RADIOHEAD:
Spanha enviou em 27/11/2008 18:48:
o show deles eh o a melhor coisa que voce possa ter ido
Spanha enviou em 27/11/2008 18:48:
comparando com radiohead, atualmente soh tv on the radio e silver mt zion. nao perca
Spanha enviou em 27/11/2008 18:49:
serio o show eh muito putaquiupariu escrto mesmo
Spanha enviou em 27/11/2008 18:55:
e eu nunca vi rolar tanta erva no backstage jajajajaja
Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h26
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CABEÇA DE RÁDIO
Radiohead confirma shows no Brasil em 2009
da Folha de S.Paulo
O Radiohead finalmente acertou shows no Brasil. A cultuada banda inglesa se apresentará no Rio de Janeiro, em 20 de março de 2009, e em São Paulo, em 22 de março.
No Rio, o show acontecerá na praça Apoteose; em São Paulo, na Chácara do Jockey --terreno na zona sul de São Paulo onde, ocorreu o festival Claro Que É Rock em 2005. Nas cidades, os ingressos terão preço único: R$ 200 (estudantes pagam meia).
Os ingressos começam a ser vendidos à 0h de 5 de dezembro, pela internet. A partir das 9h de 5/12, haverá venda nas bilheterias do estádio do Pacaembu (SP) e Maracanãnzinho (RJ).
A capacidade de público em cada uma das praças será de cerca de 30 mil pessoas. Os shows do Radiohead estão sendo organizados no Brasil pela produtora Plan Music. Eles acontecerão dentro de um festival batizado de Just a Fest, que terá quatro bandas (incluindo o Radiohead), sendo duas nacionais. Os outros artistas que tocarão no evento ainda não foram definidos.
"Não foi a primeira negociação que tivemos com o Radiohead", diz Luiz Oscar Niemeyer, da Plan Music. "Houve uma no ano passado, que acabou não indo para a frente. Agora finalmente as coisas encaixaram. De quatro meses para cá, as conversas andaram".
Segundo Niemeyer, o Radiohead trará ao Brasil a produção completa de show, com cenário e iluminação idênticos aos utilizados nas apresentações norte-americanas.
A banda
Há pelo menos cinco anos circulam rumores de uma possível vinda do Radiohead ao Brasil. É, possivelmente, a banda roqueira mais aguardada pelos fãs brasileiros.
Dono de letras que vão da crítica social a paisagens abstratas, o vocalista Thom Yorke é o principal personagem do Radiohead. O principal coadjuvante é o guitarrista Jonny Greenwood, autor também de trilhas para o cinema. A banda tem ainda Ed O'Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo) e Phil Selway (bateria).
O grupo tornou-se uma das principais notícias do mundo pop no final do ano passado com o lançamento de "In Rainbows", o sétimo disco.
Numa iniciativa inédita para uma banda do porte de Radiohead (mais de 30 milhões de discos vendidos), o quinteto deixou para os fãs decidirem quanto deveriam pagar pelo álbum. "In Rainbows" foi lançado primeiro por download e, em seguida, em formato físico de CD. Foi recebido com elogios pela crítica.
Além de Brasil, a turnê sul-americana do Radiohead passa por Chile e Argentina.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h22
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MP diz que lojas varejistas
fazem propaganda enganosa
O Ministério Público de São Paulo ajuizou ações civis públicas contra 13 redes varejistas por supostamente cobrar juros embutidos sem informação ao consumidor. As ações foram ajuizadas contra as empresas Casas Pernambucanas, B2W Companhia Global do Varejo (Submarino, Shoptime e Americanas.com), Casas Bahia, Lojas Marabraz, Extra, Fast Shop, Ponto Frio, Kalunga, Saraiva, Lojas Americanas, Lojas Renner, Lojas Riachuelo e Magazine Luiza.
Nas ações, o MP pede que a Justiça declare abusiva a prática das empresas por vender produtos à vista pelo mesmo preço cobrado para pagamento parcelado, inclusive com cartão de crédito. Pede que as empresas sejam obrigadas a parar de anunciar pagamento a prazo sem juros.
As ações também visam obrigar as empresas a seguir o Código de Defesa do Consumidor e a informar aos consumidores os juros de mora e da taxa anual de juros, os acréscimos legalmente previstos, o número e periodicidade das prestações e a soma total. Para os promotores, as empresas devem devolver aos consumidores o dobro do que pagaram em juros.
“Generalizou-se no Brasil uma fictícia equiparação dos preços à vista e a prazo. Os varejistas anunciam o mesmo preço, seja para o pronto pagamento, seja para o pagamento parcelado. Vão além: propalam que o parcelamento é gratuito, ou seja, sem a cobrança de juros. Assim sendo, estamos diante de uma das duas possibilidades: ou bem estão os fornecedores, generosamente, renunciando à cobrança de juros, ou estão a empregar prática enganosa para iludir o consumidor”, afirma o MP.
Segundo as ações, o que existe é uma “estratégia que permite às grandes redes varejistas se esquivar, mediante sorrateiro artifício, das determinações legais que lhe impõem o dever de informar devidamente o consumidor sobre a composição do preço que lhe é cobrado. Ao embutir os juros no preço à vista, igualam, artificialmente, os preços à vista e a prazo, e assim deixam de cumprir as determinações impostas em defesa do consumidor”.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 03h21
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EU ESTAVA LÁ (UM ANO ATRÁS)
Vítimas da Fonte Nova ainda buscam reparação
 Maior tragédia do futebol nacional deixou 7 torcedores mortos
e outros tantos com graves seqüelas e ainda em uma looonga
briga por auxílio e indenizações.
 do Pelé.Net

Jader Landerson Santos Azevedo tem 19 anos, mas pode se dizer que nesta terça-feira ele completa um ano de uma nova vida. Ele foi um dos poucos que sobreviveram à queda de uma altura de 15 metros com o desabamento de um pedaço da arquibancada do anel superior da Fonte Nova, no dia 25 de novembro do ano passado.
| ROTINA DE SOBREVIVENTE |
Jader (1° à esq.) tenta esquecer a tragédia
As seqüelas do acidente mudaram a vida de Jader e de seus familiares. Ele precisa de acompanhamento para ir às sessões de fisioterapia e ao atendimento psicológico. "Minha vida mudou completamente. Eu e o pai dele precisamos ficar nos revezando para levá-lo ao médico e ainda tenho mais seis filhos para cuidar", reclama Juciana Santos.
Jader Landerson fraturou duas vértebras e teve perda de tecido na coxa esquerda, em razão de um ferimento que infeccionou pela ausência de um atendimento adequado nos primeiros dias no hospital.
Além da limitação irreversível de 70% na coluna, apresenta lesões na cabeça e a lesão na coxa que limita flexões de joelho. Ficou internado por 36 dias e não tem previsão de quando vai terminar o tratamento fisioterápico.
"Eu não posso ficar muito tempo em pé nem sentado. Parei de estudar, só posso sair de carro e minha rotina agora é só hospital e ficar em casa direto", conta Jader, que praticava kickbox, lavava carros e ainda trabalhava com os pais.
No período de reabilitação, o governo disponibilizou um carro para os deslocamentos para a fisioterapia, um vale compras de R$ 320 mensais e a medicação. No entanto, desde o mês de julho o valor do da assistência caiu para R$ 40 por mês e os remédios algumas vezes demoram a chegar.
O pior é que Jader ainda não passou por um consulta com o médico neurocirurgião, indicada depois da alta médica. "Agora que conseguimos marcar no SUS e o atendimento será somente daqui a três meses", disse Juciana.
O jovem também não passou por um consulta de retorno com o cirurgião plástico que operou o ferimento na perna. O médico não atende pelo SUS e a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) precisa marcar a consulta, o que até agora não aconteceu.
A Sudesb colocou uma assistente social para receber as demandas das famílias das vítimas fatais e os sobreviventes da tragédia da Fonte Nova. Mas a burocracia governamental está causando muito sofrimento.
Além das consultas com o neurocirurgião e com o cirurgião plástico, Jader Landerson aguarda na fila de espera do SUS para iniciar a fisioterapia nas pernas. O tratamento atual ainda não pode dizer se o jovem, que nunca trabalhou de carteira assinada, poderá exercer uma profissão.
"Falam que eu tenho que me recuperar bastante ainda", declara Landerson. Sobre a perspectiva para o futuro ele responde cabisbaixo não saber o que esperar. A única certeza é que "nunca mais vou freqüentar um estádio de futebol", afirma. |
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FONTE NOVA TERÁ OBRAS EM 2010 |
BAHIA FICA SEM CASA PARA 2009 |
Outras sete pessoas não resistiram ao impacto e morreram naquela que foi a maior tragédia do futebol brasileiro.
O acidente aconteceu na partida entre Bahia x Vila Nova válida pelo Campeonato Brasileiro da Série C, que assegurou o acesso do time baiano à Série B deste ano, diante de presença de mais de 60 mil torcedores.
Desde então, Jader e seus pais vêm sendo submetidos a um doloroso périplo por clínicas, hospitais e repartições públicas em busca de tratamento e reparação para amenizar as seqüelas e o trauma.
"As outras mães sentem falta dos filhos que morreram e eu com as humilhações que venho sofrendo para tentar cuidar do meu filho", desabafa a mãe de Jader, Juciana Santos.
Apenas no último dia 30 de outubro, ele conseguiu um laudo médico atestando uma limitação na coluna vertebral em torno de 70% em caráter definitivo e irreversível.
Só então pôde dar entrada ao pedido de resgate do seguro oferecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que, em caso de invalidez, pode chegar a até R$ 20 mil, e R$ 25 mil em caso de morte.
Jader recebeu o seguro no último dia 12. Já Delmário da Hora dos Santos, 33 anos, que foi pisoteado na correria provocada pelo desabamento da arquibancada não teve a mesma sorte.
Ele sofreu traumatismo craniano, trauma na mandíbula e seqüelas na face. No dia 11 de setembro Delmário foi considerado inválido com alienação mental permanente e terá direito a 100% do seguro.
A indenização, porém, ainda não foi paga devido a um desentendimento entre os pais de Delmário, que são separados.
A mãe, Neuza Alves da Glória, está tentando obter judicialmente a curatela do filho, documento necessário para que ela receba o valor integral da indenização. Procurada pela reportagem, ela recusou-se a dar entrevista.
Das famílias dos mortos, duas ainda não receberam o seguro obrigatório da CBF no valor de R$ 25 mil. Estão nessa situação as famílias de Mídiã Andrade Santos e de Anísio Marques Neto.
Mídiã deixou uma filha de seis anos, Karen Loiane Andrade Santos, que é criada pelos avós maternos. Na última sexta-feira, eles voltaram à sede da Excelsior em Salvador depois de regularizar a guarda da criança para dar entrada na parte da indenização que Karen tem direito, que é de 50%.
O ex-companheiro de Mídiã, que não é o pai da criança, tem direito à outra metade, caso consiga comprovar a união estável. "Os avós podem conseguir receber o restante da indenização caso consigam um alvará judicial que lhe garantam o direito, anulando a parte do ex-companheiro", explicou o superintendente da Excelsior Seguros na Bahia, Nelson Uzêda.
A situação é mais complicada no caso de Anísio Marques Neto, que deixou três filhos de companheiras diferentes, apenas um registrado. O mais novo tinha cinco dias de nascido quando Anísio morreu.
"Legalmente eu só posso pagar o que é registrado e outros precisariam fazer um exame de DNA", explicou Uzêda.
Além do seguro obrigatório, as famílias das vítimas têm direito a outro benefício, uma pensão especial criada pelo Governo do Estado da Bahia de acordo com a Lei Estadual 10.954, de 22 de dezembro de 2007, no valor do último salário percebido pela vítima antes do acidente ou de um salário mínimo, para quem não tinha comprovante de renda.
Mas apenas duas das sete famílias já estão recebendo a pensão. As outras cinco ainda não tiveram acesso ao benefício porque o Poder Judiciário não definiu quem são os herdeiros legais.
Segundo a assessoria de comunicação do governo (Agecom), como não está havendo uma indicação definitiva, por razões particulares, o Judiciário vai determinar os beneficiários
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h44
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"The man who said "I'd rather be lucky than good" saw deeply into life. People are afraid to face how great a part of life is dependent on luck. It's scary to think so much is out of one's control. There are moments in a match when the ball hits the top of the net, and for a split second, it can either go forward or fall back. With a little luck, it goes forward, and you win. Or maybe it doesn't, and you lose".
(opening line on Match Point by Woody Allen)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h43
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Em setembro, brasileiro precisava de
10 meses de salário para quitar dívidas
Entre agosto e setembro deste ano, o consumidor brasileiro precisava de dez meses de salário para pagar dívidas oriundas de cheque especial, cartão de crédito, financiamento de veículos e crédito pessoal. O valor é 70% superior ao necessário há quatro anos, quando 5,9 meses de salário eram suficientes para sanar o endividamento da população.
A informação é do economista da UnB (Universidade de Brasília), Humberto Veiga, que para chegar a tais números dividiu o total de crédito concedido ao consumidor pela evolução da massa salarial, fornecida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em seis regiões metropolitanas do país.
Segundo o economista, a razão para a alta estaria na facilidade de acesso ao crédito conquistada nos últimos anos. "No início deste ano, por exemplo, quando estávamos no embalo do crédito, o endividamento equivalia a 11 meses de salário. A partir de agosto, com a crise, esse número começou a reduzir", explica.
Endividamento e inadimplência
Apesar da diminuição no número de meses necessários para o pagamento de dívidas, ocorrida entre os primeiros e os últimos meses de 2008, Veiga acredita que o endividamento do brasileiro deve crescer de forma mais lenta a partir de agora.
"O número de meses necessários tende a diminuir, devido à restrição de crédito. Por outro lado, a massa salarial também deve recuar, gerando uma certa estabilidade na equação", explica o especialista.
Já a inadimplência, diz ele, deve crescer, pois "haverá uma redução na oferta das linhas de crédito mais baratas, o que fará com que o consumidor recorra às operações mais caras para quitar as dívidas já existentes."
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h41
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Tarifa cadastral chega a representar quase
a metade dos gastos com contas bancárias
A tarifa de renovação cadastral, que pode ser cobrada a cada seis meses pelas instituições financeiras, pode representar quase metade dos gastos que um cliente tem com sua conta bancária em um ano, chegando a 47% de participação no desembolso anual (Santander).
De acordo com levantamento realizado pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), a incidência desta tarifa não afeta quem possui pacotes mais caros e sofisticados, os quais incluem o gasto, e clientes da Caixa Econômica Federal, do Banrisul e do Banco Real, cujos pacotes analisados incluem o serviço duas vezes ao ano.
Já para os demais bancos (Bradesco, Banco do Brasil, HSBC, Nossa Caixa, Itaú, Unibanco e Santander), a tarifa tem um peso anual que parte de 11% (Nossa Caixa).
Confira os valores
Na tabela abaixo, é possível verificar o peso da tarifa de renovação cadastral para o bolso do correntista de cada banco analisado:
| Banco |
Tarifa (gasto anual) |
Participação total |
| Bradesco |
R$ 76 (básica) R$ 76 (fácil) |
43% 41% |
| Banco do Brasil |
R$ 30 (modalidade 10)R$ 36 (modalidade 20) |
22% 16% |
| HSBC |
R$ 76 (global) R$ 76 (superclasse básico) |
30% 24% |
| Nossa Caixa |
R$ 32 (on-line) R$ 32 (plus) |
17% 11% |
| Itaú |
R$ 78 (maxiconta econômica) R$ 78 (maxiconta simples) |
43% 34% |
| Unibanco |
R$ 90 (econômico) R$ 90 (básico) |
44% 35% |
| Santander |
R$ 96 (econômico) R$ 96 (especial) |
47% 35% |
Cobrança adicional
O Idec critica o fato de os bancos cobrarem duas vezes por ano a tarifa de renovação cadastral, tendo em vista que a orientação do Banco Central é de que ela seja feita somente quando o serviço for efetivamente realizado pelo banco.
"Faltou o BC estipular o que significa a realização efetiva do serviço (de nova pesquisa cadastral, supõe-se), isto é, em que circunstâncias o banco necessita realmente renovar o cadastro. O motivo da cobrança, permanece, portanto, insondável ao consumidor e acessível apenas aos bancos", diz o Idec.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h41
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Brasil tem o segundo iPod mais caro
O título de iPod nano de 8 GB mais caro do mundo é da Argentina, onde custa 353,20 dólares.
A vice-liderança na lista é do Brasil, com 271,54 dólares, bem distante dos 131,95 dólares cobrados pelo produto na Austrália, de acordo com um levantamento da CommSec, braço de investimentos do Commonwealth Bank of Australia.
A pesquisa é chamada de “CommSec iPod Index" e foi feita em 62 países durante o mês de outubro.
Segundo o estudo, dá para comprar quase três iPods nano de 8 GB na Austrália pelo valor de um aparelho na Argentina. O mesmo iPod custa 255,41 dólares na Rússia (que fica em terceiro lugar na lista), 176,32 dólares no Reino Unido, 149 dólares nos Estados Unidos e 189,81 dólares na França.
Além da Austrália, os países com o iPod mais barato são a Indonésia (138,47 dólares), Canadá (138,73 dólares), Coréia do Sul (139,72 dólares) e Nova Zelândia (145,06 dólares). O preço baixo da Austrália se dá por conta da desvalorização do dólar australiano, de acordo com o estudo..
No último levantamento da CommSec, feito em julho, o iPod nano de 4 GB mais barato do mundo era Hong Kong (147,47 dólares), seguido por Estados Unidos (149 dólares) e Coréia do Sul (151,27 dólares).
Na época, o Brasil liderava a lista, com o iPod nano mais caro do mundo – 403,14 dólares -, seguido pela Argentina (330,58 dólares) e Islândia (302,64 dólares).
Veja a lista completa com o preço do iPod nano 8 GB em dólares, pelo mundo:

Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h25
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SENTIREI SUA FALTA... OU NÃO
Créditos remanescentes de ticket valem até 26/11
A partir de 26/11 todos os créditos, que ainda restarem, nos cartões de ticket perderão a validade de acordo com a Portaria 645/2008 de 28 de outubro.
"Parágrafo único - Os créditos remanescentes dos cartões eletrônicos, nas modalidades refeição, e, ou, alimentação, terão validade por até 30 (trinta) dias, contados da data de publicação desta Portaria."
Fonte: Diário do poder Judiciário Cad. 1 - Pág 92 - 28/10/2008
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h10
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Cabe indenização por danos morais quando
banco envia cartão de crédito sem solicitação
Cabe indenização por danos morais quando uma instituição financeira, na ausência de contratação dos serviços, envia cartão de crédito e faturas de cobrança da respectiva anuidade ao consumidor.
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não atendeu ao recurso de um banco e manteve a decisão de segunda instância que condenou a instituição ao pagamento de uma indenização por danos morais a uma consumidora gaúcha.
Segundo dados do processo, a consumidora recebeu um cartão de crédito não solicitado e mais três faturas no valor de R$ 110 cada uma, referentes à anuidade. Ela tentou cancelar o cartão e as cobranças indevidas, mas o banco se negou a efetuar os cancelamentos.
A consumidora, então, ajuizou ação de indenização por danos morais cumulada com declaratória de inexistência de débito contra a instituição financeira, alegando abalo moral, já que o banco não cancelou o cartão e as cobranças, conforme ela havia requerido.
O banco, por sua vez, argumentou que o cartão foi solicitado pela consumidora, que os valores relativos à anuidade foram estornados e que dos fatos narrados não adveio qualquer prejuízo moral a ensejar a reparação pretendida.
Em primeira instância, o pedido foi julgado procedente, declarando a inexistência do débito. Além disso, o banco foi condenado a pagar uma indenização no valor de R$ 10 mil a título de danos morais, a ser corrigida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) desde a decisão, somando os juros legais moratórios de 1% ao mês, a partir da citação, ambos até a data do efetivo pagamento.
A instituição financeira apelou da sentença. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) deu parcial provimento à apelação, somente para reduzir o valor da indenização.
Para o TJ, o ato de enviar o cartão de crédito sem a devida solicitação da consumidora, bem como as faturas para a cobrança da anuidade viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC), caracterizando prática abusiva, passível de indenização a título de danos morais.
Inconformado, o banco recorreu ao STJ, argumentando que não foi comprovado o dano moral, não havendo, conseqüentemente, o dever de indenizar.
Sustentou, ainda, que a situação vivenciada pela consumidora, o recebimento de um cartão de crédito e de algumas faturas que posteriormente foram canceladas, configura um mero aborrecimento, não podendo ser considerada como uma das hipóteses em que a simples prova do ato ilícito gera o dever de indenizar, sendo necessária a prova do dano efetivamente sofrido.
Ao analisar a questão, o relator, ministro Sidnei Beneti destacou que o envio de cartão de crédito não solicitado é conduta considerada pelo CDC como prática abusiva. Para ele, esse fato e os incômodos decorrentes das providências notoriamente dificultosas para o cancelamento significam sofrimento moral, já que se trata de uma pessoa de idade avançada, próxima dos cem anos de idade à época dos fatos, circunstância que agrava o sofrimento moral.
O ministro ressaltou também que, para presumir o dano moral pela simples comprovação do fato, este tem de ter a capacidade de causar dano, o que se apura por um juízo de experiência. Por essa razão, é presumido o dano moral em casos de inscrição indevida em cadastros de proteção ao crédito ou de recusa indevida de cobertura por plano de saúde.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h08
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MALDITO BRADESCO
Banco Bradesco diz que não fará
"loucura" para retomar liderança
Após ter perdido a liderança no ranking brasileiro de bancos privados, com a fusão entre Itaú e Unibanco, o Bradesco disse a investidores que não está com pressa de fazer aquisições com o objetivo de retomar a dianteira.
"O que nos interessa é a eficiência, a rentabilidade para os acionistas. Não faremos aquisições por fazer. Não vamos fazer loucura", disse Marcio Cypriano, presidente-executivo do banco, em reunião com investidores em Nova York transmitida pela Internet.
Após a fusão, o Itaú Unibanco passou a ter ativos totais de 575,1 bilhões de reais, seguido pelo Banco do Brasil, cujos ativos subiram para 512,3 bilhões de reais com a compra da Nossa Caixa, anunciada na semana passada. Nessa lista, o Bradesco aparece em terceiro, com 422,7 bilhões de reais.
De acordo com Milton Vargas, vice-presidente do Bradesco, o banco vai centrar sua estratégia no crescimento orgânico, com ênfase nas pessoas físicas com menor renda. "É um segmento no qual a gente não perde, mesmo com fusão de outros bancos", disse.
Cypriano também descartou qualquer movimento iminente de expansão no exterior. "No presente momento, expandir para fora do Brasil poderia ser temerário. No presente momento, não faremos nada no exterior", assegurou.
O presidente do banco considerou ainda que a crise internacional deve desacelerar o ritmo de expansão das operações de crédito no Brasil, mas que o crescimento seguirá acima de dois dígitos em 2009.
Em outubro, o banco informou ter incrementado suas operações em linha com o mercado, cerca de 3 por cento a mais do que em outubro.
A expectativa da instituição é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresça 2,5 por cento no próximo ano.
Os executivos do banco adiantaram também que a inadimplência deve se deteriorar em relação aos níveis atuais, mas que isso não deve implicar em provisionamento maior contra perdas.
"A inadimplência pode se deteriorar um pouco. Mas não acreditamos em aumento muito grande porque não haverá desemprego em massa. Nosso colchão de provisionamento é suficiente", disse Vargas.
Os executivos mostraram-se preocupados com uma desaceleração mais forte no setor automobilístico, segmento que liderou a expansão das operações de crédito para pessoa física nos últimos trimestres.
"Houve um exagero do mercado, trazendo consumidores que não tinham perfil adequado. Estamos esperando um crescimento menor para 2009", afirmou Cypriano.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h05
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Criminosos explodem bomba em agência bancária
Um grupo de criminosos explodiu uma bomba dentro de uma agência bancária na rua Domingos Fasolari, na esquina com a avenida Brás Leme, no bairro da Casa Verde, zona norte de São Paulo. O caso é o segundo em menos de uma semana.
Segundo a polícia, bandidos colocaram explosivos em frente a um caixa eletrônico na entrada do banco. A explosão destruiu os vidros da entrada e da parte interna da agência. Nada foi roubado e nenhuma pessoa foi presa.
A polícia investiga se o ato foi uma tentativa de assalto ou um ato de vandalismo. O caso foi levado para o 13º DP (Casa Verde).
Na madrugada da última sexta-feira (14), criminosos usaram explosivos para tentar roubar dois caixas eletrônicos em frente a um supermercado na avenida Raimundo Pereira de Magalhães, no bairro de Parada de Taipas, também na zona norte.
Nada foi levado dos caixas eletrônicos, já que os cofres também estavam intactos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h36
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FRASE DO DIA:
“O tempo não para!
Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo”.
(Mario Quintana)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h31
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Financiar imóvel a longo prazo é alto risco
Quem pretende financiar a compra de um imóvel nos próximos seis meses deve pensar duas vezes antes de fechar qualquer negócio. Evitar financiamentos longos e aguardar por uma possível queda dos juros, como conseqüência da crise financeira que assola o mundo, são alguns dos conselhos dos especialistas ouvidos por VEJA.com.
Para o professor de Finanças Fábio Gallo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), não é momento de contrair dívidas baseadas apenas no desejo de possuir um imóvel. É preciso refletir se a compra é de fato necessária. "Entrar agora em um endividamento de longo prazo significa pagar juros mais caros. O aconselhável é esperar um pouco mais", avisa Gallo, que aposta em uma queda nos juros e no preço dos imóveis nos próximos seis meses.
Caso se decida pela compra, o pagamento à vista é a melhor opção. Caso não seja possível, o recomendável é não se comprometer com um financiamento que seja superior a 30% do valor do imóvel. "Quanto maior o valor em mãos para pagar à vista melhor", ressalta o professor. "O importante é que as parcelas restantes não ultrapassem 15% da renda mensal, porque em caso de emergência fica mais fácil fazer cortes", explica ele.
Imóvel popular - Ricardo José de Almeida, professor de Finanças do Ibmec São Paulo, concorda com a cautela, mas restringe as orientações aos eventuais compradores de imóveis de alto padrão. Para Almeida, o financiamento ainda é a saída em conta para os chamados imóveis populares, com valores de até 350.000 reais. A explicação estaria na vinculação do crédito com a poupança (6% mais taxa referencial) ou com FGTS (3% mais TR), limitando o juro máximo em 11% ao ano.
Segundo o professor, a taxa "relativamente baixa" de juros e o prazo de até 330 meses para pagamento não devem afastar o comprador do imóvel popular. "O risco está na compra do imóvel na planta", alerta. A dúvida sobre o nível do crédito imobiliário em três anos (prazo médio de entrega dos imóveis novos) pode pegar de surpresa esse tipo de comprador.
Isso porque o que se paga na planta vai para a construtora: somente após o habite-se concedido pela prefeitura é que o financiamento do imóvel é liberado. "Se nesse período a recessão se agravar, haverá redução de emprego e conseqüentemente um menor recolhimento de FGTS e de poupança e uma restrição ao crédito, o que certamente irá encarecer esse financiamento", explica Almeida.
Taxas embutidas - Um detalhe que precisa ser examinado com atenção na hora do financiamento são as taxas embutidas no contrato. Para João Bosco Brito da Luz, assessor da Associação de Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA), elas são a principal razão de encarecimento dos imóveis. "São taxas exorbitantes praticadas pelos bancos que chegam a aumentar em até 38% o valor final do financiamento", critica.
Entre as taxas estão o seguro obrigatório por morte e invalidez permanente, que variam conforme o banco e podem ficar mais caras dependendo da idade do tomador do empréstimo. "Muitas vezes as pessoas são pegas de surpresa com a cobrança dessas taxas e não conseguem arcar com o compromisso que assumiram."
A Caixa Econômica Federal é o maior financiador do sistema imobiliário, com 70% do mercado e 2,3 milhões de mutuários. No terceiro trimestre deste ano, o índice de inadimplência estava ao redor de 1,8%. Apesar da crise mundial iniciada no mercado imobiliário americano, o banco estatal ainda não registrou retração nas contratações de empréstimos.
A expectativa é atingir a meta de fechar 2008 com um orçamento de 22,2 bilhões de reais de empréstimos tomados. Para 2009, o banco também mantém a previsão de aumentar o volume em 20%.
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Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h31
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PAPAGAIO E A BAIANINHA
Uma baianinha, antes de ir para seu cursinho pré-vestibular, passava por uma rua que tinha um papagaio em cima do muro. Um dia, quando ela passava por essa rua indo a caminho do curso, o papagaio grita:
- Baianinha tá de calcinha preta!
E, por incrível que pareça, o papagaio acerta na mosca. A menina continua e pensa que foi apenas um golpe de sorte. No outro dia,indo de novo, o papagaio grita mais uma vez:
- Baianinha tá de calcinha branca!
Novo acerto e dessa vez a menina FICA meio assustada com a situação, mas acha que o papagaio tarado teve sorte novamente no palpite. No terceiro dia, no mesmo trajeto, o papagaio denuncia:
- Baianinha tá de calcinha vermelha!
Ela dessa vez FICA indignada com a adivinhação do papagaio. No outro dia, resolve sair sem calcinha, só pra testar. O papagaio não falha:
- Baianinha tá de calcinha de pelúcia!
Irritadíssima, ela toma uma decisão drástica. No dia seguinte passa sem calcinha e depilada. Vai passando, e o papagaio não diz nada. Ela já ia virando a esquina, crente de que havia tapeado finalmente o penoso, quando ouviu o grito:
- Ê baianinha!
Ela se volta, impaciente:
- O que é papagaio?
- Passou no vestibular, foi?
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h30
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Poupança é bom negócio para quem está começando
Isenção de impostos e de taxas de administração é a principal vantagem da caderneta, que recebeu R$ 206 bilhões em depósitos de janeiro a outubro.
A caderneta de poupança, considerada um dos investimentos mais tradicionais do mercado, pode estar perdendo espaço para outros concorrentes. Em outubro, o volume de saques superou o de depósitos em R$ 284,1 milhões, de acordo com o Relatório de Poupança do Banco Central. É a segunda vez no ano que a modalidade enfrenta captação líquida negativa – em abril, os saques superaram os depósitos em R$ 1,848 bilhão.
Analistas apontam que movimento pode ser conseqüência de uma política de incentivo dos bancos, que vêm oferecendo aos clientes investimentos mais rentáveis, como os CBDs.
Mas, com os fundos de renda fixa registrando variação negativa em alguns dias, o poupador deve ter em mente que, mesmo com uma taxa de remuneração mais conservadora, a poupança pode ser mais rentável que os investimentos concorrentes. Para o especialista em administração financeira e professor da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel (Univel), Ronaldo Perez Vieira, a vantagem da poupança está na isenção do imposto de renda e taxas de administração.
Esses são valores que precisam entrar nas contas do candidato a investidor: quem vai deixar os recursos aplicados em renda fixa por menos de seis meses, por exemplo, vai pagar 22,5% de IR – um porcentual alto o suficiente para que a popuança se torne mais atraente.
Outro fator positivo é o baixo risco do investimento, que é lastreado pelo fundo garantidor de crédito, que assegura depósitos de até R$ 60 mil em caso de quebra do banco custodiante. “Mas nenhum investimento no mundo é livre de riscos. Medidas políticas podem alterar a conjuntura”, alerta Vieira, lembrando do confisco das poupanças com mais de 50 mil cruzeiros promovido pelo chamado Plano Collor, em 1990.
O consultor financeiro e professor PhD da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), Marcos Crivelaro, ressalta que a poupança nunca deve ser desprezada, já que representa o primeiro degrau da evolução financeira de uma pessoa.
“Quem é devedor, vive no vermelho e está sempre emprestando, não consegue guardar dinheiro. Assim, poupar uma quantia mínima já apresenta uma grande evolução e aí a poupança aparece sempre como primeira opção. É o caminho de passagem para quem deixou de ser devedor e quer ser um investidor”, afirma Crivelaro.
Para o professor, a poupança é um ícone do brasileiro médio, que vive com um orçamento apertado. “Ou seja, quem ganha R$ 1 mil por mês e consegue guardar R$ 100, economiza 10% do salário, o que já é uma grande coisa. Neste caso, mais importante que o rendimento – de 0,5% ao mês mais a correção da taxa referencial (TR) – é o próprio ato de economizar”, afirma Crivelaro.
Ao contrário de outros investimentos, a caderneta de poupança não exige um valor mínimo inicial e não requer um conhecimento técnico avançado sobre o mercado financeiro. A poupança é o investimento mais indicado para quem pretende mexer nas economias em curto e médio prazos, uma vez que não possui período de carência e permite o saque imediato, como em uma conta corrente.
Além disso, a poupança desempenha outro aspecto importante na economia nacional, como fomentadora da habitação. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), de janeiro a setembro, R$ 22 bilhões dos recursos da poupança financiaram mais de 227 mil unidades habitacionais em todo o Brasil, volume 89% maior que o do mesmo período de 2007.
No acumulado do ano, o saldo dos depósitos em poupança acumula R$ 206,2 bilhões em outubro, ante R$ 205,3 bilhões em setembro. Os rendimentos somaram R$ 1,659 bilhão ao patrimônio total.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 02h30
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MALDITOS BANCOS
Bancões do Brasil estão entre os ‘mais lucrativos’
Poucos negócios dão tanto dinheiro quanto o comércio de dinheiro.
Nessa matéria, os bancos brasileiros não fazem feio.
As cinco maiores casas bancárias do país freqüentam a lista das 20 instituições financeiras mais lucrativas do continente americano. Assim, preste atenção quando for falar de casos de assalto a banco no Brasil. É preciso explicar claramente se foi de fora pra dentro ou de dentro pra fora.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h55
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FRASE DO DIA:
"Aprendi silêncio com os falantes, tolerância com os intolerantes e a gentileza com os rudes; ainda, estranho, sou ingrato a esses professores".
Kalil Gibran
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h55
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Bancos lucram mais do que
todos outros setores juntos
O lucro dos bancos no Brasil superaram o resultado de todos os outros setores da economia juntos no terceiro trimestre, segundo pesquisa da consultoria Economática. Os dados consideram apenas empresas de capital aberto.
De acordo com o estudo, é a primeira vez no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que as instituições financeiras apresentam resultado tão superior aos demais setores.
Segundo a Economática, no terceiro trimestre de 2008, o lucro consolidado de 15 bancos de capital aberto é superior ao lucro consolidado de 201 empresas não-financeiras (excluindo Vale, Petrobrás e Eletrobrás).
Segundo a Economática, em 22 trimestres dos 23 estudados, o lucro consolidado do setor bancário sempre foi o maior de todos os demais setores mais nunca antes tinha conseguido obter lucro superior a todos os setores não- financeiros consolidados.
O lucro dos 15 bancos no terceiro trimestre de 2008 soma R$ 6,92 bilhões, enquanto que o ressaltado das 201 empresas não-financeiras acumula R$ 6,0 bilhões, no mesmo período.
O setor não-financeiro com maior lucro acumulado é o de energia elétrica, com 29 empresas que somam lucro de R$ 2,94 bilhões no terceiro trimestre deste ano. Já o setor de papel e celulose - com sete empresas - acumula prejuízo de R$ 2,66 bilhões.
Os outros setores que apresentam prejuízo no terceiro trimestre de 2008 são o químico - com R$ 924 milhões - e o de alimentos e bebidas - com R$ 12 milhões.
O estudo não considera os resultados da Petrobrás, Vale do Rio Doce e Eletrobrás e só fazem parte da amostra empresas com informações disponíveis em todos os trimestres.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h54
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Dudu Nobre e Bombom vão à
PF denunciar racismo em vôo
Na volta de uma viagem a Nova York, na noite de anteontem, o sambista Dudu Nobre e a sua mulher, a rainha de bateria da Portela, Adriana Bombom, registraram queixa na Polícia Federal por racismo, injúria e tentativa de agressão por parte de comissários de bordo do vôo 591 da companhia American Airlines.
O casal viajava na companhia das duas filhas, de cinco e seis anos, e com o produtor de eventos Junior. Amigo do casal, Junior foi ferido no braço durante o incidente com um golpe de caneta aplicado por um comissário da companhia, de acordo com Nobre.
Ainda segundo o sambista, o comissário se chama Carlos, é mexicano de origem e tem cidadania americana.
Logo no embarque, quando o avião ainda estava no chão, Adriana pediu auxílio a uma comissária para abrir a porta do banheiro. Em inglês, a comissária a teria chamado de estúpida. Houve uma breve discussão e Adriana voltou para o seu assento, contou Nobre.
Durante o vôo, ainda segundo o sambista, houve um ato ostensivo de racismo por parte de um comissário. "Eu estava dormindo quando ele parou ao meu lado e ficou imitando um macaco, fazendo barulho. Eu acordei e falei, "vem cá meu irmão, que parada é essa?'", disse Nobre. Diante de tal reação, o comissário se afastou.
O momento mais tenso aconteceu quando o avião pousou em São Paulo. Dudu, a família e o amigo estavam deixando a aeronave quando o mesmo comissário começou a xingar Adriana de "filha da puta", "babaca" e "estúpida", entre outros palavrões. O sambista partiu em defesa da mulher e a briga teve início.
"Ele [o comissário] se armou para brigar comigo e começou a gritar: "vem seu macaco, vem brigar comigo, vem sair na porrada comigo, seu macaco". Veio piloto, veio co-piloto, a comissária começou a me xingar em inglês e eu, também em inglês, disse que ela tinha que me respeitar", relatou Nobre.
Em seguida, houve a agressão. "Nisso o comissário tentou nos atacar. Ele pegou uma caneta e tentou dar uma estocada no pescoço do Junior que pegou no braço. Rasgou um casaco e duas camisas que ele estava usando", relatou o sambista.
No Rio de Janeiro, Nobre registrou boletim de ocorrência na delegacia da Polícia Federal no Aeroporto do Galeão. O sambista espera que, a partir do inquérito policial, o comissário seja denunciado pelo Ministério Público.
Afirmou ainda que deve processar a companhia. "Esse comissário louco da American Airlines, me xingando, me chamando para a porrada, xingando a minha mulher na frente das minhas filhas pequenas", reclamou, acrescentando que tentou remarcar sua passagem para a primeira classe ou para a classe executiva, pois sabia que na classe econômica o "tratamento deles [American Airlines] com os brasileiros é muito complicado".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h52
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