BUEMBA! BUEMBA!
É 2009! Acorda, macacada!
O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! Acorda, macacada! Já é 2009! Ai, que preguiça. Tô com preguiça de passar manteiga na bolacha! E hoje é o Dia Nacional da Dieta! Todo mundo fazendo força para ver se a calça fecha! Dia Nacional de Fazer Força para a Calça Fechar!
E um leitor me disse que vai fazer uma promessa diferente pra 2009: "Vou começar a fumar e engordar uns dez quilos". Rarará! E já é 2009! Parece ficção científica. Quando eu era menino, achava que 2009 era coisa de ficção científica. Que as cidades seriam cobertas por redomas de vidro e com ar-condicionado. E um monte de carro voador. Mas já é 2009, e São Paulo está lotado de carro velho. Se um cachorro mija no poste, dá enchente e, se abrir a porta do carro, dá engarrafamento! E Sampa está tão deserta que parece que teve uma explosão nuclear. Só ficaram as baratas!
Aliás, Sampa está tão deserta, mas tão deserta, que o silêncio está ensurdecedor. Não consigo dormir. O silêncio está muito alto. Rarará! E um amigo meu está tão duro, mas tão duro, que sabe como ele passou a virada? Virando de um lado para o outro na cama, SOZINHO! E uma amiga é tão insegura, mas tão insegura, que sabe o que ela escreveu na calcinha que ela comprou para o Ano Novo? Você me ama mesmo ou só quer me comer? Rarará!
E a minha promessa, a minha "new year's resolution", é transformar 2009 num saco de risada. Prometo transformar 2009 num saco de risada! E um amigo disse que já está com preguiça de todos os exercícios que ele vai ter que fazer em 2009! E hoje é o famoso e tradicional Dia do Ressacão! De passar o dia na porta da geladeira! Botar um banquinho na porta da geladeira e ficar tomando água. Uma Foz de Iguaçu com gás! É mole? É mole, mas sobe! Ou, como diz aquele outro: é mole, mas trisca pra ver o que acontece!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heroica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Alegre, Espírito Santo, tem um motel chamado Entra-Sai! Básico! Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete para o óbvio lulante. "Enólogo": companheiro viciado em sal de frutas ENO! Perfeito para o dia de hoje! O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã! Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno! E quem não tiver colírio pode pingar Sonrisal com Alka Seltzer!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h51
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BUEMBA! BUEMBA!
É 2009! Acorda, macacada!
O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! Acorda, macacada! Já é 2009! Ai, que preguiça. Tô com preguiça de passar manteiga na bolacha! E hoje é o Dia Nacional da Dieta! Todo mundo fazendo força para ver se a calça fecha! Dia Nacional de Fazer Força para a Calça Fechar!
E um leitor me disse que vai fazer uma promessa diferente pra 2009: "Vou começar a fumar e engordar uns dez quilos". Rarará! E já é 2009! Parece ficção científica. Quando eu era menino, achava que 2009 era coisa de ficção científica. Que as cidades seriam cobertas por redomas de vidro e com ar-condicionado. E um monte de carro voador. Mas já é 2009, e São Paulo está lotado de carro velho. Se um cachorro mija no poste, dá enchente e, se abrir a porta do carro, dá engarrafamento! E Sampa está tão deserta que parece que teve uma explosão nuclear. Só ficaram as baratas!
Aliás, Sampa está tão deserta, mas tão deserta, que o silêncio está ensurdecedor. Não consigo dormir. O silêncio está muito alto. Rarará! E um amigo meu está tão duro, mas tão duro, que sabe como ele passou a virada? Virando de um lado para o outro na cama, SOZINHO! E uma amiga é tão insegura, mas tão insegura, que sabe o que ela escreveu na calcinha que ela comprou para o Ano Novo? Você me ama mesmo ou só quer me comer? Rarará!
E a minha promessa, a minha "new year's resolution", é transformar 2009 num saco de risada. Prometo transformar 2009 num saco de risada! E um amigo disse que já está com preguiça de todos os exercícios que ele vai ter que fazer em 2009! E hoje é o famoso e tradicional Dia do Ressacão! De passar o dia na porta da geladeira! Botar um banquinho na porta da geladeira e ficar tomando água. Uma Foz de Iguaçu com gás! É mole? É mole, mas sobe! Ou, como diz aquele outro: é mole, mas trisca pra ver o que acontece!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heroica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Alegre, Espírito Santo, tem um motel chamado Entra-Sai! Básico! Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete para o óbvio lulante. "Enólogo": companheiro viciado em sal de frutas ENO! Perfeito para o dia de hoje! O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã! Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno! E quem não tiver colírio pode pingar Sonrisal com Alka Seltzer!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h48
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BATEAU MOUCHE: 20 ANOS
Parentes de vítimas do naufrágio lamentam morosidade da Justiça
Duas décadas após um dos naufrágios mais graves e chocantes ocorridos no país, o do barco Bateau Mouche, que afundou na Baía de Guanabara, na noite do réveillon de 1988, parentes e amigos de vítimas e sobreviventes da tragédia ainda esperam a conclusão do caso na Justiça. Das 153 pessoas que estavam a bordo, 55 morreram.
Até hoje, só foi determinado o pagamento de indenização para duas famílias, mas apenas uma delas foi paga, pois no segundo caso a defesa dos acusados recorreu em função do valor estipulado - de R$ 50 mil para cada um dos cinco irmãos da vítima.
Para Heloísa Maciel, uma das sobreviventes da tragédia, a superlotação no Bateau Mouche era evidente. Tanto que ela chegou a desistir do passeio, mas foi convencida pela irmã, que a acompanhava, a não deixar o barco. Hoje, guarda a lembrança dos momentos de desespero e lamenta a demora no andamento das ações processuais.
"O sentimento que a gente tem é de decepção. A Justiça anda a passos muito lentos e acaba favorecendo os culpados por essa tragédia", disse.
O advogado Leonardo Amarante, que representa 20 famílias de vítimas, também aponta a morosidade da Justiça como principal fator para que os processos levem tanto tempo para serem concluídos. Ele critica ainda a possibilidade de os réus, por meio de seus advogados, fazerem uso "excessivo" de recursos previstos na legislação brasileira, arrastando o andamento do processo.
"Esses recursos são usados em excesso por quem quer travar o processo. Mas além disso, não dá para entender por que um processo leva mais de dez anos para ser julgado", afirmou.
Amarante lembra também que entre as vítimas estavam funcionários do barco, como garçons, que em muitos casos eram os responsáveis pelo sustento de filhos pequenos à época. "Eles tiveram que crescer sem a presença dos pais e sem os recursos que seriam recebidos por eles", disse.
Atualmente, há 26 ações relativas ao naufrágio tramitando no Judiciário. Em todas elas, os réus apontados são: os proprietários da embarcação, a agência de viagens Itatiaia, que acabou falindo, e a União, por falta de fiscalização e socorro às vítimas.
Dos nove sócios da empresa Bateau Mouche Rio Turismo, responsável pela embarcação, apenas três foram condenados: os espanhóis Faustino Puertas Vidal e Avelino Rivera e o português Álvaro Costa, sócios majoritários da empresa.
No entanto, eles voltaram para seus países de origem logo após a condenação, que previa quatro anos de prisão em regime semi-aberto por homicídio culposo, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Em 2002, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) bloqueou os bens de todos os sócios para tentar agilizar o pagamento das indenizações.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h41
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CEE
Euro completa 10 anos em boa forma
O euro completa hoje dez anos estabilizado e em muito boa forma apesar do caos gerado pela crise financeira que levou alguns membros da União Européia (UE) a começarem a pensar a entrar neste seleto clube.
A Eslováquia adota hoje o euro, que começou a ser usado em transações eletrônicas nos mercados de capitais internacionais a partir do dia primeiro de janeiro de 1999 (na realidade em 4 de janeiro, pois este foi o primeiro dia útil de 1999).
A partir desse momento cerca de 300 milhões de pessoas puderam operar na zona do euro com uma divisa própria.
Os membros do clube eram inicialmente 11: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal.
Em 2001 se uniu a Grécia, em 2007 a Eslovênia, em 2008 Malta e Chipre e, em 2009, a Eslováquia.
Para poder adotar o euro todos os países tiveram que cumprir os critérios de convergência de inflação, déficit fiscal e estabilidade de taxa de câmbio com suas divisas nacionais, os chamados Critérios de Maastricht.
A introdução física do euro, ou seja, a chegada das cédulas e moedas de euro às bolsas e aos bolsos dos cidadãos, aconteceu em primeiro de janeiro de 2002.
O euro começou sua caminhada a uma taxa de câmbio de US$ 1,17, 0,71 libra e 133,20 ienes.
Desde então, a divisa européia se valorizou 19% diante da moeda americana e quase alcançou a paridade com a libra esterlina com uma cotação máxima histórica de 0,98 libra em 30 de dezembro.
O euro caiu a seu mínimo histórico frente ao dólar em 25 de outubro de 2000, alcançando US$ 0,83, e bateu seu recorde em 15 de julho de 2008, ficando acima de US$ 1,60.
O euro foi o fruto de um longo processo de mais de dez anos para gestar a União Econômica e Monetária (UEM) e representou um passo enorme na integração econômica da UE.
A entrada em vigor do euro representou também a maior cessão de soberania desde a criação do mercado comum europeu.
No dia de hoje o euro se consolidou como divisa internacional e se transformou em um porto seguro ao qual acodem os investidores em momentos de instabilidade, afirmou o analista do banco alemão Commerzbank Michael Schubert.
O professor de Ciências Econômicas da Universidade da Califórnia Barry Eichengreen vai além e se atreve a chamar o euro de "claro vencedor da crise".
Esta percepção fez com que alguns países, como Dinamarca e Suécia, retomassem o debate da integração na zona do euro ao verem como suas divisas desabavam com a crise financeira internacional.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h36
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"NOTHING CHANGES IN NEW YEAR'S DAY"
Bomba explode em sede de TV espanhola após aviso do ETA
da Folha Online

Uma bomba explodiu na manhã desta quarta-feira na sede do canal de televisão basco EiTB em Bilbao, Espanha. O local foi esvaziado pouco antes da explosão por causa de um telefonema para os bombeiros de Bilbao em nome da organização terrorista separatista basca ETA, advertindo sobre o explosivo.
"A explosão aconteceu às 11h05 [8h05, no horário de Brasília], toda a zona havia sido desocupada e em princípio não há feridos", afirmou uma fonte policial.
Segundo o jornal "El Pais", um carro-bomba causou a explosão e afetou significativamente a fachada do prédio, composta principalmente de janelas, que foram estilhaçadas.
Segundo a imprensa no local, a explosão foi grande e uma coluna de fumaça se ergueu no local. Os policiais que estavam no local investigando a ameaça não foram feridos, informou um porta-voz da polícia.
Em seu último comunicado oficial, o ETA ameaçou os meios de comunicação espanhóis.
Os jornalistas e os meios de comunicação são alvos freqüentes do grupo, que costuma telefonar antes para avisar de suas bombas.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 14h43
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PORQUE NO TE CALLAS?
Grito de "morte" à família real feito por deputado causa polêmica na Espanha
da Reuters, em Madri
O grito de "Morte ao Bourbons", a família real da Espanha, lançado no sábado por um político espanhol agitou as tensões nacionalistas e provocou pedidos de que ele renuncie.
Deputado da Câmara Baixa, Joan Tarda deu o grito enquanto membros do partido Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), que defende que independência da região, queimaram um caixão simbolizando a Constituição espanhola para marcar o 30º aniversário da Carta, no sábado.
Pela lei espanhola, quem insulta a família real pode pegar até dois anos de prisão.
Líderes de todo o espectro político da Espanha afirmaram que o grito era inaceitável, e a oposição conservadora do Partido Popular exigiu que Tarda seja expulso do Congresso.
"Um deputado não pode fazer esse tipo de comentários, e, se ele fizer, tem de sair desta casa imediatamente" disse neste domingo Jose Luis Ayllón, líder do PP na câmara Baixa.
Pesquisas mostram que o rei Juan Carlos continua com grande popularidade três décadas depois de ajudar a dar forma à Constituição, ao fim de 40 anos de ditadura sob o general Francisco Franco.
Como um símbolo da monarquia constitucional da Espanha, a família real é um alvo para radicais que buscam a independência ou mais autonomia para regiões como a Catalunha e o País Basco.
Em uma declaração neste domingo, Tarda disse que não estimulou ninguém a matar membros da família real. Ele afirmou que quis criticar a monarquia como instituição.
O incidente com Tarda aconteceu três dias depois que a guerrilha ETA, que luta por um Estado basco independente, matou um empresário cuja empresa participava da construção de uma estação ferroviária de alta velocidade entre o noroeste da região e do resto da Espanha.
No seu primeiro mandato, o governo socialista do primeiro-ministro espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, discutiu alterar aspectos da legislação sobre as regiões autônomas, mas com a Espanha enfrentando sua pior recessão em décadas, Zapatero disse no sábado que a reforma constitucional não era uma prioridade.
Funcionários reais não comentaram o episódio.
Leia mais
Escrito por Eduardo Lorenzo às 14h41
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MEGASHOWS EM 2009
Apesar da crise, Brasil terá megashows em 2009
da Folha de S.Paulo
Com Madonna tendo passado por aqui há poucos dias, com o U2 finalizando novo disco e os Stones em hibernação, é o Radiohead, por enquanto, quem está liderando as expectativas de megashows internacionais no Brasil em 2009.
Há anos especula-se sobre apresentações da banda inglesa no país. Isso ocorrerá, finalmente, em 20 de março, na Praça da Apoteose, no Rio, e no dia 22, na Chácara do Jockey, em São Paulo (os ingressos já estão à venda no site www.ingresso.com e nas bilheterias do Flamengo e do Pacaembu).
Se em 2008 tivemos grande movimentação de artistas internacionais no Brasil (Madonna, REM, Bob Dylan...), esperava-se que em 2009 as datas e as atrações diminuíssem por culpa da crise que vem abalando os mercados financeiros e a economia do planeta.
Promotores de shows ouvidos pela Folha em outubro afirmaram que o dólar alto (a cotação subiu cerca de 35% neste ano em comparação com o real) poderia retrair o mercado --mas, pelo que já está confirmado e pelo que se ouve nos bastidores, a crise ainda não bateu na agenda pop brasileira.
Curiosamente, alguns especialistas dizem que o mau momento econômico nas economias ricas pode até favorecer países como o Brasil, ainda menos afetados pela crise.
É nesse contexto que o Coldplay negocia com a Time 4 Fun, a produtora que trouxe Madonna. A cantora, aliás, cancelou shows no Japão e na Austrália devido à crise, mas fez no Brasil cinco apresentações. Sua turnê foi a mais bem-sucedida de um artista pop em 2008, arrecadando US$ 280 milhões.
Glicose
O primeiro medalhão a aportar por aqui será Elton John, no dia 17 de janeiro, na Arena Skol Anhembi, em São Paulo, e dois dias depois na Praça da Apoteose, no Rio. O cantor britânico James Blunt, dono da diabética "You're Beautiful", abre os shows e faz apresentações solo: em 27/1, no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, e em 29/1, no Via Funchal, em São Paulo.
Não tão conhecida quanto Elton John e sem música em novela das oito como James Blunt, a novata banda Little Joy já causa ansiedade no circuito indie paulistano com o show que fará em 28/1, no clube Clash. O motivo? O trio tem como integrantes o guitarrista Rodrigo Amarante, do Los Hermanos, e o baterista Fabrizio Moretti, dos Strokes.
Damien Rice faz show no Citibank Hall, em São Paulo, em 30/1. O espaço terá cadeiras na pista, e os ingressos podem ser encontrados no site www.ticketmaster.com.br.
Talvez a maior turnê brasileira de um artista internacional seja a de Alanis Morissette. Com 30 milhões de discos vendidos na bagagem, a canadense passa por Manaus (21/1), Brasília (23/1), Fortaleza (24/1), Teresina (28/1), Recife (30/1), Salvador (31/1), São Paulo (3/2), Rio de Janeiro (4/2), Belo Horizonte (5/2), Florianópolis (7/2) e Porto Alegre (10/2).
Simply Red se apresenta dias 3 e 4/3, no Credicard Hall, em São Paulo; e dia 6/3, no Citibank Hall, no Rio. Um pouco mais jovem, a boy band Backstreet Boys toca no estacionamento do Credicard Hall, em 5/3; e no Citibank Hall (Rio), em 7/3. Ingressos no www.ticketmaster.com.br.
Radiohead
E aí chega o Radiohead. A banda inglesa é a principal atração do festival Just a Fest, que terá ainda a veterana banda eletrônica Kraftwerk. O evento terá ainda duas bandas brasileiras a serem definidas.
Na estrada desde o final dos anos 1980, o Radiohead é das poucas bandas que não amargam pontos baixos na carreira. Com duas décadas de vida, o quinteto conserva não apenas a relevância artística mas também o sucesso comercial - o mais recente álbum, "In Rainbows", vendeu mais de 3 milhões de unidades, mesmo após ter sido colocado para down- load antes do lançamento.
Banda que mantém fiéis fãs no Brasil, o Iron Maiden anunciou novos shows no país em março. A turnê passa por Manaus (12/3), Rio (14/3), São Paulo (15/3), Recife (18/3) e Brasília (20/3). Já o B-52's faz um ciclo de apresentações mais modesto: a banda new wave toca em 21/3, no Citibank Hall, e no dia seguinte no Credicard Hall. O que restou do Doors retorna a São Paulo em 18/4. Desta vez, no Espaço Anchieta.
Os festivais corporativos (Skol Beats, Tim Festival, Planeta Terra, Nokia Trends, Motomix etc.) devem renovar suas edições em 2009. Especula-se a realização de uma segunda edição do Sónar no primeiro semestre. Em junho, deve ocorrer na Grande SP o Who Loves the Sun, com bandas indies como Silver Jews e Of Montreal.
Após o lançamento do disco "No Line on the Horizon", em 2 de março, produtores já esperam uma turnê mundial do U2. A banda é contratada da produtora Live Nation, que, aqui, tem acordo com a Time 4 Fun.
Leia mais
Escrito por Eduardo Lorenzo às 12h39
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I BELIEVE IN FATHER CHRISTMAS

O U2 liberou um clipe para a música "I Believe in Father Christmas", de Greg Lake, do Emerson, Lake & Palmer. Assista:
A faixa faz parte do serviço de download RED(Wire), que vai liberar músicas exclusivas de artistas como R.E.M., Bob Dylan e Coldplay, e arrecadar fundos para ajudar portadores do HIV na África.
Na página também é possível ver o clipe que a banda texana The Killers gravou de "Joseph", com colaboração de Elton John e Neil Tennant, do Pet Shop Boys.
Esta é a terceira vez que o grupo lança uma música natalina com o objetivo de ajudar a RED, liderada pelo vocalista do U2, Bono.
Para ver os outros clipes, clique aqui.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h49
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ISRAELENSES X PALESTINOS
Entenda a disputa entre palestinos e israelenses
da Folha Online
Qual lado tem razão no conflito entre israelenses e palestinos? Talvez seja impossível responder essa pergunta.
O "Atlas do Oriente Médio", apresenta uma análise detalhada do conflito, tenta desvendar suas causas e apontar possíveis soluções. O trecho abaixo, retirado do livro, ajuda a entender melhor essa complexa questão.

Israel e a Palestina
A questão palestino-israelense se reduz essencialmente à questão da terra - quem pode viver nela e quem controla seu uso. A isso têm se sobreposto questões de direitos humanos e direito internacional, afetadas pelo ressentimento e pela desconfiança mútuos após décadas de violência.
Contesta-se cada fato, cada estatística, cada argumento e cada interpretação jurídica de cada resolução, sentença e documento. O que é incontestável é que os dois lados usaram e usam de assustadora violência um contra o outro e que não só os combatentes, mas também os cidadãos comuns, têm sofrido.
Os assentamentos israelenses na Cisjordânia se iniciaram em 1968. No começo do século 21, havia 400 mil israelenses vivendo em Gaza e na Cisjordânia (inclusive Jerusalém Oriental). Em muitos casos, o que denominavam assentamentos ou colônias já eram cidadezinhas bem estabelecidas.
Todas são ilegais pela Quarta Convenção de Genebra (1948), parte do que antes se chamava Lei da Guerra e hoje se conhece como direito humanitário internacional. A Quarta Convenção proíbe que os Estados assentem população civil em território ocupado.
Tudo o que se faça com esse fim será ilegal, incluindo o que perpetue a situação. Foi essa a base do parecer de 2004 do Tribunal Internacional de Justiça que considera ilegal o muro que está sendo construído como barreira de segurança entre Israel e a Cisjordânia, pois partes de seu traçado ligam assentamentos ao território principal de Israel.
Em 1988, o Conselho Nacional Palestino (CNP), órgão legislativo da OLP, foi convencido pelo líder da organização, Yasser Arafat, a reconhecer as fronteiras israelenses de 1949. Isso implicava desistir de reivindicar a soberania sobre 78% da Palestina histórica e concentrar a luta na Cisjordânia e em Gaza.
Os israelenses, porém, tinham o direito de duvidar da firmeza dessas intenções, já que não se tomara nenhuma providência para alterar a Carta Nacional Palestina. Afinal, em 2006 o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) ainda não reconhecera Israel como Estado legal quando formou o novo governo da Autoridade Palestina (AP).
A maioria dos observadores internacionais, entretanto, acreditava que, em alguma medida, isso acabaria acontecendo, mesmo que o Hamas adotasse uma designação para distinguir o legal do que considera legítimo.
Para os palestinos, a questão não é apenas a presença de colonos na Cisjordânia e (até 2005) em Gaza. É o controle israelense do território, o uso israelense dos recursos hídricos, as limitações que tudo isso impõe às suas perspectivas econômicas, a maneira pela qual são tratados pelas forças israelenses.
A dignidade e a esperança dos palestinos, tanto como comunidade quanto como indivíduos, estão sob ataque permanente. Daí o ímpeto de revidar e levar a guerra aos civis israelenses.
E, como é típico nos conflitos persistentes, as medidas que Israel toma para neutralizar a ameaça de violência acabam exacerbando o problema subjacente, mesmo que tenham algum impacto a curto prazo no reforço à segurança de Israel.
A Intifada e a Política
A Primeira Intifada foi um movimento popular que opôs às Forças Armadas de Israel jovens que atiravam pedras. As imagens que ela gerou conquistaram solidariedade internacional.
A reputação de Israel fora prejudicada pela intervenção no Líbano em 1982, e agora o país encarava o risco do isolamento externo. O governo americano forçou Israel à conferência de paz de Madri, em 1991, mas esta logo empacou.
Uma discreta iniciativa norueguesa, em 1993, teve mais sucesso. Israel queria uma maneira de se livrar da Intifada, e a OLP queria voltar do exílio tunisiano para a Palestina.
Iniciou-se em Oslo, e assinou-se formalmente na Casa Branca, o acordo para estabelecer um processo de paz em etapas, que daria gradualmente mais autonomia aos palestinos.
A Intifada acabou e a OLP voltou para casa, mas não se instalou a paz verdadeira. O acordo de Oslo adiou as questões difíceis, segundo a teoria de que a concordância imediata sobre os problemas mais simples facilitaria depois a concordância sobre os mais complicados.
Não era má teoria, só que, no caso, não funcionou. Militantes de ambos os lados enxergaram concessões demais e benefícios de menos. Os assentamentos não foram fechados e, a partir de 1996, começaram a expandir-se de novo, e houve insegurança e mortes de ambos os lados; aliás, mais israelenses morreram nos seis anos posteriores ao acordo de Oslo do que nos seis anteriores.
Outros quatro anos de negociação renderam intermitente progresso rumo a um acordo, mas os ganhos foram sempre incertos, ainda que o nível de violência tenha diminuído em 1998-9. A Segunda Intifada foi desencadeada pela visita de Ariel Sharon, então líder do partido Likud, à área que os israelenses conhecem como monte do Templo e os palestinos, como Haram al-Sharif.
Sharon era militar famoso, ex-ministro da Defesa, linha-dura em matéria de segurança e franco defensor dos assentamentos. A visita, fosse provocativa, fosse inocente, resultou numa explosão de protesto. De início, a Segunda Intifada foi como a primeira, mas ganhou impulso à medida que a Jihad Islâmica, o Hamas e as Brigadas de Al-Aqsa realizavam atentados suicidas.
Em resposta, Israel reocupou partes da Cisjordânia, sitiando o quartel-general de Yasser Arafat, em Ramallah. Ambos os lados levaram a guerra aos civis da outra parte, e ambos se justificavam pelos atos do oponente. As ações dos militantes palestinos se mostraram mais letais que na Primeira Intifada, e houve menor simpatia internacional pelos palestinos, sem que Israel encarasse o isolamento que conhecera em 1987-93.
Durante os anos do acordo de Oslo, a Autoridade Palestina teve pouca oportunidade de estabelecer boa governança na Cisjordânia e Gaza; grande parte de sua receita chegava como ajuda internacional através de Israel, cujas forças de segurança eram onipresentes mesmo quando a situação era pacífica. Mas até as poucas chances da AP foram desperdiçadas com o nepotismo, a corrupção, a incompetência e a violação de direitos humanos.
Quando começou a Segunda Intifada, Israel atacou e enfraqueceu tanto as forças de segurança da AP que elas não teriam conseguido agir de modo assertivo contra os atentados suicidas, mesmo se o desejassem.
A desilusão com a AP produziu apoio ao Hamas, fundado em 1988 a partir de um movimento de assistência social que surgira da Irmandade Muçulmana. Se a AP parecia incompetente, corrupta e fraca contra Israel, o Hamas passava a impressão de ser competente, limpo e forte.
A morte de Arafat (2004) liberou a opinião pública palestina da lealdade ao movimento dele; em janeiro de 2006, o Hamas venceu as eleições da AP. Israel também está politicamente dividido.
O abismo entre os partidários e os opositores do acordo de 1993 com a OLP foi grande, profundo e marcado pela agressividade. A sorte eleitoral oscilava entre o Likud e os trabalhistas. À proporção que avançava a Segunda Intifada, muitos israelenses passaram a ver os habitantes dos assentamentos não mais como heróis, mas como parte do problema.
Mesmo entre os mais determinados defensores da ocupação da Cisjordânia e de Gaza cresceu o reconhecimento de que teria de haver ao menos uma retirada parcial, entre eles o próprio Sharon. Para adotar essa opção, ele precisou sair do Likud e formar outro partido, o Kadima ("Avante").
Embora sucessivos derrames tenham tirado Sharon da política, seu partido foi o mais votado na eleição de março de 2006. Naquele momento, a tarefa do Kadima era formar um governo de coalizão que implementasse a retirada limitada.
O Plano de Paz
Como primeiro-ministro, Sharon concluíra que a OLP não era um oponente com que valesse a pena negociar e resolvera impor um plano unilateral de paz. Este, anunciado em 2004, implicava a retirada de todos os assentamentos israelenses em Gaza e de alguns na Cisjordânia.
Apesar da resistência dos colonos, a retirada de Gaza se concluiu em 2005. Da perspectiva palestina, os ganhos não foram reais: Israel abriu mão de 49 km2 e, no mesmo período, tomou 60 km2; em 2005, 8.500 colonos judeus deixaram Gaza e 14 mil se mudaram para a Cisjordânia.
Impor um plano de paz é tarefa espinhosa, que se mostra realista apenas quando o lado insatisfeito não tem absolutamente nenhuma opção de revide. O poderio militar de Israel é avassalador se comparado ao da AP e de todos os grupos armados palestinos combinados.
E o muro que está sendo construído como barreira de segurança se destina a ser não apenas marco fronteiriço, mas também defesa contra infiltrações. No entanto, não é nada certo que o muro e a força militar avassaladora sejam suficientes para impedir que os homens-bomba cheguem a alvos civis em Israel. Se essas medidas fracassarem, os líderes israelenses talvez acabem lastimando os problemas inerentes ao plano geral de segurança elaborado em 2004-5.
Partes importantes do plano não estavam claras; por exemplo, se os palestinos teriam acesso ao vale do Jordão. Informações oficiais israelenses revelavam que eles ficariam presos entre o muro e o vale, com suas terras divididas em três áreas principais (uma ao norte de Nablus e Tulkarm, da qual as forças israelenses se retirariam; outra entre Nablus e Jerusalém;e a terceira ao sul de Jerusalém), além da zona ao redor de Jericó.
Cada uma delas seria cortada por estradas israelenses, que se destinariam primordialmente aos colonos e aos militares. Muros ao longo de algumas dessas estradas tornariam impossível atravessá-las a não ser nos postos de controle.
Perto das estradas, não se permite nenhuma atividade agropecuária, construção ou obras. O traçado do muro faz que muitos assentamentos (inclusive zonas onde a construção de colônias está prevista mas ainda não foi executada) fiquem em contato direto com o território de Israel propriamente dito, dividindo terrenos agrícolas e tomando mais terras da Cisjordânia (incluindo as áreas onde moram palestinos).
Israel alega necessidade de segurança, mas a consequência dessas medidas é tornar mais difícil o cotidiano dos palestinos, complicando o comércio e enfraquecendo a economia. Pelo que se depreende do plano, a região palestina não estaria unificada e não poderia ser governada com eficiência. O risco é que tais condições continuem a alimentar o ressentimento e o ímpeto de retaliar.
Os partidos políticos israelenses a favor de abandonar parte dos assentamentos estavam divididos a respeito de como fazê-lo. O Kadima, com o bom desempenho na eleição de 2006, dispunha-se a prosseguir sem negociações, considerando o Hamas um parceiro ainda mais inaceitável que a OLP.
Por outro lado, se o Hamas não corresponder às expectativas palestinas, talvez surja uma alternativa mais radical, da mesma maneira que o Hamas e a Jihad Islâmica foram a alternativa radical à pragmática OLP."
*
"Atlas do Oriente Médio" Autor: Dan Smith Editora: Publifolha Páginas: 144 Quanto: R$ 39,90 Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h45
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SIMPSÓFILO PEDÓFILO!
Os Simpsons em caso de pornografia infantil
O australiano Alan John McEwan foi condenado a pagar uma multa no valor de 3 mil dólares, além de cumprir um período probatório de 2 anos de bom comportamento, sob a acusação de posse de materiais pornográficos infantis.
De acordo com o jornal The Sydney Morning Herald, essa decisão da Suprema Corte da Austrália está causando rebuliço.
Tudo porque a pornografia encontrada pela polícia no computador de McEwan, em fevereiro deste ano, eram desenhos não autorizados dos Simpsons, em que os personagens Bart, Lisa e Maggie praticavam atos sexuais entre si.
McEwan apelou contra a decisão, argumentando que desenhos não podem ser considerados pessoas.
Para o juiz Michael Adams, que proferiu a sentença nesta semana, "o fato de os Simpsons terem quatro dedos nas mãos, feições deliberada e notadamente diferentes de qualquer ser humano e não serem representações realistas, não quer dizer que não possam ser considerados pessoas".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h31
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TERTÚLIA
by Duílio Ferronato
Ciúme deve ser irmão da inveja e da ambição. Os três juntos formam um dos trios mais destrutivos da nossa existência. O pior é que não dá para viver sem eles, bem, talvez dê, mas eu não sei como.
O ciúme doentio vem disfarçado bem devagarzinho e quando você menos espera - ficou tudo escuro e a sujeira foi feita.
Alguns se dizem nada ciumentos, alguns se dizem ciumentos só quando estão amando e outros dizem que ciúme é coisa de quem ama. Afinal, acreditam, que ciúme faz parte do amor. Conclusão das mais ridículas.
Ciúme é para quem sente direito de posse e não amor.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h29
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WONARLLEVYSTON
Retificação de Registro Civil é comum
O cidadão brasileiro que quiser mudar o nome que o incomode, provoque constrangimento ou o exponha ao ridículo pode pedir na Justiça a alteração do Registro Civil.
Esse foi o caso do estudante Wonarllevyston Garlan Marllon Branddon Bruno Paullynelly Mell (e outros três sobrenomes, que não serão citados para preservar o jovem, de apenas 13 anos). A mãe dele, Dalvina Xuxa (e dois sobrenomes), entrou com o processo de retificação de registro civil em Campo Grande, em abril de 2007.
O juiz Fernando Paes de Campos, da Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos, autorizou, em agosto do mesmo ano, a mudança do nome do garoto, que hoje passou a ter um nome composto e dois sobrenomes. Veja lista com pessoas que pediram para mudar o nome na Justiça de MS:
Altezevelte Alucinética Honorata Maxwelbe Claysikelle Maxwelson Mell Kimberly Wildscley Frankstefferson Hedinerge Starley Hezenclever Uallas Udieslley Ulisflávio Hollyle Hugney Necephora Izidoria Kristofer Willian Locrete Venério Walex Darwin Yonahan Henderson Maxwelson Wochton Wallyston Waterloo Wolfson
Segundo o cartório de Ilha Solteira (SP), onde o estudante foi registrado, o atual nome dele, apesar da retificação, pernanece com Wonarllevyston. A alteração do registro foi concretizada em setembro de 2007.
"Este é um tipo de processo que não costuma demorar muito", disse o advogado Fabrizio Tadeu Severo dos Santos, que representou Dalvina e o filho na ação judicial. Na sentença, o magistrado informou que o garoto disse que sofria constantes transtornos e constrangimentos, principalmente em ambiente escolar, durante as chamadas de presença em sala de aula. Ainda segundo a sentença judicial, o menino pediu que fosse mantido apenas o nome Wonarllevyston, pois gosta dele e por ele é chamado por várias pessoas.
"Hoje ele está feliz com o nome que tem. Na família, ele é chamado por Wonarllevyston. Na cidade, todos o chamam de Bruno", disse Dalvina Xuxa. O juiz explicou ainda, em sua decisão, que a mãe escolheu sete prenomes e quatro sobrenomes de família para nomear o filho, mas não usou critério adequado, deixando de lado os sobrenomes que faziam referência ao pai do garoto, utilizando apenas os maternos. Xuxa na Justiça
Dalvina afirmou ao G1 que não gosta de seu nome e pretende mudá-lo novamente, já que acrescenteu, em 1999, o Xuxa em seu registro civil.
"Me arrependi de colocar aquele nome todo para meu filho e de ter colocado o nome Xuxa para mim. Mas se eu puder, gostaria de mudar meu primeiro nome para Tina, pois não gosto de Dalvina. Ai que nome feio!", disse a dona-de-casa. Ela disse ainda que vai pensar bastante antes de fazer a segunda alteração em seu nome. "Dá muita dor de cabeça com documentação, pois terei de mudar tudo de novo. Isso foi culpa da minha irmã, que me chamava de Xuxa porque eu tinha cabelo loirinho", afirmou Dalvina. A mãe de Wonarllevyston lembrou ainda que sua irmã, nascida Nadir, mudou o nome para Nádia. Linda Blue
E o gosto por nomes diferentes é de família. "Tenho uma sobrinha com nome diferente também, tanto que nem lembro todos os nomes dela, só a chamo de Linda Junia".
Segundo informações do Cartório de Registros de Ilha Solteira, a sobrinha de Dalvina Xuxa se chama Linda Blue Junia Sharon Mell Melina Marla Cyndi (e mais quatro sobrenomes). Arrependida do exagero com o primogênito, Dalvina Xuxa disse que resolveu "pegar leve" para dar o nome da filha de 8 anos, fruto do segundo casamento.
"Ela se chama Brenda, por pedido do pai, pois eu queria chamá-la de Vitória", afirmou Dalvina.
Processo na Justiça
Segundo o juiz Ricardo Galbiati, da Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos de Campo Grande, a pessoa pode alterar o nome apenas se tiver um apelido notório, que o exponha ao ridículo, ou de forma facultativa, em um prazo de seis meses após completar 18 anos.
"O primeiro caso é o mesmo do presidente da República, que acrescentou Lula em seu nome. A segunda forma é mais comum e precisa ser fundamentada. A última maneira é muito rara e nunca vi um processo em 15 anos de magistrado." A Lei de Registros Públicos, 6.015/73, em seu artigo 109, prevê a possibilidade de correção de erros nos assentos de registros civil. A alteração do prenome é proibida pelo artigo 58, podendo ser alterado em circunstâncias excepcionais.
Segundo o artigo 56, o interessado, logo após ter atingido a maioridade civil, poderá, pessoalmente ou por procurador, alterar o nome, desde que não prejudique os sobrenomes. De acordo com o artigo 57, qualquer alteração posterior de nome, somente por exceção e motivadamente, após audiência do Ministério Público, será permitida por sentença do juiz a que estiver sujeito o registro, arquivando-se o mandado e publicando-se a alteração pela imprensa. O parágrafo único do artigo 55, da mesma lei, prevê que os oficiais do registro civil não podem registrar nomes que exponham ao ridículo os seus portadores. Punição
O magistrado ainda pediu que a Corregedoria Extra-Judicial da Comarca de Barretos (SP) tomasse as providências cabíveis sobre a conduta do oficial do Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabelião de Notas do Município de Ilha Solteira (SP), que não cumpriu a Lei 6.015/73, e registrou Wonarllevyston.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h28
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NOVAS TABELAS DO IRPF 2009-2010
da Folha Online
A medida provisória com as novas tabelas do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) foram publicadas no Diário Oficial desta terça-feira. Além da correção dos valores em 4,5%, as tabelas trazem as duas novas alíquotas anunciadas pelo governo na semana passada.
Antes, a tributação dos salários era feita com duas alíquotas, de 15% e 27,5%. Agora, foram introduzidas as faixas tributadas em 7,5% e 22,5%.
Segundo cálculo de especialistas, o aumento no número de alíquotas trará um ganho mensal máximo de R$ 89,33 aos contribuintes, ou R$ 1.161,29 por ano, incluindo o 13º salário. Esse é o valor para todos os contribuintes cuja renda tributável é de R$ 3.582 ou mais. Quem recebe salário menor, vai ganhar menos com a mudança.
O objetivo do governo com a mudança é aumentar a renda do trabalhador durante a crise econômica para estimular o consumo e evitar uma desaceleração brusca da economia.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 21h05
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INFELIZ ANO VELHO
Bombardeio de Israel mata 200 em Gaza
da Folha Online

Palestinos vasculham escombros de um dos prédios destruídos nos bombardeios aéreos realizados por Israel
No mais violento ataque de Israel a grupos radicais palestinos ocorrido dos últimos anos, cem bombas, lançadas de 60 aviões de guerra contra 50 alvos, deixaram um saldo de pelo menos 208 mortos e mais de 700 feridos, conforme fontes médicas palestinas, na faixa de Gaza. As agências de notícias Reuters e France Presse já noticiam 225 mortes.
Cenas de absoluta destruição foram exibidas pelas TVs, assim como imagens de corpos espalhados pelas ruas e sob escombros. Segundo autoridades palestinas, o número de mortos pode aumentar.
O número de mortes confirmadas chegou a 208 depois de um novo ataque aéreo israelense ocorrido no fim da tarde deste sábado, no leste da capital de Gaza, que matou uma dupla de palestinos que preparava o lançamento de um foguete contra Israel.
O ataque de Israel ocorreu no fim da manhã e atingiu principalmente a cidade de Gaza, assim como Jan Younis e Rafah, no sul daquele território. Mísseis e bombas destruíram pelo menos 30 prédios, a maioria deles ocupados por membros do grupo radical palestino Hamas.
Entre os alvos estariam campos de treinamento, instalações e prédios da polícia do Hamas, alguns deles localizados em edifícios de civis, segundo a Defesa de Israel. Muitos edifícios ficaram totalmente destruídos, segundo agências internacionais.
Em resposta, o Hamas disse ter lançado dezenas de foguetes Qassam [de fabricação caseira] contra o sul de Israel. Um deles acertou uma casa e matou uma mulher.
Esta foi a mais séria e destruidora ação ocorrida desde o fim da trégua de seis meses entre Israel e Hamas, no último dia 19, e a com maior número de mortos dos últimos anos.
Desde o fim da trégua, ao menos 200 foguetes lançados pelo Hamas conseguiram alcançar território israelense, sem deixar vítimas. Um erro do Hamas ainda causou a morte de duas meninas palestinas, que foram atingidas por estilhaços de um foguete que explodiu antes de ser lançado, em Gaza.
Nos últimos dias, vários avisos na imprensa israelense sinalizavam uma ação por terra e ar de Israel para responder aos ataques do Hamas.
Combate
Segundo a Força Aérea de Israel, disse que 95% de seus objetivos foram atingidos, e a maioria das vítimas é integrante do Hamas. Israel alega que o alvo dos ataques aéreos era a "infra-estrutura terrorista" do Hamas e que as operações "vão continuar, serão expandidas e ainda mais duras, se necessário".
"Não será fácil nem será breve... Há um momento para a calma e um para luta, e chegou a a hora de lutar", disse o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak.
Mais tarde, o premiê de Israel, Ehud Olmert, afirmou que o governo dará ao Exército todo o tempo que for necessário para agir em Gaza e que, com isso, irá mudar a qualidade de vida dos habitantes do sul de Israel, que foi alvo dos projéteis das milícias palestinas. "Israel fez tudo o que estava em sua mão para manter o cessar-fogo com o Hamas, mas nosso desejo de calma foi respondido com terrorismo."
O comando do Hamas disse que não se renderá aos ataques israelenses na faixa de Gaza e já ameaçou realizar ataques suicidas a bomba em cafés e ruas de Israel.
O chefe do governo do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, afirmou que Israel cometeu o "mais horrível e feio massacre contra o povo palestino"; enquanto o líder máximo, Khaled Mashaal, convocou seus seguidores para uma terceira Intifada contra Israel. "Nós não sairemos da nossa terra, nós não levantaremos bandeiras brancas e nós não nos ajoelharemos, exceto diante de Deus", disse.
O Egito, que mediou a trégua encerrada no último dia 19, abriu neste sábado a passagem de Rafah, fronteira com a faixa de Gaza, para permitir a entrada de ajuda humanitária e ainda a retirada de feridos. Não há informações sobre prazos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h22
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PECHINCHAR
O significado do termo vai além de questionar o preço de algo para reduzir seu valor. Ao pedir descontos, melhoramos a economia do país!
Sim, porque, com reais a mais no bolso, gastamos em outras coisas e estimulamos o crescimento de mais empresas.
Agora que você já conhece a importância de regatear, veja as dicas do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) para garantir os melhores preços.
1. Antes de ir às compras, pesquise preços em jornais, panfletos, encartes e sites
2. Defina quanto pretende gastar e não abra mão do abatimento até chegar à quantia definida
3. Conheça bem as características do produto. Isso torna a argumentação com o vendedor muito mais fácil
4. Não demonstre entusiasmo em levar o produto. Se notarem a empolgação, não terá toda a dedução possível
5. Diga ao vendedor que está pesquisando os preços e fará a compra com quem oferecer a melhor oferta
6. Se achar caro, diga em alto e bom som logo no começo da conversa. Em geral, as lojas oferecem vantagens em seguida
7. Mostre humildade. Entrar em guerra com o atendente não ajuda em nada 8. Trate o vendedor pelo nome. Em geral, ele ganha por comissão. Demonstre que, se lhe ajudar, você voltará sempre.
9. Ofereça alternativas, dispensando acessórios em troca de uma reduçãozinha no valor final do item que está sendo negociado.
10. Em troca de deduções, tente excluir alguns serviços desnecessários, como a entrega. Mas só faça isso se tiver como retirar o produto, certo?
11. Quem faz o preço é a loja e não o fabricante. Portanto, se o vendedor vier com o papo de o objeto ter valor tabelado, desconfie! E argumente, claro.
12. Fale com o gerente. Com ele, pode ser mais simples conseguir algo.
13. Mesmo depois de alcançar o desconto desejado, continue pechinchando ? qualquer centavo a mais é lucro! Quando perceber que não conseguirá mais redução, conclua a compra.
14. Quanto mais tempo negociar, melhores serão os descontos! Ninguém quer perder a venda após passar um longo período negociando com o cliente. Outra dica: após conseguir o benefício, já com a carteira na mão, peça um brinde.
15. Pague os pertences à vista. Melhor ainda: utilize dinheiro!
É bom lembrar:
Quem tem o dinheiro é você ? E o vendedor sabe disso. Portanto, mesmo passando o maior tempo pechinchando, se não gostar das condições de pagamento não leve o produto.
A função da loja é ajudar. Por isso, não se sinta na obrigação de adquirir o item só porque "perderam" tempo lhe atendendo.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 17h19
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