Les depositaron US$6 millones en el banco y se fugaron
Ocurrió en Nueva Zelanda. La pareja había pedido un préstamo y les dieron por error 1.000 veces más dinero. Retiraron parte de la plata y desaparecieron. Los busca Interpol.
CERRADA. Así amaneció la estación de servicio que manejaba la pareja al día siguiente de retirar el dinero.
Cuando vieron la cifra en su cuenta bancaria no lo pudieron creer. Pero no dijeron nada. El saldo tenía tres ceros de más. La pareja había solicitado un crédito de 10.000 dólares neocelandeses pero recibieron 10.000.000 (unos 6 millones de dólares). En sólo 48 horas, desaparecieron.
Ocurrió en Nueva Zelanda, donde la Policía busca desesperadamente a la pareja que acaba de estafar al mayor banco de ese país, el Westpac. Incluso, pidieron ayuda a Interpol.
Aunque las autoridades no quisieron revelar la identidad de la pareja, los medios locales aseguran que se trata de un joven de unos 30 años y nacionalidad china llamado Leo Gao y su novia australiana Cara Young, quien tiene una hija de 7 años.
Los dos habían solicitado a Westpac un crédito por 10.000 dólares neocelandeses (6.000 dólares), pero se giró a su cuenta una suma mil veces superior. Los dos retiraron parte del dinero y desaparecieron, informó el detective David Harvey.
El excesivo depósito se produjo el martes 5 de mayo por un error humano, reconoció el Westpac. Al día siguiente, la estación de servicio estaba cerrada y, para el jueves, la pareja ya se había esfumado, según informó la cadena CNN.
"Estamos investigando a estas personas que pudieron haber estado involucradas en el retiro de ese dinero'', dijo Harvey.
El vocero del banco, Craig Dowling, confirmó que la institución recuperó parte del dinero sin dar más detalles e informó que inició acciones penales y civiles "para recobrar la suma de dinero robado''.
La defensora del pueblo en cuestiones bancarias, Liz Brown, dijo que se considera delito gastar dinero depositado accidentalmente en una cuenta bancaria si quien lo hace está consciente de que el dinero no es suyo. En sus 15 años a cargo de esa institución, Brown dijo que ha visto una veintena de casos similares.
Forças do governo da Somália atacaram nesta sexta-feira refúgios conquistados recentemente por rebeldes em Mogadício, desencadeando batalhas em toda a capital que mataram pelo menos 22 pessoas e deixaram 150 feridas. Há relatos de que até 45 pessoas morreram em um dos dias mais sangrento dos últimos meses, em uma rara demonstração de força de um governo sem controle sobre a maior parte do país e desafiado por líderes de clãs, insurgentes islâmicos e combatentes estrangeiros.
A ofensiva do governo acontece depois de poucos dias de calmaria que se seguiram ao grande ataque de rebeldes a Mogadício. Apesar de alguns sucessos, os insurgentes não conseguiram obter o controle de instalações-chave como o aeroporto e o palácio presidencial, cuja segurança é feita por forças de paz da União Africana (UA). A Acnur (Agência das Nações Unidas para Refugiados) estima que 49 mil pessoas fugiram dos confrontos nas duas últimas semanas.
Governantes africanos emitiram nesta sexta-feira uma declaração apressada em apoio ao governo somali, que tem suporte da ONU (Organização das Nações Unidas). Países vizinhos e forças ocidentais de segurança temem que a Somália, mergulhada há 18 anos em uma guerra civil que levou à virtual dissolução do Estado, possa tornar-se refúgio para militantes ligados à rede terrorista Al Qaeda. Além disso, a falta de controle sobre grande parte do território permitiu o desenvolvimento da pirataria que tem ameaçado a importante rota comercial do mar Vermelho, que passa pelo golfo de Aden.
Moradores disseram que a ofensiva lançada antes do amanhecer desta sexta-feira parecia ser um esforço concertado das forças pró-governo para retomar o controle de locais estratégicos. Um homem relatou que as tropas governamentais tinham cercado o mercado de Bakara, a maior fortaleza da milícia islâmica Al Shabab na cidade.
"Nós ficamos surpresos ao ver homens com uniformes do governo lutando em Bakara. Eles recapturaram quatro delegacias daqui até o palácio, e estão avançando ainda mais", disse uma moradora, mãe de três filhos, perto do mercado.
"Pelo menos 45 pessoas, incluindo 28 civis morreram nos combates de hoje", disse Yasin Ali Gedi, vice-presidente da organização Elman Peace and Human Rights. "Cento e oitenta e duas pessoas, incluindo civis e os grupos em combate também foram feridas."
Mais cedo nesta sexta-feira, o porta-voz do exército somali, Farhan Mahdi Mohamed, confirmou que as tropas retomaram o controle dos bairros Tarbunka, Bakara e Howlwadag. Mas um dos porta-vozes da Al Shabab desmentiu a afirmação.
Testemunhas relatam que moradores correram pelas ruas poeirentas da cidade em busca de proteção durante as pesada trocas de tiros. Guerreiros rebeldes com capuzes e cintos de munição sobre os ombros percorreram as ruas lentamente em cima de uma picape com tração nas quatro rodas, equipada com uma metralhadora pesada.
Hassan Mahdi, um porta-voz do Hizbul Islã, outro grupo guerrilheiro islâmico que combate o governo, disse por telefone que as tropas tinham atacado também suas posições. "O Al Shabab e o Hizbul Islã estão contra-atacando [...] temos feito com que eles recuem em alguns lugares. Há vítimas, mas não posso dizer quantas. Estamos no meio do combate", disse Mahdi, sob um som de tiroteio pesado ao fundo.
Não há informações claras sobre a coordenação entre os grupos que combatem o governo de Sharif Sheij Ahmed, um islâmico moderado eleito presidente em janeiro passado, com o apoio de alguns dos clãs do país que se opuseram por anos a qualquer governo central. Milícias como a Hezb al Islamiya, do xeque radical Hassan Dahir Aweys, e o grupo Al Shabab, considerado terrorista pelos Estados Unidos fazem parte das forças que tentam controlar a capital.
Os combatentes islâmicos também têm expandido seu controle sobre a região central da Somália, derrotando milícias de clãs aliados ao governo.
Mas os militantes detiveram o avanço quando tropas etíopes atravessaram a fronteira no início desta semana para garantir a segurança de cidades importantes. O governo da Etiópia, que ajudou as tropas governamentais somalis a retomar o controle da capital das mãos dos milicianos em 2006, se preocupa com as ligações dos insurgentes com grupos rebeldes em seu próprio solo.
O frágil governo somali, cujo controle territorial, ainda assim limitado, restringe-se a Mogadício e à cidade de Baidoa, diz que há pouca esperança de negociar com o Al Shabab. Segundo o governo os rebeldes não têm agenda política e possuem centenas de estrangeiros extremistas em suas fileiras, o que fortalece a suspeita americana de que o grupo tem conexões com a rede Al Qaeda.
O Al Shabab fazia parte da União dos Tribunais Islâmicos, frente de grupos extremistas que controlou a capital somali, por seis meses em 2006, até ser expulsa do poder pelo governo, com o apoio dos EUA e das forças etíopes. "Os grupos da oposição têm nos provocado nas últimas três semanas", disse a jornalistas ministro da Defesa, Abdi Mohamed Gandi. "Vamos continuar lutando contra essa oposição com ideologias estrangeiras. Eles querem destruir o nosso governo pela violência, mas não vão conseguir'.
O xeque Hassan Dahir Aweys, um influente líder islâmico da oposição que já foi aliado do agora presidente xeque Sharif Ahmed, também disse que suas forças podem entrar na batalha. "Vamos derrotar o governo em breve, se Deus quiser," disse ele à agência Reuters, em Mogadício. "Nós seremos enganados por ocidentais como Sharif."
Os combates mataram ao menos 17,7 mil civis e levaram mais de 1 milhão de pessoas a deixar as casas desde o início de 2007. Cerca de 3 milhões de somalis sobrevivem com ajuda alimentar de emergência.
Um homem que planejava cometer suicídio pulando de uma ponte no sul da China foi empurrado por uma testemunha irritada, de acordo com a mídia local.
Lai Jiansheng, de 66 anos, disse que ficou irritado com a "atitude egoísta" do potencial suicida, que estava causando um enorme engarrafamento em Guangzhou.
O tráfego nas áreas próximas à ponte havia sido interrompido por cinco horas enquanto a polícia tentava convencer Chen a não por fim à própria vida.
O potencial suicida disse que queria se matar porque ficou com uma dívida equivalente a US$ 293 mil depois do fracasso de um projeto imobiliário, de acordo com o jornal China Daily.
O soldado aposentado Lai Jiansheng apresentou-se inicialmente como voluntário para tentar convencer Chen a não saltar da ponte mas a polícia dispensou a ajuda.
Mas Lai furou o cordão de isolamento, aproximou-se de Chen, cumprimentou-o com um aperto de mão e empurrou-o para fora da ponte.
Chen Fuchao caiu de uma altura de oito metros sobre um colchão de ar colocado sob a ponte pela polícia e está se recuperando de ferimentos em um hospital, disse a agência de notícias Xinhua.
"As ações deles [pessoas que tentam saltar da ponte] violam muitos interesses públicos", disse Lai, de acordo com o China Daily. "Na verdade, eles não ousam se matar. Ao invés disso, eles só querem chamar a atenção das autoridades governamentais relevantes para seus apelos."
A ponte Haizhu ganhou uma reputação macabra, atraindo pelo menos 12 potenciais suicidas desde meados de abril. Nenhum deles saltou para a morte mas, em cada ocasião, o tráfego foi interrompido por várias horas, disse o jornal chinês.
HQ com palavrões gera problema para a Secretaria de Educação de SP
Obra estava entre as recomendadas para alunos de 1a a 4a série
O álbum em quadrinhos Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol, que em 2002 reuniu vários quadrinistas brasileiros para contar histórias de futebol, acaba de gerar um problema para a Secretaria de Educação de São Paulo. O jornal Folha de S. Paulo apurou, em reportagem publicada nesta terça, que o álbum é "recheado de palavrões".
A HQ foi selecionada entre os quadrinhos que o governo de São Paulo distribuiu às escolas do Estado como parte do programa Ler e Escrever, voltado para alunos do ensino fundamental, de primeira a quarta série. Mais de mil exemplares foram comprados da editora Via Lettera para o projeto, entre quantidades similares de outros 818 títulos de quadrinhos, literatura e outros.
Das 11 histórias publicadas no álbum, três realmente contêm palavrões. A primeira, do cartunista Maringoni, faz relação direta entre futebol e sexo e reproduz o linguajar de torcedores de futebol falando de mulher: "ficou um tesão", "chupava ela todinha". A de Caco Galhardo faz uma paródia dos programas de debate sobre futebol na TV, discutindo as "regras sexuais" que valem no campo ("e fist-fucking, rola?", pergunta um personagem). E a de Allan Sieber usa os palavrões, digamos assim, mais comuns, como "puto", "merda", "porra" e outros.
Em contato com a Secretaria de Educação, o jornal descobriu que, em função do problema causado, a obra já está sendo recolhida das escolas.
Do seu lado, a Associação dos Cartunistas do Brasil soltou um comunicado dizendo "que as informações colocadas dessa forma na mídia podem depor contra um trabalho sério nas escolas de utilização de publicações de quadrinhos como ferramenta de incentivo à leitura e cultura nacional". "Fica evidente que houve um descuido de quem escolheu esse título para distribuição para o ensino básico", continua o comunicado, completando: "O que vemos é uma crucificação de um trabalho sério de artistas e da editora, muito bem conceituados, e que pode ser, sim, distribuído em universidades para o estudo do mundo do futebol e sua influência na cultura popular".
Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve decisão da Quinta Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do Tribunal de Justiça do estado da Bahia (TJ-BA) que, liminarmente, indeferiu e extinguiu, sem julgamento de mérito, mandado de segurança impetrado pela Telemar Tele Norte Leste S/A contra decisão de juiz especial de primeiro grau que julgou ilegal a cobrança da tarifa básica de assinatura e de pulsos além da franquia do serviço de telefonia fixa.
A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 576847, interposto pela Telemar, que teve seu provimento negado pela Suprema Corte. O recurso se insurgia contra decisão que beneficiou uma usuária dos serviços da companhia telefônica.
A maioria dos ministros endossou voto do relator, ministro Eros Grau, no sentido de que não cabe mandado de segurança contra decisão interlocutória (decisão que não põe fim ao processo) de Juizado Especial, conforme prevê a Lei 9.099. Esta lei dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e foi editada com objetivo de dar celeridade a causas cíveis de menor complexidade. Por força dessa lei, naqueles juizados, as decisões interlocutórias de Juizado Especial de primeiro grau são irrecorríveis.
A Telemar alegava ser cabível o MS, vez que não haveria previsão legal de recurso algum para atacar as decisões interlocutórias exaradas em processos submetidos ao rito da Lei 9.099.
Entretanto, ao decidir, o relator ressaltou que a opção pelo rito sumaríssimo (Juizado Especial) “é uma faculdade, com as vantagens e limitações que a escolha acarreta”. Portanto, segundo ele, não caberia agora questionar dispositivo previsto em lei que regula o seu funcionamento. Ademais, a admissão de mandado de segurança ampliaria a competência dos Juizados Especiais, atribuição esta exclusiva do Poder Legislativo.
Eros Grau lembrou que a Lei 9.099 consagrou a irrecorribilidade das decisões interlocutórias, observando que, nos casos por ela abrangidos, não cabe aplicação subsidiária do Código de Processo Civil ou do recurso ao mandado de segurança, como pretendia a Telemar. Assim, segundo ele, os prazos de 10 dias para agravar e de 120 dias para impetrar MS “não se coadunam com os fins a que se volta a Lei 9.099”.
Por fim, ele observou que “não há, na hipótese, afronta ao princípio constitucional da ampla defesa, vez que as decisões interlocutórias podem ser impugnadas quando da interposição do recurso inominado” (modalidade de recurso no Juizado Especial Cível que se aplica aos casos em que o autor ou o réu sejam vencidos e pretendam que a instância Superior – Turma Recursal – anule ou reforme a sentença).
A Procuradoria Geral da República (PGR) opinou pelo não conhecimento do recurso extraordinário. Contrariamente, o ministro Marco Aurélio votou pelo provimento do RE, por entender que, mesmo em juizado especial, deve haver um meio de reparar eventual erro do magistrado.
Repercussão Geral
A causa deu entrada no STF em 28 de janeiro do ano passado e, em 3 de maio daquele mesmo ano, o Plenário do STF reconheceu a repercussão geral da matéria. Isto significa que deve ser aplicado a casos semelhantes o artigo 543-B do Código de Processo Civil (CPC).
Segundo este dispositivo, quando houver multiplicidade de recursos versando sobre o mesmo tema, os Tribunais de Justiça (TJs) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs) deverão aguardar a decisão do STF e, uma vez decidida a questão, aplicá-la aos recursos extraordinários, evitando a remessa de milhares de processos semelhantes do STF.
A portabilidade nos planos de saúde, que permite ao consumidor trocar de operadora sem precisar cumprir novas carências, entrou em vigor no último dia 15 de abril, após publicação da Resolução Normativa 186/2009, de autoria da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), no Diário Oficial da União.
De acordo com a assessoria de imprensa da Agência, ainda não há um balanço indicando quantas pessoas já se beneficiaram do novo direito. Contudo, a medida tem potencial para alcançar 6 milhões de usuários, será que você é um deles? Pense e responda às seguintes perguntas:
A data de assinatura do seu plano ou da renovação deste é posterior a 1 de janeiro de 1999? O seu plano é individual ou familiar? As suas mensalidades estão em dia? O seu plano encontra-se vigente há mais de dois anos ou há mais de três anos, se quando de sua assinatura você era portador de doenças pré-existentes?
E agora?
Segundo a advogada, especialista em Direito do Consumidor, do escritório R.Silva e Advogados, Fernanda Figueiredo Malagutti, caso suas respostas tenham sido positivas para todas as questões anteriores, você é um dos beneficiários em potencial. Portanto, na hipótese de estar descontente com sua atual seguradora, tome as seguintes providências:
Escolha um plano de saúde de destino compatível ao seu plano de origem, ou seja, preço, acomodação e abrangência geográfica igual ou inferior ao plano de origem;
Faça o pedido de alteração do plano entre o primeiro dia do mês de aniversário do contrato e o último dia do mês subsequente;
Comunique à operadora do plano de destino sua intenção de utilizar o direito de portabilidade e entregue cópias autenticadas dos últimos três comprovantes de pagamento e do contrato da operadora de origem;
Aguarde por 20 dias a resposta do plano de destino. No caso de não haver manifestação neste prazo, presume-se a aceitação do seu pedido e, assim, você poderá exigir a proposta de adesão para assinatura;
Quando receber a proposta de adesão, confira todas as cláusulas e certifique-se de que não há a previsão de carências a serem cumpridas. Além disso, exija que o termo inicial do plano de destino coincida com o termo final do plano de origem e peça também a comprovação por escrito de que a seguradora de destino comunicou sobre a contratação do novo plano à operadora de origem;
Exija da operadora de origem documento comprovando a extinção do plano anterior imediatamente antes do início da entrada em vigor do novo plano;
Só assine o contrato se tiver certeza de que todas as condições foram cumpridas.
Lembre-se
Vale lembrar que a operadora de destino só poderá negar a contratação do plano no caso de não estarem preenchidos os requisitos legais, sendo que a mesma terá a obrigação de devolver eventuais valores pagos a título de adiantamento.
A advogada destaca, também, que a portabilidade de carências ainda não está disponível para os planos firmados e não renovados antes de 1999 e para os usuários de planos de saúde coletivos ou empresariais.
Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), os preços dos veículos caíram. Diante de preços e juros em queda, aliados à promoções, trocar de carro ou comprar um é quase irresistível. Mas, para não acabar indo na onda do "agora é o melhor momento" e sair da concessionária com um veículo que pode te dar prejuízo, é bom não ficar de olho apenas na calculadora.
Qualquer compra exige cuidado. Comprar um carro, então, exige ainda mais planejamento. Não importa se o veículo desejado é usado, novo, seminovo ou importado. O importante é pesar não só os custos, mas os possíveis benefícios - e, também, problemas - que esses veículos poderão trazer para você. Para uma compra consciente, fique de olho nas dicas.
Benefícios
Um carro útil. Esse é o primeiro ponto que você deve levar em conta quando for a uma concessionária. "Não adianta comprar um carro esportivo, de duas portas, se você tem uma família", recomenda o gerente da Eurobike Special, concessionária do Grupo Eurobike, especializado em seminovos importados, Ricardo Brumana. O contrário também vale: carros grandes para uma única pessoa só faz você gastar mais, sem contar as dificuldades na hora de estacionar.
Se, por exemplo, você anda com um carro sempre cheio, é hora de escolher o veículo certo. Brumana explica que se você pega estrada e anda com muita bagagem, é melhor descartar os carros 1.0. Nesses casos, o melhor são carros de alta potência. No entanto, "carros com maior potência são para quem não se preocupa com o consumo de combustível. E se é mais potente, o IPVA também sobe", alerta.
Antes de ver as condições de pagamento, dê uma olhada nas condições do veículo, principalmente se ele for usado. E não só isso, procure saber mais sobre a loja que vende o veículo que você procura. "Algumas lojas se especializam em vender apenas carros confiáveis, com pouco uso, que têm procedência garantida e estão em bom estado", afirma Brumana. Procure por essas lojas.
Agora, se você tem um dinheiro sobrando para comprar "aquele" carro, então, previna o bolso. "Quanto mais luxuoso o veículos, mais caras são as peças, o seguro, o IPVA", lembra. Assim, gastos com manutenção futuros devem ser levados em conta agora, para não haver surpresas lá na frente. "A hora de um mecânico de importados é mais cara", completa Brumana.
Além de tudo isso, o gerente da Eurobike lembra que verificar luzes do painel é imprescindível, sendo que aquelas que denunciam algum problema devem estar todas apagadas. "São como um semáforo: as verdes não significam nada demais. Se for amarela, é preciso ter cuidado com alguma coisa. Se for vermelha, há algum problema", explica.
Outra dica: dar aquela voltinha com o carro, antes de levá-lo para a sua garagem, nunca é demais.
De olho no futuro
Se comprar um carro é uma questão de planejamento, é preciso ficar de olho no futuro, principalmente do bolso. Mesmo com ótimas condições, é importante analisar o quanto o veículo que você quer levar para casa vai desvalorizar.
Brumana lembra que carros importados se desvalorizam mais, sejam novos ou usados, por estarem atrelados ao dólar. "Por isso, as vendas diminuíram e o carro perdeu um pouco do valor". E bom lembrar que o valor do importado está vinculado ao dólar americano, ou seja, se a moeda não anda bem, o valor futuro do seu carro segue o mesmo fluxo.
Se a intenção é comprar um carro zero, pensando em passá-lo para frente no futuro, Brumana recomenda olhar os preços do mesmo carro, só que usado. Dessa forma, você saberá o quanto esse carro desvalorizou ao longo dos anos.
E para quem afirma que cor não importa na hora de revender, é bom ficar atento. "O preto e prata ainda são os mais fáceis de vender no futuro. As cores mais berrantes, o branco e essas modernas, que entram e saem de moda rapidamente são mais difíceis de revender", explica.
A Justiça britânica confirmou nesta quinta-feira que as batatas Pringles são realmente batatas, contrariando o que defendia a fabricante Procter & Gamble e pondo fim a longa batalha judicial na qual a empresa tentava se livrar do IVA (Imposto sobre o Valor Agregado) que taxa este tipo de produto.
A multinacional defendia que as populares Pringles não podem ser consideradas batatas, já que somente 42% de sua composição é realmente batata --o resto seria gordura e farinha. Por isso, as Pringles não deveriam estar na lista de aperitivos e a Procter & Gamble não precisaria pagar o IVA.
No Reino Unido, os alimentos não são tributados pelo IVA. Uma das exceções são as batatas fritas de saquinho, descrição que inclui as Pringles, segundo decisão do tribunal.
A Justiça julgou o caso em outras duas instâncias. Num primeiro momento, declarou que as Pringles eram batatas fritas de saquinho. Depois, decidiu o contrário, parecer que foi revertido nesta quinta-feira por um tribunal de apelação.
A lei britânica sobre o IVA é clara e determina que os aperitivos, entre eles "as batatas fritas de saquinho, as batatas palitos e produtos similares elaborados a partir de batata, farinha de batata ou amido de batata", estão sujeitos a este encargo.
O representante legal da multinacional, Roderick Cordara, defendeu que, para entrar nesta categoria, as "Pringles" deveriam ser majoritariamente compostas por batata, o que não é o caso.
Mas os juízes rejeitaram o argumento de Cordara de que as Pringles não são batatas e concluíram que são suficientemente similares às batatas fritas de saquinho para serem incluídas na lista dos produtos taxados pelo IVA.
"Há um teor de batata mais que suficiente para que seja razoável considerar que (as Pringles) são feitas de batata", disse o juiz Robin Jacob, em sua decisão judicial.
Um porta-voz da multinacional expressou sua "decepção" pela resolução e reiterou que a posição da empresa continua sendo a de que as Pringles deveriam receber "um tratamento fiscal igual ao dos outros aperitivos com os quais concorre no mercado."
O juiz Jacob afirmou que os assessores legais do Serviço de Alfândegas e Impostos (HRMC, na sigla em inglês) asseguraram que a Procter & Gamble terá que pagar "aproximadamente 100 milhões de libras (113 milhões de euros) de impostos atrasados e outros 20 milhões de libras (22,6 milhões de euros) anuais a partir de agora."
No entanto, um porta-voz da multinacional alegou que fez um acordo com o HRMC para pagar o IVA enquanto o caso estivesse sendo revisado pelo Tribunal de Apelações e que, portanto, não está inadimplente.
Com um elenco de não-atores liderado por uma estrela pornô, o diretor Steven Soderbergh descreveu seu novo filme "The Girlfriend Experience", feito com orçamento pequeno, como um "documentário ficcionalizado" - um estilo que ele pretende levar a Hollywood.
"The Girlfriend Experience", que chegará a alguns cinemas norte-americanos na sexta-feira, gira em torno de uma garota de programa de altíssima categoria de Manhattan que oferece mais que apenas sexo: ela proporciona a seus clientes uma experiência completa de relacionamento romântico, fazendo o papel de namorada deles.
A garota de programa é representada por Sasha Grey, 21 anos, atriz premiada que já trabalhou em mais de 80 filmes pornô. Todos os outros 38 membros do elenco são não atores, incluindo o personal trainer Chris Santos, que representa o namorado de Grey no filme.
"É como uma espécie de documentário ficcionalizado, porque todas as pessoas vistas no filme fazem na vida real os mesmos trabalhos que fazem no filme. Por exemplo, o sujeito da loja de telefones pré-pagos é o sujeito da loja de telefones pré-pagos na vida real", disse Soderbergh à Reuters em entrevista.
"Quando você vê alguém que não está representando, isso é realmente diferente. É até espantoso", disse ele.
O diretor premiado com o Oscar contou que preparou um tratamento muito detalhado para o filme, cena por cena, mas não um roteiro. O elenco recebia uma meta para cada cena e, em cima disso, improvisava.
Conhecido por empregar métodos experimentais em filmes como o épico "Che", de 2008, e seu primeiro longa-metragem, "sexo, mentiras e videoteipe", de 1989, Soderbergh pretende que até 60 por cento do elenco de seu próximo filme feito com um estúdio de Hollywood, "Moneyball", com Brad Pitt, também seja formado por não atores.
"'Moneyball' vai ser, para mim, o ápice dessa coisa com a qual estamos mexendo há dez anos, de fundir pessoas reais com o mundo de um filme", disse Soderbergh.
"Estou tentando fazer algo que será diferente, que se parecerá mais com a vida real que com um filme."
Soderbergh, que recebeu o Oscar de melhor diretor em 2001 por "Traffic", disse que escolheu Sasha Grey para o papel depois de ler um perfil dela na Los Angeles Magazine em 2006.
"Eu precisava de alguém que se sentisse totalmente no comando em situações sexuais", explicou. "Isso é algo que é muito difícil fingir."
O diretor disse que a ideia do filme surgiu depois de um encontro com os roteiristas Brian Koppelman e David Levien num hotel em Manhattan em 2006, quando chamou sua atenção uma mulher no bar e lhe foi dito que ela era uma garota de programa "GfE", ou "girlfriend experience" (experiência de namorada).
"Eu não sabia o que representava essa sigla, então eles (Koppelman e Levien) me explicaram sobre esse tipo de garota de programa de alto nível, e eu fiquei realmente fascinado com a ideia de que houvesse uma taxa adicional pela intimidade."
Soderbergh disse que, nas pesquisas para o filme, foram entrevistadas várias garotas de programa que oferecem esse serviço.
- You seem to have a good working relationship with Hollywood. Alan Moore has been vocal about his opinions on Hollywood. Do you think films can do justice to books and comics?
Neil Gaiman:
- Alan’s position, and I hope he doesn’t believe I’m misquoting him on this, has changed over the years.
Initially it was (cue great impersonation of Moore), "Give me the cheque and you go and make your thing and my book is over here." And that changed over the years to, "I don’t even want your f***ing money, go away… and my book is over here."
My attitude has always been, I like films, I think they’re great. And I’m at a point where I’m a cheerfully internationally bestselling author, the money is not terribly important, so I go and find people whose work I enjoy and get them to do things.
For example, I finished writing Coraline and thought, who do I want to make this? Well, if anyone’s going to make it into a film I’d like it to be Henry Selick, so I stood by him for nine years.
There was a point when the option on the movie had expired, so I gave them a nine month free option because I like Henry and I trusted him, and his was the film I wanted to see. And that in itself is the best bit.
Justiça condena advogada a pagar indenização por ofender vizinha
A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou a advogada Vânia Maria Seraphim a pagar indenização no valor de R$ 5.000 à vizinha Marilene Campos por tê-la agredido verbalmente.
Segundo a autora da ação, a advogada teria se dirigido a Marilene, aos gritos, dizendo que "o seu problema era falta de macho e de trabalho".
Conforme a decisão, a agressão aconteceu porque ela foi informada pela vizinha, que é diretora da associação de moradores do bairro, de que demoraria um dia a retirada das folhas da poda das árvores do condomínio que estavam em frente à casa da advogada.
Para o relator do processo, desembargador Raul Celso Lins e Silva, "na hipótese em exame, o dano moral está ínsito na própria injúria, decorrente da prática de ato ilícito pela apelante, eis que a ofensa ocorrera perante a vizinhança, atacando a sua moral e sua honra pessoal".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recomendou nesta quarta-feira aos líderes partidários aliados do governo a desconstrução do discurso da oposição contra as mudanças nas regras da poupança. A oposição vem utilizando a mudança para atacar o governo e dizer que a medida prejudicar os poupadores.
A recomendação do Planalto é para que os líderes destaquem que as novas medidas só devem atingir 1% dos brasileiros que investem em poupança.
O ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) informou que a Secretaria de Comunicação do governo prepara para amanhã um comunicado oficial sobre as medidas. "Vamos tranquilizar os brasileiros. Não vai haver prejuízo para nenhum pequeno poupador. O governo quer evitar que a poupança vire instrumento de especulação para o investidor oportunista. Estava havendo um desequilíbrio que precisa ser resolvido".
O presidente Lula reuniu a equipe econômica hoje de manhã e pediu que fossem repassadas aos líderes as diretrizes da mudança. O governo vai encaminhar ao Congresso uma proposta determinando a cobrança de imposto de renda de poupanças com saldo superior a R$ 50 mil. As medidas só devem valer a partir de 2010. "Na verdade foi uma prestação de contas aos parceiros do governo", disse.
O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), disse ainda que a rentabilidade dos poupadores está assegurada e que a tributação também vai levar em consideração se a poupança é a única forma de rendimento do poupador. "Ficou claro pelas explicações do ministro Mantega [Guido, Fazenda] que não haverá mudanças na rentabilidade e não vai atingir pessoas de baixa renda", afirmou.
Oposição
Em nota, o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), condenou as medidas anunciadas pelo governo. "O DEM é contra a criação de impostos", disse.
Em relação à redução do Imposto de Renda para aplicações de renda fixa, Maia advertiu que a medida poderá provocar queda da arrecadação dos Estados e municípios - pois o IR é um tributo compartilhado.
O TJ (Tribunal de Justiça) do Rio condenou a Gol a indenizar uma passageira adolescente que perdeu um show do grupo mexicano RBD em São Paulo devido ao atraso do voo.
De acordo com o tribunal, a adolescentes comprou a passagem para assistir ao show do grupo no dia 27 de abril de 2007, em São Paulo. A chegada estava prevista para as 15h35, e a apresentação programada para começar às 20h.
No dia do voo, segundo o TJ, por desorganização da Gol, a adolescente, depois de uma longa espera, foi obrigada ir para outro aeroporto do Rio em um táxi, separada das amigas, sem a presença de um funcionário da companhia aérea e ainda passar pela Linha Vermelha, considerada perigosa de acordo com a sentença.
Com a confusão da companhia, o avião aterrissou em São Paulo por volta das 21h, e a garota chegou ao show a tempo de ouvir apenas a última música.
"A autora, menor de idade, teve sua pretensão de assistir ao show de seu grupo favorito em São Paulo frustrada por falha da companhia aérea, que não cumpriu com seu dever contratual de levar o passageiro com segurança, no local e horário marcado", disse o desembargador Binato de Castro, da 12ª Câmara Cível do TJ, que deu a sentença.
De acordo com o processo, a Gol afirmou que a adolescente foi uma vítima do caos aéreo, que provocava atrasos em todos os aeroportos do país na época. O argumento não foi aceito pelo desembargador.
"A conhecida crise no setor aéreo, que em sua fase mais crítica foi denominada de "apagão aéreo', efetivamente decorreu, em grande parte, de falhas do Poder Público, mas isto não exime as empresas do setor de toda e qualquer responsabilidade por eventos danosos sofridos por seus clientes mesmo nos períodos em que a situação se mostrou mais grave", afirmou o desembargador na sentença.
A Gol terá de pagar à adolescente R$ 13.500 por danos morais. Por meio da assessoria de imprensa, a Gol informou que prefere se manifestar somente no processo.
Se eu tivesse perdido meu show do U2 por motivo semelhante não aceitaria menos de um milhão...
Podéis tener Retiro, Casa Campo y Ateneo, podéis tener mil cines, mil teatros, mil museos. Podéis tener Corrala, organillos y chulapas. Pero al llegar agosto, ¡vaya, vaya! Aquí no hay playa, ¡vaya, vaya! no hay playa, ¡vaya, vaya!
Podéis decir a gritos que es la capital de Europa, podéis ganar la Liga, podéis ganar la Copa. Afirmaréis seguros que es la capital de España. Podéis tener hipódromo, Jarama y Complutense, y al lado la Moncloa donde siguen los de siempre. Podéis tener al mando del imperio en vuestras manos, pero al llegar agosto y el verano...
Podéis tener la tele y los 40 Principales, podéis tener las Cortes, organismos oficiales, el Oso y el Madroño, Cibeles, Torrespaña... ¡Escucha, Leguina! Podéis tener movida ¡hace tiempo! movida promovida por el Ayuntamiento, podéis rogar a Tierno o a Barranco o al que haya...
Pero al llegar agosto, ¡vaya, vaya! Aquí no hay playa, ¡vaya, vaya! no hay playa, ¡vaya, vaya!
Numa loja na cidade eu fui comprar um fogão Mas me assustei com o preço E fiquei sem solução Eu queria um fogão Quando ia desistir Um amigo me indicou A Feira de Acari
Ele disse que na feira Pelo preço de um bujão Eu comprava a geladeira As panelas e o fogão Tudo isso tu encontra Numa rua logo ali É molinho de achar É lá na feira de Acari
É sim lá em Acari (x4)
Lá existe um barraqueiro Que atende por Mané Ele vende muita coisa Sempre tem o que tu qué A barraca muito grande Nela você sempre passa Com merreca paga as pilhas E o rádio vai de graça
Tinha uma promoção Na barraca do Mané Se alguém comprasse tudo Ele dava a sua mulher Tudo isso tu encontra Numa rua logo ali É molinho de achar É lá na feira de Acari
É sim lá em Acari (x4)
Já levei o meu avô Pra mostrar que eu não minto Ele foi no troca troca Da barraca do Jacinto Meu avô trocou as calças Meu avô trocou o cinto Meu avô trocou cueca E trocou até um pinto
Quando eu voltar na feira Meu avô quer ir de novo Ele está tão satisfeito Que já quer trocar um ovo Tudo isso tu encontra Numa rua logo ali É molinho de achar É lá na feira de Acari
É sim lá em Acari (x4)
Preste muita atenção No que agora eu vou falar Se você quer transação Acari cê vai achar Se levar algum dinheiro Maloca a merreca Põe no bolso, no sapato E o resto na cueca
Porque lá tem gente boa E malandro adoidado Já venderam prum otário O morro do Corcovado
Tudo isso tu encontra Numa rua logo ali É molinho de achar É lá na feira de Acari
Administradora de cartões de crédito responde por cancelamento indevido de cartão
A Banescard Banest Administradora de Cartões de Crédito e Serviços Limitados deve reparar danos causados à consumidora que teve seu cartão indevidamente cancelado. Embora utilize a marca comercial da Visa Empreendimentos para captação de clientes, a administradora foi diretamente responsável pelos transtornos causados e deve responder pelas falhas dos serviços.
De acordo com decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Visa Empreendimentos não teve conduta relevante para a caracterização do defeito do serviço e, assim, não pode ser responsável por falha de funcionário alheio a seu quadro de pessoal.
A consumidora ingressou com a ação de indenização depois de ter seu cartão recusado em algumas lojas. Seu nome foi incluído no boletim de cancelamento de cartões de crédito, por erro de um funcionário da instituição financeira ligada à administradora em substituir o cartão com problema. A obrigação de indenizar havia sido fixada em R$ 25 mil para cada uma das rés. Com a decisão do STJ, somente a administradora do cartão deve pagar a indenização, de R$ 25 mil.
A administradora alegou que houve cerceamento de defesa. Apesar de ter havido transações que a consumidora considerou problemáticas, haveria um grande número de outras concluídas com sucesso. No entanto, segundo ponderou a relatora, ministra Nancy Andrighi, a prova que poderia ser produzida pela defesa demonstraria no máximo que os transtornos narrados foram esporádicos, não contínuos, o que não afasta o dever de reparação.
De acordo com o Código de Direito do Consumidor, a responsabilidade do fornecedor prescinde da análise de culpa, fundamentando-se no risco.
Câmara aprova criação de cadastro positivo de consumidores
A Câmara dos Deputados aprovou a criação de um cadastro positivo de consumidores, banco de dados com o histórico de pagamentos de pessoas físicas que poderá ser consultado por bancos e lojas. A matéria agora será enviada para análise no Senado Federal. Se for alterado, voltará para a câmara.
No plenário da Câmara, o texto-base da proposta foi aprovado com 307 votos a favor, 79 contra e duas abstenções. Em seguida, os parlamentares passaram a analisar destaques ao projeto.
A idéia é que o cadastro amplie a oferta de crédito e reduza os custos para o consumidor. Esta foi a tese defendida pelo relator da matéria, deputado Maurício Rands (PT-PE). Já os críticos argumentaram, entre outras coisas, que o cadastro não teria o efeito apontado e ainda poderia ter um resultado inverso, classificando consumidores fora da lista como maus pagadores.
A polêmica em torno da proposta fez com sua votação fosse adiada várias vezes. Nesta terça, o bloco PSB-PCdoB-PMN-PRB chegou a pedir a retirada do projeto da pauta de votação. Depois de um acordo de líderes, foi possível finalizar a análise da matéria.
Uma das mudanças feitas pelo relator foi a exclusão de dívidas relacionadas a contas de consumo, como água, luz, telefone e gás. A falta de pagamento dessas contas não resultará na retirada do nome do consumidor do cadastro.
Na discussão dos destaques, os parlamentares aprovaram proibiram ainda o registro de inadimplência de dívida total ou parcela de até R$ 60, sem o acréscimo de multa e outros encargos.
Outra emenda aprovada determina que a comunicação ao cliente de que será incluído em seu cadastro uma informação de inadimplência deverá ser feita com aviso de recebimento, para garantir que o consumidor tenha acesso ao comunicado.
Também foi retirada do texto a gratuidade dos sistemas de consulta, por meio eletrônico ou por telefone, que os gestores de bancos de dados devem oferecer para informar se há ou não cadastro positivo sobre determinada pessoa.
O texto do relator já havia sido aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa em agosto de 2007, com algumas mudanças em relação ao projeto original (PL 836/03), apresentado pelo deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ).
Descubra a história e os segredos de um dos molhos mais apreciados e amados da culinária italiana - e do mundo!
A imagem da Ligúria está ligada ao manjericão assim como ao mar. Seu micro-clima particular e o terreno ideal favorecem o crescimento de uma variedade de manjericão com perfume e gosto particularmente equilibrados.
Não existe sequer uma família ligure, que não tenha um vasinho com uma planta de manjericão na varanda de casa e assim também faziam os comandantes genoveses em suas embarcações.
A zona considerada ideal para o cultivo do manjericão de melhor qualidade, é aquela que vai de Genova Pra a Genova Pegli e se estende à oeste (ou ponente como dizem os locais) até Palmaro e ao leste (ou levante) até Coronata.
O “parque do manjericão” nasce da vontade da província de Genova de valorizar um recurso-simbolo da cidade, o molho pesto, junto com a necessidade de valorizar a região de Genova Pra, território onde o manjericão encontra de longa data as condições ideais para um ótimo equilíbrio de perfume e sabor.
Recentemente, depois de alguns anos de espera, finalmente foi concluído o reconhecimento legal de todos os produtos ‘ligures’ ou da região, assim, o manjericão e conseqüentemente o pesto produzido nesta zona tornou-se um produto DOP (denominação de origem protegida).
Esta sigla já é usada para os produtores de azeite e começa a ser usada também em produtos agrícolas e alimentícios, cujas características qualitativas dependem essencialmente e exclusivamente do território no qual são produzidos.
Portanto, a caracterização geográfica é quem determina a identidade de um produto certificado. Esta mesma identidade territorial e sua impossibilidade de réplica em outras regiões da Itália, é garantida pelo DOP.
A variedade “manjericão genovês” tem uma folha de dimensão médio–pequena, com formato oval e convexo e cor verde tênue. Seu perfume é delicado e não apresenta aquele traço de menta que é encontrado em outras variedades de manjericão.
SABOR RASGADO
Além do manjericão, o modo de preparo do molho pesto interfere no sabor. O antigo pilão (“pestello”) em madeira macera as folhas, desfribrando-as, graças ao movimento rotatório provocado pelo pulso de quem o estiver utilizando. Assim, rasgado, o manjericão entrega todo o seu sabor.
Antigamente, quando se usava o almofariz (“mortaio”) de mármore e o pilão de madeira de oliveira, pereira ou macieira, para não oxidar as folhas, era colocado no fundo primeiro o alho e o sal-grosso, importantes para evitar a oxidação do manjericão e assim se davam as primeiras maceradas.
Em seguida, se acrescentava aos poucos o manjericão (as folhas lavadas e secas) até obter uma espécie de pasta, então se trabalhava com os ‘pinoli’ e os queijos.
Em geral, os queijos ‘parmesão’ e ‘pecorino’, eram colocados em duas partes iguais, mas podem ser alterados de acordo com o seu paladar. O composto bem amalgamado vinha terminado com o azeite, que por motivos de comodidade era feito em uma terrina ou vasilha. Depois de fazer o pesto é que se percebe se excedemos ou não no azeite.
A vida moderna deixou o artesanato de sua preparação um pouco de lado e levou muita gente a utilizar o liquidificador (ou processador), que é prático, mas cria um grave problema: o azeite pode cozinhar o manjericão, por causa do calor.
E isto é um problema porque o pesto é um molho que, a rigor, deve ser utilizado cru. Para contorná-lo, deveríamos usar a velocidade mínima do liquidificador e fazer breves pausas para evitar o seu aquecimento.
Coberto com um pouco mais de azeite, o pesto pode ser mantido em geladeira por diversos dias. Para a preparação do ‘minestrone’ o pesto deve ser preparado sem pinoli.
Já no Tigulio – entre as cidades ligures de Portofino e de Sestri Levante – é preparado com coalhada, ao invés dos queijos o que lhe proporciona menor tempo de durabilidade, devendo ser consumido rapidamente.
O molho pesto pode ser utilizado com todas as variedades de massas secas por não ligar com os ovos. Confira a receita clássica.
PESTO ALLA GENOVESE 4 porções
3 a 4 dentes de alho descascados um maço de manjericão fresco 1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado 1 colher (sopa) de queijo pecorino ralado 1/2 xícara (chá) de azeite de oliva extravirgem (aproximadamente) 2 colheres (sopa) de pinoles 1 pitada de sal marinho
1 Coloque o alho, o sal e os “pinoli” em um almofariz e macere com um pilão. 2 Acrescente o manjericão desfolhado sem os cabinhos, lavado e enxuto. 3 Continue a macerar até obter uma pasta homogênea e perfumada, em seguida coloque os queijos e regue com o azeite, macere mais algumas vezes até o molho ficar bem misturado. 4 Coloque em um recipiente limpo e cubra com o azeite. Conserve na geladeira ou freezer.
País estará entre os 10 maiores em termos de reservas de petróleo
O Brasil poderá estar entre os dez países com maior reserva mundial de petróleo, a partir da exploração da camada pré-sal. A expectativa do diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, é de que o país acrescente só com o pré-sal mais 50 bilhões de barris às reservas.
Em 2007, o total de reservas estava em 12,6 bilhões de barris. Borges defendeu também a exploração de petróleo no Delta do Rio Amazonas. “Não é possível que a foz do Amazonas seja a única Delta do Mundo que não produza petróleo. Precisamos aprofundar o estudos para a extração desse petróleo.”
Ele participa de audiência pública conjunta das comissões de Desenvolvimento Econômico Indústria e Comércio e de Minas e Energia da Câmara.
Um novo anúncio da Coca-Cola declara que apenas duas pessoas conhecem a famosa fórmula secreta do refrigerante e que, se algo acontecesse a uma delas, a fórmula seria perdida para sempre. Depois, faceiramente, começa a listar todas as coisas terríveis que aconteceriam se a fórmula fosse perdida para toda a eternidade.
Talvez eu esteja perdendo meu senso de humor, mas fico irritado toda vez que vejo o anúncio. Primeiro, se duas pessoas conhecem a fórmula e algo acontecesse com apenas uma delas, o segredo não seria perdido. O que o anúncio deve estar sugerindo é que há duas pessoas que conhecem parte da fórmula e que ninguém conhece a fórmula completa.
Mais fundamentalmente, é impossível que apenas duas pessoas conheçam a fórmula secreta da Coca-Cola. Se este fosse o caso, os acionistas estariam processando a administração da empresa. As firmas têm permissão de fazer declarações tão absurdas em suas propagandas? Não que importe, mas eu acho estranho que uma firma faça conscientemente tal declaração.
Entretanto, a Coca-Cola não é a única empresa a fazer isso. Quando eu estava em um voo outro dia, observei que os headphones que a empresa fornecia traziam uma advertência: "Só funcionam no avião. Por favor, não os removam."
Não é difícil entender que tal declaração não é verdadeira. É só olhar para o plugue ou, para uma evidência mais concreta, enfiá-los num iPod e provar que funcionam, como eu fiz. Não são os melhores headphones do mundo, mas ao menos sai som dos dois lados, o que é mais do que eu posso dizer sobre o meu segundo par - até que eu os devolva no meu próximo voo, terão que servir.
Filho de colecionador descobre coleção de US$ 100 mil
Jonathon North, um morador do estado de Michigan, EUA, descobriu que a coleção de quadrinhos de seu pai, recentemente falecido, é um verdadeiro tesouro. Juntas, todas as revistas valem aproximadamente US$ 100 mil (R$ 211 mil).
O cálculo foi feito pela comics shopWonderworld Comics & Games, de Detroit. Como a maioria das comic shops dos EUA, ela estoca e vende várias edições antigas de e para colecionadores. A coleção do pai de North inclui diversos quadrinhos da Era de Prata (anos 50 a 70), incluindo itens valiosos como Showcase #4 (primeira aparição do Flash) e Brave and the Bold #28 (primeira aparição da Liga da Justiça).
A descoberta valiosa virou até matéria da TV local - veja.
O mercado de colecionadores de quadrinhos nos EUA é bastante forte desde a década de 70. No início dos anos 90, houve uma corrida especulativa em que colecionadores compravam dezenas de exemplares de edições novas esperando vendê-las no futuro próximo por um valor muitas vezes maior - um investimento melhor que a bolsa de valores. Apesar de ter levado a número astronômicos - como os 8 milhões de exemplares vendidos de X-Men #1 em 1991 - a especulação foi um dos motivos que levou à queda no mercado no meio daquela década.
Recentemente, com o renascimento do interesse por quadrinhos nos EUA, a especulação aos poucos volta a aparecer. A matéria sobre a coleção de North menciona que a primeira impressão de Amazing Spider-Man #583 - o já histórico encontro entre Homem-Aranha e Barack Obama - é vendida a US$ 300 nas lojas. Em janeiro, a edição era vendida a US$ 3,99.
Por volta de 1973 existia um banco só para poupança, era o Delfin, eles davam um porquinho para quem abrisse uma conta lá. Tinha outros também, mas eu só lembro desse.
Eu e meu irmão abrimos uma poupança. Foi muito bom. Economizamos um monte e conseguimos ir numa excursão para Foz do Iguaçu. A frustração foi que as outras crianças tinham levado mais dinheiro do que nós e compraram muito mais coisas no Paraguai. Mas pelo menos meu primeiro All Star foi comprado com o dinheiro do cofrinho.
E não pensem que esse dinheiro foi ganho de mesada. Nada disso. Meu pai tinha uma loja de tecidos em Guarulhos, na Av. D. Pedro, e eu e meu irmão ajudávamos nas coisas da loja: no caixa, fazendo pacote (eu detestava essa parte, o som do papel desenrolando da bobina me dava um treco no ouvido), cortando, enrolando tecido e tudo que fosse aparecendo. Naquela época trabalho infantil ainda não era um escândalo. Claro que nosso trabalho era bem fácil e melhor remunerado do que os outros funcionários.
Depois disso fui aprendendo a guardar dinheiro na poupança, mas minha mãe não era muito boa para guardar dinheiro, sempre gostou de gastar muito mais do que guardar. Isso era o grande motivo das brigas e eu tenho que dizer que tenho uma grande tendência a gastar muito mais do que de guardar.
Mas o caso é que ainda não consigo entender porque estão fazendo tanto barulho sobre esse negócio de poupança acima dos 50 mil. Quem é bobo para guardar mais de 50 mil na poupança ? Só gente que não entende nada sobre investimentos ou que tinha um dinheiro que não ficaria muito tempo na conta, como dinheiro da venda de um imóvel, que fica na conta por uns meses e depois vai para a compra de outro bem, assim não vale a pena investir nos fundos onde o Imposto é maior e o dinheiro deve ficar aplicado por bastante tempo. Caso contrário, aplicar muito na poupança nunca valeu a pena.
Deve ser um pouco de trauma da era Collorida, que faz as pessoas temerem tanto as coisas da poupança. O caseiro do meu sítio disse que tirou o dinheiro da poupança e trouxe para casa. Perguntei quanto ele tinha guardado e ele disse 2 mil. Deu um pouco de irritação com a má informação, mas como é que está demorando tanto para as pessoas entenderem que é só acima de 50 mil !
Mas claro que isso tudo pode ser um primeiro passo. Depois dos 50 mil, virão os 30 mil, depois os 15 mil e finalmente vão taxar qualquer tipo de aplicação.
Eu nem acho que menos de 200 mil deva ser considerado aplicação e sim reservas. Imagina você ficando bem velhinho e não conseguir ter guardado nem 200 mil ? É uma desgraça. Você vai envelhecer pobre e com serviço público ruim. Credo, quando eu tiver 70 anos pretendo ter pelo menos 1 milhão guardado.
Bem, falta pouco... já tenho uns R$ 30 no cofrinho.
Supermercados precisam estocar milhares de produtos de marcas e tamanhos diferentes. Manter a contabilidade de quanto se tem de cada um deles é uma tarefa ingrata, mas absolutamente necessária para a sobrevivência da empresa. Durante a maior parte do século 20, a única forma de saber o que havia dentro de um supermercado era literalmente fechar as portas do local por um ou dois dias e contar um a um os produtos que estavam lá dentro. O procedimento, caro e cansativo, era feito usualmente mais de uma vez ao mês e servia de base para os gerentes das lojas fazerem a estimativa de quanto deveriam comprar ou não de um certo produto.
Durante os balanços, os funcionários faziam a contagem manual dos produtos, item por item. Cada mercadoria era contada duas vezes, por duas pessoas diferentes. Se houvesse discrepância entre os números, a conta era refeita por uma terceira pessoa. Mesmo assim, sempre havia erros, muito erros nas contas e nunca o que estava no papel correspondia ao que havia dentro do supermercado. Resultado: pesadelo diário para os gerentes e um prejuízo que chegava a 2,5% do estoque. Sem falar no trabalhão que chegava a tomar um fim de semana inteiro de trabalho.
O famoso “fechado para balanço” só começou a desaparecer dos supermercados na metade da década de 90. Até então, cada setor da empresa tinha um código interno usado para fazer a contabilidade. Muitas vezes havia código de barras no produto que vinha da indústria, mas aquelas barras esquisitas eram ignoradas no caixa: o operador registrava de cara o preço do produto. E o único jeito de saber se um produto estava vendendo bem era examinando se as prateleiras estavam vazias.
Nos tempos de inflação alta, o problema piorava. Como os preços mudavam às vezes diariamente, havia um exército de funcionários destinados apenas a etiquetar os preços em cada pacote de biscoito, cada garrafa de refrigerante, cada pacote de papel higiênico.
A solução para evitar tanta recontagem e etiquetagem seria inventar algo capaz de contabilizar automaticamente quanto de cada mercadoria entra e sai da loja. Era justamente isso que o presidente de uma cadeia de supermercados pedia ao diretor do Instituto de Tecnologia Drexel na Filadélfia, Estados Unidos. A conversa de corredor foi ouvida pelo estudante de graduação Bernard Silver, que contou tudo ao amigo Norman Joseph Woodland sobre o caso. Woodland ficou fascinado pela idéia.
Largou o instituto e foi morar com seu avô na Flórida, para se dedicar integralmente a criar o tal sistema. Após alguns meses de trabalho, Woodland teve a idéia de fazer um código de barras semelhante ao que é utilizado hoje e a apresentou a Silver. Os dois começaram a trabalhar em uma patente e no dia 20 de outubro de 1949 fizeram o pedido de patenteamento. As barras eram linhas circulares concêntricas que ficaram conhecidas como bull’s eyes (“olhos de touro”).
Três anos depois, Silver e Woodland construíram o primeiro leitor de código de barras. Ele tinha o tamanho de uma cadeira e precisava ser enrolado em um pano preto para evitar que a luz do ambiente estragasse a brincadeira. Na época. Woodland trabalhava na IBM e a empresa se ofereceu várias vezes para comprar a patente, mas a dupla resistiu. Em 1962, a Philco ofereceu um valor irrecusável e eles venderam a idéia. Depois, a Philco revendeu a patente para a RCA, que se juntou a várias indústrias para estabelecer regras para o desenvolvimento do código.
No ano seguinte a RCA fez a primeira demonstração pública de seu bull’s eye, mas o sistema tinha problemas na leitura. A IBM, que tinha em sua equipe Woodland, resolveu tentar desenvolver um novo sistema. Aí nasceu o código de barras que conhecemos hoje, com as linhas verticais, chamado Código de Produto Universal. No dia 26 de junho de 1974, às 8h01, o código de barras de uma caixa de chicletes foi escaneado pela primeira vez em um supermercado da cadeia Americana Marsh·s em Troy, Ohio. A caixa pode ser vista até hoje, no Museu Nacional de História Americana de Washington.
Decifre o código
Entenda como foicriada a numeração da revista que você está lendo
PRETO E BRANCO
O código de barras é a representação gráfica dos números que compõe a identificação do produto. Cada traço preto equivale ao número 1, e a barra branca, ao 0. Combinações diferentes dos algarismos 0 e 1 formam os números de 0 a 9 que vêm abaixo
INÍCIO
As duas barras finas e mais compridas nas extremidades do código são apenas uma sinalização, um aviso de início e fim do código do produto. Servem para agilizar a leitura do código pelo scanner
ORIGEM
Os três primeiros números dizem onde a mercadoria foi registrada. O código brasileiro é 789. O da Argentina, 779. Revistas usam um número internacional de publicações seriadas, o ISNN, que é 977
FABRICANTE
Esta seqüência serve para identificar o fabricante. O número é fornecido pela EAN, organização que gerencia o código de barras no mundo, para cada empresa que solicita sua matrícula
PRODUTO
Esses cinco números diferenciam os tipos, tamanhos, cores e sabores de produtos com o mesmo código de fabricante, ou seja, que foram feitos pela mesma empresa
VERIFICADOR
Formado por uma operação de soma e divisão entre todos os algarismos anteriores, o último dígito serve apenas para confirmar a leitura correta do scanner. Se o resultado não bater com o esperado, a leitura não é realizada
Noel Gallagher desabafa na web sobre shows do Oasis no Brasil
Aparentemente, a miniturnê que o Oasis fez pelo Brasil - encerrada na terça-feira - não foi exatamente como o planejado, de acordo com Noel Gallagher, guitarrista e vocalista da banda.
Quase todos os dias, Gallagher publica uma mensagem no MySpace do Oasis comentando a turnê de divulgação de Dig Out Your Soul. A série de mensagens, intitulada "Tales From the Middle of Nowhere", algo como "Contos do Meio do Nada", no dia 13 contava com um desabafo de Gallagher sobre os shows brasileiros:
"Que dia louco! Acordei às 11h45. Isso por si só já foi doido. Nunca dormi tanto desde 1998, em Paris, se não me engano. Tá DANDO NO SACO A CHUVA e o céu tá negro, talvez não negro, mas cinza, muito cinza. Curitiba foi ótimo. O show foi, de qualquer forma. Não entendo o que estamos tentando provar quando tocamos em um lugar como aquele e como este de Porto Alegre. Por que não fazer apenas dois puta shows no Rio e em Sao Paolo [sic]? Se todo mundo na Argentina pode viajar para Buenos Aires para integrar uma das melhores noites de todos os tempos (não tô brincando, você deveria estar lá!), não entendo por que tem que ser diferente no Brasil. São os fãs que saem perdendo, na minha opinião. Montar um palco no terreno de um estacionamento não se compara com o barulho e as cores de um estádio. Mesmo assim, os shows são ótimos. Poderiam ser melhores, entretanto. Bom, chega disso. E com vocês, o que tá rolando? Como eu disse, estou em Porto Alegre, esperando a passagem de som. Na chuva. Esperando ansiosamente para ir pra casa amanhã."
O show do Oasis em Curitiba foi realizado na Arena Expotrade. Em Porto Alegre, no Gigantinho. Na capital do Paraná, Liam Gallagher, vocalista do grupo britânico, ainda mandou um recado aos fãs, pedindo que não fossem jogados objetos nele. O cantor foi atingido por algo durante o show de São Paulo, realizado no dia 9.
Pesquisa realizada pelo Sindicato dos Condôminos Residenciais e Comerciais do Distrito Federal mostra que 95% dos casos que vão parar na Justiça, cujos protagonistas são condomínios e moradores, ficam a cargo dos juizados especiais cíveis, pois geralmente são pequenos conflitos com baixos valores.
O restante, por sua vez, é analisado pela Justiça Comum, visto que são questões mais complexas que resultam em altas indenizações, como as que envolvem crimes e acidentes no condomínio, por exemplo.
Na opinião do STJ (Superior Tribunal de Justiça), o condomínio não é civilmente responsável por todos os fatos que ocorrem no seu interior e também não se pode concluir que o síndico, mesmo estando a cargo da administração, também seja, especialmente quando os danos sofridos pelos condôminos foram notadamente causados por atos dolosos de terceiros.
Por outro lado, se alguém sofre um acidente causado por negligência ou uso inadequado de algum equipamento, o condomínio pode vir a ter que responder pelo fato.
Áreas comuns
A utilização das áreas comuns de um condomínio é quase sempre motivo de confusão. As encrencas são muitas, mas uma que pode parar na justiça é o uso exclusivo e individual de tais áreas, como a utilização de pequenos depósitos.
Em casos assim, o STJ já tem consolidado o entendimento de que a utilização, em caráter exclusivo, de partes comuns do condomínio é possível, desde que aprovada em assembleia, como determina o artigo 3º da Lei 4.591/64.
A garagem é outro local muito problemático, especialmente quando serve de cenário para furtos. Para o STJ, não há fundamento jurídico para responsabilizar o condomínio quando ele não assumiu nenhuma obrigação quanto à guarda de veículos perante os condôminos. Em outras palavras, o condomínio só responde por furtos ocorridos nas suas áreas comuns,se isso estiver expressamente previsto em convenção.
A mesma regra vale para outros atos ilícitos que possam ocorrer contra os moradores dentro do condomínio. Isso porque a socialização do prejuízo sofrido por um dos condôminos onera a todos, e é preciso que todos, ou a maioria exigida, estejam conscientes dessa obrigação e a ela tenham aderido.
Prestação de contas
Embora alguns síndicos aleguem que a lei de número 4.591/64 impede que a prestação de contas seja feita aos condôminos de forma direta e individualmente, os juízes do STJ entendem que o condômino, mesmo sozinho, tem o direito de pedir prestação de contas ao síndico quando ela não tiver sido feita por falta de convocação de assembleia ou por falta de quorum para a realização de reunião extraordinária.
Para eles, a lei não atribui exclusividade à assembléia nem exclui literalmente a possibilidade de algum morador fazer tal requerimento. Entretanto, na hipótese de contas já aprovadas pela assembleia, o pedido não é admitido.
Gatinha, quero que saiba que você tá muito boa E eu não conheci mulher mais boa em toda minha vida Por isto te digo tudo isso, uew....
1 libra de coxinha, na coxinha 2 libra de peitinhu, no peitinhu 3 libra de bundinha, na bundinha Você tem muito mais por isso tá tão boa
Meu amor, você tá muito boa Meu xuxu, você tá muito boa Muito boa, muito, muito boa Muito boa, muito, muito boa
Vai pela rua bem maquiada Usando a roupa bem apertada Parece uma garrafa de coca-cola E eu quero bebê-la e ela nem dá bola
Se usa maiô fica uma gracinha Mostrando esta pele toda douradinha Se usa tanga é covardia É boa de noite, é boa de dia
Caminha e se mexe como a bailar E deixa a garotada toda a babar
Ai que boa Meu amor, você tá muito boa Meu xuxu, você tá muito boa Muito boa, muito, muito boa Muito boa, muito, muito boa
Usando tanga, é muito boa De minissaia, é muito boa Quando caminha vai rebolando E todo o trânsito vai parando Em uma praia ou na avenida Ai que parada que é esta menina
1 libra de coxinha, na coxinha 2 libra de peitinho, no peitinho 3 libra de bundinha, na bundinha Vc tem muito mais por issu tá tão boa
Meu amor, você tá muito boa Meu xuxu, você tá muito boa Muito boa, muito, muito boa Muito boa, muito, muito boa
Às vezes passeia com as amigas Vao para o chopp ou pra academia Do lado dela todas são feia Uma que magra outra muito cheia
Do lado dela todas tem defeito Porque isto nela tudo está perfeito
Como é boa, muito, muito boa Muito boa Meu amor, você tá muito boa Meu xuxu, você tá muito boa Muito boa, muito, muito boa Muito boa, muito, muito boa
Usando tanga, é uma gracinha De minissaia, que cinturinha E leva o samba à flor da pele Dança lambada e dança reggae
Dançando rebola, rebola dançando E a garotada fica babando A turma fica gritando: olé Se sente gostosa como um picolé E já tem mais fama que o rei Pelé
1 libra de coxinha, na coxinha 2 libra de peitinho, no peitinho 3 libra de bundinha, na bundinha Você tem muito mais por isso tá tão boa
Meu amor, você tá muito boa Meu xuxu, você tá muito boa Muito boa, muito, muito boa Muito boa, muito, muito boa
Muito boa, muito, muito boa Muito boa, muito, muito boa
Boa, boa, uew uew... Meu deus que boa Vc ta boa mesmo? Muito boa Dimais Boa uew...!!!
Arquitetos propõem túnel para ligar a Bolívia ao mar
Três arquitetos chilenos disseram ter chegado a uma solução para restaurar o reivindicado acesso da Bolívia ao Oceano Pacífico sem invadir território chileno - um túnel de 150 quilômetros correndo sob a fronteira Chile-Peru e terminando em uma ilha artificial, construída com a terra extraída das obras, a cerca de um quilômetro da costa.
A Bolívia, sem acesso ao mar, lamenta a perda de sua costa no Oceano Pacífico desde a guerra com o Chile há 130 anos, e a questão continua fortemente contestada até hoje. Além de bloquear as relações diplomáticas entre os dois países, ela atrapalha o desenvolvimento dos mercados do Pacífico para o gás natural da Bolívia e sua riqueza mineral. Mas os três arquitetos chilenos disseram que chegaram a uma forma de restaurar o acesso da Bolívia ao mar sem conflito com o Chile.
"A princípio achamos que era um tanto maluco, mas achamos que pode ser viável", disse um dos arquitetos, Humberto Eliash, ao "Financial Times". "Eu vejo isto como um sonho possível. Não é loucura."
Eliash começou a discutir a ideia com Fernando Castillo Velasco e Carlos Martner, dois dos mais respeitados arquitetos do Chile, há três anos. Mariano Fernández, o ministro das Relações Exteriores chileno, disse que deseja saber mais a respeito da proposta de "vanguarda" e convidou os homens para uma reunião, apesar da data ainda não ter sido marcada.
O túnel seria um dos mais longos do mundo, mas Eliash disse que seria tecnicamente menos exigente do que, digamos, o Túnel do Canal da Mancha, que liga a Inglaterra e a França, já que teria apenas um curto trecho submarino. Apesar do Chile e do Peru serem altamente sísmicos, ele disse que túneis foram construídos com sucesso no Japão, que é igualmente propenso a terremotos.
O principal problema é político. O Peru e o Chile, que estabeleceram sua fronteira terrestre em 1929, ainda disputam as fronteiras marítimas. O Peru, que lutou ao lado da Bolívia contra o Chile em 1879, está reivindicando um triângulo de 38 mil quilômetros quadrados de águas do Pacífico no Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, deixando tensas as relações políticas com o Chile.
Segundo a proposta dos arquitetos, a ilha - que, assim como o túnel, seria território boliviano - ficaria na ponta do triângulo. As águas em disputa se tornariam internacionais, nenhum país perderia território, e muito tempo e dinheiro seriam economizados com o fim da disputa legal.
Apesar de ter perdido sua costa em 1879, a Bolívia mantém uma Marinha com cerca de 170 embarcações nas águas de altitude elevada do Lago Titicaca, e Eliash disse que a Bolívia poderia colocar um porto na ilha artificial. Ele acredita que o túnel poderia ser construído em uma década, no final transportando veículos de carga e passageiros, um trem e um gasoduto para o gás boliviano, abrindo rotas comerciais potencialmente lucrativas no Pacífico para um dos países mais pobres da América do Sul.
A Bolívia nunca perdeu a esperança de recuperar sua costa e não tem relações diplomáticas com o Chile por causa de suas exigências. "A Bolívia nunca renunciará o retorno soberano ao mar", disse o presidente Evo Morales, que insinuou que também poderá levar sua reivindicação a Haia caso o Chile não ceda.
A Bolívia ainda não reagiu à ideia do túnel, mas Manuel Rodríguez Cuadros, o ex-ministro das Relações Exteriores peruano e autor de um livro sobre a disputa, disse que a ideia, apesar de bem intencionada, é "bizarra" e um "absurdo legal".
A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, um projeto de lei que estabelece a gratuidade do estacionamento em shoppings centers e hipermercados para os clientes que consumirem, no mínimo, o correspondente a dez vezes o valor da taxa do estacionamento. A proposta, de autoria do deputado estadual Rogério Nogueira (PDT), está no gabinete do governador José Serra (PSDB), que tem 15 dias para sancioná-la.
Se, por exemplo, a tarifa cobrada pelo estacionamento for de R$ 5 para duas horas, o cliente terá que consumir no mínimo R$ 50 no período para obter a gratuidade. Já se a tarifa para a permanência de três horas no estacionamento for de R$ 7, por exemplo, o consumidor terá que gastar ao menos R$ 70 para não pagar a taxa. Caso o cliente consuma R$ 60, ele terá a isenção do pagamento somente nas duas primeiras horas e terá que pagar pela terceira.
Em junho de 2005, quando ainda era prefeito, Serra vetou uma proposta semelhante, alegando que legislar sobre preços da iniciativa privada não era de competência municipal, e sim dos Estados e da União. Na ocasião, o prefeito afirmou ainda que a função do Estado é indicar e fiscalizar as atividades econômicas do setor privado, e não estabelecer preços, o que é, segundo Serra, inconstitucional. A Abrasce também considera a interferência inconstitucional.
Também em 2005, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vetou um projeto de lei do deputado estadual José Dilson (PDT), aprovado na Assembleia Legislativa do Estado. A proposta era praticamente igual à de Nogueira. No mesmo ano, a então governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus (PMDB), chegou a sancionar uma lei semelhante, mas a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) conseguiu uma liminar que autorizou a prática da cobrança. O processo ainda tramita na Justiça.
Rogério Nogueira, autor do projeto, acredita que Serra mudará de ideia dessa vez. "Não acho que será vetado. Vou ter uma conversa com o governador e apresentar o projeto. Quero mostrar a ele que as pessoas estão interessadas na aprovação", afirma. Para o deputado, o projeto não é inconstitucional porque apenas regulamenta a cobrança nos estacionamentos.
"A Assembleia, quando aprova uma interferência numa propriedade particular, se desvia do seu trabalho. A Alshop não é favorável à interferência do Estado em espaços particulares. Se é para ser assim, que seja com todos os estacionamentos da cidade", afirma Nabil Sahyoun, presidente da Alshop (Associação dos Lojistas de Shopping).
Entenda as mudanças
A isenção do pagamento só será válida nas seis primeiras horas em que o cliente permanecer no estabelecimento. Após esse período, o estacionamento cobrará as taxas normalmente utilizadas. Para conseguir a gratuidade, o cliente terá que apresentar as notas fiscais que comprovem a despesa. Se o período de permanência do veículo no estacionamento for inferior a 20 minutos, o estabelecimento não poderá cobrar a tarifa, mesmo que o cliente não tenha consumido.
"Em São Paulo, sobretudo na capital, o valor dos estacionamentos é abusivo. Anos atrás os shoppings não cobravam pelo estacionamento", diz Nogueira.
Segundo Sahyoun, o valor que os shoppings arrecadam com as gratuidades ajudam a baratear as taxas de condomínio que os lojistas pagam aos shoppings centers. "Com a gratuidade, os gastos dos lojistas irão aumentar e isso deverá ser repassado ao consumidor", diz.
O projeto de lei não estabelece limites nas tarifas dos estacionamentos, o que pode acarretar o aumento dos preços, caso os estabelecimentos queiram compensar a gratuidade. Esse possível aumento também obrigaria o cliente a gastar mais nos estabelecimentos para conseguir a gratuidade.
Sahyoun também não descarta a possibilidade de os shoppings aumentarem as tarifas de estacionamento para compensar o montante que deixará de ser arrecadado. "Alguém vai ter que pegar pela conta", afirma.
O deputado reconhece que os preços podem subir, mas diz que isso não deverá ser um problema porque "é quase impossível alguém ir ao shopping e não gastar o equivalente a dez vezes o valor do estacionamento".
As aplicações na caderneta de poupança acima de R$ 50 mil serão tributadas com Imposto de Renda a partir de 2010. Será tributado apenas o que exceder tal valor, segundo o ministro Guido Mantega (Fazenda). Hoje, todas as aplicações na poupança estão isentas.
Assim, uma aplicação de R$ 70 mil pagará imposto sobre o rendimento mensal dessa diferença, nesse caso, R$ 20 mil.
O governo também vai reduzir tributos dos fundos de investimento para compensar a queda na taxa básica de juros, que afetou a rentabilidade dessas aplicações.
A mudança será feita por meio de uma medida provisória, no caso dos fundos. No caso da tributação da poupança, a mudança ainda precisa ser aprovada pelo Congresso.
De acordo com a equipe econômica, as aplicações acima de R$ 50 mil representam cerca de 1% das contas na caderneta de poupança.
A cobrança do IR será feita na fonte quando o valor do rendimento for superior a R$ 7.750, considerando a Selic atual (10,25% ao ano). Caso contrário, o IR só será pago na declaração do IR do ano seguinte.
Queda no juro
A tributação da caderneta só valerá para períodos em que a taxa de juros esteja abaixo de 10,50% ao ano --e não 10,25%, como informado primeiramente por Mantega. A expectativa do mercado financeiro é que o Banco Central reduza a taxa para 9,5% já no início de junho.
O governo também informou que vai reduzir o IR de fundos de investimentos em 2009. Hoje, essa tributação varia de 22% a 15%, de acordo com o tempo de aplicação. Com isso, essas aplicações devem continuar mais atrativas que a poupança, e os bancos não serão obrigados a reduzir as taxas que cobram dos seus clientes.
O governo também vai criar um regime especial de tributação para as pessoas que têm como única fonte de renda a caderneta de poupança. Nesse caso, a tributação só vai afetar quem tem aplicações acima de R$ 850 mil, segundo o ministro.
"Mudança era necessidade"
De acordo com o governo, as mudanças têm como objetivo evitar uma migração de recursos dos fundos para a poupança. De acordo com o governo, isso poderia causar problemas na rolagem da dívida pública, cujos títulos servem de base para as aplicações dos fundos.
"Na medida em que comece a haver uma migração [para a poupança], haveria um problema especulativo e começaria a faltar recursos no mercado para empréstimos normais, vamos ter um aperto de crédito", disse o presidente do BC, Henrique Meirelles, que também participou do anúncio com Mantega.
O presidente do BC disse ainda que essa mudança elimina a restrição mais "importante e imediata" que existe hoje para a queda nas taxas de juros no Brasil. Meirelles não descartou, no entanto, que uma redução mais forte dos juros no futuro traga o problema de volta. Segundo cálculos do governo, o problema está resolvido para uma taxa Selic de até 7,5% ao ano.
"Isso elimina a restrição mais importante e imediata hoje para a queda nas taxas de juros. Mais para o futuro, poderemos atingir novamente um novo limite, por causa do rendimento mínimo da poupança, mas isso não é um problema que se coloca no momento", afirmou.
Entenda
A queda recente da taxa Selic reduziu o ganho dos fundos de investimentos, que têm como desvantagem, em relação à poupança, a tributação do IR e as taxas de administração cobradas pelos bancos.
A poupança tem rentabilidade garantida de 6% ao ano + TR (Taxa Referencial). A TR é calculada com base na média dos juros cobrados pelos bancos nos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários). Os fundos dependem dos títulos públicos, ou privados, em que o seu administrador aplica.
O governo estudava há meses a mudança nas regras da caderneta para evitar fuga de recursos dos fundos de investimentos para a poupança.
No ano passado, a poupança perdeu competitividade para aplicações como renda fixa e CDB's (Certificados de Depósitos Bancários).