Pragmatismo do Brasil ofusca o nacionalismo da Venezuela A América Latina é um estudo do contraste de como os países administram seu petróleo. No México e na Venezuela, o Estado e a indústria do petróleo vivem em uma simbiose tratada como nacionalismo de recursos - mas suas companhias estatais de petróleo parecem cada vez mais gigantes feridos. A Petrobras do Brasil, administrada com uma postura mais aberta, agora ofusca suas irmãs do Norte. Isto mostra que o pragmatismo, e não a xenofobia, é a melhor salvaguarda dos interesses nacionais.
Em 2 de setembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da primeira extração simbólica de petróleo da camada pré-sal em plataforma da Petrobras no campo de Jubarte, litoral sul do Espírito Santo. Na ocasião, Lula projetou investimentos de mais de R$ 2 trilhões na economia brasileira até 2017 puxados pela produção da estatal. "A Petrobras é a mãe da industrialização desse país", afirmou.
A produção de petróleo do Brasil rivaliza a dos maiores exportadores da região, mas ainda não é autossuficiente. A descoberta pela Petrobras em 2007 do campo de Tupi, em alto-mar, mudará isso. Edson Lobão, o ministro das Minas e Energia do Brasil, disse ao "FT" nesta semana que poderá abrir uma rodada de licitação para Tupi no próximo ano.
Ao convidar companhias de petróleo privadas para disputar concessões, o Brasil continua contrariando a tendência regional: Bolívia e Venezuela confiscaram as participações privadas na produção de gás e petróleo. A Petrobras também é parcialmente privatizada, apesar do Estado reter a maioria das ações com direito a voto.
A abertura para o setor privado é uma escolha sábia. Tupi é comparado ao Mar do Norte. O paralelo vai além das reservas: como no Mar do Norte, os campos brasileiros em alto-mar apresentam desafios tecnológicos consideráveis. O petróleo fica sob camadas espessas de rocha e sal em águas com milhares de metros de profundidade. Não querer a melhor perícia do mundo é arrogância.
As companhias de petróleo estatais mais bem-sucedidas do mundo são abertas ao setor privado. A saudita Aramco foi comprada de proprietários privados, em vez de fundada do zero, para reter o conhecimento tecnológico. A norueguesa Statoil aprendeu por meio de um consórcio de companhias de petróleo estrangeiras antes de realizar suas primeiras operações nos campos do Mar do Norte.
Estas são exceções. Com maior frequência, as companhias estatais de petróleo infectam a política de seus proprietários públicos - seja se transformando em um Estado dentro do Estado, como em Angola, ou dando aos políticos uma fuga tentadora demais da responsabilidade. A Pemex do México há muito é o cofrinho do governo. Hugo Chávez, o presidente da Venezuela, força a PDVSA a pagar por programas sociais fora do orçamento público, minando sua capacidade de continuar produzindo petróleo.
Politização não é algo estranho para a Petrobras: o Senado brasileiro votou a favor de investigá-la por supostas concessões ilegais de contratos. A pressão por controle político apenas aumentará à medida que Tupi for desenvolvido. Para evitar isso, a Petrobras precisa ser tratada como qualquer empresa comercial. A proposta de Lobão de manter a participação acionária do Estado em uma empresa separada deveria ser aprovada. O Brasil também precisa implantar uma estrutura regulatória que permita à Petrobras competir em termos iguais com empresas privadas.
A maximização do valor que um país extrai de seu petróleo exige colaboração, não confrontação, com o setor privado. Uma empresa estatal pode ajudar se forçada a agir em termos comerciais. Isso, e não o solipsismo da Venezuela e do México, é que representa o verdadeiro nacionalismo de recursos.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h27
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'Rei da Flatulência' faz show em festival tradicionalEle interpreta O Danúbio Azul, Parabéns para Você e é capaz até de arremessar dardos em alvos distantes - tudo isso com o poder de seus flatos.
O britânico Paul Oldfield, mais conhecido por seu personagem e alter ego, Mr. Methane (Sr. Metano), é um performer cuja arte é centrada no dom de realizar feitos notáveis a partir de seus traques.
Oldfield - que além da Grã-Bretanha, já se exibiu no Japão, Austrália, Turquia e Suécia, está se preparando para levar a sua arte para um novo palco, o tradicional festival de teatro e variedades Fringe, onde exibirá o espetáculo An Audience with Mr. Methane.
O próprio Sr. Metano contou à BBC Brasil como ele descobriu ter o seu dom especial, ainda na juventeude. ''Eu tinha 15 anos de idade e tinha muita elasticidade. Minha irmã praticava ioga e me ensinou algumas posições. Quando fiz a posição de lótus, descobri que tinha a habilidade de expandir o músculo do esfíncter e trazer muito ar para dentro. No dia seguinte, fui ao colégio e e me tornei um prodígio na arte de bombear...durante a hora do almoço.'' Mas muito se passou até que ele se convertesse no herói mascarado com superpoderes que diferiam muito da visão de radio-x de um Super-Homem ou do poder incandescente de um Tocha Humana.
Craque do traque Oldfield conta que nunca sonhou se tornar ''um flatulista'', a exemplo do lendário francês Le Pétomane (em tradução literal O Maníaco do Pum), que ganhou fama no circuito teatral francês no século 19, devido às suas habilidades peculiares.
Ele trabalhava como maquinista de trem, quando amigos seus contaram ter visto um filme sobre Le Pétomane e lhe disseram que ele deveria enveredar pelo mesmo caminho que a lenda francesa do traque, mostrando seu dom em diferentes palcos. ''Mas eu não estava interessado, queria continuar dirigindo trens. Era o meu objetivo e o que eu fiz por quase 10 anos. Mas durante uma das minhas viagens, durante a pausa do almoço, mostrei a alguns amigos o que eu era capaz de fazer e foi isso. Daí em diante, não conseguia ir aonde quer que fosse sem atrair grande notoriedade.'' Mas, ainda não foi aí que se deu o nascimento do Sr. Metano, mas sim de sua primeira encarnação, o Incrível Homem Flatulento. O personagem atual evoluiu a partir deste, tendo surgido em definitivo em 1990. Oldfield começou a exibir seus espetáculos em diferentes partes da Grã-Bretanha.
Sucesso e preconceito ''Em princípio, muita gente tinha preconceito, dizia que devia ser uma coisa mais bem-sucedida no norte da Inglaterra, onde há gente mais simples, da classe trabalhadora, com um senso de humor mais simplório. Mas é o contrário. A maior parte da minha platéia é do sul da Inglaterra e é gente de mais dinheiro e posição social. É o contrário do estereótipo.'' O sucesso britânico fez com que Oldfiled se aventurasse por outros ares, recebendo convites de diferentes países.
Ele conta ter se surpeendido com a reverência dos japoneses, que pagaram antecipado por sua apresentação, e diz que os suecos em princípio se chocaram com sua performance, mas que sua apresentação contribuiu para que os rígidos padrões das TVs suecas se flexibilizassem um pouco. O intérprete do Mr. Methane espera que a apresentação no Fringe aumente ainda mais seu público cativo, e conta estar preparando quadros especiais para seu mais recente espetáculo, que será exibido de 9 a 23 de agosto. Além dos números tradicionais, como as ''interpretações'' de Danúbio Azul e Feliz Aniversário, Oldfield apresentará uma canção tradicional escocesa, em homenagem ao público de Edinburgo e ainda apresentará um feito arriscado. Ele irá arremessar um dardo, ''usando o meu instrumento'', contra um alvo posicionado em cima da cabeça de um integrante da platéia, que, por precaução, estará munido de um colete à prova de balas e um capacete. No espetáculo, Oldfield se apresenta ao lado de seu parceiro Martin Kelmer, que atua como um entrevistador de TV fictício, que tenta extrair confissões do Sr. Metano e é brindado tanto com revelação como com traques.
O Sr. Metano conta que espera apresentar os seus raros predicados ao público brasileiro. ''Nunca se sabe, um dia desses eu posso estar aparecendo por lá. Eu adoraria ir.''
Escrito por Eduardo Lorenzo às 13h23
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COPA DE 2014 Fifa já definiu as 12 sedes da CopaDo UOL Esporte A Fifa vai anunciar as 12 cidades que receberão partidas da Copa do Mundo de 2014 apenas neste domingo, na cidade de Nassau, na Bahamas, mas elas já estão definidas. Segundo o colunista do jornal O Globo Anselmo Góis, as sedes do Mundial do Brasil foram escolhidas previamente pela entidade máxima do futebol mundial.
Anselmo Góis informou em seu blog que as cidades escolhidas pela Fifa foram: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal.
Se forem confirmadas essas cidades, Manaus venceu a disputa com Belém e Rio Branco para ser a sede amazônica do torneio, assim como Cuiabá derrotou Campo Grande para ser a cidade do Pantanal para o Mundial de 2014. Já Natal ficou com a última vaga, deixando de fora Florianópolis.
Como já está definido desde o início da candidatura brasileira para a Copa de 2014, o Rio de Janeiro e o estádio do Maracanã serão palcos da final do torneio. Já São Paulo deve ser confirmado como local da partida de abertura do Mundial, mas Belo Horizonte seguirá fazendo lobby para contar com esse jogo.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h14
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A ESPANHA E O ABORTO"Ministro" do papa considera pior abortar do que abusar sexualmente de criançasO ex-primaz da Espanha diz que a reforma da lei do aborto faz parte do projeto de Zapatero "para fazer uma sociedade e uma cultura totalmente novas"
Pouco durou a lua-de-mel entre o cardeal Antonio Cañizares e o primeiro-ministro espanhol, José Luiz Rodrigues Zapatero. Despedido em janeiro passado com honras pelo governo quando o ex-primaz da Espanha foi chamado a Roma pelo papa Bento 16 para ocupar um ministério na Cúria (governo) do Vaticano, o cardeal atacou na quinta-feira o presidente do governo espanhol por causa da reforma da lei do aborto. Segundo Cañizares, o Executivo socialista não procura solucionar a crise com a nova lei, mas "fazer uma sociedade e uma cultura totalmente novas".
Também disse, comentando os abusos sexuais contra menores cometidos nas escolas católicas irlandesas entre os anos 1950 e 1980, que "não é comparável o que tenha podido acontecer em alguns colégios com os milhões de vidas destruídas pelo aborto".
Surpreendido pela grave comparação feita pelo prelado - a pederastia e os abusos sexuais são delitos muito graves; o aborto voluntário está descriminalizado agora em três casos concretos -, o governo reagiu com severidade. Foi a ministra da Saúde e Política Social, Trinidad Jiménez, a encarregada de responder ao ministro do Vaticano.
"É muito grave e irresponsável relacionar os abusos sexuais contra menores com o aborto. As declarações são absolutamente inadequadas e inoportunas. Estamos falando de assuntos completamente diferentes. É muito grave que se compare uma coisa com outra, sobretudo em uma pessoa que ocupa uma posição como a do arcebispo. Os abusos sexuais normalmente são cometidos em menores, contra sua vontade, e afetam de maneira terrível sua vida", disse a ministra.
Zapatero quis reforçar em janeiro passado suas relações com o Vaticano diante de eventuais conflitos com a hierarquia do catolicismo espanhol diante da reforma da chamada lei do aborto. Esse foi o objetivo da insólita reunião que teve no Palácio de La Moncloa (sede da presidência do governo espanhol) com o cardeal Cañizares, assim que este foi escolhido pelo papa para o governo vaticano. Efetivamente, a Conferência Episcopal, liderada pelo cardeal Antonio María Rouco, elevou o tom de suas críticas e lançou inclusive uma campanha publicitária nacional acusando o Executivo socialista de proteger mais o lince ibérico do que os direitos das crianças.
Cañizares avançou na quinta-feira nessas críticas com a ideia de que, atrás dessa reforma, se esconde uma intenção muito mais ampla e perniciosa para os interesses do catolicismo tradicional. O governo, segundo um alto oficial do Vaticano, busca também uma "mudança social e cultural muito grande, e fazer uma sociedade e uma cultura totalmente novas. Busca como ponto de referência fomentar o aborto porque há o desconhecimento da verdade do homem, o desconhecimento da dignidade da pessoa e o desconhecimento dos direitos humanos. Estes são os princípios nos quais se assenta a sociedade cristã romana. Podemos deixar esses princípios, mas depois teremos deixado de ser o que somos", declarou.
O flamejante prefeito da Congregação pelo Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (é como se chama o ministério que o papa lhe atribuiu) fez essas declarações na televisão autônoma da Catalunha (TV 3), repetidas mais tarde em um comunicado divulgado pelo serviço de informação da Conferência Episcopal Espanhola.
Sobre o descomunal escândalo causado pelos abusos a menores cometidos nas escolas católicas irlandesas, Cañizares disse: "Essas condutas são totalmente condenáveis e temos de pedir perdão. No entanto, não é comparável o que tenha ocorrido em alguns colégios com os milhões de vidas destruídas pelo aborto". O cardeal calculou em mais de 40 milhões "as vidas humanas destruídas legalmente" pelas leis que descriminalizaram o aborto, "quando a legislação deveria dar apoio aos direitos e à Justiça ".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h10
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Que países possuem armas nucleares, além da Coreia do Norte?
O Tratado Sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares surgiu em 1970, em plena Guerra Fria, mas só foi ratificado em 2002. Assinaram o acordo 188 países, entre os que já possuíam armas nucleares antes de 1967 (Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, China e França) e os que ainda não possuem essa tecnologia.
Os cinco signatários que são potências nucleares fazem parte do Conselho de Segurança da ONU e, segundo o acordo, se comprometem a não utilizar e nem transferir armas nucleares para outros países ou ajudá-los a adquiri-las. Paulo Edgar de Almeida Resende, Coordenador do Núcleo de Análise de Conjuntura Internacional da PUC-SP, explica que os países que não detêm armas nucleares também possuem o mesmo compromisso. "Quando uma nação faz parte do tratado, tem que excluir qualquer tipo de desenvolvimento de energia nuclear para fins militares. Para que fique claro que não há nenhum direcionamento bélico, o país tem que se abrir para uma fiscalização", diz. O responsável pela inspeção é a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que deve ter acesso a todas as informações sobre os programas nucleares dos signatários do tratado. O que preocupa a comunidade internacional no momento é que quatro países que também são claramente detentores de armas nucleares não fazem parte do acordo: Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte.
O país asiático se retirou do tratado em 2003 depois de desentendimentos com os Estados Unidos. Desde 1994, a Coreia do Norte havia desativado todo seu programa nuclear, inclusive para a produção de energia elétrica, em troca do envio de petróleo por outros países. Porém, no fim de 2002, os Estados Unidos acusaram o país de sustentar um programa nuclear secreto, cortando a ajuda energética. Com isso, a Coreia do Norte saiu do tratado e reativou suas usinas. Desde então, a comunidade internacional especula se o movimento havia sido apenas uma barganha do governo para voltar a receber ajuda internacional ou se o país estava mesmo engajado em produzir armas nucleares.
Nesta semana, a manchete dos jornais do mundo inteiro foram os exercícios militares da Coréia do Norte, que disparou mísseis balísticos em direção do mar do Japão e fez um teste subterrâneo com uma arma nuclear da mesma magnitude da bomba de Hiroshima. Seria isso um indício de que a Coreia poderia tentar atacar o Japão? Paulo Resende acredita que não, "na verdade, o perigo não é o de que a Coreia do Norte use as armas, mas que ele entre no mercado negro e venda a tecnologia para países do Oriente Médio ou da África". O professor explica que, apesar das tensões na região, o poderio militar japonês é muito superior ao norte-coreano e o país não se arriscaria em uma guerra. "Uma das hipóteses é que a Coreia do Norte queria se mostrar como uma potência nuclear para obrigar os Estados Unidos a colocar um fim à Guerra da Coreia, que formalmente nunca terminou. Também pode ser uma forma de ter um trunfo em relação à Coreia do Sul, que hoje está se tornando uma potência econômica", afirma o professor.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 09h37
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EXECUÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. COISA JULGADA. Apesar de seu caráter de ordem pública, uma vez disposto, no acórdão, que a correção monetária incide a partir do ajuizamento da ação e esgotadas todas as possibilidades de recurso contra essa decisão, não se pode modificar essa parte dispositiva do acórdão, pois restaria violada a coisa julgada.
Precedentes citados: REsp 251.716-SP, DJ 18/9/2000, e REsp 851.904-MG, DJ 9/10/2006. REsp 1.003.800-RS, Rel. Min. Carlos Fernando Mathias (Juiz convocado do TRF da 1ª Região), julgado em 17/2/2009.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 09h36
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MUITO TEMPO NA FRENTE DO COMPUTADOR?
Escrito por Eduardo Lorenzo às 09h33
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O advogado Reinaldo Piscopo, 39, que estava no voo JJ 8095 da TAM, diz que além da turbulência, os passageiros tiveram que lidar com a falta de preparo da tripulação, que ficou desesperada e transmitiu pânico.
"Um tumulto generalizado da comissária, eles estavam brigando entre eles. O que me deixou decepcionado foi ver que não havia um gerenciamento dessa situação de crise de risco. Uma comissária chorando e o comissário dizendo que nunca passou por isso na vida", relata. Segundo ele, as pessoas andavam pelo avião antes do ocorrido. "O grande problema é que isso veio de maneira quase que imediata ao aviso de atar o cinto", comenta. Piscopo afirma que o procedimento médico realizado quando o avião pousou foi "amador". "Quando a gente chegou só tinha uma enfermeira e um médico."
Ele conta ter acionado seu advogado e diz que vai acompanhar a investigação. Se houver comprovação de que o piloto poderia ter impedido que os passageiros passassem pela área turbulência ou que pudesse ter avisado anteriormente para que os passageiros colocassem o cinto, ele entrará com ação judicial contra a TAM. "Vou pedir indenização e fazer questão de não voar mais em uma companhia dessa", declara.
Voo
O voo JJ 8095 partiu de Miami às 12h11 (horário de Brasília) com 154 passageiros. Ao se aproximar do aeroporto em Guarulhos, enfrentou uma turbulência e pousou às 19h35.
Inicialmente, das 21 pessoas atendidas no posto médico do aeroporto, 13 foram liberadas e oito foram encaminhadas a hospitais.
As causas da ocorrência estão sendo apuradas pela Aeronáutica. A TAM informou, em nota, que está dando assistência aos pacientes feridos durante a turbulência.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 09h33
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PAÍS DO FUTUROBrasil abrirá campos do pré-sal para exploração internacionalCompanhias petrolíferas internacionais serão convidadas a fazer ofertas para concessões nos enormes campos "pré-sal" no Brasil já no próximo ano, afirmou ao "Financial Times" o ministro brasileiro das Minas e Energia, Edson Lobão.
O Brasil parou de vender concessões na área marítima pré-sal - que, segundo os executivos da indústria petrolífera, rivalizará em tamanho e importância com os campos do Mar do Norte - logo após a sua descoberta em 2007.
Desde então o governo vem trabalhando em novas regulamentações para a área, que representa enormes desafios operacionais, mas onde as chances de se encontrar grandes quantidades de petróleo de alta qualidade são bem maiores do que em outros campos petrolíferos brasileiros.
Lobão disse que a Petrobras, a companhia petrolífera brasileira de capital aberto, mas controlada pelo governo, não poderia dar conta sozinha da enorme tarefa de explorar as reservas, que ficam distantes da costa, sob vários quilômetros de água, rocha e uma camada de sal difícil de ser perfurada.
"Certamente realizaremos leilões no ano que vem. Isso significa que as companhias de petróleo podem preparar as suas reservas financeiras", disse ele em uma entrevista.
Analistas da indústria petrolífera ficaram surpresos com a declaração. "Ela baseia-se na premissa de que Brasília seja capaz de promulgar uma nova estrutura regulatória no curto prazo, mas há tantas partes envolvidas na exploração desses campos que o debate legislativo poderá ser mais árduo do que o esperado", afirma Roseanne Franco, analista para a América Latina da PFC Energy, em Washington, D.C.
O Brasil vendeu várias concessões nos campos pré-sal antes que o potencial da área ficasse claro e prometeu não modificar esses contratos.
Os analistas dizem que a Petrobras, que tem parceiros como a ExxonMobil dos Estados Unidos, a BG do Reino Unido, a Galp de Portugal, a Repsol da Espanha e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell, ficará ocupada durante muitos anos explorando essas concessões.
Muitos observadores acreditam que o governo tem pressa em aprovar novas leis, que serão controversas e dificilmente passarão pelo congresso brasileiro no futuro próximo, especialmente levando-se em conta que 2010 será um ano eleitoral.
Lobão disse ser favorável a cláusulas restritivas para as novas companhias que explorarão os campos pré-sal e à criação de uma nova companhia petrolífera inteiramente controlada pelo governo para supervisioná-los. Não obstante, ele afirmou estar consciente do risco de alienar as companhias petrolíferas internacionais, e citou a experiência amarga da Venezuela e do México.
Após mais de 50 anos de domínio, o México e a Venezuela correm o risco de perder as suas posições como os dois mais importantes exportadores de petróleo do continente, o que significaria abrir mão da influência internacional derivada do fato de abastecerem os Estados Unidos, a maior economia mundial.
Ao mesmo tempo em que vários governos, da China aos Estados Unidos, bem como companhias petrolíferas internacionais, fazem fila para auxiliar o Brasil a explorar os seus vastos campos petrolíferos, eles estão desdenhando o México e as suas cláusulas financeiras restritivas e saindo da Venezuela após anos de dolorosas renegociações de contratos.
Hugo Chávez, o presidente populista da Venezuela, confiscou campos de petróleo de posse de grupos petrolíferos internacionais e recentemente ordenou às forças armadas que assumissem os projetos das empresas de serviços petrolíferas que ele não é mais capaz de pagar. Chávez dizimou a PDVSA, a companhia petrolífera nacional que no passado era respeitada.
Tudo isso afetou profundamente a capacidade venezuelana de produzir petróleo. A produção caiu de 3,4 milhões de barris diários pouco antes de Chávez assumir o poder em 1999 para os atuais 2,4 milhões - bem abaixo da meta de seis milhões de barris diários que o governo anterior do país tinha estabelecido para 2012.
O México está sem dúvida em uma situação ainda pior. Durante décadas o país usou a Pemex como o cofre nacional, obrigando a empresa a incorrer em profundas dívidas, mas proibindo-a de recorrer a companhias petrolíferas estrangeiras para a obtenção de ajuda de investimento nos seus campos de petróleo.
Tudo isso teve graves consequências. A Pemex tem sido incapaz de deter o declínio natural acentuado do gigantesco e antigo campo de petróleo Cantarell, que no seu apogeu produzia mais de dois milhões de barris diários, e que atualmente não produz nem a metade disso.
Apesar das recentes reformas políticas, o México enfrenta atualmente a perspectiva assustadora de tornar-se um importador líquido de petróleo dentro de uma década.
Já o Brasil nos últimos dez anos dobrou a sua produção diária de petróleo para 2,3 milhões de barris e está começando a exportar. Lobão chegou a dizer que o país entrará para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), tão logo o volume das exportações aumente.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 09h22
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WOLVERINO
Desde criança, Marcos Greick, 35, sempre foi fã de histórias em quadrinhos. O que ele não podia imaginar é que um dia passaria por uma "mutação" para ganhar a vida às custas de seu herói favorito. A história do sósia brasileiro de Wolverine começou com um corte de cabelo e um infortúnio. "Meu cabelo ia até a cintura e decidi cortar curto, meio espetado. Aí um amigo disse: "Você parece o Wolverine. Devia investir nisso. Está perdendo tempo'", diz Marcos. Então veio o infortúnio. Depois de seis anos trabalhando num hospital, cuidando da sinalização interna, ele foi demitido. E usou metade do dinheiro da indenização que recebeu para investir na ideia do amigo. Primeiro, Marcos conseguiu alguém para fazer uma roupa de couro igual à que Wolverine usa no filme "X-Men: O Confronto Final", que estava em cartaz em 2006, quando começou a "mutação". Depois, veio o mais importante: alguém que lhe fizesse as garras. É claro que Marcos não conseguiu nada de "adamantium" - as dele são só de aço. Mesmo assim, saiu caro. A roupa e as garras custaram mais de R$ 3.000. E o resto foi no improviso. "Comprei um cinto de caubói e tirei os cavalinhos. Peguei um pedaço de couro, escrevi X-Men e colei na fivela. Ficou igualzinho ao do filme", diz o sósia.
Carreira no auge Aos poucos, a ideia deu certo. Marcos conseguiu convites para programas de TV e para trabalhos como animador de festas de criança. Não era nenhum cachê de Hollywood, mas o melhor estava por vir, com a chegada de "X-Men Origens: Wolverine" aos cinemas. Desde a estreia do filme, sua carreira de sósia deslanchou. Ele foi contratado para aparecer em feiras e para promover o filme nos finais de semana no Shopping Metrô Itaquera, na zona leste de São Paulo. "Agora está bem melhor. Já recuperei todo meu investimento", diz Marcos, que treinou até alguns movimentos para incrementar suas aparições. Aliás, se você der de cara com ele, cuidado: ele não tem garras de "adamantium", mas admite algumas semelhanças com o herói. "Sou que nem o Wolverine. Tenho coração bom, mas sou estourado. Se não gosto de alguma coisa, fico irado e brigo mesmo", avisa.
Enquanto nada de errado acontece, o Wolverine brasileiro curte a fama. "Lá no shopping, as crianças adoram". Para ele, o único problema de ser famoso não são os "paparazzi", mas a vida afetiva. "Não posso nem ter namorada agora, porque ela ficaria com ciúme. As mulheres veem e já querem logo me agarrar", diz. Hugh Jackman que se cuide.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 12h04
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Candidatos farão exame psicotécnico Empresa terceirizada realizará provas O Conselho Nacional da Justiça aprovou nesta terça-feira resolução sobre os concursos para ingresso na magistratura. A partir de 1.011 sugestões encaminhadas, o órgão determinou que os concursos seguirão as mesmas regras e padrões em todos os ramos do Judiciário. O conselheiro relator, ministro João Oreste Dalazen, lembrou que a proposta surgiu da necessidade de padronizar os critérios de seleção. “Havia falta de uniformidade nas normas, cada tribunal tem a sua norma, os seus critérios. Também surgiu da preocupação com algumas diretrizes, tal como terceirização em demasia das provas do concurso”, explicou. Segundo informa a assessoria de imprensa do CNJ, pela nova resolução, reunidas em 38 páginas (*), os concursos para ingresso na magistratura serão compostos por cinco etapas: prova seletiva, duas provas escritas (uma discursiva e outra prática de sentença), prova oral, prova de títulos e uma etapa constituída de sindicância da vida pregressa e funcional do candidato, exame de sanidade física e mental e exame psicotécnico, que não era exigido até então. Outra mudança significativa diz respeito à contratação de empresas terceirizadas para realização dos concursos. Essas empresas só poderão ser contratadas para execução da prova objetiva. Também será possível ingressar com recursos em todas as etapas do concurso, com exceção da prova oral. A partir de agora, a resolução enumera quais os títulos e os valores de pontuação correspondentes a esses títulos. Com relação a vagas para portadores de deficiência, serão reservados, no mínimo, 5% das vagas. No que se refere à atividade jurídica, a resolução revoga a Instrução Normativa n. 11 do CNJ, que considera como tal a participação em curso de pós-graduação promovido por Escolas oficiais de magistratura. Contudo, os cursos iniciados antes da entrada em vigor da resolução serão considerados.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h52
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Shoppings não podem cobrar estacionamento do A TARDE
A Prefeitura de Salvador promete acirrar a fiscalização dos empreendimentos comerciais que exploram economicamente os estacionamentos. A partir desta terça, 26, a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realiza blitzes para verificar se os prédios comerciais têm alvará para a cobrança de estacionamento e se atendem aos critérios legais. A atenção do poder público para a questão vem acompanhada do ressuscitar de uma antiga polêmica: a cobrança dos estacionamentos nos shoppings.
A informação que haveria shoppings realizando processo licitatório para escolher a empresa que vai controlar os estacionamentos deixou a prefeitura em alerta. “Vamos resistir”, anuncia o superintendente da Sucom, Cláudio Silva. O órgão é o responsável pela concessão de alvarás autorizando a exploração econômica de estacionamentos. Segundo Silva, até esta segunda, 25, nenhuma solicitação nesse sentido, por parte de shoppings, havia sido feita. Para a realização de qualquer atividade econômica em Salvador é necessária a autorização formal do poder público, que faz a análise embasado na Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo do Município e no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). No caso dos shoppings, ressalta Silva, há ainda a Lei Municipal de nº 6.994/2006, que dispõe sobre a proibição de cobrança de estacionamento em shoppings. No caso dos prédios comerciais, assim como nos shoppings, a privatização das vagas também só pode acontecer mediante concessão de alvará pela Sucom, caso atenda a uma série de critérios legais. Pela lei municipal, os empreendimentos comerciais devem oferecer gratuitamente uma vaga para cada 18 metros quadrados de área construída.
Cumprido este requisito, apenas as vagas excedentes a este mínimo exigido podem ser cobradas e, ainda assim, atendendo a outras condicionantes. As vagas devem ser demarcadas e numeradas. E na catraca de acesso deve constar um letreiro informando quantas vagas estão disponíveis no momento. É obrigatório ter manobristas e os veículos devem ser colocados em vagas e não deixados em locais de passagem. “Tem que ter manobrista porque é uma prestação de serviço e não uma locação de espaço”, esclarece Silva. Por fim, a empresa deve vistoriar o veículo na entrada e emitir um tíquete se responsabilizando por devolvê-lo nas mesmas condições. Todas essas exigências e a existência do alvará serão alvo da fiscalização que tem início hoje. Quem não estiver em conformidade com a lei, adverte Silva, será notificado e terá prazo de 10 dias para se adequar. Persistindo as irregularidades, pode haver multas, embargo, interdição e, em última instância, a cassação do alvará de funcionamento.
REQUISITO – “Nós não vamos emitir nenhum alvará permitindo cobrança de estacionamento em shoppings, exceto se forem cumpridas todas essas condicionantes e em relação às vagas excedentes. O oferecimento de vagas de estacionamento gratuito foi peça para estes empreendimentos conseguirem autorização de funcionamento e não podem agora ser exploradas economicamente”, defende Silva. “Só haverá cobrança por imposição judicial e mesmo assim a prefeitura recorrerá”, assegura. Responsáveis por shoppings da cidade foram procurados para se manifestar sobre o assunto. O Salvador Shopping garante que a gratuidade será mantida. O Shopping Paralela, por meio de sua assessoria de imprensa, informa que não quer se pronunciar a respeito do assunto. Avaliação – O superintendente do Shopping Barra, José Carlos Poroca, afirma que o assunto sequer foi levado para avaliação do conselho, órgão deliberativo do empreendimento. Ele também assegura que não há processo licitatório para escolher empresa. "Quando for possível, nós cobraremos. E quem cuidará disso será uma empresa ligada à administração. Não haverá licitação", diz Poroca. O superintendente do Shopping Piedade, Carlos Medeiros, revela que tem interesse em cobrar. Porém afirma que não há nenhuma iniciativa concreta do centro comercial neste sentido. "A cobrança é uma tendência. Se tivermos permissão, temos interesse", afirma Medeiros.
A direção do Shopping Iguatemi garante que não há processo licitatório em andamento e nem medida para efetivar a cobrança. Contudo, reitera posição favorável à adoção desta medida.
CONSUMIDORES – Perante o embate que se anuncia, os consumidores esperam não ter que arcar com mais este ônus. “Vou lá gastar. O shopping tem obrigação de oferecer conforto”, opina a advogada Daniela Quadros. Ela adianta um comportamento que pode ser a tendência dos demais consumidores. “Vou optar por ir ao shopping que não cobra estacionamento. Se todos cobrarem vou ficar aborrecida”, diz. Outro que pretende adotar a mesma atitude é o motorista José Soares da Cruz, 46 anos. “Isso é um absurdo”, reclama.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h49
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Planalto deve adiar projeto sobre poupança A guerra política deflagrada pela criação da CPI da Petrobras e a falta de consenso na equipe econômica deve levar o governo a adiar o envio ao Congresso do projeto que vai taxar as aplicações acima de R$ 50 mil na caderneta de poupança. Embora a cobrança de IR (Imposto de Renda) sobre os rendimentos da poupança tenha sido anunciada no último dia 13, o governo ainda não tem pronto o texto com a proposta. A ideia é começar a cobrança em janeiro de 2010 por meio do recolhimento mensal na fonte, mas não houve acordo sobre como isso será feito. Agora, a tendência é que o texto chegue ao Legislativo apenas no segundo semestre, quando o clima pode estar menos desfavorável. Segundo a Folha apurou, a área econômica e os articuladores políticos do governo avaliam que a tramitação da proposta correria risco se fosse enviada em meio às turbulências políticas criadas depois da CPI da Petrobras, dando mais munição à oposição na sua guerra ao Executivo. A cobrança de imposto sobre as aplicações da caderneta é um tema politicamente sensível e o governo teme os ataques feitos pela oposição, que já criticou a proposta. A palavra final caberá ao presidente Lula, mas tudo indica que o envio será mesmo adiado. Um auxiliar do presidente destacava ontem que o governo tem até o final do ano para aprovar a taxação das cadernetas e que agora o tema ficaria "contaminado" pela disputa no Congresso. Se o Congresso não aprovar a criação do imposto, a cobrança não poderá ser feita em 2010. A legislação exige que novos impostos ou a elevação de alíquotas seja aprovada no ano anterior ao início da arrecadação. Mas a prometida redução no IR dos fundos de investimentos de 22,5% para 15% poderá ser feita a qualquer momento, sem necessidade de aprovação prévia dos deputados e senadores. O novo cronograma é um recuo em relação ao anúncio oficial das mudanças na caderneta há duas semanas, quando o ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que projeto não demoraria a ir ao Congresso. Pela ideia original do governo, o rendimento obtido nas cadernetas com saldo acima de R$ 50 mil seria taxado na declaração do IR entregue em 2011. A tributação, no entanto, dependerá da taxa de juros em vigor no momento. Quanto mais baixa a taxa de juros, maior será o imposto devido. Os bancos deverão informar a seus clientes o rendimento mensal de cada caderneta. Esse dado será informado na declaração do IR e o programa da Receita Federal fará os cálculos. Além disso, Mantega anunciou que o imposto sobre os fundos de investimentos será reduzido somente neste ano, enquanto a tributação da poupança não começa. A cobrança foi a fórmula encontrada pelo governo para enfrentar o problema criado com a queda nas taxas de juros. Como a caderneta rende 6,17% ao ano, com juros definidos em lei, a redução na taxa do Banco Central, a Selic, faz com que as outras aplicações passem a render menos do que a caderneta. Essa diferença de taxas estimula a migração de dinheiro dos fundos de investimento para a poupança. Pelos cálculos do governo, fundos que hoje cobram taxa de administração acima de 2% ao ano já estão pagando menos que a caderneta. Se essa troca ocorre, pode haver dificuldades de vender títulos da dívida pública além de distorções no mercado imobiliário, já que os recursos da poupança são usados para emprestar a mutuários. Lula preferiu tributar a poupança a mudar o seu rendimento. Na avaliação do presidente, uma mudança no rendimento da caderneta poderia ser usada pela oposição -que, por meio do PPS, tentava associar a alteração ao confisco feito no governo Collor.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 11h48
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do blog do Duilio
É uma profissão das mais esquisitas. Quando alguém liga para cobrar é um horror, já estraga o dia todo. Nem dá para dizer se é pior alguém ligar para dizer que alguma conta está atrasada ou aquelas ligações eletrônicas avisando que você esqueceu de pagar alguma conta. Nos quadrinhos do Hagar o cobrador de impostos usa a mesma roupa que o carrasco. Muito conveniente. O cobrador de ônibus é um sujeito que também é uma incógnita. Afinal quem ainda precisa deles ? Aqui em São Paulo temos o sistema de Bilhete Único e poucos usam dinheiro. O cobrador fica lá só olhando ou dormindo.
Ainda precisamos de cobrador de ônibus ? Bem, houve uma tentativa de eliminar essa profissão, mas os sindicatos não deixaram. Às vezes fico pensando se esses sindicatos são realmente um avanço ou uma alavanca para o passado. De qualquer forma, temos que ver os cobradores todos os dias. E já que eles estão ali, por que não treinam os dorminhocos nos itinerários ? Ouço as pessoas perguntando para os cobradores sobre alguma rua ou lugar público e eles nunca sabem dizer. Como um sujeito passa todos os dias pelas mesmas ruas e nem sabe onde está ? Pelo menos aquelas pessoas que trabalhavam nos elevadores foram extintas, aquilo sim era uma das profissões mais estranhas do mundo. Credo. Outro dia estive em um prédio em que o elevador falava e mostrava minha foto no painel. E nem precisei apertar o botão do andar. Ele me reconheceu e foi direto. Parecia filme de ficção, mas isso é meio normal naquela região da Berrini e dos prédios de luxo (neo clássicos) da Vila Olímpia. Mas se os elevadores já reconhecem as pessoas, por que os ônibus ainda não fazem isso ? Seria fácil : você entraria no ônibus e o radar reconheceria seu Bilhete Único e já cobraria. Como aquele aparelho do pedágio Sem Parar. Você só se aproxima do pedágio e ele libera a passagem e a cobrança vem no seu cartão. Um avanço, mas uma pessoa perderia o emprego e certamente surgiria mais um camelô na cidade.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h58
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O primeiro passopor Marcelo Angulo A melhora da condição financeira, tal como a melhora da condição física, é um processo que ocorre ao longo do tempo com a dedição do “atleta”, o suporte do treinador e a tomada de decisões corretas. É por isso que “personal trainer” das finanças, “preparador físico” das finanças são boas definições para explicar o trabalho de um consultor em finanças pessoais. Atendimento personalizado, adequado às necessidades e objetivos de cada “atleta”, acompanhamento periódico, análise e discussão do desempenho são pontos em comum entre os “personal trainers” da academia e os “personal trainers” do dinheiro. Se o conceito é similar, o método de trabalho também apresenta pontos em comum. Medição do peso, altura, índice de massa corporal e realização de um teste ergométrico ajudam o preparador físico a conhecer melhor a condição física do seu novo “atleta”. No caso do consultor em finanças pessoais, existem também alguns índices que podem ser monitorados para acompanhar a saúde financeira, para bater uma fotografia das finanças do atleta na data inicial do trabalho de planejamento financeiro. Não há momento melhor para tirar esta fotografia financeira do que no início de um ano ou de um mês, quando a resolução de muitos envolve, entre outros objetivos, a conquista de uma situação financeira melhor. Assim, este artigo tem o objetivo de descrever e ajudar você a calcular três índices: o seu patrimônio esperado, a sua taxa de poupança e a sua taxa de riqueza. Patrimônio EsperadoA fórmula para se calcular o patrimônio esperado foi desenvolvida por dois pesquisadores norte-americanos Thomas Stanley e William Danko, também autores do livro “O Milionário Mora ao Lado”. “Qualquer que seja a sua idade, qualquer que seja a sua renda, quanto você deveria ter agora mesmo?”. A fórmula proposta para responder a esta pergunta é: “multiplique a sua idade pela sua renda familiar anual realizada, antes dos impostos, provinda de todas as fontes exceto herança. Divida por dez. Isso menos a riqueza herdada, deveria ser o valor do seu patrimônio líquido.” Para ilustrar, vamos calcular o patrimônio esperado de Gustavo, arquiteto de 30 anos. Gustavo recebe do seu empregador 3.000 por mês e tem uma aplicação em fundos de renda fixa de R$ 50.000 que geram R$ 250,00 ao mês de rendimentos acima da inflação. Assim, sua renda mensal é de R$ 3.250,00 e sua renda anual de R$ 39.000 (R$ 3.250 x 12). Aplicando a fórmula temos: Patrimônio Esperado = (Renda Anual x Idade) / 10 Patrimônio Esperado = (R$ 39.000 x 30) / 10 = R$ 117.000 Moral da história, Gustavo pela sua idade e renda deveria ter um patrimônio hoje de R$ 117.000. Vamos um passo além, calcular qual o patrimônio de Gustavo hoje. Para chegar a este valor, basta somarmos todos os bens de Gustavo (ativos) e subtrairmos o que Gustavo deve (passivo). Gustavo, além dos investimentos de R$ 50.000, possui um carro no valor de R$ 35.000 com R$ 15.000 ainda financiados. Assim seu patrimônio é de: Patrimônio Atual = Ativos (Bens) – Passivos (Dívidas) Patrimônio Atual = R$ 50.000 + R$ 35.000 – R$ 15.000 (dívida carro) = R$ 70.000 Gustavo tem hoje um patrimônio de R$ 70.000, pela nossa fórmula dos pesquisadores americanos deveria ter R$ 117.000. Portanto seu patrimônio atual corresponde a 60% do patrimônio esperado (R$ 70.000 / R$ 117.000 = 60%). Este é um primeiro índice! O ideal é que o patrimônio atual corresponda a 100% do patrimônio esperado. Porém tão importante quanto chegar nos 100%, é monitorar este índice com frequência e verificar que ele está crescendo. Taxa de PoupançaA taxa de poupança é um índice simples, porém fundamental. É a divisão entre o que se poupa por mês pelo que se ganha. Por exemplo, Gustavo ganha R$ 3.250 por mês e gasta R$ 3.100 com alimentação, transporte, educação, lazer, etc. Ou seja sobram apenas R$ 150 para poupar (R$ 3.250 - R$ 3.100). Taxa de Poupança = Poupança / Ganhos Taxa de Poupança = R$ 150,00 / R$ 3.250 = 4,62%. O ponto positivo é que Gustavo poupa, gasta menos do que ganha, no entanto poupa pouco. É indicado que a taxa de poupança seja de 10 a 20%. Qual a sua taxa de poupança? Taxa de RiquezaA taxa de riqueza foi proposta pelo livro “Aposentado Jovem e Rico” de Robert Kiyosaki. Segundo o autor, o cálculo da taxa de riqueza é muito simples: (renda passiva + renda de portfólio) / (despesas totais). Renda passiva é aquela que você recebe sem trabalhar, por exemplo, a renda de aluguéis. Renda de portfólio é aquela gerada a partir dos seus investimentos, seja renda fixa, ações ou qualquer outro investimento. O objetivo de calcular a taxa de riqueza é fazer com que a renda passiva e de portfólio se igualem ou excedam as despesas totais. Quando isso acontecer, você pode, por exemplo, se aposentar e manter o seu padrão de vida. Significa que você conquistou a sua independência financeira. Na prática, Gustavo ganha R$ 250,00 como renda de portfólio dos seus investimentos e gasta R$ 3.100. Assim, sua taxa de riqueza é de 8% (R$ 250 / R$ 3.100 = 8%). O ideal é monitorar a taxa de riqueza para que ao longo do tempo ela se aproxime a 100%. Monitorando os ResultadosSe você calculou os índices e não gostou do resultado, pense que só o fato conhecer um pouco melhor sua situação financeira já é um avanço. E lembre-se de que mais importante do que ter valores ideais dos índices calculados acima é monitorá-los com freqüência e perceber que os índices estão melhorando. A tabela abaixo pode ajudar: 
Sugestão: Imprima este artigo com a tabela acima e volte a fazer o exercício em um ano. Como melhorar os índices?Calculados os índices, o próximo passo é trabalhar para melhorá-los. Um ótimo começo é o investimento na sua educação financeira: leia livros, revistas, artigos, visite sites sobre o tema. Com certeza, esses novos conhecimentos lhe ajudarão a melhorar a sua performance. O Blog AmigoRico.org é escrito por Marcelo Junqueira Angulo, planejador financeiro pessoal CFP e autor do livro SuasFinanças.com da Coleção ExpoMoney. Visite também Médico das Finanças. type="text/javascript">ShareThis Tags:indicadores financeiros, pai rico pai pobre, patrimônio esperado, planejador financeiro pessoal, planejamento financeiro pessoal, taxa de poupança, taxa de riqueza
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h54
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Teatro Castro Alves recebe 1ª Mostra de Humor 'Stand Up Comedy'
A 1ª Mostra de Humor - Stand Up Comedy, que acontecerá na sala principal do Teatro Castro Alves, no Campo Grande, pretende dar a Salvador um pequeno panorama do que acontece de mais atual na cena do humor nacional, com humoristas que atuam de pé, diante da platéia, na companhia exclusiva do microfone e do seu texto.
No dia 28 de maio (quinta-feira) o primeiro a se apresentar é Oscar Filho com 'Putz Grill', no dia seguinte, 29 de maio (sexta-feira), é a vez de Rafinha Bastos em 'A Arte do Insulto'. Já no dia 30 de maio (sábado), último dia da mostra, Danilo Gentili se apresenta com 'Apenas Danilo'.
Nos três dias, o evento começa a partir das 21h, e os ingressos custam R$60 (inteira) nas filas A a W, e R$50 (inteira) nas filas de Z1 a Z11.
Para saber mais, ligue: (71) 3117- 4899
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h52
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NÃO TRAZ A AL QAEDA PRO BRASIL PORQUE ESCULHAMBA A AL QAEDA Prisão de terrorista feita pela PF em São Paulo está sob sigilo rigoroso; só governo dos EUA tem informações
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ESTÁ PRESO no Brasil, sob sigilo rigoroso, um integrante da alta hierarquia da Al Qaeda. A prisão foi feita pela Polícia Federal em São Paulo, onde o terrorista estava fixado e em operações de âmbito internacional. Não consta, porém, que desenvolvesse alguma atividade relacionada a ações de terror no Brasil. A importância do preso se revela no grau de sua responsabilidade operacional: o setor de comunicações internacionais da Al Qaeda. Tal atividade sugere provável relação entre recentes êxitos do FBI e a prisão aparentemente anterior feita em São Paulo. Há cinco dias, o FBI prendeu por antecipação os incumbidos de vários atentados iminentes nos Estados Unidos, inclusive em Nova York. A cautela para preservação do sigilo fez a Polícia Federal atribuir a prisão, até mesmo para efeito interno, a investigações sobre células de neonazistas. Só o governo dos Estados Unidos tem informações do ocorrido em São Paulo, mesmo porque o FBI e o grupo americano antiterrorismo têm agentes no Brasil em ação conjunta com a Polícia Federal. A escolha de São Paulo pela Al Qaeda parece decorrer, ao menos em parte, da conjunção de neutralidade simpática do governo brasileiro ante os países islâmicos e de inexistir, aqui, obsessão (e motivos para tê-la) antiterrorista. São Paulo, por sua vez, como a máfia, a camorra e coirmãs têm demonstrado, proporciona as condições populacionais e urbanísticas para desaparecer-se no gigantismo geral. O que, já nos anos 60-70, fizera os movimentos de luta armada a escolherem para seu campo de ação preferencial. Por menos que a atividade do agora preso tivesse a ver com o Brasil, do ponto de vista brasileiro há um aspecto grave na constatação de sua presença aqui. Só Foz do Iguaçu, por estar na chamada Tríplice Fronteira, era vagamente citada como possível local de apoiadores de movimentos islâmicos. Com a presença ativa de um integrante da Al Qaeda em São Paulo, o Brasil entra no mapa das fixações internacionais do antiterrorismo. E nisso só há inconvenientes.
Em tempo A CIA, que previu o uso de armas nucleares pelo Iraque que não as tinha, não previu que a Coreia do Norte estava pronta para explodir uma arma nuclear. A novidade é um presente combinado do regime tresloucado da Coreia do Norte e ainda de George Bush. Feito o acordo para os norte-coreanos sustarem seu programa nuclear, em troca de ajuda econômica, eles, para justificada surpresa, o cumpriram. George Bush e seus aliados, não. Nem quando advertidos de que o programa, então, seria retomado. Enquanto você acredita que o Brasil não está na fila de entrada do mundo de armas nucleares, a Editora Paz e Terra lhe oferece nas livrarias um livro muito recomendável. É o pequeno "Um Mundo ou Nenhum" (a tradução do título original é "Nosso Mundo ou Nenhum", melhor), criação já antiga mas atualíssima de eminentes cientistas e pensadores com artigos para o público comum, sobre a ameaça nuclear. A meu ver, leitura indispensável para todo não alienado. Com atenção especial para o texto do velho Einstein.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 15h51
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Antes para o lixo, agora para o museu. Na Croácia, acervo é composto apenas por objetos trocados entre “ex”. Vem da Croácia uma ideia, por que não dizer, inusitada. Cansados de consolar amigos com corações partidos, após rompimentos amorosos, os amigos Olinka Vištica e Drazen Grubišić decidiram criar o Museum of Broken Relationships (Museu das Relações Rompidas), que tem seu site oficial na Internet. Sediado na Croácia, lá estão, com cara objetos de arte , “mimos” trocados entre ex-namorados. Presentes, fotos com dedicatória, pequenas lembrancinhas e uma infinidade de itens desde bilhetes de shows até uma bicicleta e celulares. Um souvenir de cristal comprado em Veneza, um ursinho de pelúcia comprado no aniversário de namoro, e até mesmo uma prótese para perna doada por um veterano de guerra que se apaixonou pela fisioterapeuta... Uma mulher até doou seu vestido de noiva, outra os documentos do divórcio. Itens que, segundo os idealizadores, estão embutidos de memórias e emoções, e por isso não merecem o destino tradicional: o lixo. “Criamos um espaço para proteger a memória emocional de uma geração. Diferente do sentimento destrutivo de rasgar ou jogar fora estes objetos, aqui preservamos estes materiais que nada mais são que heranças de relacionamentos um dia felizes”, contam. Qualquer um pode doar objetos para o “acervo” (o site explica como). As doações são mantidas no anonimato, apenas são compartilhadas as histórias dos relacionamentos por trás de cada objeto. A exposição acontece de forma itinerante e recentemente passou por São Francisco (EUA), Sérvia, Eslováquia e Cingapura. Agora está na Suécia.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h26
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LADO BOM DA CRISE [...] Fico muito feliz que a teoria do Estado mínimo e do mercado máximo ruiu. E isso não foi na Venezuela, na Bolívia ou no Paraguai. Foi nos Es-ta-dos-Uni-dos-da-A-mé-ri-ca-do-Nor-te. Na Alemanha. Na França. Na Inglaterra. Quando o Lehman Brothers quebrou, quem se tornou o salvador da pátria? O Estado. A GM já não sabe mais nada. A Ford já não sabe mais nada. Os banqueiros também não. Quem sabe? O Estado. Isso aconteceu por uma providência de Deus, que restabeleceu a normalidade do papel de cada um.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h26
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Tá atrás de legendas de filmes em português? Você acabou o download daquele filme bacana e quando foi assistir não tinha legenda? Seus problemas acabaram! O Bravus trás uma seleção de sites lotados de legendas em português de seus filmes e séries favoritas! Talvez o mais famoso repositório de legendas da internet. Tem legenda de tudo que é filme imaginável, algumas estão no português safado de Portugal, mas na hora do desespero e falta de opções, ele é a solução. Além do enorme acervo você ainda pode encontrar capas para fazer os DVD dos filmes e baixar torrents para download de filmes completos. Site totalmente gratuito de legendas em português, e outras línguas, para serem usadas nos filmes e seriados. Nele você pode fazer download e upload de legendas, caso queira ajudar a comunidade. Estes dois são os mais completos e os que eu mais uso. Mas se mesmo assim você não encontrar a legenda que precisa, procure no Legendas Divx ou no Legendando.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h24
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Cartão transforma compras de supermercados em desconto D.Super, novo cartão da Credicard, converte as compras de qualquer supermercado em descontos de até 10% diretamente na fatura.
A Credicard observou que muito de seus clientes têm o hábito pagar as compras no supermercado com o cartão de crédito, podendo parcelar o valor em algumas vezes sem juros. Pensando nesta faixa de público, a operadora de cartões lançou o D.Super, cartão de crédito que converte as compras em supermercados em descontos de até 10%, creditados automaticamente na fatura. O novo produto já está disponível e tem o casal Malu Mader e Tony Belloto como garotos-propaganda.
Destinado a clientes de diferentes perfis de consumo e renda (mas que têm em comum o uso do cartão de crédito em supermercados), o novo produto tem excelente custo-benefício e está disponível nas versões nacional e internacional. Com as mesmas funcionalidades dos cartões de crédito convencionais, um dos principais diferenciais está na liberdade: o portador pode comprar em qualquer rede supermercadista, estabelecimentos credenciados à bandeira MasterCard, e obter o desconto. Apoiada nesse diferencial, a expectativa da Credicard é superar a marca dos 100 mil cartões no primeiro ano.
“A Credicard tem mais de 35 anos de expertise no mercado nacional de cartão de crédito, portanto, entende o consumidor brasileiro e identifica, antes dos concorrentes, as demandas do mercado. Com base nessa experiência e no interesse estratégico de inovar, lançamos um cartão que oferece liberdade de escolha ao cliente, ou seja, o cliente escolhe em quais supermercados quer utilizar o cartão e obter descontos”, afirma Márcia Ambrosano, superintendente de Produtos da Credicard, acrescentando que o target do produto é muito amplo, já que é destinado a clientes de supermercados.
Com custo competitivo – anuidade de três parcelas de R$ 10 e cartão adicional grátis no primeiro ano (versão nacional) – o Credicard D.Super MasterCard está disponível para prospects com renda a partir de R$ 500. O porcentual do desconto é calculado com base em todas as compras efetuadas com o cartão no mês, em qualquer ramo de estabecimento, sendo que o desconto é aplicado somente nas compras em supermercados. Na prática, o cliente pode usar o cartão em qualquer estabelecimento comercial e utilizar o desconto para as compras em supermercados.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 23h21
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