» Dados da Série Título Original: Wonder Years Título Traduzido: Anos Incríveis Gênero: Comédia/Drama Duração: 22min cada Episódio: 6 temporadas
» Sinopse Anos incríveis (em inglês: The Wonder Years) foi uma série americana de televisão criada por Carol Black e Neal Marlens. Durou seis temporadas na rede americana ABC, de 1988 a 1993. No Brasil, o programa já foi exibido pela TV Cultura, TV Bandeirantes, Multishow e Rede 21, até voltar à TV Cultura.
Anos incríveis apresentou as questões sociais e os eventos históricos do final dos anos 60 e início dos anos 70 através dos olhos do protagonista Kevin Arnold, que também vive os assuntos da adolescência (principalmente com seu grande amigo Paul e sua paquera, Winnie Cooper), problemas familiares e outros. Enquanto se passam as histórias, os acontecimentos são narrados por um Kevin mais velho e experiente, que descreve o que acontece e conta o que aprendeu de suas experiências. Esta técnica serviu de inspiração a outras séries.
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu nesta quinta-feira que a União deverá indenizar, por danos morais, as pessoas com a Síndrome da Talidomida. De acordo com o tribunal, deverá ser pago, em parcela única, cem vezes o valor da pensão vitalícia recebida pelas vítimas.
A União poderá recorrer da decisão, que é válida para os membros, nascidos de 1957 a 1965, da Associação Brasileira dos Portadores da Síndrome da Talidomida, que moveu a ação. Cerca de 360 pessoas serão beneficiadas. As pessoas que já fizeram acordo com a União não terão direito.
A Talidomida é um medicamento desenvolvido na Alemanha em 1954, que pode gerar casos de focomelia síndrome caracterizada pela aproximação ou encurtamento dos membros junto ao tronco do feto se tomado durante a gravidez.
Em 1982, governo brasileiro, por meio da Lei 7.070, concedeu pensão alimentícia vitalícia às vítimas da síndrome. A pensão varia de meio a quatro salários mínimos, de acordo com o grau de deformação.
"Nós esperávamos uma indenização de 200 vezes o valor da pensão para que o Estado não mais cometesse o mesmo erro", disse a presidente da associação, Cláudia Marques Maximino, ao comentar a decisão judicial em São Paulo. A entidade pediu na ação o valor de 500 vezes a pensão recebida.
Em abril passado, a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu que a União é responsável pela fiscalização dos medicamentos comercializados no país e, por isso, deve responder pelos efeitos colaterais causados pelos produtos. Em primeira instância, a Justiça Federal havia definido a indenização por danos morais às vítimas no valor de 20 vezes a pensão.
Qual o melhor tipo de colchão para a coluna: de molas, de espuma ou aquele tem madeira??? E me diga o porquê ; Preciso trocar meu colchão, mas quería comprar o que fosse melhor para a saúde de minha coluna ao mesmo tempo que tivesse tb conforto. Não tenho a menor idéia de qual escolher. Vcs poderíam me ajudar???
MELHOR RESPOSTA
No meu caso eu gosto mto e uso colchão ortopédico... me sinto mto bem. Mas vou tentar te explicar melhor sobre colchões p/vc ver o q será melhor p/vc... a explicação é longa, pois são diversos tipos de colchões existentes, mas vale a pena ler, pois se trata de uma boa qualidade de sono... Boa sorte na sua escolha!!!!
O colchão é determinante na qualidade do seu sono. Se ele não estiver de acordo com o seu biotipo ou estiver danificado por tempo de uso ou má qualidade, mesmo que você tenha todas as condições para dormir bem, não dormirá; se tiver algum tipo de variável que seja desfavorável, ele acentuará este problema. Portanto, não poupe esforços nestes dois acessórios: colchão e travesseiro.
É bom lembrar que o colchão é muito mais usado que o carro, o sofá, a televisão, o fogão, os sapatos, pois é usado durante toda a vida por 8 horas ininterruptas.
Como escolher o colchão?
Procure lembrar na sua história de vida se você adaptou-se melhor nos de tipos macio ou firme. Depois se eram de espuma, mola ou caixa ortopédica (os três tipos mais comuns). Dê preferência ao modelo e tipo que você já possui hábito. Salvo se sua experiência vem sendo ruim.
Todo colchão deve exercer uma função ortopédica para seu usuário. Para isto ocorrer precisamos combinar o colchão biotipo do usuário. Existem modelos que são polivalentes, ou seja: são ortopédicos para qualquer biotipo de usuário, porém é preciso consultar uma loja especializada. Cuidado, pois existem muitos colchões com apelo de ortopédico que não exercem uma função ortopédica, a exemplo de um modelo oriental vendido de porta em porta, o qual contraria o princípio básico de ortopedia.
Veja abaixo.
O que é colchão ortopédico?
Todo colchão deve ceder nas devidas proporções às curvaturas do corpo sem que o mesmo afunde como um todo, ou desproporcionalmente. Resumindo: quando deitamos num colchão que tem função ortopédica, seria como se deitássemos num local sem gravidade e o corpo ficasse flutuando, com as curvas de sua anatomia em perfeito estado, sem influência de qualquer força ou pressão. Imagine você deitado num colchão e um terceiro bater foto, após isto com um computador eliminarmos o colchão da foto e visualizarmos apenas você. Se a sua postura estiver natural, tipo flutuando no ar mantendo sua coluna em estado natural, certamente este colchão está exercendo uma função ortopédica, então podemos chamá-lo de colchão ortopédico. Dormir em cima de uma tábua de madeira rígida revestida com uma fina camada de espuma é um crime para a anatomia do corpo.
Nos colchões de espuma:
Existem tabelas que indicam qual a densidade da espuma de poliuretano ideal para cada biotipo.
Diante disto, podemos afirmar que determinado colchão pode ser ortopédico para uma pessoa de 70 kg e 1,75, mas para uma pessoa de 100 kg e 1,80, não.
Nos colchões de mola:
Existem recursos como as molas bicônicas, que têm resistência progressiva, funcional como um feixe de mola. Ou seja, a resistência do colchão é proporcional ao peso da pessoa.
Assim, quanto mais peso se coloca sobre as molas, mais elas trabalham para oferecer uma resistência que estabilize o corpo numa posição confortável.
Pode-se ainda optar pelo sistema de molas pocket (são molas individuais). Este sistema se baseia no sistema de suspensão independente que é usado nos veículos, onde se uma das rodas sofre a pressão de uma pedra, esta roda se move, já as outras ficam no estado natural. No colchão ocorre o mesmo: se o ombro e o quadril são as partes mais proeminentes do corpo, as molas que os suportam sofrem variação, já as demais ficam intactas sustentando o corpo, dando total anatomia ao usuário.
Nos colchões de caixa ortopédica:
Certifique-se que o colchão possua no mínimo 3 cm de espessura na camada de espuma e no máximo 8 cm. Isto fará com que o corpo afunde nas devidas proporções no quadril e ombro e garantirá a anatomia durante o uso. As densidades devem variar entre 26 e 45.
Nos colchões de látex:
Têm o mesmo princípio da espuma. Dependerá da densidade, porém dificilmente você encontra a tabela de adequação de peso e altura, a qual para o látex é diferente da espuma de poliuretano.
Não tenha vergonha: teste o colchão
Você deve optar pelo colchão após experimentá-lo na loja: teste experimentando em todas as posições de uso. É fundamental experimentar mais de um tipo para poder estabelecer um referencial. Tente imaginar usando-o todos os dias e após isto decida
Muito rígido: entorta a coluna e pode machucar os quadris, os ombros e as coxas. Um colchão assim também exige muito dos músculos, quando eles deveriam repousar.
Muito macio: não dá a sustentação necessária para as partes mais pesadas do corpo, como os quadris, os ombros e as coxas. Em vez de moldá-las, ele afunda, desviando a coluna.
O melhor colchão: é firme, nem macio nem rígido demais, seja qual for o material do qual é fabricado. Nele, todas as curvas do corpo têm apoio e a coluna fica reta, sem ser forçada.
Conselhos para comprar:
- Saia para escolher com seu/sua companheiro/ companheira. - Lembre-se de que será um bem compartilhado. - Saia com tempo para escolher. Quando não esteja com pressa e sem outra necessidade, e disposto a ouvir. Esta decisão influenciará o resto de sua vida. - Saia para escolher vestido comodamente e com um sapato fácil de tirar, para permitir que você possa deitar-se com facilidade. - Não compre sem se deitar. Você não compraria um sapato sem prová-lo, nem uma cadeira sem sentar-se nela. Não é suficiente sentar-se ou tocar no colchão. - Não tenha vergonha. Uma vez deitado, realize movimentos e depois fique tranqüilo por uns minutos, concentrando-se no que sente. - Peça ao vendedor dados, folhetos, amostras e toda informação que possa comprovar os princípios básicos de saúde, conforto, estética e principalmente ortopedia. - Pense em seu travesseiro. Seria bom mudá-lo também? Compre um produto que lhe dê o maior benefício. Compre um produto, não um preço. Compre o melhor produto que possa pagar. É um investimento do qual não se arrependerá. - Não economize. Não deixe que 10% ou 20% a mais no preço façam com que leve um produto que pode se transformar numa dor de cabeça. - Procure uma empresa séria. Dar ouvidos a oportunistas interessados em obter uma venda significa risco, o qual você não precisa correr. Esta decisão de compra será fundamental para a sua qualidade de vida.
Big Mac brasileiro volta a ser mais caro que o norte-americano
Em janeiro deste ano, a valorização do dólar frente ao real colocou o Brasil como um dos países com o Big Mac - famoso lanche da rede Mc Donald´s - mais barato do que no próprio Estados Unidos, berço do sanduíche. Depois de seis meses, porém, o cenário voltou a ser igual ao identificado em julho do ano passado.
O Índice Big Mac, apurado pela revista britânica The Economist, revelou que o dólar cedeu e o Brasil passou novamente a ter um lanche mais caro do que o norte-americano. O sanduíche vendido no Brasil está cotado a US$ 4,02, ante US$ 3,39 em janeiro passado. Já o norte-americano está valendo US$ 3,57, ante um valor de US$ 3,54 no primeiro mês de 2009.
O índice da revista é baseado na teoria da Paridade do Poder de Compra (PPP, na sigla em inglês), que compara o valor de diversos produtos em países diferentes. A cesta da revista contém apenas um produto: o Big Mac, cujo valor em diversas nações é convertido em dólar. Brasil
Mesmo com o aumento do preço do sanduíche no Brasil, o país caiu da quinta para a sexta posição, entre janeiro e julho deste ano.
De acordo com o Índice Big Mac, o sanduíche na China custa metade do que nos Estados Unidos, o que mostra como a moeda chinesa é pouco valorizada, a exemplo do que acontece em outros países da Ásia. Na outra ponta do índice, estão os países europeus, com moedas mais fortes. A libra, que estava mais de 25% valorizada um ano atrás, agora está próxima de seu preço justo.
Confira abaixo os 10 sanduíches mais caros na apuração janeiro e julho deste ano:
Febraban lança hoje no Rio o Débito Direto Autorizado. O novo sistema vai permitir que os clientes vejam eletronicamente os boletos do cartão de crédito, da mensalidade escolar e do plano de saúde, entre outros
Consumidores poderão optar por receber ou não em casa os boletos bancários em papel. Hoje, representantes da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e da CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos) fazem apresentação, no Rio, do DDA (Débito Direto Autorizado) — novo sistema que permitirá ao cliente ver eletronicamente suas contas de cartão de crédito, plano de saúde e mensalidade escolar, entre outras.
“O objetivo é transformar os boletos de papel enviados pelos Correios em transação eletrônica. O DDA é a apresentação eletrônica do boleto”, explica Leonardo Ribeiro, coordenador do Grupo de Trabalho e Comunicação do DDA, da Febraban. Quando começar a valer, em 19 de outubro, o sistema será aplicado em despesas com cartão de crédito, plano de saúde, conta de servidor de Internet, taxa de condomínio, mensalidade escolar e financiamento de imóvel — tudo o que for ficha de compensação.
Em outubro, informa a Febraban, os clientes de cartões de crédito só conseguirão ver o valor total da fatura. A descrição das compras só poderá ser acessada seis meses após o lançamento do DDA, ou seja, a partir de abril do ano que vem. Já contas de água, luz, telefone e gás, por exemplo, só poderão ser consultadas eletronicamente em um segundo momento, que ainda não definido pela Federação dos Bancos.
Para ter acesso ao novo serviço, o cliente — pessoa física ou jurídica — deverá demonstrar interesse. Para isso, basta que procure seu banco e solicite o ‘Termo de Adesão ao Sistema Débito Direto Autorizado’. Em alguns sites, como os do Bradesco e do Banco do Brasil, o documento já está disponível. Os boletos poderão ser consultados, principalmente, via Internet ou nos terminais de autoatendimento.
Alguns bancos também poderão oferecer atendimento por telefone. Caberá ao cliente acessar os meios disponíveis para consulta e se informar dos boletos existentes. A decisão sobre a forma de pagamento será de cada consumidor.
O empresário André Fernando Magalhães, 44 anos, já optou pelo serviço. “O banco me avisou do novo sistema e que não vou precisar mais usar papel. Tenho uma empresa de Informática e agora vamos pagar tudo eletronicamente. Já evitamos a impressão e pagamos tudo pela Internet”, conta o empresário. A Febraban estima que sejam processados em torno de 2 bilhões de boletos de cobrança por ano no País.
ATENÇÃO AOS CUSTOS Presidente da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), Maria Inês Dolci acha que ainda falta informação ao cliente. “Antes de aderir, o consumidor deve conhecer melhor o DDA e saber se não vai pagar nada por isso. É bom lembrar que as empresas foram proibidas pelo Banco Central de cobrar pela emissão dos boletos”, diz Dolci.
ADESÃO O cliente poderá solicitar a seu banco (ou a mais de uma instituição) a adesão ao DDA. Caberá a esse banco enviar o cadastro para a base de dados do DDA, que vai disponibilizar as informações para consulta dos bancos participantes. O cadastro dos clientes será feito por CPF ou CNPJ.
MEIO AMBIENTE Segundo a Febraban, o DDA também será bom para o meio ambiente, já que, para produzir os 2 bilhões de boletos em papel, são necessárias 374 mil árvores e 1 bilhão de litros de água.
1. Você não precisa de exercício para perder peso Obviamente você pode perder peso sem exercício, no entanto a melhor maneira de perder peso e ficar em forma é combinar uma dieta saudável com exercícios regulares. O simples fato é que o exercício é importante, independentemente do seu peso atual.
2. Pular o café da manhã ajuda a perder peso Na realidade, estudos indicam que quando você corta o café da manhã, você está mais susceptível a consumir mais calorias no final do dia para compensar. Além do mais, ficar sem café da manhã não é bom para o seu estado metabólico e de humor também.
3. Comer a noite dificulta o emagrecimento Um estudo do Dunn Nutrition Centre, em Cambridge, os voluntários foram submetidos a um teste em que mede calorias queimadas e armazenadas. Eles receberam um pequeno almoço e uma grande janta por um período experimental. Em seguida, um grande almoço e um jantar pequeno durante um segundo período de ensaio. Os resultados revelaram que consumindo uma grande refeição a noite, não fez o corpo armazenar mais gordura. Portanto, é evidente que não é importante a que horas você come, mas o valor total que você consume em um período de 24 horas.
4. Certos são “bons” outros não É bastante evidente que alguns alimentos são melhores do que outros, tais como frutas, legumes, nozes e etc. Mas, não tente me dizer que comer um pedaço de pão faz mal… isso é ridículo! Moderação é a resposta certa.
5. Alimentos com baixo teor de gordura são melhores para você Se um produto que alega ser “fat free” (sem gordura ou diet), é mais do que provável que você encontrará um alto teor de açúcar. Lembre-se, “sem gordura” não significa necessariamente “baixas calorias” ou “sem calorias”. Para obter uma imagem mais clara do que está comendo, sempre verifique cuidadosamente os valores nutricionais. Vale também salientar que uma dieta super restritiva isenta de gordura não é necessário, você precisa ter alguma gordura na sua dieta. Tente evitar gorduras trans sempre que possível, e substitua as gorduras saturadas por gorduras insaturadas que são encontradas nos óleos vegetais (canola, oliva, etc), abacates, nozes, etc.
6. O suco de fruta é tão bom quanto comer frutas Meu lema é de sempre comer alimentos o mais próximo da sua forma natural e sucos realmente não se enquadram nesta linha facilmente. Embora não seja de todo mal, você poderia certamente se beneficiar muito mais comendo o fruto inteiro, e não adquirindo as calorias vazias do suco.
7. O ganho de peso é inevitável a medida em que você envelhece Evidentemente a taxa metabólica cai com a idade, mas simplesmente comer um pouco menos pode consertar isso. O problema para a maioria das pessoas é que a atividade física diminui a medida que envelhecem. Portanto, se você quiser ter certeza de não ganhar aqueles quilinhos extras com cada passagem de aniversário, aumente o seu nível de atividade e observe a ingestão de calorias.
8. Perder peso rápido é a melhor solução Na verdade, perder peso lentamente é muito melhor. Dessa forma você terá mais probabilidades de perder excesso de gordura, não músculo. Além do mais, você terá uma maior chance de manter sua perda de peso por um longo prazo.
9. Ao parar de fumar você ganhará peso Embora seja verdade que algumas pessoas ganham peso quando param de fumar, isso não é o caso de todos. A nicotina aumenta o metabolismo do corpo, no entanto, este efeito é pequeno, e não é uma razão suficiente para deixar de fumar.
10. Perder peso irá resolver seus problemas Se você tem problemas antes de perder peso, infelizmente, eles continuaram a existir após os quilos sumirem. Então, o que devo fazer? É importante que você seja honesto com você mesmo sobre a das suas dificuldades e em seguida, defina metas realistas para ajudá-lo a conseguir o que pretende na vida.
11. Todo mundo ganha peso durante as férias É possível desfrutar das suas férias e ainda perder peso, ou pelo menos ficar com um peso constante. Como? Comer com moderação. Se você assumir que vai ganhar peso durante as férias, é um pouco como uma profecia de auto-preenchimento. Comece com uma atitude positiva e seja realista no que você pode alcançar.
12. O meu “metabolismo lento” é que me impede a perder peso Infelizmente as pessoas estão se tornando cada vez mais sedentárias e provavelmente esse é um fator crucial para os problemas crescentes com o ganho de peso. Os cientistas mediram a quantidade exata de calorias que pessoas com sobrepeso e peso saudável queimam enquanto estão sentados ou deitados em silêncio. Isso foi feito através da medição da quantidade de oxigênio inalado e na quantidade de dióxido de carbono exalado. Os resultados destes estudos têm mostrado que as pessoas com sobrepeso gastam mais energia para manter seu corpo funcionando. Isto é porque possuem corpos maiores com mais músculos e órgãos internos. No entanto, após tomar em consideração as diferenças no tamanho do corpo, os magros e as pessoas obesas têm demonstrado que possuem taxas metabólicas similares.
13. Consumir alimentos gordurosos levam a um ganho de peso rápido Na realidade ganhar peso é um processo bastante lento. Se você comer uma refeição muito gordurosa e a acusar que você ganhou uns quilos, é muito provável que este ganho é devido aos líquidos. Se você voltar a comer comidas saudáveis novamente os quilos extras vão desaparecer.
Confira como uma compra pode ajudar na educação financeira das crianças
Os melhores educadores financeiros que as crianças podem ter são seus pais. Afinal, são eles os modelos perfeitos que os filhos têm no começo da vida, segundo explicou o especialista em educação financeira Álvaro Modernell. Mas, muitas vezes, os adultos não sabem em que momento abordar o assunto 'dinheiro' com as crianças.
De acordo com o especialista, "a educação financeira deve ser prazerosa e não precisa necessariamente de livros, salas de aula ou professores experientes". Uma maneira adequada de fazer isso, na opinião de Modernell, é aliar o interesse de seu filho à educação financeira. De que maneira?
Momento favorável
Confira abaixo como uma compra pode ser favorável para educar financeiramente o seu filho:
Querer e precisar: se seu filho pede um tênis novo, como pai, você tem a função de ajudá-lo a perceber se isso é uma necessidade ou um desejo.
Modelo e marca: de acordo com Modernell, é preciso fazer com que o filho tome consciência da situação financeira da família. "Tênis e chuteiras já se tornaram produtos de moda. Os últimos lançamentos costumam custar mais caro. Mas há várias opções que podem atender perfeitamente às necessidades. Se seu filho alegar que as novas versões têm tecnologias indispensáveis, lembre-o que as chuteiras que Pelé, Zico e Falcão usavam não tinham nada disso".
Qualidade e ética: qual imagem você quer passar para o seu filho? Então, nada de se render ao comércio ilegal para economizar dinheiro, arriscando a formação ética das crianças. Prefira gastar mais do que ajudar indiretamente práticas ilegais.
Escolhas e renúncias: de acordo com Modernell, toda a escolha implica em renúncias, por isso, é preciso fazer com que seu filho saiba que, se escolher o tênis, vai ter de abrir mão de comprar uma bola, por exemplo. Assim, ele aprende melhor o valor das escolhas.
Quem guarda sempre tem: isso não quer dizer apenas que quem junta dinheiro sempre tem em casos de necessidades. Significa, além disso, que é preciso conservar os bens que se possui, usando-os ao máximo, aproveitando cada real que foi gasto.
Planejamento: devem ser privilegiados os desejos de seu filho de longo prazo, não aqueles de última hora, como o novo brinquedo que ele viu na televisão, pediu, mas depois não comentou mais sobre o assunto. "Uma bola pela qual se espera alguns dias ou semanas certamente será mais valorizada do que outra que é comprada no instante que é vista numa vitrine pela primeira vez", destacou.
Forma de pagamento: ensine seu filho a pedir descontos e negociar melhores condições de compra.
A FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos prevê lançar, em 19 de outubro, o Débito Direto Autorizado. Esse serviço facilitará o pagamento do boletos de cobrança apresentados eletronicamente para os clientes que se cadastrarem como sacados eletrônicos.
Vantagens do DDA:
Segurança: não haverá a possibilidade de perda ou extravio de documentos, evitando fraudes;
Confidencialidade: não haverá manuseio do boleto por intervenientes externos, além dos bancos;
Controle: o cliente poderá visualizar, nos bancos em que se cadastrar como “sacado eletrônico”, todos os boletos da carteira de cobrança registrada em que figure como sacado/pagador, independentemente do banco emissor da cobrança;
Praticidade: não será mais preciso digitar os dados da cobrança (linha digitável, com 47 algarismos);
Agilidade: as cobranças chegarão para o sacado eletrônico (o cliente que pagará a fatura) em um dia útil. Atualmente, esse prazo é de até seis dias úteis após o registro.
Visando contribuir para que seus clientes se preparem para a nova realidade, o Banco do Brasil lançou a apresentação eletrônica de seus boletos. Cadastre-se já.
Desde já, os clientes do BB podem também contar com o envio de mensagens via SMS (torpedo) para comunicar a apresentação de um novo boleto (nesse caso, deve-se optar pelo Serviço de Mensagem Via Celular do Banco).
Outros detalhes sobre o Débito Direto Autorizado:
Nem todas as obrigações serão apresentadas pelo Débito Direto Autorizado, apenas a cobrança registrada, modalidade responsável pela maior parte dos boletos emitidos, por meio da qual empresas terceirizam aos bancos a impressão e postagem dos títulos por elas emitidos;
Mesmo na condição de sacados eletrônicos, os clientes poderão também receber bloquetos de forma impressa. No caso de duplicidade, basta pagar a cobrança eletronicamente.
A generation ago, it wasn’t all that unusual to be out for dinner with friends or at the register with a cart full of groceries and realize you didn’t have enough cash to cover the bill. But today, you’re likely to pull out a debit or credit card and not think anything of it.
It’s hard now to imagine a time when those noncash options weren’t available — especially if you were born in the 1970s or later. Credit cards have been around since the 1950s, and debit cards were introduced in the mid-1970s. By 2006, there were 984 million bank-issued Visa and MasterCard credit and debit cards in the United States alone.
Though the two types of cards may be used interchangeably, there are notable differences between them. Let’s start with debit cards.
Debit cards are linked to your bank account so the money you spend is automatically deducted from your account. They provide a convenient alternative to cash, especially if you do a lot of shopping online. Debit cards can also help you budget. Use your card to pay your bills and day-to-day expenses and your monthly statement will provide a good snapshot of how much you spend per month and where it’s going. There’s another benefit as well: Unlike credit cards, your bank balance goes down with each debit card transaction, so you’re less likely to overspend. (Many banks offer “overdraft protection” that allows you to exceed your balance. But you’ll end up paying interest, and maybe extra fees, on the money you borrow from your overdraft account.)
With so many benefits to the debit card, why use a credit card at all? There are three main reasons: You can spend more than you have — or postpone paying, at least — and you typically get better rewards and better protection than you do with debit cards.
Credit cards basically allow you to use someone else’s money (the card issuer’s) to make a purchase while you pay the money back later. If you do so within the billing period — generally, 15 to 45 days — you can avoid paying any interest on it. The problem arises, of course, when you don’t pay the balance in full and are charged interest as well. That can quickly add up. If it takes you two years to pay off a $500 balance, for example, and you’re being charged 18 percent interest, you’ll end up paying nearly $100 more in interest.
If you use them responsibly though, credit cards can offer other advantages. They help build your credit, as long as you pay your bills on time. Some also offer rewards that you can use to get gifts, cash back or discounts for products, services and special events. They also provide more protection if someone steals your card or bank information. If you notice a fraudulent charge on your credit card account, you can call the card issuer, make a dispute claim, and the charge should be removed from your balance. But if thieves steal your debit card information and use it, it may take weeks for the bank to investigate your claim and replace the lost funds. In the meantime, you may have to deal with a dwindling bank balance or bounced checks.
Federal law also protects you if you need to dispute charges on a credit card, but not if you use a debit card or other forms of payment. If you paid cash or used a debit card, the retailer already has your money. So you have a lot less leverage, and there’s no guarantee you’ll get that money back. But if you pay for something with your credit card and aren’t happy with the purchase, your card issuer can legally withhold payment from the retailer until they resolve the dispute, and you won’t be charged.
Let’s say you’ve decided you want a credit card, which one should you get? The answer depends largely on whether you plan to pay off the balance each month.
If you know you’ll probably carry a balance, look for a plain-vanilla card with no annual fee and the lowest annual interest rate available. (Any interest you pay on a carry-over balance will offset any perks you could get through a rewards card.) You can compare several low-interest credit cards at creditcards.com and bankrate.com, which both provide updated information on dozens of different cards. You can also apply online for cards through either site, but limit your applications to one or two to avoid hurting your credit.
Be aware that card issuers can raise your interest rate after you’ve gotten the card. So check your monthly statements. (You should be aware, though, that the Federal Reserve has just passed rules that will take effect in mid-2010 limiting the card issuers’ ability to raise your rate, unless you’re late with a payment.)
Call the card issuer if your rate has increased to try and negotiate a lower rate, or consider transferring your balance to a lower-interest card. (Billshrink.com lets you see how much more you could earn in rewards or save with a lower interest rate if you switched to various other credit cards, based on your credit score and how much you spend each year.)
If you plan to pay your bill in full each month, seek out a card that provides rewards you actually want — whether that’s cash back, frequent flier miles or points redeemable for gifts. The interest rate shouldn’t matter, since you won’t be carrying a balance. But look for those with no annual fee. Bankrate.com and creditcards.com also provide comparisons of cards by the types of rewards offered, among other criteria. Generally speaking, if you plan to use your card a lot, cash-back programs may be the best bet. It’s easy to get the refund — either through a check or a credit on your account — and you can use that money for anything. Many large banks also offer debit cards with rewards, so it can be worth shopping around for them too. Creditcards.com also provides a comparison of different prepaid and debit cards, based on annual fees, related services and credit requirements.
For most people, using both a debit card and credit card makes sense. The key is not to spend more than you have with either. If you can do that, you’ll be able to enjoy the benefits that each provide.
Q: Why won't my local bank pay me interest rates that match the ones I see all of those online banks offering?
A: Your bank thinks you’re ignorant, lazy or scared. Let’s take those in order, shall we?
First, it’s hoping you throw out your junk mail and ignore display ads on the Web. That is how most of the Internet savings banks like ING Direct and Emigrant Direct make themselves — and their higher interest rates — known to potential customers. Failing that, your bank is counting on inertia. Given that earning an extra percentage point of interest might only yield $100 each year, traditional banks figure that most people won’t bother to open a new account at a competitor. Finally, the incumbent banks figure that plenty of people simply fear electronic money transfers.
The sad thing is that the big, old banks are largely right about us. That’s why many of them can get away with paying pitiful rates. Thankfully, a growing number of community banks and credit unions are offering checking accounts that earn more than 5 percent interest, as long as you meet the conditions (including making a certain number of debit-card transactions each month). Read about it at highyieldcheckingdeals.com.
Q: How do card companies make money on zero percent balance-transfer offers?
A: At least five ways. First the bank charges a fee to transfer your balance to a card that offers a zero percent interest rate for 12 months. Then you forget to make a payment, or you pay late. Boom, the interest flies up to a penalty rate of 29 percent, and it takes six months to pay off the balance or two months to find another card to transfer the balance to. Third, you don’t pay off the whole balance in a year and are too lazy to move the remaining debt elsewhere. You end up paying off your balance at 18 percent, or whatever the rate jumps to. Fourth, you make the minimum payments for 12 months, and the debt doesn’t fall much. But now credit requirements are tighter, and when you try to transfer the balance to another card, you can’t qualify for one. So you keep the card. Finally, you pay off the debt but then continue to use the card.
Q: Why not just cut me off instead of letting me overdraw my bank account or go over the credit limit on my credit card?
A: In the good old days of banking and lending, you might have been cut off. But then many banks realized that they make more money by letting the transactions go through. If you go over the limit on your credit card, the issuer might hit you with a $39 fee, and the income from those fees adds up to a whole lot more than the credit-card company might lose from in-over-their-heads cardholders who end up not being able to pay off their bills at all.
The same thing is true with your bank account. If you bounce a check or make a debit-card purchase or an A.T.M. withdrawal for more than your balance on hand, most banks let the transaction go through. Then you could pay overdraft fees or interest charges on the money that the bank has lent you to cover the shortfall. Altogether, these fees add up to billions of dollars each year.
Don’t like this? Call your bank or card issuer and ask them to cut you off when you’re over your credit limit or down to zero in your bank account.
Q: What gives with those merchants who won't allow you to use a credit or debit card unless you spend more than $10?
A: If they’re doing this, they may be breaking the rules. MasterCard and Visa forbid merchants to require customers to spend a certain amount before they can use their credit or debit card. They also don’t allow surcharges, though there are exceptions for some educational institutions and government entities. Merchants often get their card terminals from third parties, who may not tell them these rules. All they know is that the fee structure for accepting cards generally means that they pay a higher percentage of the purchase for a smaller transaction than they do for a big one. So they create minimums or add surcharges to avoid or make up for those fees.
Reporting the merchants probably won’t do much good. Better, perhaps, to ask them to allow you to use your card in lieu of your ratting them out.
Ron Lieber writes the Your Money column for The New York Times.
Falecido em 1997, o jornalista Paulo Francis era conhecido por sua personalidade multifacetada e, principalmente, a ausência de papas na língua. Já alfinetou Lula, a Petrobras, colegas de trabalho e quem mais o pegasse de mau humor.
Ao mesmo tempo, sua figura emblemática, popularizada entre as massas quando o jornalista passou a fazer comentários no Jornal da Globo, o colocou numa posição de destaque também no imaginário popular. Caro Francis, primeiro documentário exibido na competição no II Festival de Cinema de Paulínia nesta sexta-feira (10/7), tem como objetivo resgatar não somente uma, mas as diversas facetas de Francis, desde as expostas por meio de seu trabalho em jornais e TVs de reconhecimento nacional até momentos íntimos.
A direção é de Nelson Hoineff (Alô Alô Terezinha), que, no palco do Theatro Municipal de Paulínia, avisou tratar-se de uma obra completamente pessoal principalmente por conta de sua amizade de longa data com o jornalista. “Este filme não foi feito com isenção jornalística, é uma carta para um amigo, um dos caras mais brilhantes de seu tempo”, avisou o diretor antes desta sessão, a primeira do documentário ao público. O longa, que já tem distribuição comercial garantida, é “uma tentativa de identificação dos vários Francis”, definiu Hoineff.
O que Caro Francis faz com clareza é resgatar a figura do jornalista, que, morto há 12 anos, pode ter se apagado da memória de muitos. O filme tem inserções de momentos do jornalista quando ele trabalhava na Rede Globo, tecendo comentários ácidos, muitas vezes engraçados, sobre atualidades durante o Jornal da Globo. Além disso, também ficou popular no programa do canal por assinatura GNT, Manhattan Connection.
São imagens já vistas nos programas veiculados. Por conta da relação pessoal entre o diretor e Francis, também foram disponibilizadas imagens do arquivo pessoal da família do jornalista, que também foram inseridas no documentário, dando o tom pessoal à obra. Pontuado essa trajetória que Hoineff traça de Francis, figuras que conviveram ele ou que foram alvo de críticas e polêmicas – muitas, no caso – dão depoimentos sobre o jornalista.
Este é o terceiro longa-metragem feito para o cinema por Hoineff, que tem grande experiência na direção de documentários para a TV, principalmente na série Documento Especial, produzida por ele entre as décadas de 80 e 90. “Na minha cabeça, nunca penso que este é meu terceiro filme porque a construção é muito semelhante ao trabalho que faço para a TV”, afirmou o diretor no debate sobre o longa realizado na manhã seguinte à sua exibição, no sábado (11/7). “A idéia era trazer um Francis que poucos conheciam, presente somente na memória dos que conviveram com ele”, define. Para Hoineff, Caro Francis “é um filme muito pessoal, como um diálogo entre mim e um grande amigo.”
Paulo Francis sempre foi polêmico e muitas vezes deixou de pensar duas vezes ao criticar. Desta forma, algumas polêmicas do jornalista dão um certo tempero ao documentário, mas o interessante é relembrar sua figura e o que ela significou ao jornalismo brasileiro. Mas, ao assumir esse lado unilateral, principalmente na escolha dos depoentes - quase todos amigos pessoais de Francis -, Caro Francis acaba agradando somente aos que realmente admiram a figura do polêmico jornalista.
Embora seja dirigido por um jornalista, seja sobre um jornalista e tenha profissionais desta área na produção, o documentário não se compromete com a imparcialidade tão buscada nessa área. O que, no fim das contas, acaba até indo de encontro com o tipo de jornalismo seguido pelo objeto do filme.
A narrativa de Caro Francis é irregular: parecendo buscar certa objetividade na primeira metade, acaba tendo sua fluidez cortada pela demasiada inserção de momentos musicais e retratos do jornalista, ao mesmo tempo em que segue buscando a emoção dos entrevistados. Parece que, embora o próprio diretor afirme que não é um retrato isento de Francis, essa decisão ocorreu ali, no meio do próprio filme.
Além disso, o público que não acompanhou tão de perto a carreira de Francis – que passou pelo teatro, motivo pelo qual ele mesmo tenha se tornado um personagem dentro do jornalismo – acaba ficando perdido em meio aos depoentes, identificados somente pelo nome, não por seu grau de relação com Francis ou algo explicativo que o valha.
“Desenhamos nós importantes em sua vida sobre os quais nos apoiamos para desenvolvermos a narrativa dodocumentário”, explica Hoineff. “A frustração do não-reconhecimento como escritor, o desligamento com a Folha de S. Paulo, a transição do trotskismo para o conservadorismo, a polêmica da Petrobras e as circunstâncias de sua morte.”
O fato é que, principalmente pela figura do jornalista, Caro Francis acabou divertindo a plateia em Paulínia e, de certo modo, o filme é capaz de dialogar e traduzir com clareza a figura de Paulo Francis, sempre tão polêmico e politicamente incorreto.
Gil diz ser contrário a punições por pirataria na internet
O cantor e compositor Gilberto Gil, 67, ex-ministro da Cultura, se declarou contrário a punições à pirataria na internet, exceto no caso de um grande consenso social, em uma entrevista publicada neste domingo (12) pelo jornal espanhol "El País".
"Estão em jogo as liberdades em uma sociedade democrática. Estas sanções só poderiam acontecer no caso de um grande consenso social", declarou o artista, que está em Paris como parte de uma turnê mundial.
Grande figura do movimento tropicalista, Gilberto Gil foi ministro da Cultura do governo de Luiz Inácio Lula da Silva durante cinco anos e meio, até julho de 2008.
"Os limites às possibilidades que a tecnologia oferece ao público teriam que ser estabelecidos depois de um amplo debate democrático", considera Gil, que com frequência convida os espectadores de suas apresentações a filmar e fazer fotografias.
"No terreno cultural é preciso buscar um equilíbrio entre o interesse comum e a agenda do mundo capitalista", completou.