Não são só o excesso de comida e a falta de exercícios que fazem engordar; conheça outros problemas que levam o corpo a acumular mais gordura
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Paula Bokor, 28, regula doces e ingere arroz, feijão, saladas e massas em quantidades moderadas
Pode soar como a desculpa mais esfarrapada de quem não consegue emagrecer: "Não como muito e engordo!". No entanto, os lamentos daqueles que ganham peso independentemente da ingestão de calorias podem ser reforçados por explicações científicas - e conhecê-las também ajuda a obter bons resultados em um programa de perda de peso. Há alguns anos, pesquisadores de todo o mundo buscam entender os motivos que têm levado a população a ganhar mais peso. "A epidemia de obesidade vem de 30 anos para cá. Pensa-se que as pessoas comem mais e estão mais sedentárias, mas há outras coisas que ajudam a explicar esse fato", diz Alfredo Halpern, chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo. Não que a fórmula consagrada para emagrecer (ingerir menos calorias do que se gasta) não deva ser levada em conta, assim como a genética, fator predisponente por excelência. Porém, há situações e agentes externos que modificam o metabolismo e favorecem o acúmulo de gordura, estimulam o apetite ou dificultam a queima das células gordurosas. "É preciso saber que a gente não controla absolutamente nosso peso. Existem mecanismos, alguns ainda desconhecidos, que também exercem controle. Não é só "fechar a boca", é preciso identificar outras causas que podem estar interferindo no aumento do peso", afirma Maria Tereza Zanella, endocrinologista da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). A estudante de nutrição Paula Bokor, 28, sabe bem que parar de comer pode não ser suficiente para emagrecer. Desde que sua irmã mais nova morreu, há um ano, ela acumulou 11 quilos extras. O problema também atingiu seu irmão, que ganhou 20 quilos no período. "Sempre controlei meu peso com alimentação e exercícios. Nesse ano, porém, não me pesava, não dava importância. Só recentemente eu me dei conta de que tinha engordado muito e de que isso poderia estar relacionado ao trauma", diz. Mesmo controlando a alimentação e usando remédio para perda de peso com orientação médica, Paula ainda não conseguiu emagrecer. "Ao menos estacionei nos 11 quilos. Mas minha endocrinologista me aconselhou a fazer acompanhamento psicológico", diz. O estresse, causado por questões emocionais ou por pressão no trabalho, por exemplo, tem sido considerado um dos principais fatores predisponentes ao acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal. Situações estressantes propiciam o aumento na secreção de cortisol, hormônio que estimula o apetite e aumenta a proliferação e o acúmulo das células de gordura. Para Halpern, do HC, o estresse crônico pode contribuir para elevar medidas mesmo que a pessoa não consuma calorias em exagero. "Outro mecanismo descoberto mais recentemente é o aumento da secreção do neuropeptídio Y, substância que eleva a sensação de fome e favorece a deposição de gordura no abdômen", acrescenta Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro. Para que o programa de redução de peso seja eficaz, em muitos casos são indicadas terapias complementares para diminuir os níveis de estresse, como acupuntura, ioga e meditação. "Todos os mecanismos de relaxamento e liberação de endorfina ajudam e, aqui, entram também os exercícios, não só por causa da queima calórica mas pela sensação de bem-estar", afirma Zanella.
Sono ruim Durante os últimos dois anos, a coordenadora de enfermagem Aline Maia, 29, trabalhava à noite, em esquema de plantão. Há dois meses, foi promovida no hospital e agora atua em horário comercial. As mudanças nos padrões de sono e o aumento da responsabilidade com o novo cargo dificultam um descanso de qualidade durante a noite. O resultado foram cinco quilos a mais adquiridos no último bimestre, ainda que a alimentação seja equilibrada no dia a dia. "Fui proibida de trabalhar mais de oito horas por dia e fico estressada porque tenho de dar conta de todo o trabalho nesse período. Tenho vários estímulos que não me deixam relaxar à noite e durmo mal, fico planejando o que vou fazer no dia seguinte, demoro para pegar no sono e tenho medo de não acordar na hora: programo três celulares para tocar às 5h30." A secreção de alguns hormônios está relacionada ao sono e, quando há privação desse descanso, podem ocorrer mudanças que contribuem para o acúmulo de gordura corporal. Por exemplo, há redução de leptina -hormônio relacionado à sensação de saciedade e que também facilita o gasto de energia pelo organismo. Quando se dorme menos também ocorre o aumento na secreção de grelina, o hormônio responsável por estimular o apetite. "Vemos ganho de peso em quem não tem um ritmo normal de sono, como quem trabalha em esquema de plantão", diz Márcio Mancini, presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica). Quem sofre de apneia também apresenta mais chances de acumular gordura, especialmente na região abdominal. A doença pode causar falta de oxigênio no cérebro, o que funciona como um agente estressor, estimulando a liberação de cortisol e todos os efeitos do estresse no ganho de peso. "Magros com apneia têm mais peso do que os que não têm a doença -e acumulam gordura no tronco mais do que os outros", diz Zanella, da Sbem.
Remédios Alguns antidepressivos e antipsicóticos podem estimular o apetite ou a compulsão por açúcar em alguns pacientes e levar ao aumento de peso. Outras hipóteses são a redução do metabolismo e o aumento na reprodução de células adiposas com o uso dessas drogas. O ideal é observar se há ganho de peso que coincide com o início do uso do remédio e comentar com o médico. Em alguns casos, é possível trocar a droga por outra menos danosa ou tratar o efeito colateral. "Recomenda-se desde o controle da alimentação até o uso de remédios, sempre com orientação médica. Infelizmente, os pacientes só buscam um especialista após terem engordado muito", diz Coutinho. Os corticoides, drogas de ação anti-inflamatória, têm na lista de seus efeitos colaterais o favorecimento do acúmulo de gordura. Quando ingeridos, provocam no organismo efeitos semelhantes aos do cortisol. A estudante de direito Daniela Gomez, 20, precisou tratar uma doença autoimune no sistema nervoso com esse tipo de remédio. De dezembro do ano passado até o início de julho, havia adquirido 20 quilos -recuperou os nove que perdeu durante uma internação anterior e ganhou mais 11. "Fui avisada de que os remédios alteravam o metabolismo, mas não achei que seria tanto. Sempre estive um pouquinho acima do peso ideal e conseguia controlar com a alimentação." No início, sentiu o apetite aumentar muito -um dos conhecidos efeitos do cortisol- e comia o dia inteiro. Depois, tentou se controlar, mas não conseguia perder peso. No último dia 10, encerrou o tratamento com o corticoide e, desde então, perdeu três quilos.
Outras causas A baixa ingestão de cálcio também tem sido relacionada ao maior acúmulo de gordura corporal. Alguns estudos sugerem que esse mineral é importante no processo de quebra de gordura e que, na sua falta, há acúmulo de tecido gorduroso. No entanto, não adianta tomar suplementos de cálcio com a intenção de emagrecer. As pesquisas mostram que o cálcio da dieta (presente em leites e derivados, por exemplo) é mais importante nas reações químicas que envolvem a queima de gordura. O indicado é atingir a recomendação de 1.000 mg diários do nutriente. Maria Tereza Zanella pondera que as associações encontradas podem ocorrer por uma intolerância à lactose mais frequente em obesos (daí a falta de cálcio no organismo). Dados preliminares de um estudo da Unifesp com 45 pacientes mostram que obesos mórbidos são mais intolerantes à lactose. Outra questão que pode contribuir para o ganho de peso é passar a maior parte do dia dentro do escritório. O problema está nas chamadas "zonas termoneutras", áreas com temperatura estável o ano todo à custa de ar condicionado. Elas não permitem que as pessoas sintam frio durante o inverno, situação que acelera o metabolismo. "E no verão, quando as pessoas tendem a comer menos por causa do calor, quem fica no ar condicionado acaba consumindo a mesma quantidade de comida", analisa Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de SP.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 18h21
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Os estúdios de Hollywood estão processando o site de downloads Pirate Bay por continuar disponibilizando arquivos pirateados mesmo depois de seus fundadores terem sido condenados por violar direitos autorais, informou uma advogada dos estúdios nesta terça-feira (28). "Entramos com um processo contra o Pirate Bay porque eles não interromperam suas atividades depois de terem sido condenados à prisão", explicou a sueca Monique Wadsted, advogada dos estúdios. Columbia, Disney, Paramount, entre outros exigem que os fundadores do Pirate Bay, Fredrik Neij, Gottfrid Svartholm Warg e Peter Sunde, sejam impedidos de "continuar a exercer suas atividades". Fundado em 2003, o site disponibiliza músicas, filmes, episódios de séries e programas de computador gratuitamente a seus usuários, sem que um centavo seja pago em direitos autorais. O servidor Black Internet também está na mira dos estúdios, cujo processo inclui "cerca de 100 séries de televisão e filmes", de acordo com Wadsted, acrescentando que uma multa será aplicada aos réus se estes forem considerados culpados. Em abril, uma corte sueca declarou os fundadores do Pirate Bay culpados por promover violação dos direitos autorais por manter o site. Os três foram sentenciados a um ano de prisão, mais uma multa no valor de US$ 3,6 milhões.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 18h20
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Uma organização terrorista pode suportar a queda de seus aparelhos logístico - Cahors, em setembro de 2007 - e político - detenção de Thierry, em maio do ano passado? E pode não se ressentir definitivamente depois do desmantelamento de sua chefia militar até em quatro ocasiões desde novembro de 2008 até hoje? Ou, pelo contrário, o ETA tem sua sobrevivência garantida quando 15% dos adolescentes bascos - entre 12 e 16 anos - justificam a violência, ou não a rejeitam?
Em 1992, por ocasião da Expo de Sevilha e dos Jogos Olímpicos de Barcelona, a direção do ETA havia planejado "pôr o Estado de joelhos" à força de bombas. Em março daquele ano foi detida toda a sua cúpula em Bidart, na França. A organização mergulhou em uma crise que realmente nunca superou, e que em janeiro de 1995 a obrigou a dar uma volta em sua trajetória criminosa e iniciar a fase do assassinato do "inimigo político" não-nacionalista.
"Estamos perdendo a batalha militar e se continuarmos assim poderemos acabar perdendo também a política", refletiu do exílio na República Dominicana, dois anos antes dessa fuga para a frente, o então chefe da relações políticas do ETA, Eugenio Etxebeste Antxon, hoje assíduo nas manifestações radicais (abertzales) ao lado de Arnaldo Otegi.
Neste 31 de julho completam-se 50 anos do nascimento da organização terrorista, e seus dirigentes também gostariam de comemorar a data com uma poderosa ofensiva. Embora às vezes, como ontem, consigam realizar o atentado pretendido, a verdade é que "os comandos caem antes de entrar em ação e os chefes militares duram meses em seus postos de comando", indicam fontes da luta antiterrorista, e o número de presos beira os 750. "O ETA ainda pode nos causar muito dano, mas entrar agora no bando é comprar um bilhete que leva diretamente à prisão", costuma salientar o ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba. Depois da última assembleia virtual (intercâmbio de informação entre militantes e presos), concluída no final de 2008, a direção do ETA esboçou um plano para os próximos cinco anos que não inclui abandonar a luta armada, o único caminho que deveria percorrer para tornar possível um final dialogado. São duas as novas pistas pelas quais os terroristas pretendem transitar neste quinquênio. Seu projeto estratégico, embora de aplicação improvável, é a criação de uma "aliança nacional" ou "pólo soberanista". "A aliança popular não é o objetivo, nem uma parte do processo de paz, mas uma ferramenta no caminho para a independência e seu meio mais eficaz para consegui-lo", afirmam. E deixam claro que querem estar presentes para "conduzir a nação organizada".
"Participarenos dela [a aliança] como se fôssemos um agente signatário a mais." "O objetivo da aliança nacional será definir um protocolo para responder e aplicar a estratégia no povo, com indicação expressa de que o ETA põe à disposição da nação organizada sua força armada", acrescentam. Quer dizer, que tutelará um processo estratégico que "precisa de tempo e maturação". Longe de se afastar e dar lugar à esquerda radical, se posiciona como garantia do processo: "Vamos vigiar a pureza das declarações e vamos garantir a permanência de qualquer movimento de independência, e ainda mais se for de caráter armado". Essas reflexões da direção do ETA deixam em clara situação de dependência o setor da esquerda radical que diz em particular o que nunca se atreveu a dizer à sociedade basca ou à organização terrorista, que "a luta armada é um lastro".
Na assembleia virtual, várias contribuições por escrito abordavam a questão de incluir o Partido Nacional Basco (PNV na sigla em espanhol) como alvo militar. "Em relação ao PNV, não digo que devamos abrir essa frente de par em par, mas sim aos poucos, dando alguns golpes", apontava um deles. "Não há uma parte boa e outra ruim. Todo o partido é ruim", resumia outro. "A questão é quando, como e onde dar", salientaram.
Com todas essas contribuições, o ETA parece ter decidido o que fazer com o partido de Iñigo Urkullu. Em primeiro lugar, enviar uma carta à executiva nacional do partido (EBB) para lhe lembrar sua "responsabilidade por Euskal Herria [o País Basco] não ter conseguido seu reconhecimento político e pelas numerosas traições cometidas ao longo da história. Indicá-los como responsáveis por nosso povo estar submetido e viver em circunstâncias constantes de negação de direitos".
O ETA pretende "acelerar as contradições internas do PNV". Por um lado, "aprofundar e potencializar os contatos com o setor mais soberanista", reunido em torno de Joseba Egibar, e animá-lo a se integrar à aliança nacional para "saltar do autonomismo para o independentismo". Por outro, esboçar "ações pontuais" contra os "setores mais espanholistas" do PNV. "Cartas-bomba, ataques, execuções concretas." O ETA não poupa munição contra esse outro setor, ao qual responsabiliza pelas sucessivas traições. Por enquanto tudo são papéis. Mas a história do ETA demonstra que os terroristas sempre escrevem antes o que depois põem em prática.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 18h19
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DURA LEX, SED LEX, BEBE LEXÀ unanimidade, a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso confirmou sentença sob reexame que concedera ordem, nos autos de um mandado de segurança, para determinar a devolução imediata de uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida pelo Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) durante abordagem, em Cuiabá, sem o devido processo administrativo (Reexame Necessário de Sentença n° 114403/2008).Consta que o impetrante teve sua CNH apreendida com o argumento de que estava dirigindo uma moto sob influência de álcool, incidindo na conduta tipificada no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A autoridade coatora prestou informações, alegando, no mérito, que a sentença sob reexame entendeu que, apesar do artigo 165 do CTB prever a apreensão da CNH ao condutor de moto que se enquadrar na sua tipicidade, a aplicação de tal penalidade dependeria de decisão fundamentada da autoridade de trânsito competente, em processo administrativo, assegurando ao infrator amplo direito de defesa, na forma prevista no artigo 265 do mesmo Código.Na opinião do relator, desembargador José Tadeu Cury, o ato de apreensão da CNH é ilegal. O magistrado observou que constitui preceito constitucional, estabelecido no art. 5º, inciso LIV, que “ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”. Ainda segundo o relator, o próprio CTB, em seu artigo 265, assegura que “as penalidades de suspensão do direito de dirigir e de cassação do documento de habilitação serão aplicadas por decisão fundamentada da autoridade de trânsito competente, em processo administrativo, assegurado ao infrator a ampla defesa”.Segundo o magistrado, não existe nos autos a existência de qualquer processo administrativo que tenha assegurado ao interessado oportunidade de contestar a acusação, produzir as provas necessárias a esclarecer suas alegações e, por fim, apresentar recurso cabível. Para o relator, a autoridade apreendeu o documento do impetrante “com base em evidências, eis que inexistem provas robustas a respeito da existência de infrações cometidas”.Participaram do julgamento o desembargador Jurandir Florêncio de Castilho (revisor) e o juiz substituto de Segundo Grau José Mauro Bianchini Fernandes (vogal convocado). A decisão foi unânime.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 18h15
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Vinho tinto pode aumentar libido a femininaUma pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina.
O estudo da Universidade de Florença foi feito com 798 mulheres italianas entre 18 e 50 anos na região de Chianti, na Toscana.
Elas foram classificadas em três grupos conforme o hábito diário de consumo de vinho: as que consomem entre uma ou duas taças de vinho, as que não consomem vinho e as que bebem mais de duas taças.
As mulheres - todas consideradas sexualmente saudáveis - responderam questionários com 19 perguntas sobre sexualidade. Os questionários medem o índice FSFI (Female Sexual Function Index, em inglês), uma medida usada em outros estudos científicos sobre sexualidade feminina.
O grupo que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foram as mulheres que consomem uma ou duas taças de vinho por dia.
Os pesquisadores do estudo fazem duas ressalvas sobre o estudo.
"Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os grupos em relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo", afirmam os cientistas no artigo publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine.
"Enquanto este resultado precisa ser interpretado com cautela, devido ao pequeno número da amostragem [...] e pela falta de dados de exames de laboratório, ainda assim o estudo sugere potencialmente uma correlação entre
Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h21
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Reforma na Cidade de DeusCom discrição - mas rapidamente -, Luiz Carlos Trabuco dá início à transformação do Bradesco quatro meses após assumir a presidência. O Bradesco é um grupo sui generis. Dos 16 membros da diretoria executiva, seis nunca pisaram numa universidade, poucos falam bem inglês e metade começou a trabalhar no banco muito jovem - alguns antes dos 20 anos. A contratação de consultorias externas, há anos uma prática comum no mercado financeiro, continua a ser uma raridade na Cidade de Deus, a colossal sede do Bradesco, em Osasco, na Grande São Paulo. Lá, as teorias forjadas nas escolas de negócios sempre foram vistas com uma dose de discreto ceticismo. Políticas corriqueiras na maioria das empresas, como os programas de remuneração variável, são algumas das novidades permitidas. Esse jeito de ser molda a cultura do Bradesco. Aparentemente em dissonância com os novos tempos, essa cultura se provou eficaz e manteve o Bradesco na liderança entre os bancos privados brasileiros por mais de cinco décadas. E isso faz com que os quase 80 000 funcionários do banco continuem a acreditar nela e a trabalhar segundo seus preceitos. A cultura do Bradesco só mudará se seus comandantes assim desejarem. Mas os movimentos do mercado independem de vontades - como ficou provado com as profundas transformações vividas pelo setor nos últimos meses. Há menos de um ano, Itaú e Unibanco se uniram para formar um novo líder. E, entre os estrangeiros, um se sobressai pela agressividade, o espanhol Santander. Diante disso, a grande pergunta feita na Cidade de Deus é como adaptar o Bradesco a essa nova realidade sem abandonar sua essência. Ou, mais especificamente, como aproveitar a força de sua cultura para reagir ao novo momento? A tarefa de encontrar respostas para essas questões não é trivial e está nas mãos do executivo Luiz Carlos Trabuco. Quatro meses após sua posse como novo presidente do Bradesco, ele começa a executar suas estratégias para resolver a questão: deixar o clima interno menos militar - aumentando a comunicação entre os níveis hierárquicos -, tornar mais rápido o processo de implantação das decisões e melhorar os instrumentos que medem o desempenho. Embora ninguém na Cidade de Deus coloque as coisas desta maneira, é como se o Bradesco quisesse ser, daqui para a frente, apenas parte do que já foi. "Nosso objetivo é ter uma estrutura de comando mais ágil e uma gestão mais centrada nos resultados", diz Trabuco. O processo começou com uma mudança na diretoria executiva, o segundo escalão do banco. O novo organograma, anunciado em 14 de julho e obtido com exclusividade por EXAME, mostra uma reviravolta. Três diretores deixaram o banco e dois foram promovidos. Todas as áreas foram reagrupadas e o segundo escalão passou a se reportar diretamente a Trabuco -- antes, havia diretores executivos que não tinham acesso à presidência e ficavam subordinados a outros diretores executivos. "Era um modelo rígido que não fazia o menor sentido", diz um ex-funcionário do banco. Com a medida, Trabuco quis tornar a cobrança por resultados mais eficiente e acabar com a duplicidade de funções. Além disso, fez quase todo mundo mudar de ares. A maior parte dos membros do segundo escalão trocou de área. José Luiz Acar Pedro, por exemplo, que cuidava do banco de investimento (e até o ano passado era um dos cotados a assumir a presidência do banco), responde agora por gestão de pessoas e de processos. Ademir Cossiello, que era responsável por crédito, ficou com marketing e produtos (veja o organograma, com os nomes de quem saiu ou foi promovido, no Portal EXAME). Um ponto crucial na formação de executivos são os cursos de especialização, e também nessa área o Bradesco quer romper com a tradição. Nos seus 66 anos de história, o banco nunca teve um programa de treinamento no exterior. Até o final de agosto, essa lacuna será parte do passado. Oito diretores vão estudar em algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do Canadá, como Harvard, Columbia e Pensilvânia (onde fica a escola de negócios Wharton). Eles ficarão fora de seis a nove meses fazendo pós-graduação em administração e em áreas específicas de negócios - quando voltarem, outros profissionais farão o mesmo circuito. No curto prazo, essa medida pode ajudar a resolver um problema interno de sucessão. Dos 16 executivos do segundo escalão do banco, cinco terão de se aposentar até 2012 e outros três até 2014. O motivo é a idade-limite de 65 anos prevista no estatuto. "Para um banco de carreira fechada que quer se renovar, iniciar um programa de treinamento é uma maneira de encontrar profissionais para ser promovidos", diz um experiente consultor de recursos humanos. Embora Trabuco negue, é possível que essa movimentação seja o embrião da aguardada internacionalização do banco. "Não há outra saída para um banco que quer ser relevante no futuro", diz Antonio Bento Mendonça Neto, vice-presidente sênior da consultoria francesa Solving Efeso. Trabuco é tido internamente como um líder carismático e que faz o que pode para tomar decisões por consenso. Mas, com discrição, como manda a tradição desde Amador Aguiar, ele não tem hesitado em ser impopular quando julga necessário. Durante seus seis anos como presidente da Bradesco Seguros, Trabuco conduziu um programa de reformas que envolveu demissões e reestruturações internas -- e, no final, tornou a empresa mais eficiente e rentável (hoje, mais de um terço do lucro do Bradesco vem da seguradora). Dado seu histórico e as primeiras mudanças já anunciadas, a expectativa nos corredores do banco é que elas continuem -- mas ninguém sabe exatamente o que está na mira do novo presidente. Por isso, o clima é de incerteza. "Ele ouve muito e fala pouco sobre projetos concretos, o que tem deixado muitas pessoas inseguras", diz um executivo que prefere se manter no anonimato. Um exemplo disso foi o que ocorreu antes da compra do banco Ibi, ligado à rede de varejo C&A, anunciada no início de junho. O negócio estava sendo discutido desde a gestão anterior, de Márcio Cypriano, mas Trabuco não deixou claro a ninguém se, de fato, concordava com a compra. "Ele questionou tudo, o preço, o objetivo da transação, e não deixou transparecer o que achava. No final, a compra só foi fechada quando toda a diretoria entrou em acordo", diz um dos presentes. Crescer, algo que sempre esteve no DNA do Bradesco, ganhou uma importância ainda maior depois da perda da liderança do mercado bancário privado para o Itaú Unibanco. A aquisição do Ibi não foi barata -- saiu por 1,4 bilhão de reais, um preço que, comparativamente, é cerca de duas vezes o valor de mercado dos bancos de médio porte listados na Bovespa, segundo um relatório da corretora Link Investimentos. Ainda assim, é precipitado dizer que a compra foi um mau negócio. Com a aquisição, o Bradesco torna-se líder no segmento de cartões ao incorporar a base de 31 milhões de plásticos do Ibi -- boa parte deles mantida por clientes de baixa renda, o alvo declarado do banco. A compra também parece fazer parte de uma estratégia de crescer pelas beiradas e buscar a liderança em segmentos específicos do mercado financeiro. "Já que diminuir a distância que o separa do Itaú Unibanco por meio de uma grande aquisição se mostra cada vez mais complicado, porque o mercado já está bem concentrado, o Bradesco partiu para compras menores, mas importantes", diz Federico Rey-Marino, analista da corretora Raymond James. Além do Ibi, o Bradesco mantém conversas para adquirir uma participação na seguradora Porto Seguro, que domina o mercado de apólices de automóveis. Como costuma acontecer em processos de mudanças como o que vive o Bradesco, Trabuco não está só. Aos 83 anos, Lázaro Brandão, sucessor direto de Amador Aguiar e hoje presidente do conselho de administração, dá expediente diário na Cidade de Deus e participa de todas as decisões estratégicas. Na compra do Ibi, por exemplo, Brandão e Trabuco passaram várias horas no escritório do banco na noite anterior ao anúncio do negócio para acertar os últimos detalhes. Entre março e abril, os dois, juntos, visitaram cerca de 7 000 gerentes em 34 cidades do país. Quando as mudanças imaginadas por Trabuco saírem do papel, é provável que a nova diretoria executiva fique recheada de profissionais fluentes em inglês e conhecedores das mais modernas técnicas de gestão. Talvez o novo Bradesco seja, de fato, um pouco diferente do tradicional. Mas dificilmente os novos membros do alto escalão deixarão de lado várias práticas instituídas na gênese do banco. Entre elas a de queimar sola de sapato pelos quatro cantos do país. E a de fazer isso com o máximo silêncio possível.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h20
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GOOD NEWS BALALAI Não incide Imposto de Renda sobre indenização por danos morais ou materiais. De acordo com a 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, só a efetiva geração de riqueza por meio de atividade laboral ou aplicação de capital é fato gerador do imposto. A indenização não aumenta o patrimônio do lesado, mas o recompõe (no caso de dano moral), por meio de substituição monetária. A ministra Eliana Calmon explicou que não se trata de reconhecer isenção do imposto sobre indenizações. “A geração de riqueza é a tônica de qualquer modelo capitalista. Ninguém dirá que é, efetivamente, uma atividade importante no mercado a geração de riquezas por meio de danos morais ou materiais. Eles são uma reparação a uma lesão ilegal ao patrimônio jurídico da vítima, seja material ou imaterial”, explicou a relatora. “Não vejo como chegar à conclusão de que dano moral e material não ocasiona indenização. E se é indenização, não pode ser objeto de Imposto de Renda. Se fosse possível reparar o dano de outra forma, não haveria a indenização em valores pecuniários”, acrescentou. No processo, a Fazenda tentava alterar julgamento do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O argumento foi o de que a decisão violava, entre outras normas, o Código Tributário Nacional, ao extinguir imposto sem previsão legal e negar a incidência do tributo sobre acréscimo patrimonial. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ. Resp 1.109.863
Escrito por Eduardo Lorenzo às 08h18
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A BRUXA TÁ SOLTA! Acidentes com peças não são inéditos em corridas Incidente com Massa reacende lembranças de outros três, um deles recente  Momento do impacto da mola com o capacete de Felipe Massa
Três acidentes de pilotos atingidos por peças ou objetos estranhos foram marcantes antes do sofrido por Felipe Massa neste sábado.
Em 1972, no GP da França, uma pedra jogada para trás pelo carro de Ronnie Peterson foi parar na viseira do capacete do austríaco Helmut Marko, que ficou parcialmente cego e precisou encerrar sua carreira prematuramente.
Outro ocorreu com o britânico Tom Pryce em 1977. No GP da África do Sul, em Kyalami, o piloto morreu aos 27 anos acertado por extintor de incêndio de um fiscal que cruzou a pista, com a prova em andamento, em direção a um carro em chamas.
Como resultado, Pryce atropelou o fiscal, cujo extintor acertou seu capacete. Já morto, o piloto da Shadow foi atingir o Ligier de Jacques Laffite. O fiscal também morreu.
No domingo passado, Henry Surtees, filho de John Surtees, não resistiu aos ferimentos após acidente na F-2 em Brands Hatch, na Inglaterra.
O jovem piloto, de 18 anos, foi atingido na cabeça por uma roda vinda de carro acidentado de Jack Clarke. Depois disso, desacordado, bateu em uma barreira de pneus.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 07h56
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Na dúvida para começar novo investimento? Bancos estão diminuindo custos!A queda da taxa Selic acirrou a disputa entre bancos para atrair novos investidores. E as instituições têm brigado com as armas que possuem, diminuindo taxas de administração e criando novas modalidades de aplicação. Quem sai ganhando é o brasileiro que tem dinheiro guardado e quer fazê-lo render.
Os objetivos dos bancos são se adequar à nova conjuntura do mercado, ampliar a competitividade e beneficiar pequenos investidores, que passam a ter aplicações com custos menores.
"O Brasil está hoje em uma posição mais próxima à de mercados amadurecidos, como Europa, EUA e Chile, cujas taxas de juros são menores. Neste contexto, a concentração em investimentos de renda fixa passa a dar lugar a carteiras mais diversificadas de aplicações - o que é um comportamento mais vantajoso no cenário atual, mas também demanda mais cautela por parte dos participantes do mercado", disse o diretor de Investimentos do Itaú Unibanco, Osvaldo Nascimento.
Por isso, antes de ingressar em qualquer modalidade, é preciso atentar a alguns aspectos, como os custos do investimento e a tributação.
Taxas e aplicação
Um exemplo de que as instituições estão facilitando a vida do investidor é o Banco do Brasil, que anunciou nesta sexta-feira (24) a diminuição da taxa de administração de cinco de seus fundos de investimento de varejo. Com a medida, a taxa média passa a ser de 1,38%, que o banco declarou ser a mais baixa entre as grandes instituições financeiras do Brasil.
O banco também reduziu o valor de aplicação mínima de outros 17 fundos, sendo que, agora, com R$ 50 no bolso, é possível investir na instituição, sendo que, antes, o valor mínimo era de R$ 200, a exemplo do que aconteceu com o BB Curto Prazo Automático. Já o BB Referenciado DI LP passou de R$ 1 mil para R$ 200. Os fundos de ações têm aplicação mínima de R$ 200.
O BB tem patrimônio líquido de R$ 294 bilhões em fundos de investimento, com participação de 22,6% do mercado.
Novas modalidades
Na quinta (23), foi o Itaú que anunciou mudanças em seus investimentos, bem como novos produtos que, segundo o banco, permitirão aos clientes o ingresso no mercado de investimentos, facilitado por aplicações iniciais menores e taxas mais baixas.
O produto novo é o fundo Principal Garantido, com o qual é possível ter 130% da rentabilidade do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), nos casos em que a volatilidade da Bolsa de Valores se situar entre -21% e +21% em um período de seis meses, sem liquidez. A captação é de um mês ou R$ 200 milhões, no máximo, e a taxa de ingresso é de R$ 5 mil. O produto será comercializado a partir de agosto.
Em relação à taxa de ingresso, fundos como o Itaú Max RF e Itaú Max DI passaram a exigir um valor mínimo de R$ 20 mil, sendo que, anteriormente, era de R$ 30 mil. As taxas de administração passaram a 1,8%. No Itaú Mega DI e Itaú Mega Renda Fixa, o valor de ingresso passou de R$ 70 mil para R$ 50 mil e a taxa de administração, para 1,4%.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 07h51
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É verdade que o Brasil comprou o Acre por um cavalo?
por Roberto Navarro
Não. A versão mais aceita é a de que o Brasil deu terras, prometeu construir uma estrada e pagou uma grana à Bolívia pelo Acre. O cavalo - na verdade, dois cavalos - teria sido um presentinho extra dos brasileiros aos bolivianos. Mesmo assim, nem todo mundo concorda que houvesse algum eqüino envolvido na troca. A história do cavalo, mencionada pelo presidente boliviano Evo Morales durante a recente crise do petróleo na Bolívia, não tem muito fundamento histórico.
Segundo o Tratado de Petrópolis, assinado em 17 de novembro de 1903, o Brasil recebeu a posse definitiva do território do Acre, cedido pela Bolívia, em troca de áreas no Mato Grosso, mais o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas e o compromisso de construir a estrada de ferro Madeira-Mamoré. "Apesar de alguns historiadores fazerem referência à doação, por parte do Brasil, de dois cavalos brancos como símbolo da amizade entre os dois povos, não consta do Tratado de Petrópolis qualquer referência ao fato levantado por Evo Morales", afirma o historiador Oscar Medeiros Filho, da Universidade de São Paulo. O Acre, aliás, sempre foi na prática um território mais brasileiro que boliviano. Desde meados do século 19, migrantes brasileiros, vindos principalmente dos estados do Nordeste, ocupavam a área, oficialmente sob controle boliviano, trabalhando na extração da borracha. No final daquele século, a Bolívia tentou implantar um sistema que lhe permitisse a manutenção daquele território, mas eram muitas as suas dificuldades, pois o Estado boliviano não tinha presença efetiva na região. Os bolivianos decidiram, então, arrendar a área a uma companhia de capital estrangeiro, a Bolivian Syndicate, um conglomerado anglo-americano. Mas a medida não foi aceita pelos seringueiros brasileiros. O acirramento das tensões levou a revoltas e combates, culminando com a tentativa dos brasileiros de tornar o Acre um estado independente. O conflito terminou de forma amigável, com a assinatura do Tratado de Petrópolis entre os governos do Brasil e da Bolívia. :-’
Escrito por Eduardo Lorenzo às 07h46
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Por que sentimos sono depois de comer? Aumento no nível de açúcar no sangue faz diminuir estado de alertaQuem nunca sentiu moleza e olhos cansados depois de uma refeição caprichada? Pois saiba que isso acontece com todo mundo e tem explicação científica. "Existem conexões no cérebro que regulam o estado de alerta de acordo com o nível de saciedade", diz Lígia Mendonça Lucchesi, pesquisadora da Associação Fundo de Incentivo à Farmacologia, do Instituto do Sono. Segundo ela, esse mecanismo é que nos deixa sonolentos depois de comer e mais despertos quando estamos com fome. Isso porque as células nervosas que comandam o processo são afetadas pela glicose, um açúcar encontrado nos alimentos. Quando comemos, o nível de glicose no organismo aumenta e inibe a ação dessas células, fazendo com que parem de enviar sinais para nos deixar atentos e provoquem o sono. Essa descoberta foi feita em 2006, por pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra. Mas existem alguns fatores que podem acentuar o efeito sonífero após uma refeição. "Alimentos mais pesados, que demandam uma digestão mais difícil, como uma feijoada, podem contribuir para aumentar a sensação de sono", afirma Lígia. Por isso, quando se deseja evitar as "pescadas" no trabalho ou em qualquer outra situação, ela recomenda fazer refeições leves, como saladas, por exemplo. Tomar uma xícara de café também pode ajudar a ficar desperto, mas depende de cada pessoa. Já para quem prefere render-se ao sono, a médica afirma que a prática não é prejudicial à saúde ou ao processo de digestão, como muita gente pensa. "Ao contrário, a soneca tem um efeito benéfico sobre o organismo, promovendo melhora na atenção e concentração após o despertar", finaliza.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 07h43
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