THE HALL OF FAME RONALD BIGGS | Just after 3 o'clock in the morning, Thursday 8th August, on a stretch of railway track in Buckinghamshire, sixteen men ambushed the Glasgow-to London main train. Their total booty that night was 2,631,784 pounds - worth over 26million pounds today. Biggs - along with most of the other gang members - was subsequently captured; he received a 30 year jail sentence. But within 15 months he had made his escape from Wandsworth Prison, and since then, has been living in exile in a very different form of prison. In 'Odd Man Out', Ronald Biggs speaks openly about the robbery and his years in exile. He reveals for the first time how he has eluded justice for so long. This is an outstanding man with an exceptional story, living on the run for over thirty years. We interviewed the British folk hero at his home in Rio de Jeneiro Q: You were on 60 minutes in Australia recently R: Yeah. I happened to have this couple in for lunch when the camera crew came in and the producer wanted to keep on running whilst the couple were still here. The interviewer asked them if they had a choice between visiting the Pope, the Queen of England, Bill Clinton or Biggs, who would they visit. The husband said well I'M a devout Catholic so I would have to say the Pope first, but then definitely I'd see Ronnie and you can forget about the other two. Q: Is it true that people can pay to join you for lunch? R: Well, on a very small scale yes. An Australian friend of mine runs tours in STH America and every now and then he arranges with me to have a barbecue for certain groups Q: Were you surprised by the amount of support you received from back home despite what you did? R: Yeah the English and so do the Aussies too for that matter. And you know this book that I just wrote is going to be coming out very soon to Australia. Q: Lets have a look then R : (as he finishes topping up our beers) I'll just go and get it Q: What did you think of Buster R: Well we were half way through and no one really liked it so the choice was to continue and see the rest of it or to turn on the Forty Towers video. So we turned on Forty Towers and I never did see the end of it R: I was talking to Bruce Reynolds recently. His book is coming out in April. Its called the "Autobiography of a Thief" and he's a bloody good bloke, he really was a really good friend. When he left me in England with my two big bags of money I never saw him again until a year and a half ago. When he walked in thedoor to see me the first thing I said was "Got any more good ideas Bruce?" Q: What did he say to that? R: Well the idea was to make a movie ourselves with everyone playing a cameo role. Y'know like one would be an ice cream salesman or whatever. Preferablybefore we all go, you know what I mean, cos poor old Charlie Wilson went, he was murdered and of course Buster has gone. Q What do you think the public in Australia and around the world want to hear about your story? Ronald the man, the lover, the criminal, the hero? R: Well I am no longer a criminal. I gave up that practice years ago. The last thing I stole was a box of Coca Cola from a parked truck in Adelaide. I was nice and drunk , it was New Years Eve. And that was about 28 years ago. A hero? No I've never been a hero. I suppose I am a hero in some peoples eyes, but that was due to all the false newspaper reports. It has been rumoured that I was the brains of the robbery, but that was totally incorrect. I've been described as the tea boy which is also incorrect. I was involved in the robbery for a purpose and that was because I knew somebody who could drive a diesel train. I was responsible to take along this old guywho could drive the train. I don't think the public want to hear any more. I think they have had a gut full. Q What would you like the public to think about you? R: Well that's one of the reasons I wrote this book "Odd Man Out". There has been so much rubbish written up in the papers over the years. One report said that since my time on the run I've 'ad 2,500 girlfriends. I mean you got to realize, I've been on the run for more than 30 years, I have got to have had more than that!! No, those reports just ain't true. Q So how did you get involved in the great train robbery? Bruce Reynolds was my mate and I'd phoned 'im up to ask if I could borrow some money. He said normally I would but my money is involved in a business, something I'M not allowed to talk to you about. Can I come and see you? If you can imagine the monetary value back in 1963, he offered me 40,000 pounds to participate. That was an awful lot of money. I asked for 48 hours to think about it, but I think I only needed 48 seconds. Q What kind of childhood did you have? R: Working class parents, dad worked on a railway as a steward on the dinning cars. He'd been a soldier, he'd been a sailor and he was a chef in his later years. I won a scholarship with the Brixton School of Building. I screwed around, not putting in a proper attendance. Throughout my life I never seemed to make good with all the opportunities I've had. Through building I should have come out like my pals did as an architect or a draghtsman or surveyors or something, but I hopped the wag too often. I was already into lifting stuff by that stage. We were war time kids and a lot of us were used to scrambling round the bomb sites and nicking stuff. used to have a list of things from my school buddies of what kind of art material they wanted. Id go up to the West End of London and spend the whole dayknocking stuff off. That's how I kicked off and things went on from there...down and down. | after serveral stokes Ronnie finaly gave in and surrendred to Scotland Yard on May 6 2001 read the full story on Ronnie's website, ronniebiggs.com
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h45
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O ladrão do século que viveu à margem da Justiça28 minutos. Este foi o tempo que Ronald Biggs e seus comparsas precisaram para assaltar um trem postal que levava 2,6 milhões de libras esterlinas, em Cheddington, na Inglaterra, no dia 8 de agosto de 1963. Preso um mês depois, e apesar de ser um componente de segunda linha da quadrilha, Biggs ficou conhecido mundialmente como o ladrão do século. Em 1964, foi condenado a 30 anos de prisão. Não foi preciso muito tempo para se livrar ao seu modo da punição imposta pela Justiça britânica. Conseguiu fugir da penitenciária em 8 de julho de 1965 depois de corromper um guarda. Escalou o muro com uma escada feita de cordas e foi para Paris, onde conseguiu um passaporte falso e fez cirurgia plástica para mudar seus traços. Em 1970, foi para a Austrália. Precisou fugir novamente após ser reconhecido por um repórter. Chegou ao Brasil no mesmo ano, onde passou mais de três décadas e enfrentou algumas batalhas judiciais. Em 1974, quatro anos após chegar ao Brasil, Biggs foi encontrado por um repórter do jornal Daily Express. Ele estava morando no Rio de Janeiro. A Scotland Yard, polícia britânica, foi logo avisada de seu paradeiro. Ele chegou a ser detido, mas nada seria feito. Na ocasião, Biggs não podia ser extraditado, já que Brasil e Inglaterra não tinham tratado de extradição à época. Em 1981, o ladrão do século foi seqüestrado por um grupo e levado para Barbados (Caribe). O grupo queria recompensa da Inglaterra para entregá-lo. Ele chegou a ser detido em Barbados com a alegação de violação das leis de Imigração. Como foi vítima de um crime e não estava lá de forma livre e voluntária, teve o direito de retornar ao Brasil e não à Inglaterra. Os seus advogados conseguiram que a Justiça local o devolvesse ao Brasil. O advogado Sepúlveda Pertence, que anos mais tarde seria ministro do Supremo Tribunal Federal, defendeu Biggs. Ele foi contratado para evitar a deportação. Na época, o principal argumento foi o de que uma dançarina estava grávida de Biggs. Ele teve um filho no Brasil — Michael Biggs, que também ficou conhecido como Mike, da Turma do Balão Mágico, grupo infantil que fez sucesso nos anos 80. A Inglaterra voltou a ter esperança em tê-lo de volta depois de assinar um tratado de extradição com o Brasil. Em 1997, no entanto, o Supremo Tribunal Federal arquivou por unanimidade o pedido de extradição feito pelo governo britânico. Na ocasião, como era presidente da Corte, o ministro Celso de Mello não se manifestou no julgamento. O ministro Sepúlveda Pertence também não votou porque tinha sido advogado de Biggs nos anos 70. O relator do caso, ministro Maurício Corrêa, afirmou que “o tipo penal em que foi incurso o extraditando na sentença condenatória” correspondia ao roubo qualificado na lei brasileira. Mas, pela legislação, houve prescrição porque se passaram mais de 20 anos e, consequentemente, a prisão não poderia ser decretada. O ministro Marco Aurélio disse à revista Consultor Jurídico que cada caso tem suas peculiaridades, mas o “Supremo tem concedido extradição em cerca de 90% dos pedidos”. Mesmo livre no Brasil, em 2001, Biggs resolveu voltar voluntariamente para a Inglaterra, onde teria de acertar as contas pelo que fez. Foi preso ao desembarcar em Londres e levado para a prisão de Belmarsh, onde se casou em 2002 com a brasileira Raimunda, mãe de seus filhos Michael e Ingrid. Vítima de sucessivos derrames e infartos, Biggs pediu a liberdade diversas vezes. Os pedidos foram negados. Em junho de 2008, a defesa disse que ele já teria direito à liberdade condicional por ter cumprido um terço da condenação de 30 anos. Em junho de 2009, o secretário de Justiça britânico Jack Straw negou o pedido com o argumento de que Biggs não tinha se arrependido pelo que fez. No fim do mesmo mês, o estado de saúde se agravou e ele foi internado com pneumonia. No dia 6 de agosto, Straw resolveu, finalmente, conceder liberdade ao ladrão do século diante de seu estado de saúde. Dois dias depois, Biggs completou 80 anos.
SAIBA MAIS: Clique no ícone para ler sobre: ►A vida de Ronald Biggs ►Os detalhes do assalto ao trem ►A ementa e o inteiro teor do julgamento no Supremo ►Liberdade condicional é negada a Ronald Biggs ►Ronaldo Biggs é libertado na Inglaterra ►Inglaterra teve vaidade ferida no caso Ronald Biggs
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h42
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ENTENDENDO A CRISE DE CRÉDITO: Crise do Crédito - Visualizada (The Crisis of Credit - Visualized - Translated to Portuguese/BR) Para entender a crise financeira - The Last Laugh - Subprime
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h34
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USO CONSCIENTE DE SEU CARTÃO ITAUCARD:
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h27
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O ADVOGADO Certa tarde, um famoso advogado ia pra casa em sua limousine" quando viu dois homens a beira da estrada, comendo grama. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles: - Porque vocês estão comendo grama? - Não temos dinheiro pra comida. - disse o pobre homem – Por isso temos que comer grama. - Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o advogado. - Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore. - Que venham também - disse novamente o advogado. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: - Você também pode vir. O homem, com uma voz muito sumida disse: Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo! - Pois que venham também. - respondeu o advogado. E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o advogado e disse:
- O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos! O advogado respondeu: - Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20 centímetros de altura! Moral da história: Quando você achar que um advogado está lhe ajudando, não se iluda, pense mais um pouco!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h13
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O BRASILEIRO É ASSIM… - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura,emprego.
- Fala no celular enquanto dirige.
- Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
- Para em filas duplas ou triplas em frente às escolas.
- Viola a lei do silêncio.
- Dirige após consumir bebida alcoólica.
- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
- Espalha mesas e churrasqueiras nas calçadas.
- Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
- Faz gato de luz, de água e de TV a cabo.
- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisório, para pagar menos impostos.
- Compra recibo para abater na declaração do Imposto de Renda para pagar menos imposto.
- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10 pede nota de R$ 20.
- Comercializa objetos doados nas campanhas de arrecadação para socorrer vítimas de catástrofes.
- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
- Compra produto piratas com a plena consciência de que são piratas.
- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA
- Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
- Leva das empresas onde trabalha pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis… como se isso não fosse roubo.
- Comercializa os vales-transportes e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
- Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado…
- Quando volta do exterior, nunca fala a verdade quando o policial pergunta o que traz na bagagem…
- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
…E quer que os políticos sejam honestos… se escandaliza com tudo…
Estes políticos que aí estão saíram do meio deste mesmo povo… Ou não?
Afinal, o brasileiro reclama de quê?
Escrito por Eduardo Lorenzo às 10h08
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SUJEITINHO CORAJOSO Fotógrafo faz close-ups de tubarõesDepois de oito anos dedicando-se a fotografar a vida submarina, o americano-taiwanês Eric Cheng realizou o sonho de registrar close-ups de tubarões.
Em sua última viagem às Bahamas, em junho, Cheng fotografou os animais na superfície, usando peixes como isca.
"A fotografia submarina se resume a conseguir chegar o mais perto possível do objeto", diz ele.
O truque para obter as imagens de tubarões-limões e suas mandíbulas abertas foi pendurar a câmera em uma extensão e segurá-la junto à superfície, a partir de um barco de apoio.
"Não é uma boa ideia entrar na água quando os tubarões estão na superfície", conta.
Pantanal Cheng, de 33 anos, é mergulhador desde 1995, e virou fotógrafo submarino em 2001.
Hoje, ele edita o site Wetpixel.com, que reúne trabalhos de fotógrafos submarinos de todo o mundo.
"Já fiz viagens com fotógrafos brasileiros e tive experiências maravilhosas com cada um deles", disse Cheng à BBC Brasil.
"Eu adoraria tirar fotos no Pantanal algum dia. Vi imagens lindas tiradas lá."
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h26
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Governo planeja novas regras para cartão de crédito: saiba o que pode mudar
O mercado de cartões de pagamento, que movimentou mais de R$ 375 bilhões só no ano passado, pode estar prestes a mudar. O Banco Central e os ministérios da Fazenda e da Justiça estudam uma nova regulamentação do mercado com o objetivo principal de aumentar a concorrência do setor, hoje praticamente dominado por duas empresas. Os órgãos do governo não falam sobre o andamento das discussões mas, segundo as entidades consultadas pelo G1, algumas das principais mudanças da nova legislação devem dizer respeito à unificação das redes de máquinas de leitura dos cartões, à cobrança de preço diferenciado para pagamento com cartão de crédito e ao prazo de pagamento do varejo pelas operadoras dos cartões.
A mudança que deve surtir efeitos mais imediatos para o consumidor é a que pode permitir que o varejo cobre do consumidor que fizer um pagamento em cartão de crédito um valor diferente do que seria cobrado se a conta fosse paga em dinheiro ou cheque.
Atualmente, o preço cobrado à vista deve ser o mesmo, seja qual for o instrumento usado para o pagamento – dinheiro, cheque ou cartão. As lojas, no entanto, pagam às administradoras de cartões uma taxa que pode chegar a 5% do valor da compra, o que torna as vendas no cartão menos rentáveis. A idéia por trás da potencial mudança é que a possibilidade de cobrar preços diferenciados pode gerar benefícios para o consumidor que utiliza dinheiro ou cheque, que não terá que “dividir” com os usuários de cartões as taxas pagas às administradoras.
As entidades de defesa do consumidor, no entanto, são contrárias à cobrança diferenciada. “A gente entende que não deve ter diferenciação alguma pra quem paga em dinheiro e cartão de crédito. Todos os pagamentos são à vista”, diz Renata Reis, técnica da Fundação Procon de São Paulo. No Distrito Federal, no entanto, uma decisão judicial já permite essa diferenciação. “Essa questão da diferenciação fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC)”, aponta Ione Amorim, economista do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). “O meio de pagamento não altera a característica da venda. Quando você usa o cartão, é um pagamento à vista, e não parcelado. O cartão é uma forma de pagamento que o lojista oferece para aumentar as condições de venda de seus produtos. E é favorável para ele, porque ele não responde pela inadimplência. Criar uma diferenciação não vai fazer com que baixe o preço”, explica.
O próprio varejo tem dúvidas sobre a vantagem da mudança. “Acho que afetaria muito o uso do cartão você saber que, para usá-lo, vai ter que pagar uma taxa ao lojista, além da taxa anual que já paga para o cartão. Não sei se isso é benéfico”, diz Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “Você mudaria os termos da relação do consumidor com a empresa do cartão”, completa ele. Empresas de cartões A indústria de cartões se diz indiferente à mudança. “Essa é uma questão que afeta os órgãos de defesa do consumidor, que historicamente é contra. Para a indústria, nós não temos nenhum posicionamento, favorável nem desfavorável”, diz Roberto Medeiros, diretor da Associação Brasileira das Empresas de Cartões e Serviços (Abecs). Apesar da oposição, a regra atual pode ser alterada mesmo antes da conclusão dos estudos do governo. A mudança entrou “de carona” na Medida Provisória 460, que trata de alterações na cobrança de impostos do setor da construção, no âmbito do programa de habitação “Minha Casa, Minha Vida”. A MP já foi aprovada pelo Senado e aguarda votação na Câmara dos Deputados. Concorrência Em estudo sobre o mercado de cartões de pagamento divulgado em março deste ano, o Banco Central destaca a necessidade de se aumentar a concorrência do setor, dominado pela Redecard e pela Visanet, o que poderia resultar em ganhos para os consumidores.
Uma das maiores dificuldades para quebrar esse quase duopólio são as redes de máquinas de leitura dos cartões. Isso porque hoje cada bandeira opera apenas em máquinas da própria rede – dessa forma, a entrada de uma nova operadora exigiria mais uma leitora em cada loja ou prestador de serviço. Além do investimento que isso exigiria da empresa de cartões, o varejo também teria seus gastos aumentados, uma vez que as máquinas são alugadas, a um custo que pode chegar a R$ 120 mensais. “Você ter duas máquinas significa você pagar dois aluguéis, e também linha telefônica. Se você tem vários caixas, multiplica tudo por dois. Então hoje realmente você criar um cartão de crédito e montar uma nova rede é quase impossível”, diz Solimeo, da ACSP.
Para o Idec, a unificação das máquinas pode beneficiar o consumidor. “A unificação tende a reduzir custo. Isso é favorável para o comércio e para o consumidor”, diz Ione. A própria Abecs apóia a integração das redes. Segundo Medeiros, a entidade propôs o fim da exclusividade das máquinas. “O que a gente está propondo é que não se tenha mais exclusividade da bandeira com os adquirentes (empresas que credenciam os estabelecimentos e fornecem os equipamentos). No final o estabelecimento vai decidir com qual adquirente quer trabalhar, e a máquina vai atender todas as bandeiras”, diz ele.
O diretor da Abecs lembra, no entanto, que hoje grande parte dos estabelecimentos já têm máquinas que operam as diversas redes – nesses casos, elas não são alugadas, mas compradas pelas varejistas, que são responsáveis por sua manutenção.
Lojistas reclamam Do lado dos lojistas, as maiores protestos são quanto às taxas cobradas sobre as operações feitas com cartão de crédito (de 3% a 5%) e do tempo decorrido entre o pagamento feito pelo cliente e o recebimento do dinheiro pelas operadoras de cartões, hoje entre 30 e 40 dias, bastante superior ao vigente na Europa e nos Estados Unidos.
“O que queremos é a redução de custo, que é o que interessa para o varejo”, diz Fabio Pina, economista da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio). “Precisa ver quanto que ocorreria de redução. Mas o fato é que vai reduzir o custo do varejo e abrir possibilidade de oferecer condições melhores para o consumidor”.
Ione, do Idec, também vê nas possíveis mudanças a chance de melhora nas condições para o consumidor. “Se o lojista tiver melhor condição de receber, não vai ter essa necessidade de repassar custo para o consumidor”, diz. Para a Abecs, no entanto, o formato brasileiro da indústria de cartões é mais benéfico ao consumidor. “Tudo na vida tem explicação. No Brasil é assim porque o portador do cartão paga sua conta também em 30 dias, sem nenhuma incidência de juros. Então o estabelecimento também é pago 30 dias depois”, diz ele. “Nos Estados Unidos, também não tem uma outra facilidade que tem no Brasil, que é o parcelamento sem juros. Lá, você vai pagar juros desde a data em que você fez a compra. É um modelo diferente. Aqui é um modelo que tem mais vantagem para o portador do cartão”, defende Medeiros.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h26
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CARTÃO À VISTA Lojas insistem em diferenciar preços por forma de pagamento O valor do produto muda de acordo com a resposta do cliente. A prática é ilegal e fere o código de defesa do consumidor. Pergunta básica feita no comércio antes de fechar qualquer compra: Qual a forma de pagamento? O valor do produto muda de acordo com a resposta do cliente. A prática é ilegal e fere o código de defesa do consumidor. Mas as lojas insistem. Ricardo Blota foi ao shopping com a missão de encontrar para o pai um presente cheio de adjetivos: "Bom, bonito e barato". Na loja de roupas, não perde tempo.
“Essa aqui estava R$ 392, passou para R$ 198. Se pagar à vista tem desconto de 5%. Vai ficar R$ 188”, mostra o vendedor.
Antes de fechar qualquer negócio, faça uma boa pesquisa nas lojas. É o que recomenda o Procon, que pede para o consumidor não avaliar apenas o preço do produto. Muita gente acaba escolhendo algo por impulso, para resolver logo o problema.
“Comprei e vi que não ia dar certo. Já estou fazendo a troca. Tem que adiantar, tenho mais o que fazer”, justifica Carolina Domingues. A loja não é obrigada a trocar objetos em promoção, ou por causa da cor ou tamanho, por isso, antes de comprar, é preciso perguntar os critérios. A troca só é garantida em caso de defeito. Você tem 90 dias.
Cartão de débito, cheque ou dinheiro - tudo isso é pagamento à vista. “Pode haver diferenciação entre pagamento parcelado ou à vista. O pagamento parcelado pode ser superior ao pagamento à vista. Sempre que falar em pagamento à vista, necessariamente tem que ser idêntico a todos os meios de pagamento: cheque, cartão ou dinheiro”, explica o diretor do Procon-SP Roberto Pfeiffer.
O administrador Rogério Ferreira fez as contas e ao invés de desconto ganhou um chorinho: “Pelo menos nas compras que venho fazendo prefiro o brinde. O benefício é maior que o desconto”.
O Procon também recomenda: quem está pensando em comprar celulares ou eletroeletrônicos deve pedir para o vendedor testar o aparelho. Deve observar a garantia e a rede de assistência técnica.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h22
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POSSO DAR O TROCO EM BALA? Comerciantes são obrigados a dar troco de R$ 0,01
Se mil pessoas passam deixam R$ 0,01 para trás, o comerciante vai ter no caixa, ao final do expediente, R$ 10 a mais. Em um ano o valor chega a R$ 3.650. O senhor prefere uma bala ou quer uma moeda? O vendedor Silas de Oliveira foge dos docinhos: “Balas não. Inclusive até uma ocasião já aconteceu isso comigo e eu perguntei à pessoa: se eu trouxer as balas você vai aceitar como pagamento do produto que eu estou levando? Eles disseram que não”.
Mas a prática é comum, quando não tem dinheiro trocado. “Muitas vezes o cliente fica um pouquinho chateado, mas você convence com uma bala, um chiclete, uma coisa assim”, ensina o comerciante Mauricio Quirino.
O computador está em promoção por R$ 899,99. “Provavelmente não vão devolver R$ 0,01”, espera o técnico em enfermagem Adimar Isaías.
A pequenina moeda de R$ 0,01 acaba esquecida. “A gente não pega R$ 0,01 de troco porque não tem, não existe”, diz o garçom Manoel Pardal.
Então por que não cobrar o preço redondo?
“Psicologicamente funciona. A pessoa vê R$ 2,99, acha que está pagando R$ 2 e pouco e não R$ 3”, aponta o comerciante Guilherme Miranda.
Sozinha, a moeda pode não chamar atenção. Alguns até a ignoram mesmo. Brigar por tão pouco? Pois é, só que de "um" em "um" alguém leva o lucro. Se mil pessoas passam por dia numa loja e deixam o troco de R$ 0,01 para trás, o comerciante vai ter no caixa, ao final do expediente, R$ 10 a mais. Em um ano o valor chega a R$ 3.650.
Com uma microcâmera, nossa produção percorreu vários supermercados de Uberlândia para descobrir onde está o troco. Ele existe, mas depende da atitude do consumidor. Quando questionada a caixa se mostra surpresa: Você quer R$ 0,02?
Em outros locais, o cliente precisa esperar até que a moeda de R$ 0,01 seja trazida. Nenhum caixa tinha o troco à disposição. A prática é condenada pelo Procon.
“O consumidor tem direito ao troco e sem cara feia. O fornecedor deve arcar com esta responsabilidade. Não arcando, poderá ser penalizado com uma multa de R$ 200 a R$ 3 milhões nos termos do Código de Defesa do Consumidor”, explica o superintendente do Procon de Uberlândia Franco Cristiano Alves.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 01h19
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BBB CANINOFotografe os passos de seu animal de estimação 
Quer saber o que seu animal de estimação anda aprontando? Ter uma câmera pendurada na coleira de seu cachorro ou gato resolveria esta dúvida de muita gente.
A Pet´s Eye View Camera pode ser adaptada à coleira de seu bicho de estimação e tira fotos no formato 640 x 480 a cada cinco, dez ou quinze minutos.
A câmera armazena até 40 fotos e inclui uma bateria de lithium-ion recarregável. Para visualizar as fotos, basta ligar o gadget na USB do micro.
O produto custa 65 dólares no site iwantoneofthose.com
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h47
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CONVENÇÃO DE GENEBRA §1- Os países em guerra não podem utilizar armas químicas uns contra os outros. §2- O uso de balas explosivas ou de material que cause sofrimento desnecessário nas vítimas é proibido. §3- O bombardeio de balões com projéteis é proibido. §4- Prisioneiros de guerra devem ser tratados com humanidade e protegidos da violência. Não podem ser espancados ou utilizados com interesses propagandísticos. §5- Prisioneiros de guerra devem fornecer seu nome legítimo e patente. Aquele que mentir pode perder sua proteção. §6- As nações devem identificar os mortos e feridos e informar seus familiares. §7- É proibido matar alguém que tenha se rendido. §8- Nas áreas de batalha, devem existir zonas demarcadas para onde os doentes e feridos possam ser transferidos e tratados. §9- Proteção especial contra ataques será garantida aos hospitais civis marcados com a cruz vermelha. §10- É permitida a passagem livre de medicamentos. §11- Tripulantes de navios afundados pelo adversário devem ser resgatados e levados para terra firme com segurança. §12- Qualquer exército que tome o controle de um país deve providenciar comida para seus habitantes locais. §13- Ataques a cidades desprotegidas são proibidos. §14- Submarinos não podem afundar navios comerciais ou de passageiros sem antes retirar seus passageiros e tripulação. §15- Um prisioneiro pode ser visitado por um representante de seu país. Eles têm o direito de conversar reservadamente, sem a presença do inimigo.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h40
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À medida que as vinícolas ao redor do mundo diversificam os serviços oferecidos, o turismo do vinho desponta como um das áreas mais promissoras e prósperas do universo dos negócios. Ciente disso, a revista americana Forbes, especializada em finanças, publicou recentemente a lista dos 10 melhores destinos (destacando sempre as vinícolas) para os turistas que viajam o mundo em busca de vinhos. Elaborada por George Taber, a reportagem intitulada "A busca por Baco: Descobertas no Mundo Maravilhoso do Vinho", revela a seguinte classificação: 1° - Castello Banfi, Toscana, Itália Inaugurada por um importador norte-americano, a vinícola Banfi é uma das mais belas da Toscana, além de contar com um suntuoso castelo e ótimos restaurantes. 2. Montes, Vale do Colchagua, no Chile Montes está entre as mais famosas vinícolas chilenas, ainda assim, garante a revista, não perdeu a excentricidade. "É o único lugar do mundo que conheço onde as uvas são maturadas com cantos gregorianos sendo entoados ao fundo. 3. Ken Forrester, Stellenbosch, África do Sul A região de Stellenbosch é considerada uma das mais belas do mundo. O clima é mediterraneo e o cenário se assemelha bastante ao Vale do Napa, na Califórnia. O produtor Ken Forrester passou anos visitando o Vale do Loire antes de aplicar seu conhecimento dentro de casa. 4. Fournier, Mendoza, Argentina Na Fournier, que fica cerca de 16 quilômetros dos Andes, avista-se a neve da cordilheira ao longo do ano inteiro. A vinícola tem design moderno e está localizada no meio do deserto. 5. Leeuwin Estate, Margaret River, Austrália Margaret River está mais perto de Cingapura do que de Melbourne, o que significa uma longa viagem. "A bela paisagem com florestas antigas é tão isolada que quase não se encontra pessoas", diz Taber. 6. Felton Road, Central Otago, Nova Zelândia Relativamente nova no mundo dos vinhos, Central Otago é a região produtora de vinho que fica mais ao sudeste do planeta. 7. Bodegas Ysios, Rioja, Espanha Famosa por sua arquitetura, a Bodegas Ysios ainda produz ótimos vinhos. 8. Quinta do Portal, Douro Valley, Portugal Chega-se a essa vinícola depois de dirigir por estradas estreitas. "O hotel da região tem uma vista Linda", nota Taber. 9. Chateau Lynch-Bages, Bordeaux, França Bordeaux sempre foi famosa por produzir os melhores vinhos do mundo. A região, contudo, não era reconhecida por suas belezas naturais nem, tão pouco, por proporcionar uma experiência turística amigável. O Chateau Lynch-Bages oferece agora um hotel, bons restaurantes e ofertas de compras. 10. Peter Jakob Kuhn Oestrich, Rhein/Mosel, Alemanha É um dos destinos mais românticos do mundo, com castelos no alto das montanhas e muita hospitalidade. Os vinhos atuais são melhores e mais consistentes do sempre foram.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h26
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FRASE DO DIA: Perguntaram ao general Norman Schwarzkopf, do Exército dos Estados Unidos, se ele perdoaria os terroristas do 11 de setembro de 2001.
A resposta: "Eu creio que a tarefa de perdoá-los cabe a DEUS. A nossa é de simplesmente arranjar o encontro".
(Este sim, é o cara...)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h18
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Não tenho curso superior.O que eu sei foi a vida que em ensinou,e como eu não prestava muita atenção e faltava muito,aprendi pouco.Sei o essencial,que é amarrar os sapatos,algumas taboadas e como destinguir um bom beaujolais pelo rótulo. E tenho um certo jeito - como comprova este exemplo - para usar frases entre travessões,o que me garante o sustento.No caso de alguma dúvida maior, recorro ao bom senso. Que sempre me responde da mesma maneira: "Olha na enciclopédia pô!" Este naco da autobiografia é apenas para dizer que nunca tive que passar pelo martírio de um vestibular. É uma experiência que jamais vou ter, como a dor do parto. Mas isso não impede que todos os anos, por essa época, eu sofra com o padecimento de amigos que se submetem à terrível prova, ou até de estranhos que vejo pelos jornais chegando um minuto atrasados, tendo insolações e tonturas, roendo metade do lápis durante o exame e no fim olhando para o infinito com aquele ar de sobrevivente da Marcha da Morte de Batan. Enfim, os flagelados do unificado. Só lhes posso oferecer a minha simpatia. Como ofereci a uma conhecida nossa que este ano esteve no inferno.
- Calma, calma. Você pode parar de roer as unhas. O pior já passou.
- Não consigo. Vou levar duas semanas para me acalmar.
- Bom, então roa as suas próprias unhas. Essas são as minhas.
- Ah, desculpe. Foi terrível. A incerteza, as noites sem sono. Eu estava de um jeito que até calmante me excitava, e quando conseguia dormir sonhava com escolhas múltiplas:
A) fracasso, B) vexame, C) desilusão
E acordava gritando: Nenhuma destas, nenhuma destas. Foi horrível.
- Só não compreendo porque você inventou de fazer vestibular a esta altura da vida...
- Mas quem é que fez vestibular? Foi meu filho! E o cretino está na praia, enquanto eu fico aqui, à beira do colapso.
Mãe de vestibulando. Os casos mais dolorosos. O inconsciente do filho às vezes nem tá: diz pra coroa que cravou coluna do meio em tudo e está matematicamente garantido. E ela ali, desdobrando fila por fila o gabarito. Não haveria um jeito mais humano de fazer a seleção para as universidades? Por exemplo, largar todos os candidatos no ponto mais remoto da floresta amazônica e os que voltassem à civilização estariam automaticamente classificados? Afinal, o Brasil precisa de desbravadores. E as mães dos reprovados, quando indagadas sobre a sorte do filho, poderiam enxugar uma lágrima e dizer com altivez:
- Ele foi um dos que não voltaram... Em vez de:
- É um burro!
Os candidatos à Engenharia no Rio de Janeiro poderiam ser postos a trabalhar no Metrô dia e noite,quem pedisse água seria desclassificado. O Estado acabaria com poucos engenheiros novos - aliás, uma segurança para a população - mas as obras do Metrô progrediriam como nunca.Na direção errada, mas que diabo!
O certo é que do jeito que está não pode continuar.E ainda por cima,há os cursinhos pré-vestibulares. Em São Paulo os cursinhos estão usando helicópteros na guerra pela preferência dos vestibulandos que terão que repetir tudo no ano que vem. Daí para napalm, o bombardeio estratégico, o desembarque anfíbio e, pior, uma visita do Kissinger para negociar a paz,é um pulo.
Em São Paulo há cursinhos tão grandes que o professor,para se comunicar com as filas de trás,tem que usar o correio. Se todos os alunos de cursinhos no centro de São Paulo saíssem para rua ao mesmo tempo, ia ter gente caindo no mar em Santos. O vestibular virou indústria. E os robôs que saem das usinas pré-vestibulares só tem dois movimentos: marcar cruzinha e rezar. O filho da nossa nervosa amiga chegou em casa meio pessimista com uma das suas provas:
-Sei não. Acho que tubulei. O Inglês não estava mole.
-Mas meu filho, hoje não era inglês! Era Física e Matemática!
-Oba! E ntão acho que fui bem!
(Luis Fernando Verissimo)
Escrito por Eduardo Lorenzo às 22h16
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