Desculpe o empurrão, Me empresta a sua mão. É a falta de espaço, Deu câimbra no braço é a circulação. Se vai ter que apertar, Agüenta a falta de ar. É sovaco na orelha, Joelho no plexo solar.
Se tem piada não ri, Se tem dor omiti. Fazer alongamento, Suor treinamento, virar um faquir. Muita concentração, Yoga, meditação. Vou agüentar parado, Como bucha de canhão.
Mas se aos céus eu pedir, E um Engenheiro acatar. Vou deixar esse inferno, Esse colégio interno, enfim respirar. Vou sair por aí, Vou querer me esticar. Não sou boi confinado, Atum enlatado eu vou me mandar.
Softwares gratuitos ajudam a organizar orçamento doméstico
São tantas despesas pesando no seu bolso que fica difícil manter o controle sobre tudo. Para tornar mais prático o cálculo do orçamento pessoal, existem diversos programas de computador disponíveis gratuitamente que contabilizam despesas e receitas, ajudando, assim, a manter o saldo positivo no final do mês.
Para os consultores de finanças, essas ferramentas podem ser benéficas, mas exigem disciplina. “Não adianta ter um programa com milhões de utilidades se a pessoa não está lá atualizando constantemente seus dados financeiros”, diz o consultor Ângelo Guerreiro Costa.
A estudante de administração Lêda Sueiro, 43 anos, passou a ter um melhor controle quando listou suas despesas no computador. “Aprendi na faculdade mesmo a criar planilhas básicas que ajudam a compreender melhor meus gastos”, conta.
Na avaliação de Ângelo, os softwares de gestão financeira podem, sim, estimular o usuário a ter mais controle de seus gastos, mas também correm o risco de espantá-lo caso sejam de difícil utilização. “Depende da pessoa. O mais importante é que, ao discriminar todos os gastos e rendimentos, é possível enxergar com detalhes o orçamento. Quando for necessário economizar, já existe ali a relação de todos os gastos e aqueles que podem ser cortados”, explica.
Saiba mais como controlar o orçamento doméstico no jornal A TARDE desta segunda-feira, 14, ou, se for assinante, clique aqui para acessar a edição digital.
Você pode também, com uma simples busca na internet, achar dezenas de opções gratuitas de softwares de finanças. Um dos mais baixados é o Orçamento Pessoal 2009 (clique aqui para acessar o site), e também o Ganância: Finanças Pessoais (clique aqui para acessar). Outras opções incluem o GNU Cash (clique aqui para fazer o download ) e também o Finance Desktop, que tem como diferencial o simulador de ações para investidores da Bolsa (clique aqui para acessar).
Lula teve 'visão correta' ao falar que crise era 'marolinha', diz 'Le Monde'
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma visão "bastante correta" ao dizer, no ano passado, que a crise no Brasil provocaria apenas uma "marolinha", diz artigo publicado no jornal francês Le Monde nesta quinta-feira.
O diário argumenta que a recessão no Brasil durou apenas um semestre, citando o aumento de 1,9% do PIB no segundo trimestre de 2009, após queda nos dois trimestres imediatamente anteriores, além da recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo e do real.
"A rápida recuperação do Brasil demonstra a precisão da estratégia adotada pelo governo e concentrada no apoio do mercado interno. As reduções de impostos a favor das indústrias de automóveis e de eletrodomésticos mantiveram as vendas nestes nestes dois setores cruciais", afirma o jornal, lembrando ainda que a confiança do consumidor brasileiro jamais chegou a ser abalada.
No artigo, intitulado "A retomada do crescimento mundial se baseia nos Brics", o Le Monde traça o panorama econômico dos países do grupo - Brasil, Rússia, Índia e China - um ano após a queda do banco Lehman Brothers, considerada o marco da atual crise financeira global.
Outros países "É para os grandes países emergentes que se direciona hoje a esperança de que a fase de recuperação do nível de vida vai se acelerar. E que seus modelos de crescimento, até hoje essencialmente baseados nas exportações, vão progressivamente dar lugar a um novo modelo de desenvolvimento, garantindo mais importância à demanda interna", diz o jornal.
Sobre a China, o Le Monde afirma que a previsão de crescimento de 8% para o PIB de 2009 deve ser atingida, mas ressalta que o modelo econômico do país favorece o investimento em detrimento do consumo.
O diário francês lembra que a Índia conseguiu manter um crescimento sustentado, principalmente nos setores de indústria e serviços.
Já a Rússia, tida como o país mais atingido dos Brics pela crise, também parece estar se recuperando, de acordo com o Le Monde, com um aumento do PIB nos últimos meses.
Novas notas e moedas serão fornecidas aos bancos e pequenos comerciantes
O Banco Central coloca em prática esse mês uma operação para aumentar o volume de notas e moedas de pequeno valor, a fim de facilitar o troco para bancos e pequenos comerciantes.
Durante o mês de setembro os bancos terão acesso a esse serviço, excepcionalmente sem custo. As cédulas de R$ 2 e de R$ 5 são as que mais se desgastam, em função da intensa circulação.
Em relação às moedas, o hábito de entesouramento da população faz com que, em algumas regiões brasileiras, os comerciantes reclamem da dificuldade para fornecer troco. Para eles, a partir do dia 14, haverá, em todas as capitais do país, guichê de fornecimento de moedas e de notas de R$ 2 e R$ 5 em kits de R$ 100, de modo a facilitar e agilizar o atendimento. Os endereços ainda serão divulgados.
As solicitações de troca, por parte dos bancos, ao Banco Central devem ser feitas por telefone com, no mínimo, 48 horas de antecedência, quando serão informadas as quantidades de cédulas ou moedas demandadas. Em Porto Alegre e Salvador, onde não é possível realizar as operações diretamente no BC, as trocas serão efetivadas pelo Banco do Brasil. Para os bancos, a unidade mínima para fornecimento de cédulas será o maço, constituído por cem unidades de cédulas de R$ 2 e/ou R$ 5. No caso das moedas, a unidade mínima é o saco, com quinhentas ou mil unidades, dependendo da denominação, de R$ 0,05 a R$ 1,00.
O Banco Central informa que possui estoque suficiente de moedas para esses atendimentos, já que encomendou dois bilhões de moedas a mais para 2009, volume 56% maior que em 2008.
Também houve aumento de 67% na produção de cédulas de R$ 2, passando de 420 milhões para 700 milhões. Já as de R$5 saltaram de 255 milhões em 2008 para 400 milhões em 2009, um aumento de 57%. Mais da metade dessa produção já foi entregue pela Casa da Moeda e se encontra pronta para fornecimento ao público mediante troca.
As medidas adotadas visam não somente aumentar a oferta de troco mas também melhorar a qualidade do meio circulante, em especial das notas de baixa denominação que circulam muito e têm vida útil mais curta. O desgaste nas notas também torna mais difícil o reconhecimento das marcas de segurança.
Bancos não podem mais cobrar renovação de cadastro
A cobrança de tarifa bancária para a renovação do cadastro de conta corrente está proibida a partir de hoje. Em decisão anunciada na última sexta-feira, o Banco Central (BC) proibiu a prática que, pela regra anterior, podia ser feita até duas vezes por ano. Esse serviço, que tem como objetivo atualizar dados relativos à vida financeira dos clientes, era alvo constante de reclamações de consumidores em órgãos como o Ministério Público e o próprio BC.
Levantamento da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) mostra que a maioria dos grandes bancos de varejo cobrava, a cada seis meses, valor entre R$ 25 (Bradesco) e R$ 48 (Santander e Real) de seus clientes. Mas há casos, como o do Banco Cruzeiro do Sul, em que a tarifa chegava a R$ 150.
Segundo o chefe do departamento de normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, a proibição foi motivada pela falta de padronização do serviço prestado pelas instituições. Segundo ele, alguns bancos, por exemplo, exigiam a assinatura de clientes na ficha cadastral. Outros sequer entravam em contato com o consumidor por telefone. A cobrança de tarifa para a análise da ficha do cliente no início do relacionamento bancário não foi proibida e continua a valer.
O governo pode editar uma Medida Provisória (MP) para instituir a cobrança do Imposto de Renda sobre as cadernetas de poupança a partir de 2010. A hipótese está em estudos pela área técnica. Outra possibilidade é enviar a proposta de taxação como um projeto de lei. A decisão será tomada nos próximos dias, segundo informou o Ministério da Fazenda.
Esquecida nas gavetas há quatro meses, a taxação da poupança voltou à pauta depois de uma entrevista do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao jornal O Globo, publicada no último domingo. Nela, ele informou que enviaria a proposta ao Congresso em breve. Hoje, ao chegar ao ministério, Mantega foi questionado sobre o assunto e respondeu com um lacônico "sim".
Hoje, a poupança não paga IR. O projeto de lei prevê que quem tem acima de R$ 50 mil em caderneta de poupança vai pagar imposto sobre o saldo excedente, conforme uma fórmula que combina a renda do poupador e a taxa básica de juros da economia, a Selic. De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, 99% dos poupadores estarão livres das garras do Leão. Porém, o 1% restante concentra a classe média, que responde por 40% dos depósitos.
A cobrança de Imposto de Renda sobre a poupança foi anunciada no dia 13 de maio passado, e na ocasião a intenção era enviar a proposta o quanto antes ao Congresso Nacional. No entanto, o projeto de lei ficou parado porque o problema que ele procurava solucionar - uma possível avalanche de investimentos especulativos na caderneta - não aconteceu.
No início deste ano, o governo estava diante do seguinte problema: com a queda da taxa Selic, os fundos de investimento teriam rendimentos cada vez menores. Seriam taxas de remuneração parecidas com a da poupança, com o agravante que os fundos pagam até 22,5% de IR e as cadernetas, não. A tendência seria, então, os investimentos se concentrarem na poupança.
Fundos
No limite, essa situação poderia gerar dificuldade para o próprio governo financiar-se, pois os fundos são os principais compradores de títulos da dívida pública. Nesse quadro, o Banco Central poderia ver-se impedido de cortar mais os juros. Daí a ideia de taxar a poupança, tornando-a menos atraente para os grandes poupadores.
Guido Mantega "ressuscitou" o projeto sem que a temida avalanche em direção à poupança tenha ocorrido. Em agosto, dado mais recente, as cadernetas de poupança registraram uma captação líquida positiva (depósitos maiores do que saques) de R$ 3,1 bilhões. No mesmo mês, os fundos que concorrem diretamente com a caderneta (DI e renda fixa) tiveram captação positiva de R$ 3,2 bilhões.
A pressa do ministro pode ser explicada de outra forma. A Constituição diz que um imposto só pode ser criado ou aumentado se a mudança houver sido aprovada pelo Congresso no ano anterior. Assim, para poder cobrar o IR sobre a caderneta em 2010, seria necessário aprovar a mudança ainda em 2009.
Embora a perspectiva seja de recuperação da economia e, por consequência, de uma arrecadação tributária maior em 2010, a situação das contas públicas não é um céu de brigadeiro. O governo estará pressionado pelo aumento de gastos com o funcionalismo, o Bolsa Família, o salário mínimo e a necessidade de acelerar investimentos no ano eleitoral. Além do mais, a meta de superávit primário da União (economia para pagamento da dívida pública) sairá dos atuais 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,15% no ano que vem.
O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse nesta terça-feira que a alíquota do Imposto de Renda sobre o rendimento de poupanças com mais de R$ 50 mil será de 22,5%.
O ministro frisou, porém, que a alíquota só incide sobre o rendimento do que ultrapassar esse limite. Por exemplo: quem tem R$ 60 mil na poupança, pagará o IR sobre o rendimento dos R$ 10 mil que excedem o limite de R$ 50 mil,.
O ministro disse ainda que o governo não mudará a tributação dos fundos de investimentos neste ano, como foi cogitado. Segundo Mantega, não houve a migração de recursos dos fundos para a poupança como se imaginava com a queda da Selic.
"Não há necessidade porque o mercado ficou bastante estável. Não há necessidade de se diminuir o tributo neste ano", completou.
Mantega voltou a dizer que o projeto que taxa a poupança deverá ser enviado para o Congresso Nacional ainda nesta semana.
Projeto
Mantega já havia dito na última segunda-feira que o governo deverá enviar o projeto ao Congresso Nacional ainda nesta semana.
A cobrança do Imposto de Renda sobre os rendimentos foi anunciada em maio deste ano, mas até agora o texto não chegou ao Congresso. A ideia do governo era iniciar a cobrança já em janeiro de 2010, mas, para isso, depende de aprovação do legislativo.
A tributação dependerá da taxa básica de juros em vigor no momento: quanto menor a taxa, menor o redutor do imposto.
A cobrança foi a maneira encontrada pelo governo para enfrentar o problema criado com a queda nas taxas de juros. Como a caderneta rende 6,17% ao ano, com juros definidos em lei, a redução na taxa Selic faz com que as outras aplicações passem a render menos do que a caderneta, o que estimula a saída de dinheiro de fundos de investimento para a poupança.
Cálculo
Em primeiro lugar, o governo só vai tributar o rendimento fixo de 0,5% ao mês da poupança. O rendimento correspondente à TR (que hoje é de 0,03% ao mês --em índice arredondado) continuará isento.
Sobre o valor de 0,5% será deduzido o valor de R$ 250. Com essa dedução, só há cobrança sobre os valores que ultrapassam R$ 50 mil.
Após isso, será aplicado um redutor que varia de 0% a 100% de acordo com o nível da taxa Selic sobre o valor restante.
Exemplo
De acordo com o Ministério da Fazenda, no caso de um depósito de R$ 200 mil e uma taxa Selic de 9% ao ano, o rendimento de 0,5% equivale a R$ 1.000. Aplicado o redutor de R$ 250, chega-se a R$ 750. A Selic de 9% permite aplicar um redutor de 70%. Com isso, a tributação se dará apenas sobre o valor de R$ 225,00.
De acordo com dado da Media Create, empresa de referência na apuração de venda de jogos e consoles no Japão, na semana entre 31 de agosto e 6 de setembro, o PlayStation 3 teve seu melhor desempenho na Terra do Sol Nascente até hoje.
Com o lançamento do modelo Slim no dia 3, mais compacto e leve, as vendas foram de quase 152 mil unidades, superando de longe as 81.639 unidades da semana de estreia do videogame, na segunda semana de novembro de 2006.
A Media Create informa que a maioria dos compradores são novos usuários, e não pessoas que estão trocando o antigo modelo pelo novo. Para a empresa, a queda de preço foi atraente para esses usuários. Além disso, o PlayStation 3 pode ser usado como tocador de Blu-ray e um título de grande expectativa está previsto para o fim do ano: o RPG "Final Fantasy XIII", que chega no dia 17 de dezembro. Com isso, o videogame deve acumular vendas de 4,5 milhões no Japão, e de cinco milhões até abril de 2010.
O Nintendo DSi vem logo em seguida, com 60 mil unidades, acompanhado pelo PSP e Wii, com 22 mil e 21 mil máquinas vendidas. O DS Lite, Xbox 360 e PlayStation 2 são os últimos colocados.
Veja a venda de videogames no Japão no período entre 31 de agosto e 6 de setembro, e o acumulado para cada plataforma em 2009:
1. PlayStation 3
151.783
804.264
2. Nintendo DSi
60.419
2.117.624
3. PSP
22.184
1.458.033
4. Wii
21.557
977.879
5. Nintendo DS Lite
8.309
382.428
6. Xbox 360
6.827
286.234
7. PlayStation 2
3.001
168.958
Plataforma
31/8 a 6/9
2009
Entre os jogos, o preferido dos japoneses foi um game baseado no popular desenho animado "Gundam", que vendeu 178 mil cópias. "Tomodachi Collection" está surpreendendo e, de pouco em pouco, está prestes a acumular um milhão de unidades. "Dragon Quest IX" também mostra fôlego, e está algumas semanas de bater quatro milhões de cópias.
O motorista que se recusar a fazer o teste do bafômetro numa fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) poderá ser preso por crime de desobediência. A pena prevê multa e detenção de 15 dias a seis meses. A determinação toma por base um estudo técnico da PRF, que no fim de julho recebeu um parecer favorável da Advocacia Geral da União (AGU).
A polícia argumenta que o direito do motorista de não produzir prova contra si mesmo não tem validade no teste de alcoolemia. Atualmente, com base no que determina a lei seca, quem se negar a soprar o bafômetro é multado em R$ 955 e tem a carteira de habilitação suspensa. A advogada da União Maria de Lourdes de Oliveira, em parecer emitido em julho, considerou o texto "bem fundamentado" e incluiu a possibilidade de prisão por desobediência.
O estudo afirma que o direito de constituir prova contra si não está previsto na Constituição Federal, e sim num tratado internacional de 1969: o Pacto de San José da Costa Rica. E o próprio pacto, que em 1992 passou a fazer parte do ordenamento jurídico brasileiro, determina que "o exercício de um direito fica limitado à preservação dos direitos das demais pessoas".
Segundo o inspetor da PRF, Alexandre Castilho, o direito de não constituir prova contra si mesmo foi criado para garantir a liberdade individual numa época de regimes de exceção no continente latino-americano e por isso não se aplicaria à lei seca. "Nunca ninguém falou que não precisa passar no raio X do aeroporto para não produzir provas contra si."
Equívoco
Para o jurista Luiz Flávio Gomes, o estudo da polícia e o parecer favorável da Advocacia Geral da União estão equivocados - ambos. Se a determinação de prisão for aplicada, ele acredita que os advogados vão reagir e pedir habeas corpus. "É um direito nosso recusar o bafômetro e ninguém pode ser punido por exercer um direito."
Segundo Gomes, o teste do estilômetro não é a única prova para comprovar a embriaguez e por isso é um abuso que o motorista seja obrigado a soprar o equipamento. Em nota, a assessoria da AGU afirmou que o parecer é um procedimento interno que "não tem efeito direto na administração pública como um todo". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O TJBA vem burlando o art. 78 da Lei 6677/94 quando determina que o Secretário ou Atendente Judiciário dos Juizados Especiais substituam o Conciliador nas suas e ventuais faltas, impedimentos , férias e vacância.
Acontece que o mencionado artigo garante ao servidor substituto o pagamento de 30% do salário do conciliador, que é cargo comissionado, a partir do 10° dia de substituição. Portanto, exijam seus direitos e só substituam mediante designação por portaria para que se possa pleitear o direito.
Qualquer dúvida, procurem o seu sindicato, pois este terá o maior prazer em ajudar seus filiados.
O indiano Raju Handique ficou famoso no distrito de Assam, no nordeste do país, por comer aranhas venenosas vivas. Em um só dia, ele consegue comer cem aranhas.
Agora, o homem de 30 anos está treinando para estabelecer um recorde mundial: ele quer comer mil aranhas venenosas em um dia.
A ideia de comer os bichos surgiu quando ele estava na escola.
"Um dia eu fui picado por uma aranha e a comi só de raiva. Para minha surpresa, nada aconteceu comigo. Desde então eu comecei a comer aranhas. De uma aranha e cheguei a comer oito, depois 35, depois 65. Hoje eu consigo comer cem e estou me preparando para comer mil em um dia!", diz Handique.
O indiano procura as aranhas em sua própria casa, quintal e em árvores. Segundo ele, a maioria delas é suculenta, mas algumas são amargas, outras doces e outras têm gosto de leite.
Atualmente, ele faz sua refeição especial em público e recebe doações em dinheiro dos curiosos que assistem ao incomum banquete.
Bob's é condenado a pagar indenização por inseto em sanduíche
A 1ª Câmara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) condenou a rede de lanchonetes Bob’s a pagar indenização moral de R$ 2.000 ao cliente Alex Sandro da Silva Souza, que encontrou um inseto morto dentro de um m sanduíche.
De acordo com o consumidor, autor da ação, em março de 2006 ele comprou um lanche do estabelecimento (localizado no Centro de Niterói) e, após mastigar, constatou que havia mastigado um inseto que aparentava ser uma lacraia.
O gerente da loja, ao ser comunicado do ocorrido, jogou o sanduíche fora e ofereceu um novo e mais um milkshake. Inconformado, Alex pegou o lanche de volta e o levou à delegacia para análise pericial.
Em primeira instância, a sentença condenou a lanchonete a pagar R$ 10 mil, no entanto, para a desembargadora Vera Maria Van Hombeeck, a condenação deveria ser mantida, porém com redução da indenização para R$ 2.000, baseado na obediência aos critérios de razoabilidade e proporcionalidade.
“No que se concerne à veracidade dos fatos narrados pelo autor, o depoimento do gerente da loja, em sede policial, não deixa dúvidas sobre a dinâmica dos fatos”, declarou a magistrada em seu voto.
Um pirata virtual de 28 anos se declarou culpado por um dos maiores crimes de roubo de identidade da história nesta sexta-feira e deixou um juiz federal dos Estados Unidos com a dúvida: como compensar as milhões de vítimas?
Documentos do processo, aberto em agosto, já indicavam que o réu Albert Gonzalez, de Miami, iria confessar as acusações formalizadas em Massachusetts e em Nova York de que ele teria ajudado a liderar uma rede mundial de criminosos virtuais, que roubaram mais de 40 milhões de números de cartão de crédito e débito. Gonzalez pode passar até 25 anos na prisão.
As lojas de onde as informações foram roubadas incluem a TJX Cos, controladora da T.J. Maxx e Marshalls, além da BJ's Wholesale Club e da OfficeMax. Gonzalez também enfrenta as mesmas acusações no Estado de New Jersey.
Os casos chamaram a atenção para a vulnerabilidade dos sistemas de pagamento e pressionou redes de cartões e bancos a atualizarem seus sistemas.
Pela primeira vez em público, desde o fechamento do acordo de confissão, Gonzalez parecia mais humilde que da última vez que apareceu no tribunal, há um ano. Durante a audiência desta sexta-feira, ele deu respostas curtas enquanto a juíza Patti Saris analisava as 20 acusações às quais admitiu culpa. Em certo momento, ele reconheceu ter usado o nickname " segvec" na internet, como afirmam os procuradores no documento.
A juíza firmou um data para a sentença em dezembro, mas primeiro deve analisar como as autoridades podem compensar as vítimas, incluindo lojas, bancos e milhões de pessoas.
Teriam os ataques do 11 de setembro, oito anos atrás, marcado o apogeu da Al-Qaeda? A proeza da Al-Qaeda, organização jihadista clandestina que não tem o apoio de nenhum país desde a queda do Taleban afegão em novembro de 2001, é paradoxal.
Seu líder, Osama Bin Laden, não conseguiu enviar outro comando fora das bases da Al-Qaeda no Waziristão paquistanês para repetir um ataque tão impressionante e mortífero quanto o que atingiu Nova York e Washington em 2001. Entretanto, as ideias da Al-Qaeda ganharam adeptos, e milhares de combatentes entraram em jihad. Muitos morreram, outros ainda estão lutando, e o mundo está longe de estar protegido desses jihadistas absolutistas que sonham com um califado mundial.
A proeza e o futuro da Al-Qaeda estão, na verdade, totalmente ligados à resposta dada pelos seus inimigos, com os Estados Unidos à frente. Uma resposta estranha, até esquizofrênica. Enquanto desde o fim de 2001 a Al-Qaeda reconstitui suas bases no Waziristão, o esforço de guerra foi levado ao Afeganistão, e depois ao Iraque. Essas aventuras militares em países onde a Al-Qaeda havia sido eliminada (Afeganistão) ou não existia (Iraque) criaram mais jihadistas do que suprimiram.
Em compensação, a luta antiterrorista clássica até foi bem-sucedida. Os jihadistas do grupo responsável pelo 11 de setembro foram mortos ou presos. Apesar do sucesso de alguns comandos inspirados pela Al-Qaeda, como o 11 de março de 2004 em Madrid, ou o 11 de julho de 2005 em Londres, os países ocidentais conseguiram se proteger. Complôs foram frustrados. Ainda que nenhum país possa se declarar protegido de um atentado, o paciente trabalho dos serviços de inteligência e das polícias traz seus resultados.
Para sustentar e avançar suas ideias, a direção central da Al-Qaeda decidiu conceder seu "rótulo" a outros movimentos islâmicos armados. Após o fracasso da Al-Qaeda no país dos Dois Lugares Santos (Arábia Saudita), que nunca conseguiu realmente se instalar na pátria de origem de Bin Laden, dois grupos "franqueados" tiveram mais sucesso.
O primeiro, Tawhid wal-Jihad (Unificação e Guerra Santa), comandado pelo jihadista jordaniano Abu Musab al-Zarqawi, teve uma incrível expansão depois de se tornar Al-Qaeda no país dos Dois Rios (Iraque). Após ter assassinado em 2003 o chefe da ONU em Bagdá, Sérgio Vieira de Mello, o grupo de Zarqawi se tornou, com os atentados e os sequestros, o principal inimigo do governo iraquiano xiita e de seus aliados americanos. Ele conseguiu por um tempo controlar o coração da guerrilha sunita, em Faluja.
Foi somente após a morte de Zarqawi, em 2006, e a chegada do general americano David Petraeus a Bagdá, em 2007, que a Al-Qaeda no país dos Dois Rios perdeu sua influência, com os Estados Unidos organizando a volta da guerrilha sunita contra os jihadistas estrangeiros.
O segundo, o Grupo Salafista para a Pregação e o Combate (GSPC), comandado pelo islâmico argelino Abdelmalek Drukdal, encontrou uma capacidade de ação após se tornar Al-Qaeda no Magrebe Islâmico. Em contato com a Al-Qaeda por meio de Zarqawi, Drukdal sonhava se tornar "emir" [governante] da Al-Qaeda para o Magrebe e para o Saara. Ele conseguiu atingir o coração de Argel. Seus problemas eram basicamente o pequeno número de combatentes do qual dispunha, e o fato de que ele não conseguiu atingir o alvo principal designado pelos chefes da Al-Qaeda: a França.
Fora do Waziristão, a Al-Qaeda não tem territórios sob seu controle. Bin Laden e seu assistente, o ideólogo islâmico egípcio Ayman al-Zawahiri, vivem escondidos, perseguidos, isolados do mundo. Eles conseguem difundir suas mensagens escritas, em áudio ou vídeo pela internet, mas ninguém sabe se eles exercem qualquer comando operacional sobre o movimento jihadista. Eles não conseguem nem mesmo organizar ações de impacto perto de sua base, no Paquistão ou no Afeganistão.
Nesses dois países, são talebans pashtuns que conduzem o combate. Alguns têm ligação com a Al-Qaeda, outros se distanciaram. E não se sabe qual é o controle exercido por Bin Laden e Zawahiri sobre os campos jihadistas estrangeiros instalados no Waziristão, quer sejam sauditas, egípcios, jordanianos, iemenitas ou uzbeques.
Na verdade, a sorte da Al-Qaeda, após o golpe magistral do 11 de setembro, foi ter tido diante de si uma direção americana (Bush, Cheney, Rumsfeld) obcecada pelo Iraque e Saddam Hussein. Ao desencadear uma guerra contra um país que não tinha nenhuma ligação com a jihad internacional, dando a impressão de travar batalha contra os muçulmanos e o Islã, Washington serviu aos interesses da Al-Qaeda muito além das expectativas de Bin Laden, que dessa forma se tornou o "xeque" incontestável dos jihadistas internacionais.
O sucesso de Bin Laden se deve ao fato de que a incompreensão diante da réplica americana ao 11 de setembro tornou a Al-Qaeda popular nas mesquitas do Golfo ou nas madraçais [escolas muçulmanas] paquistanesas, nos subúrbios do Cairo ou nas favelas de Casablanca. Os Estados Unidos foram, de certa forma, o melhor aliado da Al-Qaeda.
Desde sua chegada à Casa Branca, Barack Obama procura reverter a tendência, retirando aos poucos o exército americano do Iraque e afirmando querer voltar a orientar sua ação sobre a guerra contra a Al-Qaeda. No dia 4 de junho ele pronunciou um discurso no Cairo para declarar que não estava em guerra nem com o mundo muçulmano, nem com o Islã. Ele acentuou a pressão sobre o Paquistão, intensificando a campanha de bombardeios por aviões não tripulados conduzida no fim da presidência Bush, e incitando o exército paquistanês a atacar santuários jihadistas.
Mas Obama também tomou a decisão de aumentar o esforço militar no Afeganistão, país onde nenhum vestígio da Al-Qaeda persiste desde o fim de 2001. O argumento principal é que uma volta do Taleban ao poder viria acompanhada de uma volta de seus companheiros da Al-Qaeda. Possível, mas não certo. Por enquanto, a guerra afegã contribui sobretudo para aumentar o número de combatentes inimigos.
Jornalista que atirou sapato em Bush terá recepção de herói
A família do jornalista Montazer al-Zaidi, condenado a um ano de prisão por jogar um par de sapatos, em dezembro de 2008, no então presidente dos Estados Unidos George W. Bush, disse hoje que está preparando uma festa para recebê-lo como herói quando for libertado nos próximos dias.
"Os preparativos estão intensos e esperamos que Montazer seja liberado amanhã ou na próxima terça-feira", afirmou Udai, um dos irmãos de Zaidi, à Agência Efe.
Em 14 de dezembro de 2008, Zaidi atirou seus sapatos contra Bush, durante uma entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, em Bagdá.
"Este é o beijo de despedida, cachorro!", gritou Zaidi ao arremessar os calçados na direção do então presidente americano, cometendo duas ofensas graves no Iraque e no mundo muçulmano - jogar sapatos e chamar alguém de cachorro.
Udai disse que dezenas de pessoas expressaram interesse em participar da recepção a Montazer.
Em março de 2009, Zaidi foi condenado a três anos de prisão por ato hostil contra um chefe de Estado estrangeiro, um crime que consta no artigo 223 do Código Penal iraquiano, sentença que um mês depois foi reduzida para um ano.
Responsável pela defesa de Zaidi, o advogado Diaa al-Saadi, adiantou à Efe, que seu cliente será libertado antes do final da pena por bom comportamento.
Zaidi tem 27 anos e é repórter do canal de televisão por satélite Al-Bagdadiya. A partir do incidente é tratado, por muitos, como herói nacional e transformou-se em um símbolo da luta contra a ocupação americana do Iraque.
Formado na Faculdade de Informação da Universidade de Bagdá, Zaidi começou a trabalhar em 2005.