EU VOU. E VC? da Folha Online A produtora Time For Fun anunciou hoje que a banda britânica Coldplay fará dois shows no Brasil no início de 2010. O grupo de apresentará no dia 28 de fevereiro no Rio, na Praça da Apoteose, e em 2 de março em São Paulo, no estádio do Morumbi. | | Banda liderada por Chris Martin fará shows em fevereiro e março de 2010 no Brasil |
Os shows no Brasil fazem parte do trabalho de divulgação do último CD do grupo, "Viva la Vida". A venda de ingressos para o público será aberta dia 7 de novembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo call Center (4004-2060), a partir das 10h nos pontos de venda e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro). Mais informações serão divulgadas no site oficial do show www.showcoldplay.com.br e no site oficial da banda. A convidada especial para toda a turnê será a cantora de electro Bat For Lashes, indicada ao Prêmio Mercury. Além do Brasil, o Coldplay se apresenta em Buenos Aires, Bogotá, Cidade do México, Guadalajara e Monterrey no início de 2010. Os shows irão marcar o final da turnê mundial "Viva la Vida".
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h59
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FRASE DO DIA "Feliz é aquele que conhece o perfume do que perdeu". - Miguel Falabella - Ator
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h58
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Adult industry not immune to recessionMost adult entertainment companies are privately owned, making it hard to quantify overall sales from year to year. But many agree the multibillion dollar industry is finding it harder to sell sex. XBIZ, an organization that covers all sectors of the adult entertainment business, says piracy, free online content and legal challenges have all adversely affected the industry. "The adult entertainment industry is facing its first downturn ever in its history," said Alec Helmy, president of XBIZ. Helmy also added that attendance figures at several trade shows have declined steadily in the past several years. Dan Adams, editorial director at Magna Publishing, said that the print business has changed and that there is some belt-tightening going on. "Print publishing as a whole is down," Adams said. "Everyone has felt a change." Magna, which claims to be the largest publisher of adult magazines in the country with 60 titles and sales that average over a million dollars a month, has learned to adapt, Adams said. "Everyone has felt a change. Larger companies know what readers want, and the ones that are thriving are the larger ones. The stronger ones will survive," he said. "We've re-examined budgets and streamlined other areas." Magna purchased Club magazine, considered a strong brand in the industry, adding it to its stable of publications such as Genesis, Swank and Gallery. But Adams still voiced a cautionary tone, citing that free Internet "tube" sites have also cut into profits. While Adams' exudes a mood of optimism, the drop-off is in the double digits from just a couple of years ago. Even the more broadly known magazines have had to cut back. Photographer Ted Karpovich has seen international men's magazine Penthouse slash the number of premiere parties it once held. "They used to fly in the Pet of the Month and have a party and make the rounds. They pretty much eliminated those monthly parties. They're not as lavish with everything anymore," said Karpovich. And the women Karpovich photographs have fared worse. With so many models willing to pose for little or even for free, the prices offered by photographers have significantly come down. But the adult entertainment industry is all about content and the talent that drives the industry. Playboy model Daniela Victoria, a veteran after six years in the business, has seen some changes. "You have to be willing to work for less than usual. Anyone who says they aren't lowering their rates is lying," she said. In better times, the auburn-haired model said she used to average $1,000 to $1,500 a day. But no more. "There's more stuff you can get for free," she said. So many models are willing to work for free. Photographers will now work with cheaper amateur models." Vivid Entertainment, which produces about 60 features a year and has contracts with popular adult stars such as Jenna James, Tera Patrick and Heather Hunter, also displayed its wares at the show in Edison, which was called the Exxxotica Expo and billed as "the largest adult consumer show in the country." Vivid co-owner Marci Hirsch has mixed feelings on the recession. "The recession has hurt business, including DVD sales," she said, "but the Internet has offset any hit to profits." Eager to promote their wares, several big name industry stars were at the expo signing autographs and plugging their Web sites. And although some businesses, such as Vivid Entertainment, reported solid Internet sales, some of those stars said it wasn't the case for them. Seka, a platinum blonde performer from the 1970s and '80s who says her Web site gets 600 million hits a year, said that the Internet has "been good to me. It's been great." But, she said, she has noticed a drop in the past two months. "Business has dropped off about 5 percent, and that's a big drop," she said. "It takes money to run a Web site, which involves Internet servers, maintenance, providing updates -- all costs which cut into your bottom line." Seka, a native Virginian, said part of the problem is that women on the Internet are "a dime a dozen" and lacking in the kind of variety the industry once had. "We didn't have the same type of competition that exists today," she said. "Everyone looks the same now." Meanwhile, some other businesses reported that the recession hasn't hurt very much. The catalog sales company Adam & Eve, based in Hillsborough, North Carolina, employs more than 350 people and posted annual sales of $13 million in 2007. And spokeswoman Katy Zvolerin said 2008 was "surprisingly good." "We were all collectively holding our breath," Zvolerin said. "While DVD sales were down, toys or novelties sales were holding strong." The recession has posed a challenge, she said, but "we've seen toy sales increase because so many people are staying home and having fun." Some 18,000 consumers, about the same as last year, attended. Scott and Michelle, a New Jersey couple, shelled out $50 a pop to attend the exposition. They said the recession hadn't affected their spending habits. "There's always money to be spent on sex," said the couple, who asked to remain anonymous.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h58
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Mata, ô se mata. Mata mesmo!
Quer ver um exemplo?
Em Jerusalém, no Pessach do ano de 44 d.C. um pum foi responsável pela morte de aproximadamente dez mil pessoas!
Você acredita?
Pois foi isso mesmo...
Sabe como isso aconteceu? Será que foi o catastrófico resultado de uma feijoada completa e indigesta? Ou será que havia câmaras de execução em massa, para as quais armazenavam-se os indiscretos gases produzidos por nós? Uma versão mais rústica da técnica das câmaras de gases utilizadas para execução nos campos de concentração nazistas? Não, certamente não foi assim.
Naquele Pessach, como até hoje é comum nas importantes datas religiosas, uma multidão de devotos encheu a cidade sagrada de Jerusalém. Sob o olhar vigilante e apreensivo de tropas romanas, os judeus aglomeravam-se dentro e ao redor do Templo de Jerusalém, entoando suas rezas e cumprindo seus deveres. Eis então que, nesse clima religioso e divino, um dos soldados romanos que fazia a guarda do templo virou as costas para a multidão e... PUM! É isso aí. Soltou um sonoro e estarrecedor pum, daqueles dignos de prêmio! Mas se você acha que ele foi suficiente para matar dez mil judeus, está precipitando um pouco as coisas... Segundo Flavius Josephus, o principal historiador do período da ocupação romana na Palestina através do qual nos chega essa narração, esse ato foi suficiente para deixar inconformados os fiéis. Na verdade, isto foi a gota d’água, pois a situação vivida já não era das melhores, uma relação recheada de ódio e ressentimento.
Revoltados, enquanto alguns judeus exigiam punição rigorosa ao desrespeitoso soldado, outros mais exaltados começaram a atirar pedras nos soldados romanos. Em pouco tempo, a festa virou uma enorme confusão, e as estimativas apontam cerca de dez mil mortos nesse triste e fedorento dia.
Mas afinal, o que é um pum?
Chamamos de pum a expulsão dos gases intestinais que se formam nos animais. Sua produção não é um dom exclusivamente humano, sendo freqüente também em outros grupos de animais. Na verdade, quando soltamos um pum, estamos liberando os gases produzidos pelas bactérias que vivem em nosso interior, gases decorrentes de seu metabolismo.
Um “pum médio” contém aproximadamente 58% de nitrogênio, 21% de hidrogênio , 9% de dióxido de carbono, 7% de metano e 4% de oxigênio - todos gases absolutamente inodoros. Os responsáveis por sentirmos a presença mesmo do pum silencioso são compostos de amônia e enxofre, apenas 1% do total do pum.
Todo mundo solta puns. Uns evitam, outros parecem fazer questão de ser notados. Uns soltam mais, outros menos. Isso depende muito do organismo do indivíduo, seu metabolismo e, claro, do que ele se alimenta. Há alguns alimentos que favorecem a produção de gases, como os laticínios, repolho, brócolis e cenoura crus, soja, cebola, maçã, banana, melancia, gorduras, cereais ricos em fibra, carboidratos e, como todos já sabemos – e sentimos - o feijão. Na média, soltamos de 600ml a 1 litro de gases todos os dias, em prestações. Eles são liberados em vigília ou durante o sono...
Agora, essa história de ficar com a mão amarela... Ah! Aí não tenho a mínima idéia!
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h57
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O PRESIDENTE VEM AÍ... O presidente do Banco Central se prepara para entrar na políticaEste é o tipo de notícia que normalmente assustaria os investidores: Henrique Meirelles, presidente do Banco Central do Brasil, está se preparando para entrar na política.
A ameaça de interferência política costumava pairar sobre a economia brasileira como uma nuvem negra. Ainda assim Meirelles explica com a frieza costumeira que ao se filiar ao PMDB, o maior partido político brasileiro, de centro, ele está apenas explorando possibilidades. Ele pode entrar na política nas eleições gerais de outubro próximo, talvez concorrendo ao Senado; ou pode ficar no banco; ou então voltar para o setor privado "Estou apenas abrindo uma possibilidade para o meu futuro", disse Meirelles ao "Financial Times", no escritório do Banco Central em São Paulo. Qualquer que seja sua escolha, os investidores não parecem perturbados. Mesmo a taxa de 2% sobre os investimentos de portfolio estrangeiro, imposta na semana passada para impedir a valorização da moeda, pareceu improvável de causar mais do que uma pausa no fluxo de capital para o Brasil este ano.
O índice Bovespa caiu nos noticiários mas logo se recuperou, e o real continua a ganhando valor. Ele subiu 36% em relação ao dólar até agora neste ano. O mercado de ações está mais alto do que antes do colapso do Lehman Brothers.
Sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 aumentou a sensação de chegada do Brasil ao palco mundial. Ilustrando o estado de espírito efervescente do país, as vendas de vinho espumante local estão 20% mais altas do que no ano passado. Mesmo assim, os brasileiros não estão tão entusiasmados.
Uma das razões é que o Estado continua a se fazer sentir na economia. As pressões do governo sobre a mineradora Vale, para investir na produção de aço no Brasil alimentou temores de que um Estado mais ativo poderia prejudicar os recentes ganhos em eficiência.
Outras preocupações precisam ser sanadas para que o país atinja seu enorme potencial. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso identifica quatro principais desafios. "O Brasil sofre de uma falta de infraestrutura, má qualidade de ensino, problemas ambientais e criminalidade". Cardoso teme que este último ponto tenha sido enfatizado por conta da violência nas favelas do Rio.
Esse realismo ajuda a explicar por que a autoconfiança dos brasileiros é diferente, não é tão alta quanto a dos outros países do Bric, como a China e a Índia. O otimismo racional, em vez da exuberância irracional, é o que se encontra entre os banqueiros e líderes empresariais de São Paulo.
Ainda assim, "é muito difícil não ser otimista", diz Antonio Quintella, diretor do Credit Suisse no país. "Não estamos numa bolha. Mas há entusiasmo", diz ele.
O Brasil entrou na crise financeira bem preparado e sua recessão subsequente foi curta. Ele está relativamente isolado dos problemas econômicos no resto do mundo. As exportações respondem por menos de 15% da economia. Pouco crédito vem de fora.
Políticas econômicas ortodoxas, que começaram com Fernando Henrique e continuaram no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aumentaram a resistência do país. Medidas como a isenção de impostos sobre carros e bens elétricos ajudaram a manter a economia estável durante a crise financeira.
Enquanto isso, uma década e meia de estabilidade econômica, inflação baixa e programas de bem-estar social cuidadosamente planejados introduziram milhões de pessoas no mercado consumidor. Na sociedade mais desigual do mundo, mais de metade da população é hoje considerada de classe média.
As companhias brasileiras, depois de décadas de incerteza e crises financeiras seqüenciais, têm uma nova primavera à frente. "O Brasil corporativo perdeu muito tempo e esforço se preocupando com a volatilidade econômica e política", diz Luiz Muniz, chefe do banco de investimentos Rothschild para o Brasil. "Agora as pessoas podem se concentrar em administrar e aumentar seus negócios."
A partir de 2004, incitado pela ampla reforma nos mercados de capital do Brasil, as empresas começaram a ganhar confiança. Houve um aumento das emissões de ações que, depois de um hiato durante a crise global, retornou com as maiores ofertas de ações este ano. O banco espanhol Santander levantou US$ 8 bilhões quando abriu 14% do capital de suas operações no Brasil no mercado local e nos EUA.
O investimento estrangeiro aumentou, mas mais companhias brasileiras avançaram para o exterior. A InBev, a maior cervejaria do mundo, é gerenciada e controlada por brasileiros. A Vale, a Petrobrás e a Gerdau são competidores globais em mineração, energia e aço. O frigorífico JBS Friboi é o maior "produtor de proteína" do mundo.
Quanto aos serviços financeiros, a BM&F Bovespa vale mais do que a Bolsa de Valores de Nova York, Nasdaq e London Stock Exchange combinados, enquanto o Itaú Unibanco, com uma capitalização de mercado de US$ 96 bilhões, é o 12º maior banco do mundo. Rumores de que ele pretendia comprar o Morgan Stanley no ano passado ainda fazem brilhar os olhos dos negociadores locais. Com a economia caminhando para um crescimento de pelo menos 4% a 5% no ano que vem, há um sentimento, novo para muitos, de que o Brasil atingiu todos esses sucessos por mérito próprio.
Mesmo assim, poucos brasileiros estão eufóricos. Há incerteza quanto a transição para o próximo governo quando o segundo mandato consecutivo de Lula - o máximo permitido pela constituição - acabar no ano que vem. Dilma Rousseff, sua escolha para a sucessão, é uma tecnocrata dura. José Serra, o possível candidato da oposição, tem uma natureza semelhante. Ambos sofrem de um déficit de carisma. Meirelles concorda que o país enfrenta problemas de infraestrutura e qualificação. Esses são problemas imediatos, mas não esmagadores.
Escrito por Eduardo Lorenzo às 00h55
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